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Saiba como um software de gestão de ativos melhora a estratégia de manutenção no agronegócio

A digitalização tem avançado a passos largos no agronegócio e os investimentos em infraestrutura e em tecnologias como um software de gestão de ativos são apontados como fundamentais para atingir o patamar da agricultura 4.0 – a fazenda digital 

As fazendas digitais contam com dados integrados, em que as próprias máquinas e/ou equipamentos enviam informações via internet para um banco de dados central que fornece uma base de dados que, analisados, entregam insights valiosos para a tomada de decisões em todo o negócio, inclusive para uma eficiente estratégia de manutenção no agronegócio. 

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho e condição. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar eficientes estratégias de manutenção no agronegócio.  

A importância da tecnologia para alcançar a AgriculturaNxT 

Durante o Fórum Atech, realizado no final de outubro, Walter Maccheroni, head de Inovação do Grupo São Martinho, uma das maiores empresas do setor sucroenergético, destacou que a tecnologia no agronegócio é fundamental para manter a competitividade, já que “muitas vezes temos um aumento no custo dos insumos que não é acompanhado por um aumento na produtividade”.  

E Fabio Vieira, gerente de desenvolvimento e produto da Atech, em entrevista ao programa “Bem da Terra”, ressaltou que com a alta mecanização no campo, surge a necessidade de cuidar desses ativos. “Desenvolvemos as mais inovadoras soluções e software de gestão de ativos, que atendem a negócios de todos os portes”. 

Os gestores atualmente precisam cumprir três etapas para manter a confiabilidade e disponibilidade de seus ativos: 

  • Monitorar muito bem esses ativos 
  • Gerenciar as atividades para cuidar desses ativos 
  • Definir estratégias para cuidar desses ativos 

“Tudo isso vem ao encontro da tecnologia que oferecemos ao mercado”, diz Fabio. “Cuidar dos ativos é primordial. A dependência dos ativos é tão grande que é preciso implantar eficientes estratégias para manter tudo funcionando”. 

Dados transformados em inteligência 

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas e um software de gestão de ativosé possível corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário. 

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio. 

“Mas o dado, por si só, não traz o poder de decisão que o gestor precisa”, ressalta Fabio. “É preciso trabalhar aquele dado para gerar informação e, então, tomar uma decisão. Quando o gestor recebe um grande volume de dados provenientes dos sensores embarcados nos equipamentos, é preciso ter na outra ponta a inteligência para trabalhar com esses dados”. 

Essa inteligência vem de um software de gestão de ativos, como a plataforma OKTO desenvolvida pela Atech, com tecnologias que dão controle de ponta a ponta dos processos de manutenção no agronegócio de forma simples e integrada.  

Inclusive, a usabilidade do sistema está sempre no radar dos especialistas da Atech. “Trabalhamos constantemente a questão da usabilidade. A tecnologia tem que ser simples e acessível. A nossa intenção é que qualquer pessoa que tenha contato com o nosso sistema tenha uma ótima experiência e consiga interagir com a tecnologia de uma forma tranquila, sem precisar consultar técnicos. Tudo deve ser realizado de forma intuitiva e amigável, de modo a que o gestor possa tomar a melhor decisão. O nosso objetivo é que o gestor vá além da informação, e tenha uma verdadeira experiência, um olhar holístico”, diz Fabio. 

A transformação digital no agronegócio 

Tecnologias para automação de processos vêm continuamente impactando o cenário geral de produção de bens, por meio do aumento específico de produtividade, da diminuição de falhas associadas a erro humano, da redução do trabalho repetitivo e de riscos operacionais, entre outros impactos gerais. No setor agropecuário, a automação de alguns processos específicos – como a gestão de ativos – vem aumentando, com perspectivas de intensificação e expansão no mundo e no Brasil nas próximas duas décadas. 

Essa intensificação da automação das atividades agrícolas, atrelada a outros aspectos da denominada AgriculturaNxT – como a utilização de sensores, melhores soluções de conectividade –, resultará em um aumento da produtividade e sistemas de produção mais eficientes e, também, na maior eficiência da manutenção no agronegócio, reduzindo custos, já que a gestão de ativos é um dos principais centros de custo do setor, composto basicamente por: 

  • Materiais e insumos – materiais brutos ou trabalhados e anteriormente produzidos, que são necessários para, através de determinado processo, obter um novo produto (ex. fertilizantes, sementes etc.) 
  • Mão de obra direta – salários, encargos sociais e benefícios do pessoal empregado diretamente na produção (ex. tratorista, tratador etc.) 
  • Mão de obra indireta – idem, do pessoal empregado indiretamente na produção (ex. técnico agrícola, veterinário etc.) 
  • Manutenção de máquinas e equipamentos – gastos com peças e serviços de reparos de tratores e outras máquinas e equipamentos utilizados na produção 
  • Depreciação de máquinas e equipamentos – parcela que corresponde à taxa de depreciação pelo uso das máquinas e equipamentos 
  • Combustíveis e lubrificantes – utilizados pelas máquinas de produção agropecuária 

Estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) apontam que o crescimento populacional das próximas décadas vai demandar aumento de 70% na produção de alimentos. O Brasil seria responsável por 40% desse incremento e teria que dobrar tudo o que produz atualmente para atender à nova demanda. 

Segundo o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Cláudio França, “o Brasil tem 210 milhões de habitantes e nós produzimos alimentos para 1,3 bilhão. A possibilidade de alcançar o que foi colocado pela FAO é com inovação e mais tecnologia no campo. É melhorar realmente toda a produtividade sem aumento de área”, disse. 

“Se nós conseguimos produzir muito nos últimos 30, 40 anos, por causa da tecnologia, nós podemos produzir muito mais se tudo isso estiver conectado. Precisamos manter a liderança e ser cada vez mais produtivos”, destacou França. 

E esse objetivo só será alcançado com a introdução de inovadoras tecnologias, como as soluções para gestão de ativos da plataforma OKTO e também soluções de conectividade como as Redes Mesh, que levam inteligência para as operações de manutenção no agronegócio.  

