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MD, MRE e Atech falam sobre oportunidades e processos de internacionalização para a BID em live no DAN TV

MD, MRE e Atech falam sobre oportunidades e processos de internacionalização para a BID em live no DAN TV

Na noite da última sexta (17), a Atech esteve ao lado dos Ministérios da Defesa (MD) e das Relações Exteriores (MRE), na live “Desenvolvimento de Negócios Internacionais na Área de Defesa no Novo Cenário Mundial”, promovida pelo canal Defesa Aérea & Naval, o DAN TV.

O objetivo do encontro, que reuniu o General de Divisão Luis Antonio Duizit Brito, Diretor do Departamento de Promoção Comercial do Ministério da Defesa, Thiago Carneiro, Chefe da Divisão de Produtos de Defesa do MRE e Vinicius Meng, Responsável pelo Desenvolvimento de Negócios Internacionais na Área de Defesa da Atech, foi trazer luz para as empresas da Base Industrial de Defesa (BID) sobre processos de internacionalização e como funciona o passo a passo para quem deseja começar a exportar.

O General Duizit reforçou que para que isso ocorra, é necessário primeiro que o Brasil queira se internacionalizar e que o Departamento de Promoção Comercial do MD tem como intuito fazer com que a estrutura industrial de defesa do Brasil seja forte para gerar as capacidades que o setor precisa, dentro da normativa da Estratégia Nacional de Defesa, e, assim, contribuir para a soberania tecnológica do país.

Para que essa promoção a indústria brasileira ocorra de forma efetiva e eficaz em outros países, o governo investe em missões técnicas e também no apoio a levar a BID para participar de feiras e eventos internacionais, além de haver um departamento de inteligência comercial dentro dos Ministérios com foco na promoção das companhias nacionais no mercado externo. O MD também está preparando um curso EAD para as empresas saberem como se relacionar com o governo frente a essas oportunidades internacionais. Como iniciar o contato, por quais canais, especificações que a empresas precisa ter para criar oportunidades nesse cenário, entre outros.

“Neste momento de pandemia, estamos trabalhando com ações dentro do Pró-Brasil para estimular a indústria nacional, buscando melhorar nossos estoques, fazendo a cadeia produtiva girar mais rápido e promovendo intensa negociação por vídeo conferência com os principais mercados brasileiros para abrir mais oportunidades. A qualidade dos produtos faz com o que o Brasil vire um parceiro comercial. e a Atech é dessas empresas que abrem espaço para o país”, comenta o Genral Duizit.

De acordo com o Secretário Thiago, para que as empresas brasileiras sigam para o mercado externo, primeiro há um controle das exportações feito pelo Itamaraty e pelo Ministério da Defesa. Além disso, é preciso entender a situação geopolítica global para se inserir em determinados mercados. “A venda de produtos de defesa é puramente polícia. Isso ocorre de maneira constante. É importante ter uma inteligência comercial que permita saber se aquele local em que a empresa quer atuar é viável e o MRE faz todo esse estudo”.

Para o executivo do MRE, o Brasil tem capacidade para produzir material de defesa em amplos setores. De mísseis a radares, passando por armas não letais, criptografia, sistemas de combate até biossegurança. “Uma forma de valorizar nossa BID é mostrar como o próprio país é cliente de seus produtos, serviços e tecnologia. É um prazer e uma honra trazer uma delegação estrangeira e mostrar o que a Atech fez para o Brasil, por exemplo”.

Para seguir rumo a internacionalização, a empresa também precisa ter a sua área de inteligência comercial. E foi assim que a Atech seguiu para esse caminho, se preparando e criando todas as possibilidades para investir neste segmento, sempre em coordenação com o MD e o MRE.

Segundo Vinicius Meng, o Brasil é considerado uma alternativa frente aos grandes players em razão de da flexibilização de algumas questões. “Além disso, há uma real transferência de tecnologia e de conhecimento quando exportamos. Temos parcerias estratégicas estabelecidas e conseguimos levar um aprofundamento doutrinário. Já o grande player entrega um treinamento baseado na cadeia de produto dele e, às vezes, não é o que o cliente precisa. Não oferecemos caixa preta”.

Para aqueles que desejam exportar, o executivo da Atech reforça que a BID é um diferencial no mundo. “Quando viajamos e nos apresentamos com o MD e o MRE vemos que temos produtos que fazem frente aos que estão acima da linha do Equador, somos verdadeiramente uma alternativa que é considerada por muitos players”.

Confira a Live completa aqui.

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