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Integração entre soluções e processos de Supply Chain permitem decisões mais assertivas

Qual é o principal objetivo da implantação de eficientes processos de supply chain? Oferecer o melhor atendimento ao cliente, com o menor custo total possível. E isso só é possível com a interação dos processos de todos os atores envolvidos nessa cadeia, aproveitando todas as vantagens oferecidas por inovadoras soluções de gerenciamento que permitem tomar decisões com menor margem de risco e operar com maiores níveis de eficiência.

Andrew Cox, especialista em supply chain, destaca oito características que determinam a eficiência do gerenciamento dos processos de supply chain:

  • Trabalhar sempre com o objetivo na perfeição da entrega de valor aos clientes
  • Produzir apenas o que é necessário e se concentrar apenas nas ações que criem fluxo de valor
  • Focar na eliminação de perdas de todo o processo operacional, como por exemplo, superprodução, tempo de espera grande, transporte, processamento inadequado, defeitos, inventários e movimentos desnecessários
  • Reconhecer que todos os membros da cadeia de suprimentos estão interessados em um mesmo objetivo que é o de acrescentar valor ao produto
  • Desenvolver relacionamentos de reciprocidade e confiança com fornecedores e clientes
  • Trabalhar com fornecedores com o objetivo de criar uma logística mais eficiente
  • Reduzir o número de fornecedores e trabalhar melhor com eles para se ter um relacionamento a longo prazo
  • Criar uma rede de fornecedores para trocar informações de redução de perdas e eficiência operacional no fornecimento de produtos e serviços

 

Transformação digital integra soluções e processos

As cadeias de suprimentos estão cada vez mais complexas e, por isso, inovadoras tecnologias e soluções estão sendo usadas para auxiliar a troca de informações e de conhecimentos, garantindo mais eficiência e eficácia. Processos de supply chain são automatizados, o que resulta em maior alinhamento, interconectividade e colaboração entre todos os envolvidos, otimizando estoques e reduzindo custos.

Essa é a realidade da Logística 4.0, como destaca Jefferson Castro, gerente de Produto da Atech. Segundo o especialista, a gestão da cadeia logística das empresas fica cada vez mais ágil à medida que aumenta automação dos processos. Com a possibilidade de migrar sistemas e soluções para a nuvem (Cloud computing), é possível integrar dados de diferentes fontes, sistemas ou tecnologias. Essa é a Logística 4.0, que integra processos também entre diferentes sistemas, e em tempo real.

Mas as possibilidades de melhoria vão além desse ponto. Com a adoção de uma plataforma tecnológica como o conjunto de soluções único para gestão de ativos e logística – OKTO – desenvolvido pela Atech, é possível conectar nuvem e Logística 4.0 para compor a logística colaborativa, onde as empresas são parceiras e compartilham recursos, “unindo forças para identificar conjuntamente oportunidades de inovação, redução de custos logísticos e, claro, aumento da eficiência operacional”.

Castro destaca que a logística colaborativa, que integra soluções e processos de supply chain desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final, garante agilidade, segurança e assertividade dos dados coletados, de modo a ampliar a competitividade de mercado das empresas parceiras, com total visibilidade das informações.

Essa integração entre soluções e processos de supply chain de todos os parceiros “além de agregar ‘inteligência’ aos processos logísticos”, diz Castro, “oferece uma visibilidade total das informações que minimiza os riscos de erro de processamento e maximiza o nível de produtividade, além de ampliar a disponibilidade de equipamentos, melhorar a programação (agendamento) do transporte de material, aperfeiçoar o uso das informações para o desenvolvimento de rotas mais inteligentes e garantir a conformidade com normas regulamentadoras”.

Saiba como a indústria 4.0 impulsiona a transformação digital na gestão da cadeia de suprimentos
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Saiba como a indústria 4.0 impulsiona a transformação digital na gestão da cadeia de suprimentos

A indústria 4.0 e a sua consequente digitalização vêm transformando e gerando mais eficiência na gestão da cadeia de suprimentos e na produção, melhorando a comunicação com os clientes, reduzindo desperdício e proporcionado um uso mais eficiente das matérias primas.