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Conheça os benefícios da conectividade para a gestão de ativos

Em um cenário de competição global, o setor industrial procura estratégias que permitam maximizar a rentabilidade, disponibilidade e confiabilidade de seus ativos, além de reduzir o custo total de propriedade, atuando em todas as fases do ciclo de vida dos equipamentos, integrando informações técnicas, de manutenção, de projetos e financeiras.

Pensar nos ativos como uma rede integrada, e não como um conjunto de máquinas isoladas, adotando inovadores sistemas de conectividade para gestão de ativos, permite melhorar a capacidade de resposta a possíveis falhas, eliminar gargalos e otimizar as cadeias de valor, de ponta a ponta.

Com a implantação de soluções de IIoT (Internet das Coisas Industriais) e a entrega de dados em tempo real trafegando por uma rede robusta e resiliente, os benefícios são tangíveis, possibilitando prever a quebra de máquinas com meses de antecedência, implantar estratégias eficientes de manutenção, otimizar o trabalho das equipes de manutenção e reduzir o tempo de parada.

Com uma camada de IIoT, a empresa adiciona o elemento futuro na manutenção, passando da manutenção corretiva ou preventiva para a preditiva, com monitoramento em tempo real, agregando as seguintes possibilidades:

Implantar uma estratégia de manutenção preditiva, obtendo as seguintes vantagens

  • Aumento da vida útil do ativo
  • Mais confiabilidade e disponibilidade nos serviços
  • Agilidade e otimização do processo de produção
  • Redução dos custos com manutenções corretivas
  • Eliminação do processo de desmontagem das máquinas para inspeções
  • Redução da quantidade de danos
  • Redução na perda de recursos com falhas na linha de produção

Ações de manutenção baseadas em eventos – quanto maior a capacidade de coleta de dados (IIoT e conectividade para gestão de ativos) maior a capacidade de análise;

Gerenciamento de ativos em rede e Cloud Computing – integrar todos os sistemas legados da organização reunindo dados que estejam alocados em múltiplas bases e organizados de formas diferentes, extraí-los e colocá-los em uma única base de dados categorizada de maneira uniforme. Isso irá permitir que esses dados possam ser acessados com facilidade e usados por todos os envolvidos na gestão de ativos;

Uso de Realidade Aumentada –  mapear ativos físicos e relacionando operação e manutenção, incorporando ferramentas de análise de campo (óculos, tablets, smartphones) aos procedimentos de operação, manutenção e segurança;

Criação de modelos de predição –  ao conectar todos os bancos de dados da planta, planejamentos de manutenção e inventário, é possível desenvolver modelos de predição e prognóstico, baseados em dados de ativos e conhecimentos prévios dos técnicos;

Eliminar manutenção preventiva – substituir ações de prevenção baseadas em diagnóstico por ações baseadas em confiabilidade (prognósticos inteligentes) e decisões orientadas a eventos;

Conectar rede de ativos ao inventário –  permite integrar dados da manutenção (comportamento e padrão do ativo) ao estoque de peças de reposição, otimizando custo e tempo e também conectar ativos e inventários a fornecedores e assistência técnica autorizada;

Reduzir riscos em ambientes adversos – a conectividade para gestão de ativos, com sensores integrados, automação e compartilhamento de informações em tempo real, permite coletar dados operacionais de locais remotos e com condições adversas, como nos setores de mineração e de óleo e gás, removendo as barreiras físicas para que as empresas possam atingir o local das operações inacessíveis ao ser humano, e garantir a integridade dos ativos (equipamentos, robôs, entre outros);

Uso da Inteligência Artificial – algoritmos permitem a correta análise dos dados recolhidos automaticamente pelas máquinas, tomando o lugar do tradicional modelo de monitoramento manual da vida útil padrão dos componentes dos equipamentos. A partir das informações enviadas pelos sensores embarcados de fábrica nos equipamentos as ferramentas de Inteligência Artificial emitem alertas preditivos avaliando a sua condição atual. E também sugerem ações corretivas para reparar ativos, informando quais componentes precisam ser inspecionados, quais ferramentas e que métodos usar, o que resulta em reparos muito mais focados, programados em antecedência;

Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech, destaca que “se antes a coleta de dados via sensores era vista como algo ‘inovador demais’ muito distante, hoje a avaliação dessas informações é fundamental para gerar confiabilidade e dar mais inteligência aos negócios, tornando-se algo fundamental para a gestão de ativos.

“A oferta de conectividade para gestão de ativos cria um cenário em que as empresas usam uma enorme quantidade de informações à sua disposição para alinhar as atividades de manutenção de acordo com as necessidades e riscos de ativos individuais, no qual definem prioridades e organizam cronogramas com base em previsões altamente precisas, e não em relatórios improvisados após um evento ou cronogramas predefinidos para manutenções periódicas. Com isso, as equipes de manutenção podem atualizar as informações e gerenciar os ativos quase em tempo real”.

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Saiba quais características são fundamentais em um software de gestão de logística

Na era digital, onde os clientes exigem rapidez e personalização, líderes de negócio precisam garantir que a sua cadeia logística, além de ser um fator competitivo, também seja uma garantia de crescimento sustentável. Para se manter competitivo, é hora de agir, unindo estratégia e eficiência com a adoção de um software de gestão logística, integrado a todos os sistemas legados da empresa, visando atingir a excelência operacional.

O fluxo de informações é um elemento fundamental nas operações logísticas. Pedidos de clientes e de ressuprimento, necessidades de estoque, movimentações nos armazéns, documentação de transporte e faturas são algumas das informações que precisam ser integradas e compartilhadas entre todos os envolvidos na cadeia.

Levando em conta as novas demandas, quais são as principais capacidades que o software de gestão de logística deve entregar, apoiando desde o sistema operacional, o controle gerencial, a tomada de decisão até o planejamento estratégico?

Gerenciar custos

A capacidade de gerenciar documentos do processo, pedidos e custos, consolidando diferentes fontes de despesas para o cálculo do custo final, é fundamental para que os gerentes de operações tenham total controle no planejamento da cadeia, de forma centralizada.

