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Veja como melhorar o controle de frotas e transporte de mercadorias no agronegócio
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Veja como melhorar o controle de frotas e transporte de mercadorias no agronegócio

Entre as principais economias mundiais, o Brasil é o País que tem a maior concentração rodoviária de transporte de cargas e passageiros, o que exige um rigoroso controle de frotas para manter a competividade da economia. No País, 58% do transporte é feito por rodovias – contra 53% da Austrália, 50% da China, 43% da Rússia, 32% da Rússia e 8% do Canadá, segundo dados do Banco Mundial.

A malha rodoviária é utilizada para o escoamento de 75% da produção no País, seguida da marítima (9,2%), aérea (5,8%), ferroviária (5,4%), cabotagem (3%) e hidroviária (0,7%), de acordo com a pesquisa “Custos Logísticos no Brasil”, da Fundação Dom Cabral.

Responsável por 21% do PIB nacional, o agronegócio, segundo um levantamento realizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) – “Sondagem de Eficiência Energética no Transporte Rodoviário de Cargas” – é responsável pela maior parte das cargas transportadas no Brasil. De acordo com a pesquisa, 39,7% são classificadas como granel sólido, o que engloba cereaisfertilizantes, além de produtos britados ou em pó. A carga fracionada – mercadorias variadas de diferentes clientes – ocupa a segunda colocação com 35,3% do total transportado no País.

Para os analistas da CNT, o custo com diesel, principal insumo do transporte rodoviário de cargas, responde por cerca de 30% a 40% de seu custo operacional. O estudo sugere que, somente o treinamento de motoristas de caminhão poderia proporcionar 12% ou mais de economia de óleo diesel.

 

Greve de caminhoneiros provoca alta de custo com frete

Aliada à dependência do modal rodoviário, o agronegócio enfrenta mais um desafio: a tabela de preços mínimos para o frete estabelecida pelo governo após a paralisação dos caminhoneiros no final de maio de 2018, a qual terá um grande impacto no custo das exportações de produtos agrícolas.

Um estudo do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-Log/USP) aponta que o aumento mínimo de custos esperado em 2018 para o transporte de produtos até os portos, com a imposição da tabela, é de 70% (R$ 11 bilhões). Mas a alta pode chegar a 154% (R$ 25,1 bilhões) se o contratante também pagar o frete de retorno do caminhão vazio após o desembarque nos portos.

 

Abralog defende o uso de tecnologia

Pedro Moreira, presidente da Associação Brasileira de Logística (Abralog) defende que, atualmente, é muito difícil pensar em logística de alta performance sem investir em tecnologia, roteirizadores, rastreadores, softwares e aplicativos de gerenciamento, que levam ao aumento da produtividade e ajudam a reduzir ineficiências.

“A tecnologia permite fazer mais com menos e reduzir consideravelmente os custos. Ou seja, com sistemas de roteirização há um melhor aproveitamento do espaço dos caminhões. Por outro lado, a telemetria interligada ao GPS gera acompanhamento da condução do veículo; útil não apenas em termos de segurança, mas também por enxergar as entregas em tempo real, corrigindo assim eventuais problemas e, principalmente, o controle dos tempos ociosos”.

Além da implantação de soluções para o gerenciamento de logística e controle de frotas, Moreira também destaca a necessidade de renovar a frota, apontada como um fator bastante positivo para o aumento da eficiência do setor, já que leva a ganhos substanciais em itens como consumo de combustível, troca de pneus e manutenção veicular. “Caminhões modernos, além de automáticos e menos poluentes, permitem troca rápida de informações através de sensores, e isso torna possível uma melhor gestão”, ressalta Moreira.

 

A importância de investir em logística

Com a crescente importância do agronegócio para a economia brasileira, todos os envolvidos no setor estão buscando reduzir os custos com armazenagem e transporte dos produtos. Objetivo que só poderá ser alcançado com maior visibilidade e rastreabilidade de todos os processos que envolvem o fluxo das mercadorias.

Melhorar o controle de frotas, otimizando o transporte de mercadorias, traz diversos desafios para os gestores, os quais precisam identificar os principais custos e encontrar oportunidades para controlar e reduzir as despesas.

Especialistas indicam que os maiores custos relacionados ao controle de frotas são:

  • Manutenções da frota
  • Consumo de combustível
  • Treinamento dos motoristas
  • Seguro para a frota
  • Documentação e impostos
  • Depreciação da frota
  • Frota ociosa
  • Roteirização ineficiente

A melhor saída para reduzir esses custos e garantir o controle de frotas para o transporte de mercadorias no agronegócio, está na implantação de inovadoras soluções para a gestão e governança dos processos logísticos, de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrando todas as áreas envolvidas. O conjunto de soluções OKTO, desenvolvido pela Atech, atende a todos esses requisitos. Saiba mais como gerenciar toda a sua operação logística com mais eficiência.

 

 

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