Se antes as cadeias de suprimentos eram sistemas lineares – projeto, planejamento, produção e entrega -, hoje a gestão da cadeia de suprimentos envolve um sistema dinâmico e interconectado, incorporando parceiros e muito mais otimizado. Essa mudança de operações lineares e sequenciais para um sistema aberto e interconectado de operações é que vai determinar a vantagem competitiva.

Essa nova cadeia de suprimentos vai deixar de operar em silos – marketing, desenvolvimento de produto, produção e distribuição, e finalmente chegar às mãos do cliente – para se tornar um ecossistema totalmente integrado e transparente para todos os envolvidos, desde os fornecedores de matéria prima até os responsáveis pelo transporte.

Uma vez que essa nova forma de gestão da cadeia de suprimentos esteja implantada – e a tecnologia está cada vez mais acessível – o que veremos é uma “rede” de suprimentos digital que irá oferecer um novo grau de resiliência e capacidade de resposta. As empresas que entenderem e investirem nesse novo cenário certamente vencerão na concorrência nos quesitos de eficiência e transparência nas entregas.

Produção mais ajustada

Uma das capacidades dessa nova “rede” de suprimentos digital é a emissão de sinais quando em algum ponto da cadeia seja detectado um problema que afete a oferta ou a demanda, como escassez de matérias primas, componentes ou peças sobressalentes – uma cadeia de suprimentos responsiva.

O resultado é uma total integração e colaboração entre os níveis estratégicos, táticos e operacionais, com maior suporte para as operações diárias e planejamento de cenários. Caso os responsáveis pela gestão da cadeia de suprimentos sejam notificados em tempo quase real sobre alterações na demanda do cliente, eles podem imediatamente avaliar o impacto das mudanças no estoque, na capacidade de produção, nos pedidos de outros clientes, no fornecimento de matéria prima…

Os resultados da projeção desse cenário podem ser avaliados em relação a critérios como qual seria o impacto no desempenho financeiro e na confiabilidade de entrega, identificando a solução ideal. Essa solução é então imediatamente compartilhada com o cliente, fornecedores, provedores de logística e outros parceiros, que irão ajustar os seus processos para atender a essa nova demanda.

Com a transformação digital, o fluxo de trabalho passa a ser modelado visando integrar todos esses processos de colaboração, compartilhando os dados por toda a cadeia de suprimentos, aumentando a agilidade e, ao final, oferecendo uma melhor experiência ao cliente.

 

Novas capacidades

Historicamente, os responsáveis pela gestão da cadeia de suprimentos estavam atentos aos quatro V´s (volatilidade, volume, velocidade e visibilidade) à medida que tentavam otimizar os resultados de metas como custo total, serviço, qualidade e suporte à inovação. Analistas afirmam que essas prioridades não serão postas de lado, mas ressaltam que, no futuro, os gestores devem ser capazes de alcançar níveis mais altos de desempenho utilizando as tecnologias digitais que oferecem novos recursos para a cadeia de suprimentos.

Além disso, a transformação digital irá ajudar a criar novas fontes de receita, proporcionando acesso mais rápido aos mercados e otimizando a produção.

 

Brasil ainda precisa avançar na indústria 4.0

Pesquisa realizada em 2017 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que dos 24 setores da indústria brasileira, 14 precisam investir em tecnologia para se adaptarem ao conceito de indústria 4.0. O estudo analisou taxas de produtividade, exportação, importação e inovação de diversos segmentos industriais brasileiros e realizou uma comparação com as 30 maiores economias do mundo para avaliar a situação das firmas nacionais nos mercados interno e externo.

Segundo a pesquisa da CNI, ainda estão longe de chegar a esse patamar as indústrias brasileiras dos setores de impressão e reprodução; farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; couro e calçados; vestuário; têxteis; máquinas e aparelhos elétricos; outros equipamentos de transporte; produtos de metal; máquinas e equipamentos; móveis, artigos de borracha e plástico e produtos diversos.

Em termos de produtividade, ficam acima da média dos demais países analisados apenas o segmento extrativista; os de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, de metalurgia e de fumo. Já quando considerada a taxa de inovação, o desempenho superior às demais economias ocorre nas indústrias extrativista, alimentícia e de móveis.

Para enfrentar esse desafio, conte com a nossa expertise e conheça as vantagens de contar com um conjunto único de soluções de gestão de ativos e de logística – o OKTO.