Controlar a operação

O software de gestão logística deve permitir o controle avançado da operação do armazém, transporte, pátio e docas, gerenciando serviços, simplificando e sistematizando sua oferta e consumo, independentemente se forem prestados pela própria empresa ou por meio de outros fornecedores. Assim, será possível eliminar perdas de todo o processo operacional, como, por exemplo, superprodução, tempo de espera grande, transporte, processamento inadequado, defeitos, inventários e movimentos desnecessários.

Integrar parceiros

Essa é a base da Logística 4.0, onde empresas são parceiras e compartilham recursos visando reduzir os custos logísticos e aumentar a eficiência operacional. O software de gestão logística deve integrar soluções e processos desde a entrada de pedidos dos clientes até a entrega do produto no seu destino final, garantindo agilidade, segurança e assertividade dos dados coletados, ampliando a competitividade das empresas parceiras.

Oferecer visibilidade

Sem visibilidade dos processos logísticos, não é possível identificar oportunidades de redução de custos, aumentar a eficiência e reduzir o índice de falhas. Na logística 4.0 toda a cadeia se conecta: fornecedores, clientes, fornecedores de clientes e assim por diante – tudo para suprir a necessidade de maior visibilidade e controle de todo o fluxo de produtos, com o gerenciamento integrado das informações e análise dos resultados para as tomadas de decisões estratégicas, por meio de dashboards customizados.

Integrar e analisar dados de IIoT

Atualmente, dispositivos de IIoT (Internet das Coisas Industriais) localizados em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, trocam informações de forma instantânea sobre compras e estoques e, com a sua integração e análise, permitem uma otimização logística até então impensável, estabelecendo maior integração também entre os elos de uma cadeia produtiva.

Otimizar o transporte

Com o custo relativo ao transporte cada vez mais alto, é cada vez mais importante que os líderes de logística consigam visualizar processos de maneira integrada e com um alto nível de rastreabilidade – não apenas na cadeia de suprimentos, mas em todo o fluxo produtivo. Um eficiente software de gestão logística deve permitir que transportadoras e fornecedores façam o agendamento das entregas e coletas de forma autônoma, respeitando a capacidade da operação.

Gerenciar serviços de coleta

Com um portal de gestão do serviço de coleta, como o oferecido pela Plataforma OKTO, a comunicação entre fornecedores da empresa e agentes de carga é centralizada, entregando notificações de que a carga está disponível para ser coletada. Assim o software de gestão logística permite automatizar a indicação do melhor prestador de serviço, baseado em regras de negócio, considerando nível de serviço, tempo e custo.

Eliminar gargalos

Como em qualquer operação executada através de uma sequência de processos, na cadeia logística é preciso conhecer os tempos de execução em cada processo para identificar o gargalo do sistema. Por isso, é preciso contar com a capacidade de gerenciar eventos, dando visibilidade ao gestor das não conformidades do processo, bem como impedimentos e tratativas. Com o software de gestão logística, os eventos são controlados e monitorados para garantia de uma operação segura e de qualidade.

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Saiba o que é IIoT e como implementar no seu negócio

O setor industrial tem enfrentado muitos desafios, incluindo a pressão para reduzir custos operacionais, ineficiências operacionais, orçamentos reduzidos e a necessidade de lançar produtos com mais rapidez. Mas a adoção de soluções de IIoT (Internet das Coisas Industriais) pode permitir que as empresas se diferenciem com o aumento da produtividade e a redução do risco operacional, melhorando, assim, a qualidade do produto e a satisfação do cliente.

O grande desafio está em avaliar a melhor maneira de implementar softwares e sistemas de Internet das Coisas Industriais e fazer valer as promessas de maior eficiência e mais valor para o negócio.

Quando se começa a planejar uma estratégia de IIoT, geralmente os primeiros questionamentos incluem:

  • Como saber quais sensores funcionarão com nossas máquinas
  • Como avaliar que tipo de infraestrutura de rede será necessária para aumentar nossa eficiência
  • Como criar uma rede de informações complementar na produção que permita planejar e monitorar a produção e manutenção em tempo real
  • Como conectar e integrar redes independentes tais como logística e fornecedores
  • Como saber qual tipo de plataforma comprar para integrar e interpretar os dados gerados por todas as redes
  • Como estabelecer padrões de interoperabilidade e de segurança para garantir que os dados sejam compartilhados com confiança entre as empresas

A jornada rumo à IIoT

Para aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pelo avanço da tecnologia e fazer a transição para a era da Internet das Coisas Industriais, as empresas precisam transformar sua estratégia e sua cultura organizacional, avaliando as seguintes etapas para implementar uma jornada sem atrito:

Adote uma abordagem baseada em ideação – O momento de ideação, uma das fases do Design Thinking, é o processo de formação de ideias e conceitos para resolver problemas específicos e, com esse conceito, os responsáveis pela digitalização da empresa poderão avaliar as características de cada tecnologia e solução de Internet das Coisas Industriais e identificar como cada uma vai impactar o negócio. Pensando em cada processo é possível entregar para cada unidade de negócio uma oportunidade de melhoria e de otimização de processos, e não apenas uma tecnologia.

Crie business cases – Somente apresentar o problema e a oportunidade não são suficientes para justificar a implementação de soluções de Internet das Coisas Industriais. É preciso mostrar como elas vão gerar novos fluxos de valor e também aprimorar os já existentes, combinando tecnologia e inovadores modelos de negócio.

Nova experiência de usuário para IIoT – A experiência do usuário (UX) de IIoT abrange uma vasta lista de tecnologias e técnicas de design, impulsionada por quatro fatores: novos sensores, novos algoritmos, novas arquiteturas de experiência e contexto. O sucesso de uma estratégia de implementação de soluções de IIoT depende da adoção dessas tecnologias e, por isso, é preciso entender como os usuários as querem usar e em quais ambientes.

Governança de IIoT – Com a contínua expansão da Internet das Coisas Industriais, a necessidade de uma estrutura de governança que garanta o comportamento apropriado na criação, armazenamento, uso e exclusão de informações relacionadas a projetos de IIoT se tornará cada vez mais importante. A governança abrange desde tarefas técnicas simples, como auditorias de dispositivos e atualizações de firmware, até problemas mais complexos, como o controle de dispositivos e o uso das informações geradas por eles.

