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Saiba como a conectividade pode dar mais competitividade ao setor de óleo e gás
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Saiba como a conectividade pode dar mais competitividade ao setor de óleo e gás

A adoção de novas tecnologias pelas empresas é essencial para gerar mais produtividade, eficiência e redução de custos. E, nesse cenário desafiador, as indústrias avançam cada vez mais em direção à maturidade digital, e a adoção de robustas soluções de conectividade no setor de óleo e gás, com sua atuação em áreas remotas, que envolvem altos riscos, é fundamental nessa jornada.

A digitalização do setor, onde a geografia de cada ponto de exploração requer adaptações e atenção especial, está baseada no acesso a informações confiáveis e em tempo real para agilizar a tomada de decisão, o que pode representar a economia ou ganho de milhões de dólares em investimentos. Ou em grandes desastres ambientais, caso os gestores não tenham acesso a esses dados.

Esses dados, que são transformados em inteligência, são entregues pelos milhares de sensores embarcados em equipamentos e em soluções de IoT (Internet of Things – Internet das Coisas) que acompanham, por exemplo, o funcionamento de válvulas, e identificam se elas foram abertas, fechadas, se estão vazando, se a temperatura e o volume de processamento estão adequados, entre outros dados.

Na base de todo esse ambiente digital está uma solução de conectividade robusta e confiável, como a oferecida pelas Redes Mesh, transmitindo, em tempo real, informações disponibilizadas em instalações geograficamente dispersas, tanto acima quanto abaixo do nível do mar. Essa capacidade potencializa a geração de valor a partir da análise e da correlação de dados gerados a partir das mais diversas fontes, como nos sensores em equipamentos operacionais, mas também nos processos corporativos informatizados e mesmo em fontes de informações públicas. Além de acelerar a convergência do mundo real com o mundo virtual, essa capacidade também permite a tomada de decisão mais assertiva, baseada em dados preditivos, ou até mesmo prescritivos.

Segundo analistas da FGV (Fundação Getulio Vargas), o mercado de energia passa por desafios relevantes e de diferentes ordens, sofrendo ataques por dois lados. Ele é atacado pelo lado da oferta, representado pela indústria de não convencionais (que tem uma velocidade de descoberta e produção muito mais rápida do que a indústria tradicional), mudanças geopolíticas importantes, maior difusão e estímulo, assim como demanda da sociedade por energias renováveis. E pelo lado da demanda, onde tem-se mudança de padrões de comportamento em relação a uma economia de baixo carbono, avanços tecnológicos, e aumento de veículos elétricos. Enfim, uma série de questões que levam à rediscussão e modernização do setor petróleo e trazem à tona uma discussão sobre o novo paradigma dessa indústria.

Dados transformados em inteligência

A possibilidade de contar com uma solução de conectividade robusta é que permitiu à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) implantar um grande projeto – Hermes – de armazenamento de todos os dados gerados pela indústria do petróleo no Brasil, desde dados de sísmica e tomografias computadorizadas de amostras a dados digitais de poços e de métodos não sísmicos das fases exploratórias e de produção nas bacias do Brasil. Esses dados permitirão reduzir ciclos de projeto, custos operacionais e também para prolongar a viabilidade dos campos.

Outra inovação que vai garantir mais competitividade ao setor de óleo e gás é a conhecida como Gêmeos Digitais, uma réplica virtual de um objeto físico ou modelo digital capaz de fornecer todas as perspectivas e dados de um ativo real. O digital twin replica exatamente o que está acontecendo com um equipamento onde ele estiver como, por exemplo, em um poço de petróleo a centenas de quilômetros e em altas profundidades nos campos offshore de petróleo.

Pierce Riemer, diretor-geral do WPC (World Petroleum Council), destacou durante a última edição da O&G TechWeek, promovida pelo IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo), que a transformação digital está gerando novos modelos de negócios, acelerando a inovação e oferecendo ganhos em eficiência operacional, design de produto, desenvolvimento e entrega, e ainda no relacionamento com o cliente.

Para Riemer, não existem tecnologias disruptivas, e sem tecnologias capacitadoras. “Se você disser que algo é disruptivo, é quase como dizer que você não quer mudar. Deveríamos usar o termo tecnologia capacitadora. Com ela temos sensores baratos, ampliando a conectividade e o poder de computação, impulsionando o volume de dados coletados. As modernas plataformas offshore podem ter cerca de 90 mil sensores com capacidade para gerar muitos petabytes de dados durante a vida útil de um ativo. E a maioria das empresas de petróleo e gás já está investindo em soluções de Big Data e Analytics, que possibilitarão que as corporações ‘naveguem’ por essa enorme quantidade de dados”.

Parcerias mais conectadas

A digitalização do setor de óleo e gás e a implementação de uma eficiente solução de conectividade não está ligada somente à produtividade nas áreas de upstream (atividades de exploração, perfuração e produção) e midstream (atividades de refino). Quando pensamos em estratégias para a área de downstream (atividades de transporte, distribuição e comercialização dos derivados de petróleo), é preciso também levar em consideração a nova relação entre produtor e distribuidores, que também está baseada na conectividade no setor de óleo e gás.

Os canais de distribuição estão embarcando em suas jornadas digitais e querem construir parcerias onde a empresa de óleo e gás:

  • Forneça conhecimento, recursos ou soluções necessárias para desenvolver maior conhecimento digital e serem mais proativos e preditivos
  • Ajude a aproveitar o marketing digital e análises para crescer, fidelizar clientes e aumentar a sua rentabilidade
  • Seja mais transparente e implante um ambiente de confiança, compartilhando dados
  • Ajude a desenvolver habilidades digitais de sua equipe
  • Trabalhe em conjunto para entender o futuro do negócio no ambiente digital

Investindo na comunicação com Redes Mesh

Está mais do que claro que a transformação digital no setor de óleo e gás está baseada em comunicação e depende de uma robusta, confiável e escalável solução de conectividade de modo a que haja coleta, integração e análise dos dados de diversos equipamentos, reunindo as informações de toda a cadeia produtiva, laboratórios, logística, planejamento, operação.

O objetivo de implantar uma infraestrutura de comunicação deve ser:

  • Obter o máximo de dados de ativos e sistemas para criar um ecossistema de informações
  • Conectar sensores e sistemas com diversos padrões e protocolos, além de sistemas legados
  • Montar uma infraestrutura de conexão que permita escalabilidade e simplicidade de crescimento

E toda essa infraestrutura necessita de uma tecnologia capaz de suportar todas as novas demandas de conectividade no setor de óleo e gás. As Redes Mesh oferecem a capacidade de conectar dezenas ou centenas de pontos em instalações que “conversam” entre si e estendem a conexão da rede para áreas maiores.

Os pontos, ou nós, das Redes Mesh são pequenos radiotransmissores que funcionam como um roteador wireless, se comunicando com os dispositivos e sensores e entre si. Nas Redes Mesh, somente um ponto precisa estar fisicamente ligado a uma conexão de rede com a Internet, que compartilha a sua conexão com os pontos ao seu redor e assim sucessivamente, por meio da característica de saltos (hops em inglês) exclusivo da topologia de Redes Mesh, aumentando de maneira simples a área coberta.

O uso de Redes Mesh oferece uma solução de conectividade abrangente, flexível e escalável, permitindo o acesso a locais remotos sem nenhuma infraestrutura de rede de comunicação, por mais remota e incipiente que seja, como é usual na indústria de óleo de gás. Conheça as soluções de conexões inteligentes oferecidas pela Atech e casos de sucesso.

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