Saiba como BI e analytics podem otimizar a gestão da cadeia de suprimentos
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Saiba como BI e analytics podem otimizar a gestão da cadeia de suprimentos

Até o final de 2020, um terço das cadeias de suprimentos estarão utilizando capacidades cognitivas baseadas em dados, segundo projeções da consultoria IDC, aumentando em 10% a sua eficiência e em 5% o seu desempenho. O uso de Business Intelligence (BI) e analytics é capaz de transformar a gestão da cadeia de suprimentos, oferecendo insights para tomada de decisões mais ágeis e assertivas, o que resulta em entregas mais eficientes, com menor custo e maior satisfação do cliente.

E os líderes de negócios estão atentos a esse novo cenário. Pesquisa da Iharrington Group LLC sobre a digitalização da cadeia de suprimentos aponta que as soluções analíticas de big data como as de informações são consideradas as mais importantes, com 73% tendo relatado que suas empresas estavam investindo nessa tecnologia, à frente dos aplicativos baseados na nuvem, com 63%, Internet das coisas (IOT), com 54%, blockchain, com 51%, aprendizagem de máquina, com 46%, e a economia compartilhada, com 34%. A importância dos hardwares físicos se concentrou na robótica, com 63% dos entrevistados classificando-a como a tecnologia física mais importante, superando ambientes virtuais, com 40%, impressões em 3D, com 33%, e realidade aumentada e drones, com 28%.

Lisa Harrington, presidente do grupo lharrington Group LLC, destaca que “não resta dúvida de que a digitalização está causando um impacto incrível na gestão da cadeia de suprimentos e operações em todo o mundo, representando uma tecnologia que chegou para ficar. As empresas têm à sua disposição inúmeras opções, à medida que novos produtos e aplicativos chegam ao mercado e conquistam aceitação no setor. Atualmente, ter uma estratégia bem direcionada para a digitalização da cadeia de suprimentos é essencial para avaliar o novo panorama tecnológico e traçar um caminho a seguir para colher os benefícios e se manter à frente da concorrência”.

Novo modelo de planejamento na gestão da cadeia de suprimentos

Analistas da consultoria McKinsey indicam que a gestão da cadeia de suprimentos se beneficiará enormemente com o uso de BI e analytics, bem como da automação do trabalho de conhecimento. Algumas das principais empresas de bens de consumo já estão utilizando análises preditivas no planejamento da demanda para analisar centenas ou mesmo milhares de variáveis internas e externas que influenciam a demanda (por exemplo, clima, tendências das redes sociais, dados de sensores), valendo-se de abordagens de machine learning para modelar relacionamentos complexos e elaborar um plano preciso para a demanda.

O planejamento altamente automatizado e totalmente integrado da demanda e da oferta rompe os limites tradicionais entre as várias etapas do planejamento e faz com que este se torne um processo flexível e contínuo. Em vez de manter estoques de segurança fixos, cada exercício de planejamento da reposição reconsidera a distribuição da probabilidade da demanda esperada.

Consequentemente, os estoques de segurança implícitos serão diferentes para cada novo pedido. E os preços poderão então ser adaptados dinamicamente para otimizar o lucro e, ao mesmo tempo, minimizar os estoques.

Essas novas abordagens de distribuição de produtos podem reduzir o tempo de entrega das empresas para apenas algumas horas. Como? Mecanismos avançados de previsão – como análises preditivas de dados internos (demanda, por exemplo) e externos (tendências de mercado, clima, férias escolares, índices de construção) –, quando combinados com dados sobre a demanda de peças sobressalentes a partir do estado atual das máquinas, permitem uma previsão muito mais precisa da demanda dos clientes. Previsões que antes eram mensais tornam-se semanais – e, no caso dos produtos de maior movimentação, diárias.

Novos tempos, novos clientes

Muitas organizações já conseguem extrair dos seus sistemas de BI dados número de pedidos, mas nem todas conseguem analisar a sua gestão da cadeia de suprimentos de modo a customizar o atendimento dos pedidos. Ferramentas de BI e de analytics permitem analisar o perfil do cliente para cada segmento do negócio, mix de produtos preferidos, principal canal de entrega e grau de engajamento, entre outros insights.