A cultura do compartilhamento – A Internet das Coisas Industriais ajuda a melhorar a produtividade e reduzir os custos, mas o seu pleno potencial econômico só será alcançado se as empresas se beneficiarem da tecnologia digital para ir além dos ganhos de eficiência e utilizarem o valor das informações para criar novos mercados e fontes de receita. Isso significa mudar radicalmente a forma como as empresas fazem negócios: trabalhando com os concorrentes, formando parcerias com outras indústrias, redesenhando estruturas organizacionais e investindo em novas habilidades e talentos.

 

 

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Conheça 6 dicas para reduzir custos de operação

Alinhar a necessidade de reduzir custos de operação e ao mesmo tempo ganhar mais eficiência na produção nem sempre é uma tarefa fácil, apesar de ser prioridade dos gestores das áreas de produção. Fazer cortes sem prejudicar a qualidade e a produtividade requer muito planejamento, controle e capacidade estratégica.

Economizar para crescer e transformar é a nova estratégia para reduzir custos de operação. Para garantir competitividade, as empresas buscam rever as suas estratégias de custo, visando, com essa economia, investir em inovações e implantar modelos operacionais com a flexibilidade necessária para responder às novas oportunidades do mercado e aumentar a rentabilidade.

E quais são as ações mais eficientes para reduzir custos de operação?

1 – Implante uma eficiente gestão de ativos

O primeiro passo nessa etapa é avaliar a condição dos ativos que fazem parte da sua linha de produção, e qual é o grau de eficiência da atual estratégia de manutenção dos equipamentos. Um eficiente planejamento de gestão de ativos é que vai manter a planta em condições ideais, garantindo a confiabilidade e disponibilidade dos equipamentos e reduzir custos de operação.

2 – Leve inteligência para a cadeia de suprimentos

É essencial contar com uma boa estratégia de estoque em toda a cadeia de suprimentos, capaz de absorver possíveis impactos de variações de oferta — se houver algum problema que interrompa a produção — e de demanda — caso ocorra um aumento expressivo na procura de produtos.

3 – Mantenha o ROI e o ROX no radar

Após avaliar a condição dos ativos e os estoques, certamente você encontrou tecnologias obsoletas que podem ser atualizadas e pontos de melhoria que podem ser implantados em processos, otimizando toda a cadeia e aumentando o ROI (Return on Investment). Mas será que essas melhorias vão gerar valor para o cliente final, aumentando o ROX (Return on Experience)? Priorize as melhorias que podem reduzir os preços para atrair mais clientes.

4 – Avalie o desempenho dos seus fornecedores

É preciso ter uma boa visão de mercado, mapeando e analisando todos os seus possíveis fornecedores em toda a cadeia de suprimentos. Também é fundamental checar se o seu atual parceiro está entregando aquilo que seu empreendimento demanda. Esse acompanhamento envolve duas estratégias:

  • Monitoramento preciso e adequado dos principais indicadores-chave de desempenho (KPIs) relacionados ao fornecedor. É preciso avaliar o que você visualiza de valor nesse parceiro e o que ele está oferecendo. Para isso, é possível verificar métricas como o tempo médio de entrega de insumos e o nível de qualidade das matérias-primas
  • Proximidade com o fornecedor. É importante entender como funciona o processo do seu parceiro de modo que você tenha base para buscar melhorias que tragam ganhos para ambos. Isso envolve o conhecimento de demandas, da capacidade produtiva, do atendimento comercial oferecido por ele a outros clientes, entre outros pontos do relacionamento

5 – Automatize processos

Inovadoras soluções de IIoT (Internet das Coisas Industriais) associadas a softwares de gestão, por exemplo, podem otimizar e reduzir custos de operação logística, monitorando as etapas de armazenagem e distribuição, e otimizando o transporte até a chegada ao destino final, com visibilidade ponto a ponto.

6 – Adote a manufatura Lean

O conceito de manufatura Lean promove melhorias sistemáticas e permanentes, eliminando não apenas os desperdícios, mas também identificando suas fontes e origens, e orientando todas as atividades das operações para geração de valor e aumento da rentabilidade dos negócios. O objetivo é minimizar o desperdício dentro de uma operação fabril, com a visão de retratar com clareza o que agrega valor, e de remover o que não é relevante.

Reduzir os custos de operação certamente traz vantagens competitivas para a empresa. Afinal, com menos gastos é possível praticar preços mais competitivos, e agregar maior rentabilidade à empresa, além de colaborar para o aumento do lucro bruto e, consequentemente, do líquido. O corte de custos ainda ajuda a tornar mais enxuta e eficiente a estrutura operacional, eliminando desperdícios e gastos supérfluos, que apenas oneram a operação.

Mas os líderes de negócio também devem estar atentos à necessidade de alinhar esse desafio à adoção de softwares de gestão de ativos e de logística visando transformar as suas operações. O ideal é avaliar a cadeia, analisar dados, funções, históricos, para então pensar em maneiras de executar o trabalho com mais eficiência e reduzir custos de operação, pensando estrategicamente no longo prazo.

 

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O futuro da energia está na tecnologia

A adoção de tecnologias digitais, como em diversos outros setores, representa o futuro da energia, entregando mais eficiência e resiliência com redes inteligentes e também novas formas de relacionamento com os clientes. Estudos da IEA (International Energy Agency), organização que reúne 38 países, inclusive o Brasil, apontam que a adoção das tecnologias digitais no setor elétrico poderá poupar cerca de US$ 80 bilhões por ano, melhorando a eficiência de redes e estações e reduzindo desligamentos.

O futuro da energia certamente passa pela adoção de inovadoras tecnologias, como Internet das Coisas, Big Data, redes inteligentes, medidores inteligentes, processamento na nuvem. E essa transformação é fundamental para a implantação de cidades inteligentes, com redes elétricas inteligentes e automatizadas, controle da distribuição e redução dos tempos de falhas.

O futuro da energia está na mudança de um modelo único de alimentação centralizada, que ainda predomina atualmente no setor brasileiro, para modelos descentralizados, baseados em redes bidirecionais entre consumidores e fornecedores. Atualmente, quando a distribuição energética de uma fonte centralizada falha, ela prejudica o abastecimento de toda a rede.

