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Tecnologias emergentes que estão transformando as redes elétricas

Nas próximas décadas, as tecnologias digitais farão com que os sistemas de energia em todo o mundo fiquem mais conectados, inteligentes, eficientes, confiáveis ​​e sustentáveis. Avanços na coleta de dados, análises e conectividade estão permitindo uma variedade de novos aplicativos digitais, como dispositivos inteligentes, medição inteligente, manutenção preditiva. Os sistemas de energia digitalizados podem identificar quem precisa de energia e fornecê-la no momento certo, no lugar certo e com o menor custo. Mas acertar tudo não será fácil.

A digitalização também está trazendo novos riscos de segurança e privacidade. Também está mudando mercados, negócios e emprego. Novos modelos de negócios estão surgindo, enquanto alguns modelos centenários podem estar saindo de cena.

Potencial impacto da Smart Grid nas concessionárias

Smart Grid é a terminologia usada para se referir a uma série de tecnologias que eventualmente se juntam para adicionar uma camada de inteligência, aproveitando as tecnologias de rede. Isso é obtido reunindo dados de vários componentes da rede em tempo quase real e colocando essas informações nas mãos dos usuários finais para que eles possam tomar melhores decisões. A concretização desse ambiente operacional dinâmico e flexível exige que as concessionárias:

  • Implantem medidores inteligentes que possam medir o consumo de eletricidade com precisão e fornecer esses dados de volta aos operadores das concessionárias por meio de conexões inteligentes de rede, como as Redes MESH
  • Implantem dispositivos de monitoramento em toda a rede que notifiquem os usuários quando o equipamento estiver danificado, quebrado ou sendo impactado por condições ambientais adversas
  • Estabeleçam linhas de comunicação entre esses diferentes dispositivos
  • Implemente dispositivos e máquinas automatizadas que possam analisar dados reunidos em toda as redes elétricas em tempo real e aprovar procedimentos automaticamente em resposta.

Como funciona uma Smart Grid?

A Smart Grid representa uma oportunidade sem precedentes de impulsionar o setor de energia para uma nova era de confiabilidade, disponibilidade e eficiência que contribuirá para nossa saúde econômica e ambiental. Durante o período de transição, será essencial investir em testes, melhorias tecnológicas, educação do consumidor, desenvolvimento de normas e regulamentos e compartilhamento de informações entre projetos para garantir que os benefícios se tornem realidade. Os benefícios associados à Smart Grid incluem:

  • Transmissão nas redes elétricas mais eficiente
  • Restauração mais rápida da eletricidade após falhas na distribuição
  • Custos operacionais e de gerenciamento reduzidos para empresas de serviços públicos e, finalmente, custos de energia mais baixos para os consumidores
  • Menor demanda de pico, o que também ajudará a reduzir as tarifas de eletricidade
  • Maior integração de sistemas de energia renovável em larga escala
  • Melhor integração dos sistemas de geração de energia do proprietário do cliente, incluindo sistemas de energia renovável
  • Segurança aprimorada.

Vamos agora identificar cinco áreas de tecnologias emergentes que podem ajudar as concessionárias a superar os desafios:

  • Colocando a IoT nas redes elétricas

A IoT (Internet das Coisas) desempenha um papel crescente nas configurações de rede inteligente, pois os dispositivos conectados, APIs e outras arquiteturas subjacentes à IoT podem ajudar os operadores de rede a integrar com êxito os dados nas operações diárias. As ferramentas de IoT usadas no setor de serviços públicos podem oferecer aos operadores amplos dispositivos para rastrear operações em toda a rede. Soluções especializadas provavelmente serão necessárias para uma ampla gama de aplicações, mas a crescente variedade de sistemas de IoT já existente no mercado pode ajudar as concessionárias a estabelecer uma base mais sólida para os sistemas de rede inteligente.

  • Tecnologias de redes de comunicação

Como as redes de comunicação são geralmente definidas pelo fornecedor e de natureza privada, a maioria das empresas de serviços públicos exige um grande investimento inicial para implantar dispositivos digitais de uma rede de fornecedores privada que não pode ser facilmente aproveitada para dispositivos de outros fornecedores. No setor elétrico, as redes MESH se encaixam com perfeição no ambiente desafiador, já que as áreas a serem cobertas são muito grandes e caras para se conectar à infraestrutura tradicional.

  • Tecnologias de gerenciamento de força de trabalho e de campo

Atualmente, a maior parte da automação presente do processo de restauração da entrega da energia elétrica está focada no envio de uma equipe e na identificação de ativos elétricos com falha. Não está bem integrado a outras dimensões das falhas no fornecimento, como a comunicação com o cliente e a execução do trabalho de campo. A integração de tecnologias como computação no veículo, dispositivos vestíveis, mobilidade da equipe, operações remotas e colaboração, proporcionará uma oportunidade única para permitir uma visão 360º. do processo de restauração.

  • A chegada da Inteligência Artificial

A integração de sistemas de análise de dados e Inteligência Artificial (IA) ajudará a interpretar, correlacionar e identificar o tipo de interrupção com informações precisas de localização, contribuindo para uma análise preditiva de problemas em evolução, detalhando a extensão do impacto e permitindo a manutenção antecipada. Os sistemas de IA são suportados por processamento massivo de dados e tecnologias analíticas, que ajudam na identificação proativa de problemas.

  • Tecnologias personalizadas de comunicação com o cliente

No mundo digital de hoje, os clientes esperam uma comunicação multicanal que ofereça um relacionamento transparente e sem atrito, em vez de receber mensagens desarticuladas através de vários canais tradicionais.

monitoramento de frota
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Confira três fatores fundamentais no monitoramento de frota

Hoje, a capacidade de gerenciar e operar o monitoramento de frota é uma capacidade básica para manter a rentabilidade do negócio e cada vez mais é essencial para acompanhar o futuro da mobilidade. Como gerente de frota, manter a eficiência é fundamental. Infelizmente, a maioria dos gerentes de frota se vê imersa em tarefas administrativas que consomem muito tempo e acrescentam pouco aos resultados da empresa.

Por isso, uma das características ideais que uma pessoa, responsável pelo gerenciamento de uma frota, deve ter, é a capacidade de realizar várias tarefas. Os gerentes de frota precisam não apenas ser experientes, mas também excelentes comunicadores, orientados a resultados e com habilidade para gerenciar equipes. Será que você conta com um gerente de frota com todas essas capacidades? E tem oferecido recursos para que ele possa desenvolver as suas tarefas com mais eficiência?