Com os clientes buscando cada vez mais a customização nos produtos que compram, as empresas precisam gerenciar a demanda em um nível muito mais “granular”, isto é, mais detalhado, mediante técnicas de microssegmentação, customização em massa e cronogramas mais sofisticados.

Conceitos de distribuição inovadores, incluindo a entrega por meio de drones, permitirão que as empresas gerenciem de modo mais eficiente a chamada “última milha” no caso de pacotes individuais de alta densidade e valor (atendendo assim às necessidades de customização dos clientes), e ao mesmo tempo efetuem entregas ainda mais rápidas do que é possível hoje para produtos padrão do mercado de massa.

O uso de BI e analytics na gestão da cadeia de suprimentos é um dos primeiros passos para conquistar a fidelidade do cliente e melhorar a reputação da marca, ao mesmo em que reduz os custos e agiliza a produção.

Saiba por que o blockchain está transformando a área de logística
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Saiba por que o blockchain está transformando a área de logística

Uma cadeia de suprimentos mais eficiente, com total visibilidade e transparência, é a revolução prometida pelo uso do blockchain na logística. O blockchain, estrutura de registro distribuída usada inicialmente para registrar transações com bitcoins – moedas digitais -, é formado por blocos ou cadeias de informações onde as operações são registradas usando chaves públicas e privadas e compartilhadas entre os agentes de um processo, em tempo real, sem possibilidade de que as informações sejam adulteradas.

O blockchain funciona como uma base de dados distribuída onde os blocos de informações vão se conectando e formando uma “história” transparente, segura e rastreável.

Com isso, os provedores de serviços logísticos podem registrar de forma transparente e segura – ninguém pode manipular ou excluir dados sem que o movimento seja registrado no blockchain – todos os eventos da cadeia, visível para todos os usuários autorizados.

Especialistas destacam algumas das vantagens já identificadas com o uso do blockchain na logística:

  • Aumenta a rastreabilidade em toda a cadeia
  • Maior visibilidade e transparência para todas as partes envolvidas na cadeia
  • Reduz burocracia e custos administrativos
  • Aumenta a confiança nas contratações
  • Governança mais inteligente nos processos
  • Fortalece a reputação da empresa devido à transparência das operações e agilidade

Rastreabilidade e qualidade

Com o uso do blockchain na logística, todos os produtos – alimentos, remédios, vestuário – podem ter a sua “vida” rastreada desde o “nascimento” e em todos os momentos da cadeia de produção. Um supermercadista, por exemplo, pode rastrear o caminho de produtos desde a plantação até o centro de distribuição ou loja, otimizando o transporte e garantindo a reposição do estoque just-in-time. Já o consumidor final pode analisar toda a procedência do alimento ou produto direto na gôndola do supermercado – onde e quando foi plantado ou produzido, como foi transportado, há quanto tempo está em estoque.

Já na área de vestuário, o consumidor pode verificar onde a peça foi produzida, garantindo que não foi usado trabalho escravo na sua confecção, um problema que tem afetado a imagem de diversas marcas.

Contratos inteligentes

Como o blockchain é formado por uma cadeia de blocos pública que permite realizar e documentar transações online em um ecossistema seguro, os intermediários, como bancos ou tabeliões, passam a ser desnecessários, já que toda transação possui uma assinatura digital que assegura a sua autenticidade. Esses são os chamados smart contracts, ou contratos inteligentes, acelerando processos e reduzindo a burocracia.

Um contrato inteligente funciona como se fosse um contrato normal firmado entre duas partes, com a diferença de que ele é digital, não pode ser perdido ou adulterado, e é auto-executável. Em resumo, é um contrato que garante a execução de um acordo, utilizando a tecnologia blockchain, automatizado e que elimina os intermediários. Resultado? Menos burocracia, menos custo e mais agilidade.

Os contratos inteligentes e a visibilidade oferecida pelo blockchain também podem ser aplicados na gestão de fretes. Com um processo de precificação complexo, muitas vezes são geradas disputas sobre o valor exato cobrado pelas partes. Com o blockchain, é possível ter uma visão única dos custos, transparente e sem possibilidade de fraudes, facilitando o processo de acordo.