Como a tecnologia irá definir o futuro da energia 

O setor de energia enfrenta dificuldades típicas da gestão de projetos longos e complexos, especialmente relacionadas com altos investimentos, uso de tecnologia avançada, gestão de riscos, requisitos regulatórios, infraestrutura, logística, além da preocupação com impactos ambientais.

Mas a implantação de inovadoras tecnologias permite otimizar todos os processos, como:

  • Construção de redes mais eficientes e inteligentes;
  • Apoio no processo de operação das redes de distribuição;
  • Gestão de ativos;
  • Engajamento da força de trabalho;
  • Redefinição do relacionamento com clientes;
  • Fortalecimento da segurança e privacidade de sistemas e das informações de clientes;
  • Saneamento de inconsistências nos cadastros técnicos e comerciais das distribuidoras;
  • Direcionamento e refinamento de ações de recuperação de receitas nas distribuidoras;
  • Conformidade com aspectos regulatórios;
  • Maior sustentabilidade no fornecimento de energia;

Medidores inteligentes e análise de dados: mais eficiência

As empresas de distribuição de energia têm investido cada vez mais em tecnologias que permitem medir em tempo real o consumo de energia para gerir e otimizar suas fontes de geração e também suas estratégias de distribuição, adotando medidores inteligentes e soluções para análise de dados.

Ao adotar os medidores inteligentes, a distribuidora de energia terá como primeiro benefício a eliminação da “perda de receita”, que geralmente é causada pela impossibilidade de medir regularmente o consumo de energia em determinadas localidades, principalmente nas áreas rurais, nas quais há dificuldade de estar presente todos os meses para a leitura manual da medição.

As cobranças então são feitas a partir de cálculo baseado no “consumo médio” dos últimos meses em que houve a medição. Além disso, quando a distribuidora não consegue realizar a medição por três meses consecutivos, a cobrança deve ser efetuada com o valor mínimo. Nestes dois cenários se configura a “perda de receita”. A partir da implantação de um sistema de automação da medição, não existe mais perda, pois o monitoramento do consumo de energia é remoto e online – algo impossível por meio da leitura de medição tradicional -, sem a necessidade da “presença física” para esta atividade. A automação da medição garante que a distribuidora faça a cobrança correta e tenha receita sem perdas.

O segundo benefício é o combate a fraudes a partir dos registros minuto a minuto de consumo e de demanda de energia disponíveis nos medidores inteligentes, possibilitando assim o levantamento do perfil de consumo, a análise e comparação que podem denotar atitudes suspeitas por parte do cliente. Consequentemente, é possível obter redução de despesas ao eliminar deslocamentos desnecessários de equipes para o trabalho de inspeção de fraudes.

Recursos Energéticos Distribuídos: tendência no setor de energia

Recursos Energéticos Distribuídos (RED – Distributed Energy Resources) são tecnologias de geração e/ou armazenamento de energia elétrica, implantadas junto a unidades consumidoras, atrás do medidor. Para o setor residencial e de PME, estudos apontam o uso de painéis solares como predominantes. Já nos setores comerciais e industriais a tendência é que a geração distribuída consistirá principalmente de fontes de cogeração (Combined Heat and Power – CGH).

A geração distribuída, a eficiência energética, o gerenciamento de demanda e o armazenamento de energia são os recursos que, atuando proximamente ao uso final da energia, são capazes de oferecer soluções – tanto do lado da oferta quanto do lado da demanda – que contribuam para o equilíbrio no atendimento energético.

Os REDs, que permitem maior participação do consumidor tanto na geração quanto na gestão do consumo da sua própria energia, contemplam:

  • Geração distribuída (GD);
  • Armazenamento de energia;
  • Veículos elétricos (VE) e estrutura de recarga;
  • Eficiência energética;
  • Gerenciamento pelo lado da demanda (GLD);

Essa nova forma de lidar com o consumo de energia, onde usuários podem vender energia para uma distribuidora local e também comercializar energia entre si, possível com a implantação de medidores inteligentes e soluções de conexões inteligentes, certamente vão transformar os sistemas elétricos, predominantemente operados com recursos de maior porte e gerenciados de forma centralizada.

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Seis razões pelas quais o seu projeto de IoT não “sai do purgatório”

A implantação de soluções de IoT (Internet of Things) oferece às empresas a capacidade de monitorar e gerenciar de forma inovadora seus ativos, enquanto fluxos maciços de dados oferecem inteligência para a melhor tomada de decisão. Mas essa jornada envolve tanto tecnologia quanto processos e, ao final, o projeto de IoT pode não apresentar o resultado esperado – pelo menos não no prazo esperado.

O não envolvimento ou definição dos itens abaixo são os pontos que geralmente impactam negativamente um projeto de IoT:

  • Partes interessadas
  • Recursos
  • Escopo
  • Risco
  • Custos e prazos
  • Conformidade

E quais são os principais cenários onde esses pontos podem fazer com o projeto de IoT não entregue o valor esperado?

Não conduzir projetos pilotos

Antes dos projetos ganharem proporções de operação real, é preciso construir business cases que comprovem os benefícios. Testes limitados e isolados no ambiente macro da empresa e de seus parceiros não costumam provar a eficiência das soluções de IoT. A conexão de ativos, processos e pessoas, tanto no ambiente interno quanto no externo da empresa, é que vai permitir a captura de dados e de eventos a partir do qual todos vão adquirir inteligência sobre comportamentos e usos e agir proativamente.

Não avaliar processos

Definir um projeto de IoT simplesmente como uma questão de tecnologia é arriscado, já que as empresas podem ignorar o valor que podem agregar avaliando e redesenhando processos e, assim, aproveitarem todo o potencial dos sistemas conectados. Para obter reais ganhos de negócio com a IoT é preciso mudar os processos. Conectar equipamentos à Internet permitirá, por exemplo, que uma empresa gerencie o ciclo de vida dos equipamentos com mais eficiência e adote modelos de manutenção preditiva. Mas se os processos operacionais não forem modificados e otimizados, o valor não será maximizado.