O mais importante no monitoramento de frota

Como você dedica mais tempo às atividades principais de monitoramento de frota? Automatizando processos. Os sistemas baseados em papel adicionam uma camada adicional de tarefas administrativas às suas tarefas, o que inevitavelmente diminui o tempo de processamento. Pense na última vez em que você teve que procurar em pilhas de papel ou inúmeros arquivos para encontrar uma cotação específica?

Ao adotar um fluxo de trabalho mais digitalizado, as tarefas administrativas exigirão menos tempo e reduzirão o risco de erro humano e falta de comunicação. Por exemplo, você pode automatizar a comunicação com sua força de trabalho e outras tarefas rotineiras, como enviar tarefas para seus motoristas de frota, faturar seus clientes, encaminhar e agendar suas entregas, gerenciar suas despesas operacionais, criar lembretes de serviço e manutenção e realizar verificações de veículos e, assim, focar no que é mais importante no monitoramento de frota:

1 – Gerenciar o combustível de maneira eficaz

Um componente importante das responsabilidades de um gerente de frota é o gerenciamento de combustível e a identificação de maneiras de economizar em custos e consumo de combustível. Mas você só pode alterar o que rastreia. Identifique tendências de consumo de combustível para reduzir o uso em toda a sua frota. Para fazer isso, você precisa consistentemente:

  • Controlar o consumo de combustível
  • Verificar casos de uso excessivo de combustível
  • Monitorar o comportamento do motorista e como isso afeta o consumo de combustível
  • Implementar a digitalização para coletar dados que ajudem a reduzir o uso de combustível

2 – Reduzir os custos de roteamento de veículos da frota

Adotar a digitalização significa que você pode se comunicar melhor e com mais frequência com seus motoristas e com toda a equipe. Sua frota também é mais visível, oferecendo mais controle sobre seus veículos. Melhor comunicação significa roteamento mais eficiente, aderindo às programações, adaptando-se às mudanças da programação e realizando mais trabalhos em uma fração do tempo que levaria nos processos manuais.

3 – Entregar um melhor serviço

A entrega consistente de um serviço sólido e de qualidade ao cliente é crucial para o sucesso dos negócios. Ficar aquém das expectativas do cliente representa um risco definitivo para o sucesso a longo prazo. Oferecer prazos mais precisos, melhor comunicação e transparência são apenas alguns dos benefícios que seus clientes terão quando você começar a automatizar o seu monitoramento de frota com um sistema de gestão de logística.

E, finalmente, o que você deve perguntar para avaliar um sistema de monitoramento de frota?

1. Esta solução atende às minhas necessidades de negócios atuais e futuras?

Os gerentes de frota precisam procurar uma solução que atenda às necessidades de seus negócios, mas também seja escalável. À medida que sua empresa cresce, você precisa de uma solução que acomode esse crescimento e permita que você seja à prova do futuro.

2. Esse sistema aumentará a eficiência da minha frota?

Uma solução de monitoramento de frota deve se pagar em um período bastante curto. O sistema deve poder fornecer a um gerente ou operador de frota todas as informações necessárias para monitorar a frota da forma mais eficiente possível.

3.Esta solução irá otimizar ou complicar as operações atuais?

A capacidade de um sistema de monitoramento de frota se integrar aos sistemas existentes é importante; como operador, você não deseja adicionar mais processos aos negócios. Mais gerentes de frota estão buscando soluções que se encaixem nos processos de negócios existentes com pouca ou nenhuma interrupção.

4.Como essa solução de monitoramento de frota aumentará nosso ROI?

O ROI (Return on Investment) também está se tornando cada vez mais importante, com os operadores de frota buscando ativamente uma solução que se pagará por si mesma. Existem muitos fatores que contribuem para o ROI, como menos tempo no trânsito, mais entregas em um dia ou menos gasto com combustível. Talvez você queira economizar horas extras ou custos de manutenção ou criar eficiência de processo enquanto economiza recursos.

Gerenciar uma frota significa que você lida com uma série de tarefas constantemente – dos aspectos mais triviais aos essenciais – que podem consumir rapidamente as horas do seu dia. A digitalização desses trabalhos de monitoramento de frota não apenas reduz o tempo gasto no gerenciamento dessas tarefas diariamente, mas também libera os gerentes de frota para se concentrarem na entrega de um melhor serviço aos clientes.

gestão de ativos
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Conheça 5 benefícios de uma plataforma para gestão de ativos no setor minerador

O setor minerador sempre lidou com condições adversas, mas os players têm as inovações no radar, e estão se reposicionando para o futuro. A adoção acelerada de tecnologias digitais, inteligência artificial e soluções de análise está transformando o setor minerador. Após vários anos de provas de conceito, no entanto, as empresas de mineração estão começando a reconhecer que a mina inteligente não é apenas uma peça de tecnologia. Para impulsionar mudanças reais e perceber o valor prometido por inúmeros casos de uso, os mineradores provavelmente também estão transformando a maneira como otimizam seus modelos operacionais, tomam decisões, atraem e treinam talentos, se envolvem com seus stakeholders e otimizam os recursos, o que só é possível quando se tem todas as informações contextualizadas dentro de uma plataforma única de gestão de ativos.

No setor minerador, a necessidade de monitorar a condição dos ativos em tempo real e predizer falhas com semanas ou meses de antecedência tem impulsionado a adoção de tecnologias avançadas de automatização e análise de dados, mas o caminho de implementação dessas soluções nem sempre é claro. Para tirar real proveito dessa evolução, aumentando a velocidade, a eficiência e o controle das operações, é preciso unir a eficiência operacional do mundo 4.0 à combinação certa de tecnologias, criando um ciclo contínuo de melhoria e desenvolvimento de ponta a ponta.

Por meio de produtos e serviços altamente personalizados e integrados aos mais diversos sistemas de controle, sempre adequados às demandas de acordo com seu estágio rumo à máxima eficiência e maturidade digital, é possível promover e impulsionar a transformação no setor minerador.

Inovações recentes nas soluções de gestão de ativos incluem plataformas seguras baseadas na nuvem, acessibilidade de dispositivos móveis e funcionalidade sem papel que aumentam ainda mais a facilidade de uso e a funcionalidade, gerando maior produtividade e lucratividade.

Conheça abaixo 5 benefícios de contar com uma plataforma única de gestão de ativos:

  • 1- Tomada rápida de decisão

Com relatórios automatizados baseados nas necessidades de uma empresa, a plataforma de gestão de ativos e de gerenciamento de manutenção utiliza indicadores-chave de desempenho (KPIs), que são métricas de negócios usadas para avaliar fatores cruciais para o sucesso de uma organização. Isso inclui a conformidade com manutenção preventiva (MP) avaliada pela medição do desempenho estimado versus real, tempo médio entre falhas (MTBF) e tempo médio de reparo (MTTR), por exemplo.