O futuro da Logística 4.0

O uso do blockchain na logística vem sendo alvo de discussões em todo o mundo e em 2017 foi criada a BiTA (Blockchain in Transports Alliance ou Aliança de Transportes em Blockchain). Juntos, empresários do setor de tecnologia e de transportes pretendem desenvolver aplicações e estabelecer padrões industriais para tornar mais precisos e seguros os processos de logística.

Para os membros da aliança, essas são as principais vantagens do uso do blockchain na logística:

Monitoramento do desempenho – o monitoramento do histórico do desempenho a partir da estrutura blockchain permite que as partes implantem métricas para avaliar as transações efetuadas na cadeia logística.

Manutenção de veículos – o histórico da manutenção de frotas passa a ser compartilhado, garantindo mais confiabilidade e delegando responsabilidades.

Garantia de qualidade – por conta da natureza distribuída do blockchain, todos os momentos da cadeia de logística podem ser compartilhados, avaliando a qualidade do serviço de frete nos locais de coleta e de entrega, por exemplo, com fotos.

Conformidade – a estrutura blockchain é uma grande aliada dos sistemas que monitoram o tempo na estrada e desempenho dos motoristas, cruzando essas informações com dados do tráfego, meteorológicos etc, ajustando rotas e, principalmente, mantendo a conformidade com regras de segurança.

Monitoramento da capacidade de carga – durante um dia de trabalho, o caminhão pode ficar com espaço ocioso após algumas entregas e com a visibilidade proporcionada dos processos de coleta e de entrega, novas cargas podem ser adicionadas durante o trajeto.

Na Atech, estamos atentos a todas os benefícios oferecidos pelo uso do blockchain na logística e em como essa tecnologia pode aprimorar os serviços que fazem parte da nossa plataforma OKTO para gestão de ativos e logística com mais visibilidade, agilidade e conformidade.

Evite os erros de agendamento que geram disrupções nas operações logísticas
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Evite os erros de agendamento que geram disrupções nas operações logísticas

Ampliar a eficiência operacional faz parte da estratégia competitiva de todas as empresas e, para isso, é preciso contar com uma cadeia logística ajustada, capaz de atender as demandas com agilidade e precisão. E sem o correto planejamento e agendamento nas operações logísticas, conectando fornecedores, clientes, fornecedores de clientes, armazém, transporte, pátio e docas, certamente essa cadeia vai perder a eficiência em algum momento.

E quanto mais complexa se torna a atividade da empresa, maior a necessidade de coordenar todos os aspectos envolvidos no processo de produção e de distribuição. Dois segmentos que dependem e muito de um correto agendamento nas operações de logística são o de portos e o supermercadista, já que ambos lidam com diversos produtos, clientes e fornecedores.

Agendamento agiliza operações em portos

Em um dos principais portos do Brasil, o tempo médio para a liberação de contêineres caiu de 10 para 7 dias, incluindo o tempo do processo de importação. Segundo armadores, essa melhora é devida principalmente pelos esforços da iniciativa privada em aumentar a produtividade de seus terminais, com investimentos em tecnologia, equipamentos e modernização das operações, garantindo um aumento de eficiência.

Com o investimento em ferramentas de agendamento nas operações logísticas, o caminhoneiro que precisa buscar o contêiner sabe exatamente a hora para a sua retirada e não precisa pernoitar na porta do terminal, reduzindo seus custos.

Outro porto, que atua principalmente no escoamento de produtos agrícolas, também vem investindo em um sistema de agendamento de descarga de caminhões. Agora, com data e hora marcadas, caminhoneiros, exportadores, terminais e porto conseguem planejar com eficiência as operações.

A meta era acabar com períodos ociosos de descarga, evitar acúmulo de veículos nas vias de acesso aos terminais. Para dar conta de todo o movimento, a logística de escoamento dos produtos precisa estar muito bem organizada para que produtor e comprador de grãos tenham seus prazos respeitados e as operações aconteçam com agilidade.

Planejamento das operações é fundamental para setor supermercadista

Já nos supermercados, a falta de planejamento e agendamento nas operações logísticas leva a três grandes erros nas operações:

Falha na separação de produtos – sem um controle da distribuição das mercadorias, seja dentro dos centros de distribuição ou nas lojas, existe o risco de perdas de produtos, já que não existe um cronograma do prazo de validade de cada lote. Assim, o produto pode não estar mais viável para comercialização ou precise ser vendido por preço mais baixo que o previsto nas gôndolas de promoção de produtos perto de final do prazo de validade.