Não contar com dados de qualidade

Um projeto de IoT é baseado em compartilhamento de dados, atendendo a três requisitos:

  • Coleta de dados digitais vindos de sensores e/ou indo para atuadores (um display que exibe a temperatura de um motor, uma lâmpada de LED que alerta uma falha em uma esteira de linha de montagem, por exemplo)
  • Conexão com uma rede fora do equipamento
  • Capacidade de processar dados de forma automatizada

Sensores são um dos pilares da IoT e, como dos dados são “o novo petróleo”, eles é que vão gerar valor para o negócio. Por isso um ponto importante sobre os sensores está relacionado com a sua precisão. Quanto mais preciso, melhor a qualidade do dado que é capturado. Como consequência, melhor poderá ser a geração de informação analítica a partir dele.

Não investir em segurança e continuidade de negócios

Dispositivos de IoT geram uma quantidade de dados sem precedentes, tanto críticos para os negócios quanto dados pessoais sensíveis. E cada dispositivo de IoT pode ser um ponto de vulnerabilidade no ambiente tecnológico da empresa. Além disso, com as soluções de Internet das Coisas, a tecnologia passa a integrar elos da cadeia (interna e externa) que podem ainda contar com pouco suporte tecnológico. Com isso, o escopo de continuidade de negócios tende a se ampliar de maneira significativa. A cobertura da tecnologia se amplia e, proporcionalmente, a necessidade de uma gestão de riscos relacionados à segurança e à continuidade das operações.

Não criar um ecossistema de negócio

Interconectividade é a chave para o sucesso de um projeto, e é mais do que conectar dispositivos – é conectar processos internos, clientes, parceiros e fornecedores. Isso requer mudanças estruturais nas empresas, que devem abandonar modelos tradicionais de sistemas proprietários e processos rígidos, e adotar modelos colaborativos, com estruturas abertas e flexíveis onde os parceiros podem avaliar e otimizar toda a cadeia. Nenhuma empresa, implantando apenas seus próprios produtos ou serviços, pode capturar o valor da IoT por si só e certamente não com a velocidade exigida no mercado digital de hoje.

Não contar com parceiros confiáveis

Encontrar um parceiro confiável antes mesmo de iniciar seu projeto de IoT é um ponto crítico, e permite que o CIO se concentre no desenvolvimento de um roteiro detalhado, em vez de perder tempo procurando as melhores soluções e equipes. Com a presença de um parceiro, o CIO ganha uma visão 360º., com colaboradores de diversas especialidades e a expertise necessária para o desenvolvimento da nova estratégia. A implantação de projetos de IoT exige habilidades técnicas, que vão desde ciência de dados e arquitetura de sistemas, até a segurança cibernética. Mas esses especialistas também precisam ter habilidades de negócios, entendendo as necessidades e a cultura da empresa.

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Quatro melhores práticas para gerenciamento de ativos em empresas de óleo e gás

Empresas que trabalham no segmento de óleo e gás têm o desafio de gerenciar cada ativo com eficiência – especialmente considerando que os ativos no setor de gás e de gás e petróleo tendem a ser muito caros e altamente regulados. Dito isto, os dois pontos acima mencionados servem como principais razões pelas quais a gestão completa e, acima de tudo, holística dos ativos é a chave para manter a saúde operacional do negócio.

Práticas recomendadas de gerenciamento de ativos da indústria de petróleo e gás

A implementação de um plano de gestão de ativos para empresas do setor de óleo e gás requer um planejamento cuidadoso e estratégias de ajuste personalizado, ambos os quais podem ser esboçados a partir das boas práticas fundamentais –que incluem registro de ativos, utilização de software especializado, entre outros. Veja quais são as principais práticas para a gestão de ativos nessa indústria:

Adote uma abordagem detalhada ao seu registro de ativos

Utilizar o tempo para melhorar o gerenciamento de ativos é inútil se não houver sido feito um passo essencial antes: o registro dos ativos. De contadores a reguladores externos a pessoal de operações / manutenção, é preciso manter um registro completo de ativos – assim a execução de manutenção e a prevenção podem ser muito mais assertivas. Para garantir que o cadastro de ativos seja completo, é preciso verificar os seguintes pontos:

– A existência de uma hierarquia de ativos;

– A criação de um código fácil de ser entendido.

Todas as informações relevantes sobre esse ativo precisam estar catalogadas corretamente, como Ids, descrições, números de série, localização dos equipamentos, data de compra, informações de garantia, detalhes de depreciação, sinalizadores estatutários de equipamentos, entre outros.

Diferenciar locais, equipamentos e componentes

Depois de estabelecer uma hierarquia de equipamentos no registro de ativos, é preciso estabelecer um sistema que permita mover os ativos para diferentes locais, por exemplo, sem que dois ativos iguais sejam confundidos. Por exemplo, se o seu equipamento for movimentado ou entre várias instalações, é inteligente atribuir-lhe um conjunto de dados de localização completamente  exclusivo para não confundi-lo com outro equipamento idêntico.

Além dos dados específicos de localização, também é importante decidir se faz ou não sentido para a empresa registrar as atividades e custos em relação a equipamentos no registro de ativos. Isso geralmente só faz sentido quando se lida com ativos de alto valor, ou que são constantemente realocados.

Por fim, é preciso também gerenciar a questão de componentes e peças. A menos que um componente ou uma parte específica seja de alto valor, ou é constantemente realocado, tratá-los como entidades separadas poderá se tornar confuso a longo prazo.

Isso significa que peças e componentes e peças devem estar na parte inferior da hierarquia de registro de ativos. Embora informações detalhadas sobre data de compra, garantia e manutenção devam ser mantidas e registradas, o documento pode ser mais fácil de ser consultado se todos estiverem incluídos na coluna de equipamentos.

Instale soluções de código de barras e etiquetas para melhor controlar o LDAR

Empresas de gás e petróleo têm que lidar com um cenário complexo quando se trata de ativos: a maioria é de alto valor, e opera sob rigorosas medidas regulatórias. Isso significa que problemas como detecção e reparo de vazamentos (LDAR), em particular, podem se tornar um problema sério se não forem controlados adequadamente.