Além disso, o sistema pode rastrear os custos de reparo de todos os equipamentos e ativos. Os relatórios podem fornecer relatórios de reparos com base no custo por peças, horas de serviço e o tempo que um equipamento ficou fora de serviço. Essas informações ajudam os gerentes a tomar decisões importantes sobre alocações de recursos, substituição e atualização de equipamentos, conforme necessário.

2 – Manter uma programação de manutenção

No setor minerador, máquinas são peças fundamentais na produção e a sua manutenção é fundamental para a continuidade dos negócios. No sistema de manutenção em papel, esse trabalho em geral era demorado e ineficiente. Com automação, é possível criar planos de manutenção prescritiva e preditivas, atribuir tarefas e o aplicativo envia uma notificação imediatamente após a criação do trabalho. Além disso, a equipe de manutenção receberá notificações de lembretes para que eles nunca percam a manutenção programada.

Hoje, o setor minerador é altamente sofisticado, com muitos equipamentos diferentes, além de contar com diversos operadores. Por esse motivo, tempos de resposta rápidos e precisos são essenciais quando as ordens de serviço são enviadas. Sistemas de gestão de ativos são, portanto, um recurso importante que ajuda a indústria de mineração. Como todos os ativos e equipamentos são inventariados no banco de dados do sistema, ordens de serviço automatizadas que identificam o local e a parte específica e / ou equipamento que precisam de reparo ou substituição podem ser geradas com apenas alguns cliques do mouse (ou em um botão). As ordens de serviço são imediatamente transmitidas à fonte identificada (ou seja, departamento de manutenção e / ou peças, fornecedor etc.). O sistema também pode acompanhar o andamento de um reparo, garantindo assim que a ordem de serviço esteja sendo concluída como deveria.

3 – Redução do tempo de inatividade do equipamento

Com informações atualizadas o tempo todo, é possível acompanhar os dados de funcionamento da máquina e tomar as medidas adequadas com base nos detalhes, modelos de uso e condições do equipamento, informações sobre fornecedores ou vendedores, níveis de eficiência, capacidade, detalhes da garantia, manuais de operação, notas, imagens e documentos.

4 – Maior ciclo de vida

Com um sistema de gestão de ativos, o equipamento pode ter um ótimo desempenho, pois pequenos reparos podem ser feitos durante o seu ciclo de vida. Ao manter o equipamento regularmente, evita-se o desgaste desnecessário que pode levar à quebra ou falha do equipamento. Dessa forma, o sistema de manutenção pode ajudar as empresas a estender a vida útil de seus equipamentos.

5 – Maior conformidade

O setor minerador é altamente regulamentado por padrões de segurança, considerando os riscos de perigos associados às suas operações. O sistema de gestão de ativos adiciona todas as informações sobre padrões, códigos e procedimentos de segurança ao seu banco de dados. Também notifica os gerentes quando as inspeções devem ser realizadas. Ao incluir esses dados, os gerentes podem se sentir confiantes de que todos os equipamentos serão mantidos e atenderão aos padrões do setor.

conectividade
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Conectividade é fundamental para garantir melhor uso da tecnologia no agronegócio

 

O setor agrícola se tornará mais importante do que nunca nas próximas décadas. Antes da pandemia do Covid-19, a ONU projetava que a população mundial chegaria a 9,7 bilhões em 2050, demandando um aumento de 69% na produção agrícola global entre 2010 e 2050. Para atender a essa demanda, o agronegócio cada vez mais irá adotar soluções de IoT e de conectividade para análises e maiores capacidades de produção.

A inovação tecnológica na agricultura não é novidade. Ferramentas portáteis eram o padrão há centenas de anos e, em seguida, a Revolução Industrial trouxe o descaroçador de algodão. Os anos 1800 trouxeram elevadores de grãos, fertilizantes químicos e o primeiro trator movido a gás. E o avanço até o final do século XX foi bem rápido, quando os agricultores começaram a usar satélites para planejar seu trabalho.

A IoT está pronta para levar o futuro da agricultura para o próximo nível. A agricultura inteligente já está se tornando mais próxima dos agricultores, e a agricultura de alta tecnologia está rapidamente se tornando o padrão, graças aos drones, sensores agrícolas e conectividade.

As tecnologias que usam sensores e dados dependem cada vez mais da conectividade de alta velocidade à Internet para upload e processamento de dados em tempo real na nuvem. Se o setor agrícola não contar com conectividade de banda larga acessível, ou se a largura de banda for limitada, isso prejudicará bastante a capacidade de adoção de novas tecnologias.

Aplicativos e conectividade impulsionam avanços

Veja como os aplicativos de IoT no setor agrícola e como a “Internet das Coisas Agrícolas” ajudará a atender às demandas alimentares do mundo nos próximos anos:

  • Agricultura de alta tecnologia: agricultura de precisão e agricultura inteligente

Os agricultores já começaram a empregar técnicas e tecnologias inovadoras a fim de melhorar a eficiência de seu trabalho diário. Por exemplo, sensores colocados nas plantações permitem que os agricultores obtenham mapas detalhados da topografia e dos recursos na área, bem como variáveis ​​como acidez e temperatura do solo. Eles também podem acessar previsões climáticas para prever padrões nos próximos dias e semanas.

Os agricultores podem usar seus smartphones para monitorar remotamente seus equipamentos, culturas e gado, bem como obter estatísticas variadas e também usar essa tecnologia para executar previsões estatísticas para suas colheitas e gado.

E os drones se tornaram uma ferramenta inestimável para os agricultores fazerem um levantamento de suas terras e gerar dados sobre as colheitas e rebanhos. A tecnologia mudou ao longo do tempo e os drones agrícolas são um exemplo muito bom disso. Hoje, o setor agrícola é uma das principais indústrias a incorporar drones. As maneiras pelas quais os drones terrestres e aéreos estão sendo usados na agricultura são avaliação da saúde das culturas, irrigação, monitoramento das culturas, pulverização das culturas, plantio e análise de solo e campo, entre outras.

  • Superando a barreira da conectividade

A conectividade em áreas remotas tem sido uma barreira para a digitalização no setor agrícola – mas esse desafio vem sendo superado com a chegada de soluções de conexões inteligentes. A tecnologia não é mais uma barreira, e é preciso entender o modelo de negócios e como escolher, implementar e usá-la efetivamente. Mover fazendas para encontrar conectividade não é uma solução viável, portanto, os agricultores precisam encontrar maneiras de trazer conectividade a eles. Quando a conectividade estiver em vigor, a inovação seguirá.

