Navegue
gestão de ativos baseada em dados
Compartilhar no facebook
Compartilhe no Facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhe no Twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhe no Linkedin

Entenda a importância de uma gestão de ativos baseada em dados

“Se você não pode medir, não pode gerenciar”.

A afirmação acima é uma das mais famosas daquele que é considerado o “pai” da administração moderna: Peter Drucker. Um bom gestor não é aquele que tem uma visão superficial. Transformações efetivas e sábias requerem um envolvimento profundo com o contexto a fim de identificar os pontos fortes e falhos da situação. A teoria de Drucker, portanto, vai muito além do “medir” em si: contempla todo o processo de ciência do empreendimento, o ato de buscar informações, entender como julgar cada tarefa e avaliar se o retorno está sendo positivo ou não.

E analistas da consultoria McKinsey defendem que “medir”, isto é, coletar dados via sensores (Internet das Coisas – IoT), avaliar informações confiáveis e os transformar em inteligência de negócios – Analytics -, é fundamental para a gestão de ativos.

A gestão de ativos baseada em dados, para os analistas, cria um cenário onde as empresas usam a enorme quantidade de dados à sua disposição para alinhar as atividades de manutenção às necessidades e riscos de ativos individuais; no qual elas definem prioridades e organizam cronogramas com base em previsões altamente precisas, e não em relatórios improvisados após um determinado evento, e finalmente, no qual as equipes de manutenção atualizam as informações e gerenciam os ativos quase em tempo real.

Como alternativa aos métodos preventivos de rotina, a gestão de ativos baseada em dados oferece maior precisão e confiabilidade a um custo mais baixo. Rui de Souza, gerente de soluções na McKinsey Londres, usa como exemplo o setor de transmissão e distribuição elétrica, onde algumas operadoras reduziram seus custos em 10% em redes de média tensão, 15% em linhas aéreas e cabos subterrâneos de média e alta tensão e 20% em subestações de média e alta tensão, ao mesmo tempo em que aumentavam a confiabilidade dos ativos.

Como implantar a gestão de ativos baseada em dados

Determinar a saúde e criticidade de cada equipamento é o ponto de partida para determinar os níveis gerais de risco e segmentar as estratégias de gestão de ativos baseada em dados e as atividades de manutenção e substituição.

Como nem todos os equipamentos têm a mesma criticidade para a produção, segurança e meio ambiente – uma estratégia é elaborar uma matriz de criticidade. A classificação da matriz é dividida em três classes:

Equipamentos Classe A (ou Grau 1) – Equipamentos que interrompam o processo de produção ou que causem transtornos, reduzindo a capacidade produtiva e impactando a qualidade e/ou custos dos produtos. São caracterizados como equipamentos de risco operacional.

Equipamentos Classe B (ou Grau 2) – Equipamentos que embora importantes para o processo produtivo não causam paradas e nem transtornos significativos. Sua parada não traz consequências importantes ao produto ou serviço final. São caracterizados como equipamentos importantes para o processo produtivo.

Equipamentos Classe C (ou Grau 3) – Equipamentos necessários ao processo produtivo, mas que não trazem nenhum transtorno. São equipamentos de fácil substituição e a sua manutenção pode ser realizada de forma tranquila. São caracterizados como equipamentos necessários ao processo produtivo.

Alertas inteligentes

Inovadoras soluções de gestão de ativos estabelecem parâmetros e geram alertas inteligentes, permitindo que a estratégia de manutenção seja baseada em desempenho –  a manutenção preditiva. O objetivo da gestão de ativos baseada em dados é prever possíveis falhas, com base no histórico de desempenho do ativo.

Para isso, é preciso que reunir dados que estejam alocados em múltiplas bases e organizados de formas diferentes, extraí-los e coloca-los em uma única base de dados categorizada de maneira uniforme, permitindo que possam ser acessados com facilidade e usados por todos os envolvidos na gestão de ativos.

Essa base da dados, bem estruturada, com todas as informações técnicas de registros de serviços realizados, é que vai permitir avaliar o desempenho do ativo, entregando relatórios e informações técnicas para entender qual o ativo que possui os maiores problemas crônicos (quebras constantes e maior tempo de downtime) e que necessitam de uma intervenção para evitar maiores custos de manutenção e operação em um determinado período de tempo.

Dados confiáveis permitem prever a probabilidade de falha de um ativo e então usar essas previsões para direcionar as tarefas de manutenção aos que mais necessitam delas. Analistas apontam que empresas que já implantaram com sucesso uma estratégia de gestão de ativos baseada em dados têm alguns pontos em comum:

  • Têm recursos dedicados para monitorar o sistema de gestão de ativos
  • Identificaram ativos e processos críticos que deveriam ser monitorados
  • Avaliam constantemente variações de custos e de desempenho com o uso da gestão de ativos baseada em dados

A gestão de ativos baseada em dados pode compor um programa mais amplo de melhoria do desempenho, oferecendo uma tomada de decisões mais rápida e inteligente, menores despesas de capital, melhor gestão do pessoal, maior segurança e conformidade.

E, finalmente, essa cultura de dados pode desencadear transformações em outras partes da empresa. Conte com a expertise da Atech em soluções de gestão de ativos baseada em dados e abrace a transformação digital.

Receba nossos conteúdos

Preencha seu email e receba nossos conteúdos sobre Gestão de Ativos

Entre em contato

Email: contato@atech.com.br
Tel.: 55 (11) 3103-4600
Rua do Rocio, 313 – 5° andar
Vila Olímpia – São Paulo – SP

Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Criado pela Intelligenzia