Uma das maneiras mais eficientes de lidar com a LDAR, especificamente, é a instalação de etiquetas de código de barras ou etiquetas de ativos que permitem que os técnicos gerenciem mais facilmente seus equipamentos regulados. Ao automatizar esse processo de detecção, a empresa estará sempre preparada para passar por revisões porque o código de barras e o sistema de rotulagem já ajudaram a identificar e monitorar possíveis vazamentos.

Tire proveito do software de rastreamento de ativos

Uma das condições para uma gestão efetiva de ativos é contar com um software para realizar esse gerenciamento. Para entender se o sistema atual atende aos requisitos necessários, é preciso que a ferramenta permita a inserção de informações complexas e abrangentes sobre os ativos, incluindo locais, equipamentos e componentes.

Além da hierarquia, é preciso garantir que essas especificações possam ser facilmente alteradas em tempo real, para refletir as alterações nos cronogramas de manutenção, atualizações na depreciação, entre outras informações relevantes.

Ferramentas que incluem a tecnologia GPS também são uma excelente opção, especialmente se houver movimentação frequente.

Na indústria de petróleo e gás, acompanhar de perto todos os ativos valiosos da empresa é crucial, além de que existe a necessidade de se obter o máximo de vida útil desses ativos. Seguir essas práticas recomendadas garante maior visibilidade de todos os ativos da empresa, localização de ativos, valor, programações de manutenção e tudo o que você precisa saber sobre seus ativos físicos mais valiosos.

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Como dispositivos conectados vão mudar a indústria nos próximos anos

Fundamental para a Indústria 4.0, a Internet das Coisas (IoT- Internet of Things) descreve uma rede física de objetos, composta por dispositivos eletrônicos, softwares, sensores e uma conexão de rede que permite que esses objetos coletem e compartilhem dados para concluir ou otimizar tarefas.

Produtos com conexão wireless (como lâmpadas ou termostatos) são cada vez mais presentes nos lares das pessoas. Mas essa tecnologia tem origem em um mundo que antecede o surgimento de aparelhos inteligentes:  a manufatura Industrial.

A Industrial Internet of Things (IIoT) usa sensores em rede e dispositivos inteligentes e coloca essas tecnologias em uso direto no chão de fábrica, coletando informações para impulsionar Inteligência Artificial e análises preditivas.

Na IIoT, sensores são integrados a ativos físicos. Esses sensores coletam dados e informações, armazenam na nuvem e usam ferramentas de analytics e machine learning para tomar alguma ação.

A IIoT está mudando a indústria da manufatura, transformando as cadeias de produção tradicionais e lineares em sistemas dinâmicos e interconectados. Tecnologias de IIoT estão redefinindo a maneira como produtos são feitos e entregues, e estão  estão tornando as fábricas mais eficientes e seguras para operadores humanos, além de dinamizar os recursos financeiros.

Manutenção Preditiva no Ambiente de Trabalho

Um dos benefícios da IIoT é como ela pode tornar os processos operacionais ainda mais eficientes. Por exemplo, se uma máquina para ou apresenta falhas, sensores inteligentes podem determinar a fonte do problema e emitir uma ordem de serviço para que um engenheiro realize o reparo. A IIoT também pode ser integrada a Sistemas Conectados de Gerenciamento de Manutenção (CMMS), permitindo que engenheiros recebam essas ordens em dispositivos de sua preferência, deslocando-se imediatamente ao local do reparo ou atribuindo a tarefa a outro profissional. Com esses sistemas inteligentes, a equipe pode agendar inspeções e manutenções preventivas, gerenciar o inventário, fazer o controle de ordens de serviço e recuperar o histórico dos ativos. 

A IIoT também é capaz de prever quando uma máquina possivelmente apresentará defeitos ou quando seu ciclo de vida útil irá acabar. Isso torna a Manutenção Preditiva ainda mais assertiva, economizando altos valores em reparos ou reposições desnecessárias.

Segurança de Operadores Humanos

Além de ajudar a economizar tempo e dinheiro, a IIoT torna o ambiente de trabalho ainda mais seguro para os colaboradores. Se um duto de óleo, por exemplo, está prestes a atingir níveis arriscados de pressão, os operadores são alertados antes que algum acidente aconteça, com base na natureza dos sensores e na análise das vibrações. Esses sensores podem até mesmo ser usados para monitorar e gerenciar a localização dos colaboradores em casos de emergência ou evacuação.

As tecnologias de IIoT também previnem acidentes ao diminuir o contato direto entre pessoas e máquinas. Termógrafos infravermelhos, por exemplo, permitem que engenheiros e mecânicos analisem sistemas elétricos, equipamentos mecânicos ou sistemas de fluídos utilizando visão de calor. Dessa forma, esses profissionais podem encontrar conexões defeituosas e falhas operacionais analisando as cores demonstradas pelo equipamento, sem ter que tocar no equipamento

IIoT e as novas tendências tecnológicas

Diversos negócios já estudam a possibilidade de trazer o IIoT ainda mais perto de seus profissionais, desenvolvendo wearables e gadgets integrados à rede. É o caso da DAQRI, uma empresa especializada em Realidade Aumentada (AR), que desenvolveu um capacete inteligente baseado em AR para uso industrial. Com o equipamento, engenheiros conseguem ver imagens 4D acima dos ativos da instalação, que os orientam com instruções e fornecem um mapeamento de todas as funcionalidades do ativo. Essa “tecnologia vestível” permite que os engenheiros descubram informações mais rápido e diminui o gap de conhecimento para novas contratações.

CMMs modernos também permitem a integração de dispositivos portáteis como celulares e tablets. Dessa forma, profissionais técnicos podem executar tarefas em qualquer local, podendo acessar informações, informar o tempo necessário para a conclusão do serviço, recuperar ordens de serviços anteriores e fechar o sistema. Todos os dados são armazenados em tempo real, para que os gestores possam acessar as informações imediatamente.