  • O “como”

Uma das melhores opções para levar a conectividade a áreas remotas é a implantação de soluções de redes MESH, tanto em relação a custo, flexibilidade, confiabilidade quanto escalabilidade.

A rede MESH sem fio consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia MESH (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma companhia telefônica ou um provedor de serviços de internet.

Analistas indicam que essa tecnologia deve predominar no futuro devido ao seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo.  Redes do tipo MESH trabalham com a união de dois formatos sem fio já consagrados — Access Point, ou ponto de acesso (que distribui os dados a partir uma fonte central), e Ad-hoc (na qual cada equipamento controla sua comunicação com os demais). Na rede MESH, cada computador ou rádio ajuda a propagar os dados (funcionando como estações repetidoras), ampliando o alcance limitado do Access Point.

Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados; ela será do tamanho do número de máquinas, terá a forma de sua distribuição geográfica e sua força será diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que o uso das redes MESH no agronegócio seja uma vantajosa solução para garantir a conectividade.

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Conheça as principais tendências em monitoramento de ativos no agronegócio

O agronegócio é fortemente dependente de máquinas e de tecnologia. As operações de monitoramento de ativos e de manutenção, mesmo quando programadas regularmente, consomem tempo e impactam o orçamento, mas, no entanto, não conseguem eliminar o fator de imprevisibilidade. Quando um equipamento acidentalmente fica fora de serviço, geralmente leva a paradas inesperadas.

A agricultura passou por várias transformações tecnológicas nas últimas décadas, tornando-se uma das áreas mais industrializadas e impulsionadas pela tecnologia. Ao usar vários dispositivos agrícolas inteligentes, os agricultores obtiveram melhor controle sobre o processo de criação de gado, cultivo e monitoramento de ativos, tornando-os mais previsíveis e melhorando sua eficiência.

As tecnologias e a Internet das Coisas (IoT) têm o potencial de transformar a agricultura em muitos aspectos. Ou seja, existem cinco maneiras pelas quais a IoT pode melhorar a agricultura:

Com a entrega de dados coletados por sensores agrícolas inteligentes, por exemplo sobre as condições climáticas, qualidade do solo, progresso do cultivo, saúde do gado e, também, da condição de ativos. Esses dados podem ser usados ​​para rastrear o estado dos ativos em geral, bem como o desempenho da equipe, a eficiência do equipamento etc.

Com melhor controle sobre os processos internos e, como resultado, menores riscos de produção. A capacidade de prever o resultado de sua produção permite planejar uma melhor distribuição do produto. Se você sabe exatamente quantas colheitas você colherá, a demanda e informações sobre a cadeia logística, entre outras informações.

Com o melhor gerenciamento de custos e redução de resíduos graças ao maior controle sobre a produção. Sendo capaz de observar qualquer anomalia no crescimento das culturas, na saúde dos rebanhos e desempenho das máquinas, você poderá mitigar os riscos de perder seu rendimento.

Com maior eficiência nos negócios por meio da automação de processos. Ao usar dispositivos inteligentes, você pode automatizar vários processos em todo o seu ciclo de produção, por exemplo irrigação, fertilização ou controle de pragas.

Com qualidade e volumes aprimorados do produto. Obtenha melhor controle sobre o processo de produção e mantenha padrões mais altos de qualidade da colheita e capacidade de crescimento por meio da automação.

Como resultado, todos esses fatores podem eventualmente levar a uma maior receita.

Drones agrícolas ganham espaço

A tecnologia mudou ao longo do tempo e os drones agrícolas são um exemplo. Hoje, o agronegócio é uma das principais indústrias a incorporar drones. Os drones estão sendo usados na agricultura a fim de aprimorar várias práticas agrícolas. As maneiras pelas quais os drones estão sendo usados na agricultura são: avaliação da saúde das culturas, irrigação, monitoramento das culturas, pulverização das culturas, plantio e análise de solo e do campo e observação do desempenho das máquinas, muitas delas autônomas.

Como o monitoramento dos ativos impulsiona o agronegócio

Vamos conferir alguns dos benefícios que as novas tecnologias de monitoramento de ativos entregam ao agronegócio:

  • Produtividade maximizada

Com o melhor desempenho dos equipamentos e o monitoramento das culturas agrícolas usando a IoT e a tomada de medidas oportunas para eliminar as ameaças usuais aumentam o rendimento das culturas. Na pecuária, o uso do monitoramento da IoT também contribui para a produtividade maximizada.

  • Qualidade melhorada

Com equipamentos em perfeito funcionamento, os sistemas de monitoramento de IoT ajudam a manter as condições ideais para garantir melhor qualidade da colheita. Por exemplo, o monitoramento climático na agricultura ajuda a estimar o suprimento exato de água, produtos químicos e nutrientes necessários para o cultivo de alta qualidade. Os produtos agrícolas cultivados usando sistemas de monitoramento de IoT também são mais capazes de melhor atender às especificações do mercado do que outros produtos.

  • Previsibilidade e controle

Impulsionadas pelo monitoramento dos ativos e da agricultura em tempo real, a análise de dados prevê as datas ideais para manutenção dos equipamentos e de colheita, e garante a segurança dos contratos de fornecimento. O controle que os agricultores obtêm com o tempo de colocação no mercado ajuda a tornar os processos agrícolas mais gerenciáveis.

  • Tecnologia para coleta e transferência de dados

O monitoramento inteligente da agricultura tem a ver com coletar informações de dados, mas os dados coletados no local devem ser enviados para uma unidade de processamento. A escolha da tecnologia de transferência de dados dependerá da distância que os dados percorrerão.

Mas é preciso também estar atento à manutenção do seu hardware. Esse é um desafio importante para os sistemas e dispositivos de IoT na agricultura, pois os sensores geralmente são usados em condições adversas – chuva, calor – e podem ser facilmente danificados. Portanto, você precisa garantir que seu hardware seja durável e fácil de manter. Caso contrário, você precisará substituir seus sensores com mais frequência do que gostaria.

E, finalmente, os dados dos sensores podem ser armazenados na nuvem a partir de sistemas de gestão de ativos como a plataforma OKTO e acessados conforme a conveniência do usuário.

O futuro da agricultura está na capacidade de conectar, coletar e analisar dados para maximizar a eficiência e aumentar a produtividade. E essas tecnologias são apoiadas por avanços na conectividade que atendam a áreas remotas, como as soluções de redes MESH.

