Não é novidade que a São Martinho tem voltado seus olhos para o futuro: a empresa até investiu, neste ano, na criação de um hub de inovação destinado a encontrar novas tecnologias que possam impactar o futuro do negócio sucroenergético. A mesma onda de inovação se espalhou internamente pela empresa, que tem desenvolvido um projeto de longa duração com o objetivo de buscar mais eficiência dentro da organização.
Um dos maiores grupos sucroenergéticos do país, a São Martinho tem capacidade de moagem de cerca de 24 milhões de toneladas de cana. Atualmente, a empresa tem quatro usinas em operação: São Martinho, em Pradópolis, na região de Ribeirão Preto (SP); Iracema, em Iracemápolis, na região de Limeira (SP), Santa Cruz, localizada em Américo Brasiliense (SP) e Boa Vista, em Quirinópolis, a 300 quilômetros de Goiânia (GO).
Para isso, a Atech desenvolveu um projeto de transformação e melhoria da eficiência, buscando novas tecnologias e soluções para obter mais produtividade, por meio de uma série de projetos em todas as unidades da empresa, com o objetivo de trazer mais eficiência às operações. Ao todo, o projeto envolveu 505 pessoas, e deve durar cerca de um ano.
Para a São Martinho, o resultado é a inovação nas operações –um setor bastante tradicional da economia, e ainda pouco aderente a novas tecnologias e metodologias. Certamente, a busca pela modernização das operações deverá se refletir, nos próximos anos, nos resultados da organização.