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Economia compartilhada: conheça as oportunidades para a área de logística

Com o boom do e-commerce não mostrando sinais de desaceleração, a demanda por espaço de armazenamento é alta, uma vez que os varejistas online expandem sua variedade de produtos. As plataformas de armazenamento sob demanda podem ajudar a atender a oferta e a demanda, proporcionando agilidade e flexibilidade e criando uma cadeia de suprimentos mais fluida e econômica.

Em fevereiro de 2018, no que ficou conhecido como Great Chicken Crisis, a KFC teve que fechar três quartos de suas lojas no Reino Unido por vários dias – o restaurante de frango estava sem frango. Já lutando para superar problemas com um novo parceiro logístico, a rede de fast-food foi abalada quando dois grandes acidentes de trânsito ocorreram perto do único depósito dedicado de seu parceiro, deixando a empresa sem produtos para fornecer aos restaurantes.

Entra em ação a Stowga

A empresa sediada em Londres é uma das empresas que movimentam o setor logístico como um marketplace online. Depois de ser contatada pela KFC, agilizou uma rede nacional de armazéns que em oito dias já estavam operacionais. Pouco depois, os suprimentos estavam a caminho das 800 lojas KFC do Reino Unido. A Great Chicken Crisis havia terminado.

Compartilhamento para logística

Depois de revolucionar o transporte com a Uber e o setor de aluguéis de temporada com a Airbnb, a economia compartilhada também começa a impactar o setor logístico. A premissa é simples: empresas como a Stowga, ou congêneres em outros países, criam um banco de dados online de proprietários de depósitos e inquilinos que lhes permite compartilhar seu espaço vazio quando necessário.

Com as compras online continuando a crescer, a demanda por armazéns logísticos levou a taxas de vacância extremamente baixas. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela enfrenta uma baixa histórica de 4,8% – metade do que era em 2010 – de acordo com relatório da empresa de investimentos imobiliários JLL. Na Europa, as taxas também estão abaixo de 5%.

Mas esses armazéns não estão realmente ocupados o tempo todo. A indústria é caracterizada por contratos de aluguel de longo prazo, o que significa que as empresas estão vinculadas a acordos que cobrem seus períodos de pico. Durante os períodos de base, muitos se encontram totalmente vazios. Enquanto isso, outras oportunidades de negócios podem não ser concretizadas devido à falta de espaço disponível.

Cadeia de fornecimento mais fluida

Em certas épocas do ano, como Natal ou Páscoa, há um enorme aumento na demanda e as empresas precisam de espaço para lidar com esses picos. Enquanto isso, uma nova empresa de equipamentos para camping está procurando espaço extra nos meses de verão para manter seu estoque. O armazenamento sob demanda pode reunir as duas partes, combinando oferta e demanda. A empresa de camping abre uma licitação no mercado online e uma fabricante de chocolates, por exemplo, que teve alta demanda na Páscoa, pode concorrer no negócio, oferecendo espaço em seus depósitos para esses períodos e possibilitando uma cadeia de suprimentos mais fluida e econômica.

Naturalmente, como mostra o exemplo da KFC, o serviço também pode ser usado para emergências inesperadas, como o recall de produtos ou condições climáticas extremas em determinadas regiões. E não se trata apenas de capacidade de armazenamento – outros serviços relacionados ao movimento de estoque também se beneficiam, como o manuseio de pallets, separação e embalagem de produtos.

Além disso, a necessidade crescente de velocidade nas compras online significa que os depósitos precisam estar o mais próximo possível dos clientes.

Demanda crescente

A demanda por armazéns flexíveis deve aumentar nos próximos anos, impulsionada pelo crescimento das vendas no varejo omnichannel.

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