Conexões inteligentes
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Além de P&D: saiba como impulsionar a inovação no setor elétrico

Uma crença comum nos negócios é que o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) obrigatoriamente leva à inovação. Por esse padrão, uma empresa que investe pesadamente em P&D deve ter processos inovadores que resultam em aumento de vendas, e provavelmente sucesso no mercado. Empresa sem inovação? Elas provavelmente precisam dobrar seus esforços de pesquisa e desenvolvimento.

Mas não é assim tão simples. O setor elétrico, assim como outros setores e indústrias, são extremamente complexos. Dados mostram que investir em P&D não garante a inovação. E, em muitos casos, a inovação não vem de dentro da empresa, e sim de um parceiro, cuja oferta é o que falta para a empresa alcançar os seus objetivos de negócio. No setor elétrico, por exemplo, o foco não é investir em P&D na área de conectividade. O core business é geração e distribuição de energia. É muito mais produtivo procurar um parceiro que tenha a expertise necessária para impulsionar a inovação no setor elétrico, entre outros.

Ainda assim, as empresas buscam alguma combinação de P&D e inovação – o mercado exige. Compreender como a P&D e a inovação funcionam, conceitual e praticamente, e como financiar as duas coisas, pode ajudar a melhorar seus resultados.

P&D e inovação são a mesma coisa?

Não, P&D não é o mesmo que inovação. Algumas vertentes defendem que a P&D é um componente inicial da inovação, um termo genérico para comercializar descobertas. Já outros definem a P&D como um objetivo de longo prazo enquanto a inovação pode ser posta em prática, em uma variedade de necessidades de negócios, no curto prazo. Essas várias definições indicam que os conceitos de P&D e de inovação estão mudando no mercado interconectado de hoje, baseado em resultados.

Na maioria das empresas, são três os principais objetivos da P&D:

  • Desenvolvimento de conhecimentos fundamentais. Isso geralmente significa explorar certas tecnologias com potencial de grande impacto no setor, mas nem seu valor intrínseco nem sua aplicação prática ainda são conhecidos. O financiamento para esse fim é uma fração do todo, mas é estratégico, com pouca expectativa de crescimento ou desenvolvimento no curto prazo.
  • Suporte a áreas de negócios como gerenciamento de negócios, manufatura e satisfação do cliente. As funções são mais tangíveis, como procurar pontos fortes e fracos ou tendências futuras que permitam à empresa criar novas oportunidades de negócios. Este trabalho não está necessariamente em andamento todo o tempo, mas talvez se concentre em uma determinada linha do tempo ou área de negócios.
  • Criando e implementando novas tecnologias. O resultado dessa área de pesquisa e desenvolvimento pode ser qualquer “invenção” – um equipamento, um processo. As empresas tendem a ver essa área de P&D como um investimento, e não como um custo operacional necessário, especialmente para projetos de curto prazo, mais fáceis de medir e avaliar.

Nessa visão multifuncional de P&D, a inovação pode vir de qualquer área, mas quando as empresas reconhecem e agem de acordo com os três propósitos, a P&D pode estar mais diretamente ligada a um resultado inovador que realmente gere valor.

Financiando a inovação

Se a P&D é impulsionada pela necessidade de criar soluções melhores ou mais inovadoras, a inovação é impulsionada pelo valor. A P&D pode gerar descobertas interessantes ou importantes, mas sem um processo que resulte em valor, pode parecer supérflua, mesmo se concordarmos que é essencial.

A verdadeira inovação, então, não é simplesmente um produto “melhor”, mas a que oferece novo valor ao cliente. No setor elétrico, por exemplo, são as smart grids que permitem a entrega de serviço com mais qualidade, são os medidores inteligentes possíveis de serem implantados com a chegada de uma solução de conectividade com alta confiabilidade e escalabilidade – as redes MESH, que mudam todo o relacionamento entre consumidores e distribuidoras de energia.

Talvez, em vez de considerar a inovação como o resultado natural de P&D, vale reformular o que significa inovação:

invenção (via P&D) + valor do cliente + um modelo de negócios = inovação

Dados não são commodity

A energia que corre pelos fios pode até ser considerada uma commodity, mas não os dados. Quando se adiciona inteligência a esse processo, a energia passa a ser um serviço, voltado para entregar a melhor experiência ao cliente.

O futuro da inovação no setor elétrico certamente passa pela adoção de inovadoras tecnologias, como Internet das Coisas, Big Data, redes inteligentes, medidores inteligentes, processamento na nuvem. E essa transformação é fundamental para a implantação de redes elétricas inteligentes e automatizadas, controle da distribuição e redução dos tempos de falhas.

O futuro da energia está na mudança de um modelo único de alimentação centralizada, que atualmente ainda predomina no setor brasileiro, para modelos descentralizados, baseados em redes bidirecionais entre consumidores e fornecedores. Atualmente, quando a distribuição energética de uma fonte centralizada falha, ela prejudica o abastecimento de toda a rede. Por isso, as empresas de distribuição de energia têm investido cada vez mais em tecnologias que permitem medir em tempo real o consumo de energia para gerir e otimizar suas fontes de geração e também suas estratégias de distribuição, adotando medidores inteligentes e soluções para análise de dados.

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Setor elétrico: Conectividade é grande preocupação para tirar proveito da IoT

A Internet das Coisas (IoT) promete transformar o setor elétrico, permitindo que as concessionárias de energia monitorem constantemente suas instalações remotas, como smart grids e medidores inteligentes, plantas solares e turbinas eólicas. Com isso, as empresas podem coletar dados em tempo real sobre geração e distribuição de energia e automatizar processos, otimizando a manutenção, reduzindo a necessidade de deslocamento de equipes e, principalmente, conseguindo restabelecer com mais agilidade a energia em caso de alguma falha.

O setor elétrico está lutando para obter o valor máximo da IoT e buscam soluções de conectividade confiáveis e de alta velocidade. Embora a maioria das empresas do setor elétrico esteja modernizando suas operações e implantando soluções de IoT, baixas taxas de conectividade podem impedir o setor de obter todos os benefícios que a IoT pode oferecer.

A IoT tem o potencial de mudar fundamentalmente a maneira como interagimos com o mundo ao nosso redor. Os sistemas de IoT, que definimos como sensores e dispositivos conectados por redes a softwares, podem monitorar e gerenciar objetos, máquinas e até objetos vivos conectados. Os sistemas de IoT podem permitir que as empresas tirem muito mais proveito de seus ativos físicos, revolucionando a maneira como administramos nossos equipamentos e negócios.

