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Veja o que você perde quando a sua máquina falha
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Veja o que você perde quando a sua máquina falha

A implementação de soluções de gestão de ativos durante anos foi feita para capturar, manipular e analisar dados de falhas passadas em ativos industriais. Nesse caso, a otimização de processos para capturar informações de falhas de ativos e usá-las nos sistemas é o foco da criação de políticas de manutenção. Porém, quando levamos a confiabilidade em consideração, a abordagem das organizações em relação à estratégia de manutenção deve ser muito mais ampla para impedir falhas.

Manutenção geralmente é o termo que usamos para definir atividades que dão sustentação a padrões específicos de performance, ou seja, é parte essencial do ciclo de vida do ativo. Falhas nos ativos significam justamente que eles não estão atingindo os padrões específicos de performance esperados para o negócio, seja por um aumento na demanda além de suas capacidades ou pela falta de recursos disponíveis para manter os ativos em funcionamento.

Em todo caso, segurança e compliance, além da otimização de processos de coleta de dados, devem desempenhar um papel importante nesse planejamento.

O impacto das falhas mais críticas no negócio depende de uma série de fatores. De acordo com o relatório original que produziu o Reliability-Centered Maintenance (RCM), falhas consideradas “críticas” são aquelas com grande impacto na segurança. No entanto, o termo “falha crítica” hoje é usado para definir grupos de falhas que vão causar às empresas consequências de alto impacto, algo que pode variar de acordo com o contexto do setor.

No setor de óleo e gás, uma falha relacionada à segurança das operações certamente é considerada crítica. Por outro lado, no setor químico, por exemplo, uma falha considerada crítica em um ativo não necessariamente está relacionada a problemas de segurança, mas a quedas no volume e a interrupções na produção. Da mesma maneira, no setor farmacêutico as falhas críticas provavelmente são aquelas relacionadas à capacidade da produção de estar em conformidade com a regulamentação.

Um bom programa de gestão de ativos deve ter o objetivo de aumentar a rentabilidade do ciclo de vida dos ativos, logo, precisa evitar falhas críticas. Por definição, isso significa manter uma abordagem centrada na correta estratégia de manutenção para o ativo, que se utiliza da confiabilidade.

Com isso, é possível manter custos equilibrados de manutenção e taxas favoráveis de RAV. Altas taxas de RAV significam que sua planta tem altos custos para manter os equipamentos disponíveis e em funcionamento. Para melhorar esse índice, as empresas precisam contar com bons processos e ferramentas.

Veja a seguir alguns problemas que são consequência de diferentes falhas para as empresas:

Falhas de baixa criticidade x falhas críticas

Falhas consideradas de baixa criticidade são aquelas que causam consequências leves para as operações. Como sua ocorrência é considerada aceitável, uma política de manutenção focada apenas na captura e na análise de dados pode ser efetiva para lidar com esse tipo de erro. Com o tempo, é possível acumular um nível suficiente de informação para determinar políticas de manutenção eficientes e com alto grau de confiabilidade.

As falhas críticas, por outro lado, causam quedas na performance e, portanto, têm consequências inaceitáveis. Erros desse tipo, portanto, não podem ser geridos da mesma maneira que as falhas de baixa criticidade. Imagine, por exemplo, que uma máquina, ao falhar, cause um impacto operacional ou econômico de alta gravidade. Por que deixar isso acontecer novamente pelo mesmo motivo, especialmente quando a história recente nos mostra que falhas nos ativos podem gerar consequências graves de segurança e violações do meio ambiente?

Falhas críticas são, por natureza, sérias. Quando uma máquina falha de maneira crítica, geralmente os responsáveis pela gestão de ativos precisam retirá-la, substituí-la ou tomar alguma iniciativa que garanta que isso nunca mais ocorra. Como resultado, o volume de dados disponível para análise de erros mais graves geralmente é menor, reduzindo a habilidade das equipes de entregar resultados com alto nível de precisão sobre como evitar falhas semelhantes no futuro.

Entre as principais causas das falhas estão a especificação errada dos ativos, a degradação dos ativos ao longo do tempo, os erros de operação e as falhas humanas.

No entanto, é possível estabelecer critérios para realizar identificações e análises para descobrir, de maneira mais específica, a origem das falhas e eliminá-las. Uma delas é estabelecer critérios por meio de gatilhos necessários para realizar a análise da origem da falha. Entre os exemplos podemos citar a frequência de eventos específicos que podem ser notados por meio de um monitoramento constante do ativo, como aumento de temperatura da máquina ou vibrações. Os responsáveis pelas manutenções podem revisar o significado desses eventos de maneira contínua ou contar com soluções de análise de dados capazes de interpretar essas informações para sugerir otimizações.

A importância do monitoramento de condição

Não existe um manual de instruções para criar um plano de manutenção eficiente, porém, monitorar constantemente os ativos é essencial para agregar maior confiabilidade à gestão do seu ciclo de vida, dando mais visibilidade e controle aos líderes do negócio e evitando falhas capazes de causar impactos negativos no negócio.

Olhando os principais modos de falha, como vibração, corrosão, trincas, aquecimento, entre outros, você pode antecipar desde falhas não críticas e até catastróficas.

Para atender essa demanda, a Atech desenvolveu um conjunto de soluções para o monitoramento de condição dos ativos, incluindo equipamentos rotativos e estruturas. Saiba mais sobre as soluções da Atech para gestão de ativos.

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