A capacidade de acompanhar o serviço, documentá-lo e enviá-lo à gestão, aliada à praticidade das tecnologias portáteis e “vestíveis” possibilita que os profissionais obtenham uma visão global e detalhada dos ativos, coletando dados que podem ser aplicados desde o planejamento de tarefas operacionais até a contratação de novos profissionais, modernizando e dando agilidade aos processos de onboarding.

Os CMMs e outros sistemas de gestão também têm se beneficiado dos conceitos de Inteligência Artificial e machine learning, utilizando algoritmos para monitorar ativos e processas informações e análises em tempo real, a um ritmo produtivo humanamente impossível. Isso diminui os gastos com força de trabalho consideravelmente, permitindo que as instalações aloquem seus recursos em outros setores.

 

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Entenda como IoT pode ser aplicado no setor de agribusiness

A Internet das Coisas pode mudar radicalmente o mundo que vivemos: indústrias avançadas, veículos conectados e cidades mais inteligentes são todos componentes da equação IoT. No entanto, aplicar tecnologia como IoT à indústria agrícola pode gerar um impacto razoável.

A população global deve atingir 9,6 bilhões até 2050 . Então, para alimentar essa quantidade de população, a indústria agrícola deve adotar a IoT. Contra os desafios como condições climáticas extremas e aumento das mudanças climáticas, e o impacto ambiental resultante de práticas agrícolas intensivas, a demanda por mais alimentos tem que ser atendida.

A agricultura inteligente, baseada nas tecnologias de IoT, permitirá que produtores e agricultores reduzam o desperdício e aumentem a produtividade, desde a quantidade de fertilizante utilizada até o número de viagens que os veículos agrícolas produziram.

Então, o que é agricultura inteligente?

A agricultura inteligente é um sistema intensivo em capital e de alta tecnologia para cultivar alimentos de forma limpa e sustentável. É a aplicação das modernas TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) na agricultura.

Na agricultura inteligente baseada em IoT, um sistema é construído para monitorar o campo de cultivo com a ajuda de sensores (luz, umidade, temperatura, umidade do solo, etc.) e automatizar o sistema de irrigação. Os agricultores podem monitorar as condições de campo de qualquer lugar. A agricultura inteligente baseada em IoT é altamente eficiente quando comparada com a abordagem convencional.

As aplicações da agricultura inteligente baseada em IoT não apenas visam operações agrícolas convencionais, mas também podem ser novas alavancas para elevar outras tendências comuns ou crescentes em agricultura como agricultura orgânica, agricultura familiar (espaços complexos ou pequenos, gado particular e / ou culturas , preservação de variedades particulares ou de alta qualidade etc.), e melhorar a agricultura altamente transparente.

Em termos de questões ambientais, a agricultura inteligente baseada em IoT pode oferecer grandes benefícios, incluindo uso mais eficiente da água ou otimização de insumos e tratamentos. Agora, vamos discutir as principais aplicações da agricultura inteligente baseada em IoT que estão revolucionando a agricultura.

Aplicações de IoT na Agricultura

Agricultura de precisão

A agricultura de precisão pode ser considerada como algo que torna a prática agrícola mais controlada e precisa quando se trata de criação de gado e cultivo de culturas. Nessa abordagem de gerenciamento de fazendas, um componente-chave é o uso de TI e vários itens como sensores, sistemas de controle, robótica, veículos autônomos, hardware automatizado, tecnologia de taxa variável e assim por diante.

A adoção de acesso à Internet de alta velocidade, dispositivos móveis e satélites confiáveis ​​e de baixo custo (para imagens e posicionamento) pelo fabricante são poucas tecnologias-chave que caracterizam a tendência da agricultura de precisão.

Drones Agrícolas

A tecnologia mudou ao longo do tempo e os drones agrícolas são um bom exemplo disso. Hoje, a agricultura é uma das principais indústrias a incorporar drones. Os drones estão sendo usados ​​na agricultura para melhorar várias práticas agrícolas. As formas como os drones terrestres e aéreos estão sendo usados ​​na agricultura são a avaliação da saúde das culturas, irrigação, monitoramento de culturas, pulverização de culturas, plantio e análise de solo e campo.

Os principais benefícios do uso de drones incluem imagens de saúde da lavoura, mapeamento integrado de GIS, facilidade de uso, economia de tempo e o potencial para aumentar os rendimentos. Com estratégia e planejamento baseados em coleta e processamento de dados em tempo real, a tecnologia de drones proporcionará uma transformação de alta tecnologia para a indústria agrícola.

Monitoramento Pecuário

Os proprietários de grandes fazendas podem utilizar aplicativos IoT sem fio para coletar dados sobre o local, o bem-estar e a saúde de seu gado. Esta informação ajuda-os a identificar os animais que estão doentes, para que possam ser separados do rebanho, prevenindo assim a propagação da doença. Também reduz os custos de mão-de-obra, pois os pecuaristas podem localizar seu gado com a ajuda de sensores baseados em IoT.

Estufas Inteligentes

A agricultura com efeito de estufa é uma metodologia que ajuda a aumentar o rendimento de vegetais, frutos, culturas etc. As estufas controlam os parâmetros ambientais através de intervenção manual ou de um mecanismo de controlo proporcional. Como a intervenção manual resulta em perda de produção, perda de energia e custo de mão-de-obra, esses métodos são menos eficazes. Uma estufa inteligente pode ser projetada com a ajuda da IoT. Este projeto monitora de forma inteligente, bem como controla o clima, eliminando a necessidade de intervenção manual.

Para controlar o ambiente em uma estufa inteligente, são usados ​​diferentes sensores que medem os parâmetros ambientais de acordo com a necessidade da planta. Podemos criar um servidor de nuvem para acessar remotamente o sistema quando ele estiver conectado usando IoT.

Assim, as aplicações agrícolas da IoT estão possibilitando que fazendeiros e agricultores coletem dados significativos. Grandes proprietários de terras e pequenos agricultores devem entender o potencial do mercado de IoT para a agricultura, instalando tecnologias inteligentes para aumentar a competitividade e a sustentabilidade em suas produções. Com a população crescendo rapidamente, a demanda pode ser atendida com sucesso se os fazendeiros, assim como os pequenos agricultores, implementarem soluções agrícolas de IoT de maneira próspera.