Desafios para a IoT no setor de energia

Apesar do número de vantagens inegáveis, as soluções inteligentes de energia têm seus desafios. Veja alguns dos “perigos” que você precisa levar em consideração ao implantar o uso de tecnologias de IoT no setor de energia.

Segurança é uma ameaça comum a todas as soluções de IoT. Sistemas que conectam seus dispositivos a uma rede unificada podem ser utilizadas como ponto de entrada para ataques direcionados.

Conectividade e tomada de decisão: seu sistema precisa estar sempre ativado, com um atraso mínimo para processamento e feedback de dados. Com tantos dispositivos, tantos dados, tantas opiniões e tantas decisões possíveis, determinar como avançar pode ser difícil. Para ter sucesso com a IoT, você precisa considerar como usar seu ecossistema completo para criar novos níveis de valor comercial. Observando esse incrível aumento de dados globais de dispositivos IoT, várias perguntas devem estar nas mentes dos tomadores de decisão em TI e de líderes de negócios:

  • Como podem todos esses dados, gerados por sensores conectados a “coisas”, serem transferidos eficientemente para aplicativos de Analytics e transformados em inteligência para a tomada de decisões?
  • Qual é a solução de conectividade mais barata / mais rápida / mais confiável?
  • Qual a melhor abordagem de conexões inteligentes para aproveitar o potencial da IoT em nosso ambiente?
  • Quais dados as empresas transferem e quais podem ser processados localmente?

Devido à variedade aparentemente interminável de aplicativos de IoT disponíveis, as empresas enfrentam esses desafios quando se trata do processo de seleção da solução de conectividade mais adequada para cada uso comercial.

Redes MESH e IoT

Como não há autoridade central em uma rede MESH essa oportunidade de descentralização abre a possibilidade de centenas de novas formas de tecnologias e modelos de negócios que transformarão os mercados. Especialmente com o campo promissor da Internet das Coisas, as redes MESH são apontadas como uma solução com baixo custo e alto benefício.

Especialistas também preveem que as redes MESH serão encontradas em setores em que as implementações de regras de segurança robustas estão aumentando. Por exemplo, nos setores elétrico, logística, mineração, petróleo e gás, entre outros.

No setor elétrico, as redes MESH se encaixam com perfeição no ambiente desafiador, já que as áreas a serem cobertas são muito grandes e caras para se conectar à infraestrutura tradicional.

Desafios da IoT

Podem surgir desafios de integração quando você precisar conectar sua nova rede de IoT aos sistemas legados existentes, que geralmente dependem de tecnologias desatualizadas. Nesse caso, você precisará começar modernizando a infraestrutura atual.

Garantir a interoperabilidade pode ser o maior fator de sucesso em qualquer implementação de IoT. Grande parte do valor das iniciativas de IoT depende de vários sistemas de IoT trabalhando juntos e da capacidade de integrar e analisar dados de vários sistemas de IoT.

Além disso, uma solução de IoT não é aquela que simplesmente coleta e transmite dados, mas uma capacidade para analisar os dados, permitindo resolver problemas ou criar novas oportunidades. As empresas podem criar vantagem competitiva com a tecnologia da Internet das Coisas a partir do momento em que contam com conexões inteligentes que entreguem os dados em tempo real e ferramentas que os transformem em inteligência.

As tecnologias de conectividade estão desempenhando um papel importante neste cenário, garantindo flexibilidade de entrega e eficiência no controle. Porém, qual é o melhor caminho para a implementação das soluções de IoT e de Analytics? Por meio de soluções de conectividade altamente personalizadas e integradas aos mais diversos sistemas de controle, que é como a Atech colabora com a transformação no setor elétrico.

tipos de manutenção
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Saiba tudo sobre 4 tipos de manutenção

A manutenção, em geral, pode ser definida como os esforços feitos para manter a condição e o desempenho de uma máquina sempre como se tivesse acabado de ser fabricada. As empresas sabem como sua produtividade depende em parte de seus processos de manutenção industrial.

De fato, quatro tipos de manutenção são recorrentes no setor: preditiva, preventiva, planejada e corretiva. Esses conceitos nem sempre são fáceis de entender ou não são bem conhecidos por certas pessoas, e é por isso que precisam ser esclarecidos. Cada empresa tem necessidades muito peculiares e, portanto, precisa implementar um tipo específico de manutenção.

Por que a manutenção industrial é tão importante para os seus negócios?

Muitos setores podem confirmar como os custos com a gestão de ativos e a manutenção representam uma alta parcela dos custos operacionais. Os números obviamente variam de uma empresa para outra, mas às vezes podem representar até 50% dos custos globais de produção, sem levar em conta o tempo de inatividade planejado ou não planejado, o gerenciamento de estoque de peças e ferramentas, retrabalho, entre outros problemas.

Eventos imprevistos podem levar a custos adicionais, afetando a lucratividade e a produtividade de uma organização que depende, em parte, dos processos de manutenção que foram implementados. Portanto, as plantas devem adotar uma estratégia bem pensada e otimizada para garantir a confiabilidade de todos os equipamentos.

Se os técnicos e gerentes de manutenção tiverem a possibilidade de verificar o status de seus equipamentos e inserir informações em uma plataforma como a OKTO que os ajude a antecipar possíveis falhas, eles podem tornar os processos muito mais eficientes e executar intervenções bem organizadas. O objetivo final, é claro, é reduzir os gastos causados pela inatividade, bem como aumentar a produtividade e a lucratividade.

Vamos agora conhecer mais um pouco sobre cada um dos tipos de manutenção:

1 – Manutenção preditiva

O desenvolvimento de soluções de processamento e análise de dados, bem como de inteligência artificial, permitiu que os fabricantes planejassem a manutenção preditiva com base na previsão de falhas e defeitos, monitorando os principais parâmetros e indicadores da operação e implementando as ações corretivas necessárias para antecipar qualquer falha ou mau funcionamento.

Com soluções para monitoramento de condição, planejamento e programação de ordens de manutenção, gestão da execução e gestão da confiabilidade do ativo, a plataforma OKTO, desenvolvida pela Atech, prepara seu negócio para os novos rumos da digitalização na área de gestão de ativos, com um olhar holístico para antecipar necessidades.

Esse tipo de manutenção automatizada e inteligente permite às empresas antecipar problemas planejando as intervenções necessárias com base em previsões. Assim, é possível limitar as despesas causadas por falhas inesperadas e interrupções na produção.

2 – Manutenção preventiva

Esse tipo de manutenção é aplicado pelos técnicos responsáveis antes que ocorra qualquer falha ou mau funcionamento. A digitalização das plantas industriais oferece muitas soluções que permitem aos técnicos executar, monitorar e planejar a manutenção preventiva de forma eficaz. A manutenção preventiva pode ser agendada em uma escala baseada em tempo ou uso. Vamos ver um exemplo para cada um.

