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Saiba como obter uma gestão integrada da manutenção de equipamentos no agronegócio

O agronegócio brasileiro busca cada vez mais profissionalização, governança, gestão, eficiência e produtividade para gerar mais valor para o negócio e cada vez mais bater recordes de produção, como em 2017, com a supersafra de 238 milhões de toneladas de grãos. A incorporação de tecnologias de agricultura de precisão, com a conexão entre máquinas e serviços, estão transformando o cenário do campo, desde rotinas, processos até a manutenção de equipamentos no agronegócio.

E as tecnologias preconizadas pela Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) que estão possibilitando essas mudanças, permitindo a coleta e a análise, em tempo de real, de uma grande quantidade de dados por meio de sensores instalados em máquinas e equipamentos. A adoção da IoT conta com apoio do governo brasileiro, que lançou no final de 2017 o Plano Nacional de Internet das Coisas, que visa acelerar sua implementação inicialmente em quatro áreas prioritárias – cidades inteligentes, saúde, agricultura e indústria.

No agronegócio, a previsão do governo é que o Plano Nacional de Internet das Coisas gere um impacto de até US$ 21 bilhões até 2025. Em todos os setores, segundo a consultoria IDC, a IoT deve movimentar, até o final de 2018, US$ 8 bilhões.

Segundo o diretor executivo da ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio) Luiz Cornacchioni, a implementação das tecnologias de IoT, com acesso a dados em tempo real, é um grande salto para o setor. “Sejam nas máquinas e equipamentos, no monitoramento ou na agricultura de precisão, as tecnologias de IoT estão cada dia mais presentes para minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados”.

O agronegócio é um setor que pode ser muito influenciado por variáveis climáticas e biológicas. Com a Internet das Coisas, a descoberta antecipada de um ataque de praga, por exemplo, pode corrigir processos e evitar perdas. “Os dados coletados pelos sensores permitem mais agilidade na tomada de decisão”, ressalta Cornacchioni.

Com os sensores instalados em máquinas agrícolas, também é possível obter uma série de informações do solo que podem orientar as ações de correção de acidez, irrigação e plantio. A IoT também é fundamental para uma melhor gestão da manutenção de equipamentos no agronegócio, transmitindo, em tempo real, dados sobre as condições de seu funcionamento e antecipando problemas e necessidade de reparos.

O futuro da agricultura brasileira

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) acaba de lançar um amplo estudo intitulado “Visão 2030 – o futuro da agricultura brasileira”, onde destaca a importância de inovadoras tecnologias para o aumento da produção com sustentabilidade ambiental e financeira, também necessárias para a implantação de estratégias de manutenção de equipamentos no agronegócio, fundamental para manter a segurança e lucratividade no campo.

Segundo os especialistas, “o aperfeiçoamento de técnicas de aquisições de dados e processamento de informações e construção de modelos para simulação de risco e avaliação da vulnerabilidade de sistemas agrícolas deve ser priorizada. Um sistema de análise de metadados terá importante impacto no apoio ao processo de tomada de decisão e será viabilizado com o uso de modernas ferramentas computacionais destinadas à interoperabilidade analítica (Analytics) de diferentes bancos de dados”.

Mas esse novo cenário, segundo a Embrapa, depende do avanço no fornecimento de tecnologia de comunicação sem fio nas propriedades rurais, o que possibilitará ao produtor enviar imagens bi/tridimensionais e dados variados, que poderão ser analisados e conferidos em tempo real.

Comunicação sem fio robusta e confiável

Em áreas remotas e de grande extensão, como é comum no agronegócio, o fornecimento de uma tecnologia de comunicação sem fio robusta, confiável, resiliente e de alta velocidade pode ser um entrave à adoção da IoT.

Sem a conectividade, não será possível ampliar o uso de inteligência no campo, já que o processo de coleta e análise dos dados será trabalhoso e os benefícios ocorrerão em ciclos mais longos.

Segundo a Embrapa, o número de aplicativos voltados para a gestão de áreas agrícolas tem se multiplicado a cada ano e, com dados mais detalhados, os agricultores ganham maior capacidade de planejamento, de produção, de garantia de qualidade e de manutenção de equipamentos no agronegócio.

E a demanda por conectividade de qualidade vem crescendo: segundo a 7ª. pesquisa de Hábitos de Mídia do Produtor Rural, realizada pela ABMRA (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio), 61% dos agricultores já possuem smartphones mas apenas 33% desse público utiliza tecnologias de agricultura de precisão, baseada em dados, para atividades como preparação do solo, plantio, análise do solo, pulverização e manutenção de equipamentos no agronegócio, entre outras aplicações.

Mas se antes a instalação de um simples ponto de conexão requeria um alto investimento em hardware e software para conectar um ponto a outro – e nem sempre é possível instalar redes convencionais – hoje as soluções de Rede Mesh conectam pontos separados por grandes distâncias com implementação rápida e fácil, ideal para aproveitar todos os benefícios que podem ser obtidos com a IoT, criando uma rede por onde todos os sensores embarcados em equipamentos e maquinários agrícolas podem compartilhar dados sobre clima, solo e estado do ativo.

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