Falha no fluxo de recebimento – sem o agendamento, é comum caminhões precisarem aguardar para carregar ou descarregar produtos nas lojas ou nos centros de distribuição. Tempo parado é igual a tempo perdido, menor eficiência e maior custo. Na maioria das vezes esse problema ocorre por falta de entrosamento entre a área comercial e o centro de distribuição. A área comercial define a compra e as condições de entrega, mas não consulta a área de logística sobre a capacidade de recebimento naquela determinada data. Sistemas automatizados de logística otimizam esse processo, permitindo que transportadoras e fornecedores façam o agendamento das entregas e coletas de forma autônoma, respeitando a capacidade da operação.

Falha no planejamento das operações – muitas vezes os setores de compras e de marketing definem ações promocionais sem avaliar a logística necessária para implantar a estratégia. Com isso, para que as mercadorias estejam nas gôndolas, os centros de distribuição precisam operar além de sua capacidade e mais veículos são necessários para abastecer ou descarregar a mercadoria da promoção. No final, toda a operação se torna mais lenta, menos eficiente e competitiva.

 

Tecnologia fornece rastreabilidade e otimização das operações logísticas

A questão central da logística é a redução de custos e, para isso, é preciso tornar as operações mais eficientes e enxutas. Segundo especialistas da Endeavour, a logística envolve diversos processos que devem ser controlados, como processar pedidos, adquirir suprimentos, produzir, embalar, armazenar e transportar, por exemplo. Para acompanhar todos esses processos, a indicação é trabalhar com alguns indicadores estratégicos, que são:

  • Volume de vendas
  • Entregas realizadas dentro do prazo
  • Erros cometidos durante as entregas
  • Taxa de crescimento
  • Taxa de encolhimento do estoque
  • Eficiência dos processos internos
  • Identificação de retrabalho

Todos esses indicadores podem ser avaliados com sistemas automatizados de controle. Quando falamos em entrega, o agendamento nas operações logísticas é a chave para a sua eficiência, e esse é um dos módulos incluídos na plataforma OKTO, desenvolvida pela Atech, que integra soluções voltadas para logística e para a gestão de ativos. A plataforma realiza a gestão e a governança dos processos globais de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrada com sistemas industriais e administrativos, a partir dos seus módulos:

  • Planejamento e execução da operação
  • Gerenciamento de documentos do processo e custos
  • Gerenciamento de serviços
  • Agendamento de transporte de cargas
  • Gestão de eventos
Entenda os desafios de visibilidade da cadeia de suprimentos
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Entenda os desafios de visibilidade da cadeia de suprimentos

Quais são os maiores desafios da logística? Entre eles, podemos citar conter o aumento de custos, enfrentar a competição global, a necessidade de entregar melhores serviços aos clientes, reduzir tempo de entrega e contar com uma infraestrutura confiável. E a solução para todos esses desafios está na maior visibilidade da cadeia de suprimentos, possível a partir da sua digitalização.

Segundo estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil envolve desafios que começam com os investimentos em equipamentos que incorporem novas tecnologias, passando pela adaptação de processos e das formas de relacionamento entre empresas ao longo da cadeia produtiva, cria­ção de novas especialidades e desenvolvimento de competências, entre outros. O cruzamento de informações que permite conectar o pedido de compra, a produção e a distribuição de forma autônoma, sem que pessoas precisem tomar decisões a todo o momento, por exemplo, exigirá novas formas de gestão e engenharia em toda a cadeia produtiva.

E a Internet das Coisas (IoT) desempenha um papel fundamental para ter maior visibilidade da cadeia de suprimentos. Máquinas e insumos passam a “conversar” ao longo das operações in­dustriais com escala e flexibilidade no processo de fabricação, que, assim, ocorre de forma relati­vamente autônoma e integrada. Dispositivos localizados em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, também trocam informações de forma instantânea sobre compras e estoques, permitindo uma otimização logística até então impensável, estabelecendo maior integração também entre os elos de uma cadeia produtiva.