  • Manutenção preventiva com base no tempo

Um exemplo típico de uma escala de manutenção preventiva com base no tempo é uma inspeção regular em um equipamento crítico que impactaria severamente a produção no caso de uma avaria.

  • Manutenção preventiva baseada no uso

Escalas baseadas no uso são acionadas após uma certa quantidade de quilômetros, horas ou ciclos de produção. Um exemplo desse gatilho é a manutenção preventiva de um veículo a motor que pode ser programada a cada 10.000 km.

3 – Manutenção planejada

manutenção planejada consiste em detectar e tratar as anormalidades dos equipamentos antes que eles produzam falhas ou perdas. O objetivo principal é o desenvolvimento de um sistema que promova a eliminação de atividades não programadas de manutenção.

4 – Manutenção corretiva

A manutenção corretiva é realizada logo após a detecção de um defeito em um equipamento ou em uma linha de produção: seu objetivo é fazer com que o equipamento volte a funcionar normalmente, para que ele possa executar a função atribuída. A manutenção corretiva pode ser planejada ou não, dependendo da criação ou não de um plano de manutenção.

A manutenção corretiva age quando já existe uma falha, substituindo peças e componentes afetados, visando corrigir, restaurar e recuperar a capacidade de produção de uma instalação ou equipamento que tenha sofrido alteração em seu funcionamento.

Entre todos os tipos de manutenção, a corretiva é mais reativa, já que aguarda pela falha para, assim, determinar a ação de manutenção a ser realizada na estratégia de gestão de ativos.

Os técnicos aplicam a manutenção corretiva não planejada para reagir assim que uma falha não prevista ocorre e em geral é preciso uma intervenção imediata para que a linha de produção não seja afetada. Mas nem sempre os técnicos contam com peças para reposição, entre outros problemas.

A manutenção corretiva não planejada pode rapidamente se tornar mais cara que a planejada, pois pode levar a custos que não poderiam ser previstos. Mesmo que a manutenção preventiva nem sempre permita que as equipes de manutenção antecipem cada falha, pois ainda é muito difícil saber exatamente quais componentes estão prestes a falhar, ainda ajuda a reduzir muito a possibilidade de falhas.

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Saiba quais são os requisitos para tirar valor da Internet das Coisas na indústria

As soluções de Internet das Coisas (IoT) certamente podem ajudá-lo a melhorar a eficiência, possibilitar a inovação e estimular a transformação digital nas empresas – se implementadas adequadamente. Isso requer muito mais do que dispositivos IoT e extração de dados. Se a sua solução de IoT apenas coleta grandes quantidades de dados operacionais dos dispositivos, provavelmente causará mais problema do que eficiência operacional para a sua empresa, enquanto você fica olhando para um “monte de dados”.

Com tantos dispositivos, tantos dados, tantas opiniões e tantas decisões possíveis, determinar como avançar pode ser difícil. Para ter sucesso com a IoT, você precisa considerar como usar seu ecossistema completo para criar novos níveis de valor comercial.

Atualmente, a Internet das Coisas é considerada o principal fator que possibilitará a verdadeira estrutura para a indústria 4.0. Embora o hype tenha sido ótimo, o valor comercial pode ser maior. As organizações que usam sistemas de IoT enfrentam uma infinidade de desafios, mas também existem muitas oportunidades.

Os dois principais pontos de melhoria que irão contribuir para tirar valor da Internet das Coisas na indústria estão relacionados aos modelos de negócio e operações.

Nos modelos de negócio, a IoT agrega valor ao:

1 – Otimizar os atuais modelos de negócios

  • Identificar e priorizar oportunidades
  • Uso de grande volume de dados e Analytics
  • Interoperabilidade é fundamental

2 – Criar novos modelos de negócios

  • Novos modelos de precificação, baseados nas preferências do consumidor
  • Modelo baseado em serviços, permitindo que as empresas vendam novas experiências baseadas em seus produtos
  • Monetização dos dados provenientes da IoT

3 – Criar novos modelos de governança

  • As organizações devem adotar um modelo tomada de decisões baseado em dados

Já na área de operações, a maior oportunidade de tirar valor da Internet das Coisas na indústria certamente é a possibilidade de aumentar a eficiência, com impacto direto, por exemplo, na estratégia de manutenção, assim como em todo o processo produtivo.

Requisitos para tirar valor da Internet das Coisas na indústria

 Para entender como a IoT está sendo implantada hoje pelas empresas, é crucial ter em mente que o mercado atual é fortemente impulsionado por cenários de casos de uso e provas de conceito. As empresas precisam saber quais aplicações de IoT têm o potencial de agregar mais valor.

Os requisitos necessários são:

Dados consistentes e contextualizados: os dados coletados nas diversas soluções de Internet das Coisas embarcadas nos equipamentos devem ser agrupados em uma plataforma única, formando uma série temporal onde são disponibilizados e contextualizados para análise e uso exploratório e operacional.

Algoritmos: as empresas podem transformar dados em inteligência acionável identificando, por exemplo, fatores físicos que contribuem para a deterioração de uma máquina, e análise avançada, como a detecção de anormalidades. Os algoritmos então devem ser ajustados periodicamente para oferecer a possibilidade de melhoria contínua na precisão e relevância dos resultados e garantir adaptação contínua às condições em evolução de seu ambiente.

Integrando tecnologias operacionais e de informação

A IoT criará muitas oportunidades que afetarão principalmente três áreas importantes -aplicativos B2B, processos de negócios e modelos de negócios – e levará em conta os principais desafios a serem enfrentados, como interoperabilidade. As empresas devem prestar atenção especial ao fato de que soluções eficazes de IoT exigem a definição de modelos de negócios para direcionar necessidades em tempo real de maneira preditiva e garantir a interoperabilidade em termos de convergência tecnológica e integração de diferentes fontes de dados.

Um dos principais direcionadores do valor comercial é a integração entre as tecnologias operacionais (Operational Technologies – OT) e as tecnologias da informação (Information Technologies – TI), que muitas vezes são separadas e executadas por diferentes partes da organização, de acordo com seus diferentes sistemas e métodos.

Atualmente, TI e OT são na sua maioria separadas por:

  • Tecnologias diferentes
  • Diferentes setores e responsabilidades
  • Diferentes habilidades e perfis profissionais
  • Muitas vezes até com códigos e padrões diferentes

Os ambientes de OT e TI segregados são ineficientes e dispendiosos e essa limitação tecnológica e financeira pode ser um grande empecilho à inovação, por conta de:

  • A falta de comunicação entre os sistemas de TI e OT impede que as empresas usem dados de controle em aplicativos de inteligência de negócios
  • Os sistemas de OT não podem tirar proveito dos rápidos avanços em TI
  • Os sistemas de OT não podem tirar proveito da economia de custos de soluções baseadas em padrões

Mas podemos melhorar a automação e acelerar a inovação convergindo esses dois mundos em um ambiente de IoT. Para alcançar o potencial valor e as oportunidades da Internet das Coisas, a integração de dados de OT e TI é um dos desafios mais importantes para as empresas, especificamente para organizações com uso intensivo de ativos. A integração de processos e fluxos de informações permite que eles superem os obstáculos existentes e obtenham algumas vantagens importantes, como:

  • Decisões críticas baseadas em dados, em vez de informações aproximadas
  • Maior agilidade no processo de análise de dados, decisões e reações
  • Otimização holística de sistemas
  • Melhor tomada de decisão
  • Redução das despesas operacionais (OpEx) minimizando a sobrecarga organizacional e tecnológica
  • Resultados de negócios acelerados, simplificando projetos de desenvolvimento
  • Riscos reduzidos
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Saiba como reduzir as manutenções reativas em facilities

Manutenção reativa é qualquer trabalho que tenha sido marcado como urgente, requerendo atenção imediata, podendo ser planejado ou não. Na área de gerenciamento de facilities, isso pode ser algo aparentemente tão simples como a bomba d’água do centro de controle de uma rede elétrica – você notou que, no último mês, ela não estava funcionando tão bem quanto deveria estar, com barulhos estranhos e, agora, parou de funcionar.

Então o assunto se torna uma emergência – e você reserva um técnico para reparos urgentes. Enquanto isso, a bomba está fora de ação, o que, a menos que haja caixa d´água bem grande, e dependendo do número de funcionários, pode até fazer com que seja necessário interromper o trabalho, deixando apenas o pessoal crítico de plantão.

Esse é apenas um exemplo simples das desvantagens das manutenções reativas. Vamos conferir alguns dos problemas causados por essa estratégia de manutenção:

Dificuldade de controlar os orçamentos – Sem uma estratégia de manutenção preditiva ou preventiva, as falhas no equipamento podem ser imprevisíveis, o que significa que mão de obra e peças de reposição podem não estar disponíveis quando uma falha ocorre. Com isso, as organizações podem acabar pagando um preço mais alto pelo envio de peças de emergência, tempo de viagem e suporte fora do horário acordado em contrato.

 Menor expectativa de vida útil dos ativos – As manutenções reativas não mantêm os sistemas funcionando em condições ideais. Com o tempo, esses sistemas podem não maximizar seu investimento inicial em custo de capital.

Problemas de segurança – Os técnicos tendem a correr mais riscos quando o trabalho de manutenção é reativo, pois estão sob pressão para colocar os sistemas em funcionamento sem demora. Quando o trabalho é agendado, os técnicos têm tempo para revisar os procedimentos padrão e os requisitos de segurança para concluir o trabalho corretamente.

 Maior demora nos reparos – Os reparos reativos tendem a levar mais tempo por causa do tempo necessário para diagnosticar o problema, tempo para retirar peças no estoque ou mesmo comprar peças, tempo para consultar manuais e esquemas corretos etc.

Uso ineficiente de recursos – Os reparos de emergência geralmente são priorizados às custas do trabalho planejado, que pode até ser cancelado.

Dano colateral – Um pequeno problema pode rapidamente resultar em um grande reparo no sistema.

Custos indiretos – O tempo de inatividade não planejada pode levar a atraso nas entregas se o equipamento não puder ser devolvido à produção a tempo. Isso pode prejudicar a reputação da marca e afetar a lucratividade.

Problemas recorrentes – As manutenções reativas fazem o mínimo necessário para colocar novamente o sistema em funcionamento. Se não for reparado corretamente, o problema poderá ocorrer novamente e causar mais tempo de inatividade.

Custos de energia mais altos – Quando o equipamento não é mantido adequadamente, ele consome mais energia. Fazer manutenções simples, como lubrificar peças móveis ou trocar filtros, pode reduzir o consumo de energia em 15%.

Como reduzir as manutenções reativas em facilities

1 – Usando a inteligência dos dados para criar agendamentos de manutenção

Mesmo sem deixar de lado o feedback da equipe, atualmente já existem tecnologias que permitem às empresas extrair insights importantes de diferentes fontes de dados, a fim de enriquecer a tomada de decisões com maior eficiência, e isso deve ser considerado para reduzir as manutenções reativas. Com os sistemas para gestão de ativos da Atech, você facilita sua jornada rumo à #IndustryNXT, por meio de tecnologias que dão controle de ponta a ponta dos processos de manutenção de forma simples e integrada, maximizando o uso dos ativos e garantindo a confiabilidade das operações, com ferramentas que extraem inteligência dos dados.

2 – Engajando os colaboradores

Garanta que a sua equipe tenha entendimento e conhecimento de suas instalações e de seus equipamentos, para que, se um item começar a apresentar um defeito, eles possam identificar uma possível falha e relatá-la imediatamente. Isso pode ajudar a reduzir enormes custos de reparo, pois o problema pode, nessa fase, ser pequeno o suficiente para ser corrigido rapidamente, com o mínimo de interrupção.

3 – Implantando a manutenção planejada

A introdução de um programa de manutenção planejada em seus negócios é uma maneira altamente eficaz de reduzir a necessidade das manutenções reativas. Com manutenção regular em toda a sua instalação, você pode garantir que quaisquer problemas sejam detectados mais cedo e que peças quebradas ou com defeito sejam substituídas imediatamente. Isso reduz a chance de grandes avarias que não apenas custam grandes quantias de dinheiro, mas exigem que sua empresa reduza as atividades ou mesmo pare a produção enquanto o problema é resolvido.

É verdade é que é impossível evitar totalmente a necessidade de reparos de emergência, mas se você optar por confiar apenas nas manutenções reativas como sua principal estratégia de gestão de ativos, precisará garantir que todas as falhas tenham um impacto mínimo nos seus negócios. Você pode reduzir o impacto de falhas não planejadas executando linhas de produção paralelas, estocando um conjunto completo de peças de reposição, documentando procedimentos de emergência, treinando sua equipe sobre como responder a reparos de emergência e fornecendo as ferramentas e habilidades necessárias para concluir qualquer reparo. Mas será que vale a pena tanto esforço?