Novas competências

Mas nem sempre a sua empresa tem à disposição recursos internos capacitados para identificar e implantar as melhores soluções que permitam uma maior visibilidade da cadeia de suprimentos. Um estudo sobre a digitalização das fábricas, elaborado pela consultoria Accenture, aponta que 55% dos fabricantes, com base em um universo de 450 entrevistados, relataram a falta de competência tecnológica entre os colaboradores, que precisam operar máquinas e equipamentos digitais cada vez mais avançados.

Segundo a pesquisa, 75% dos desafios da transformação digital citados pelos entrevistados estão relacionados com competências, talentos dentro da organização, mudança ou estrutura organizacional.

Segundo a consultoria McKinsey, a época de gerenciar a cadeia de suprimentos em silos acabou. Análises sofisticadas de dados permitem que as empresas gerenciem a visibilidade da cadeia de suprimentos de ponta a ponta e, em setores como o varejo, quase em tempo real.

Além disso, os analistas ressaltam a importância de combinar excelência operacional com capacidade analítica e tomada de decisões multifuncionais baseada em dados. Para isso, o caminho é criar equipes analíticas para dar suporte à tomada de decisões e identificar riscos e oportunidades ocultos em dados não estruturados, com o suporte da TI ou de parceiros, entregando aplicativos e plataformas ágeis que favoreçam a colaboração e possibilitem um processo analítico de tomada de decisões.

A transformação digital e a visibilidade da cadeia de suprimentos

A implantação de ferramentas de visualização está no topo das prioridades dos executivos no processo de transformação digital da cadeia de suprimentos. Pesquisa da Capgemini Consulting aponta que entre 94% dos quase 400 executivos entrevistados, a visibilidade da cadeia de suprimentos é considerada fundamental para a eficiência dos processos.

Alguns dos benefícios esperados com a transformação digital das cadeias de suprimentos incluem reduções de custos para logística, inventário e manutenção, melhorias no atendimento ao cliente e maior eficiência dos equipamentos em escala global.

Ainda mais importante, a expectativa entre os entrevistados é que a transformação digital da cadeia de suprimentos aumente drasticamente a agilidade de suas empresas. Para eles, a rapidez é necessária para responder às mudanças das condições de mercado, aos novos participantes que podem ameaçar os modelos de negócios existentes ou a interrupções inesperadas da cadeia, que causaram prejuízos significativos ao desempenho financeiro e à reputação de inúmeras organizações ao longo dos anos.

O passo a passo para aumentar a visibilidade

Mas não é só a implantação de novas tecnologias que vai melhorar a visibilidade da cadeia de suprimentos, processos também precisam ser repensados.

Em primeiro lugar, é preciso identificar todos os envolvidos na cadeia de suprimentos (internos e terceiros) e quais informações devem ser compartilhadas com cada um deles para agilizar as operações.

Em segundo lugar, é preciso estabelecer indicadores de desempenho dos processos mais importantes em cada uma das etapas. Essa medição é que permitirá auferir os resultados e avaliar o retorno sobre o investimento em cada uma das etapas, como no transporte de cargas.

Em terceiro lugar, é preciso reunir todos os indicadores diretamente ligados às mudanças e identificar os ganhos e melhorias nos negócios.

E, finalmente, é preciso fazer uma seleção criteriosa do parceiro tecnológico que irá contribuir para a transformação digital e aumento da visibilidade da cadeia de suprimentos, capaz de entregar tecnologias robustas que melhorem a gestão dos processos logísticos.

O conjunto de soluções para gestão de ativos e logística OKTO, desenvolvido pela Atech, permite realizar a governança de forma confiável, segura e com alto desempenho. Saiba como a plataforma OKTO pode contribuir para a visibilidade da cadeia de suprimentos e eficiência da operação logística, integrando sistemas diversos da empresa, parceiros e operadores.

Conheça os avanços da Logística 4.0 para criar rotas inteligentes
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Conheça os avanços da Logística 4.0 para criar rotas inteligentes

Para manter a sustentabilidade financeira em um ambiente altamente competitivo e desafiador, as empresas de transporte e de logística precisam cada vez mais tomar decisões estratégicas ousadas. O conceito de logística 4.0, baseada em tecnologia, inteligência e análise de dados, é que vai apoiar esse novo cenário e otimizar o transporte de mercadorias, com um melhor planejamento de rotas.

A matriz logística brasileira é concentrada no modal rodoviário (62,70%, segundo estudo realizado em 2016 pelo Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), enquanto o ferroviário responde por 21,70% e o aquaviário 11,70%. Essa concentração, aliada a fatores como estradas precárias, roubo de cargas, entre outros, faz com que o custo logístico brasileiro seja alto.

Informações do Plano de Transporte e Logística da CNT (Confederação Nacional do Transporte) apontam que, no Brasil, em 2016, os custos logísticos em rodovias representaram 11,6% do PIB (Produto Interno Bruto). Em comparação, nos Estados Unidos, a porcentagem é de 8,7%.

E para as empresas, a estimativa é que os gastos com logística, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem, representem 7,6% da sua receita líquida.

A logística 4.0 e as novas possibilidades

A logística 4.0 está baseada na IoT (Internet of Things, ou Internet das Coisas), onde caminhões, equipamentos, sensores, câmeras e muitas outras “coisas” trocam informações em tempo real. Integrar todos esses dados e os transformar em inteligência é que vai garantir a sobrevivência do negócio. A digitalização da logística reduz custos, melhora a eficiência, flexibiliza o trajeto, entre outras possibilidades que gerem mais valor para o negócio.

A consultoria McKinsey realizou um estudo sobre como as empresas de transporte e de logística podem gerar mais valor e aumentar a sua lucratividade, já que o setor comumente apresenta um ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) inferior a outros setores como varejo e utilities.

Segundo os analistas, o futuro do setor de logística será direcionado por algumas megatendências, que são, entre outras:

  • Megacidades e rotas de transporte
  • Transporte compartilhado
  • Novos mercados
  • Maior eficiência operacional

E o que todas essas megatendências têm em comum? A tecnologia e a inteligência da logística 4.0: sensores, conexões seguras e velozes que transportem as informações, ferramentas de Big Data que transformem dados em inteligência, soluções de ativos e logística, como a plataforma OKTO, que integrem toda a cadeia.

Conexão, sistemas de roteirização e de rastreamento e inteligência, é que permitirão analisar e cruzar, em tempo real, por exemplo, informações meteorológicas, possíveis congestionamentos, restrição de trânsito, e ajustar automaticamente a rota de um caminhão, otimizando o caminho entre o ponto A e o ponto B dentro de uma megacidade.

Para o compartilhamento, é preciso integrar sistemas industriais, administrativos e logísticos de todos os parceiros envolvidos no transporte. Além disso, novos modelos de negócios baseados na economia compartilhada, como o Uber, servem de modelo para o compartilhamento de espaço entre as transportadoras. E, para isso, também é preciso tecnologia e conexão.

Abrir novos mercados implica na coleta e análise de informações as mais diversas, com o uso de ferramentas gerenciais que auxiliem e agilizem a tomada de decisão.

Já uma maior eficiência operacional, planejando rotas que unam agilidade no transporte e menos custos na operação, só será possível com automação, mobilidade, monitoramento em tempo real, análise preditiva e procedimentos mais inteligentes de carga e descarga.

Como a logística 4.0 otimiza rotas

Identificar rotas inteligentes é uma das possibilidades de otimização oferecidas pela logística 4.0, melhorando o serviço de entrega e atendimento ao cliente. Com soluções de gestão e governança do processo logístico, é possível analisar todas as variáveis que envolvem o transporte de carga, como a melhor rota, condições e restrições de circulação de vias, restrições dos clientes com relação ao recebimento, condições das estradas e até mesmo riscos de roubo de carga.

E quais são as principais vantagens de definir a rota mais inteligente para o transporte de cargas?

Em primeiro lugar, com o monitoramento da carga, podemos destacar a otimização das rotas de coletas e de entregas, planejando as rotas de modo a cumprir o calendário, levando em consideração tempo, localidade e o perfil de entrega, com flexibilidade para acompanhar possíveis mudanças identificadas pelo monitoramento da carga em tempo real.

Esse monitoramento também contribui para a segurança, pois permite identificar em tempo real qualquer desvio de rota que, caso não tenha sido prevista, pode indicar que o veículo foi alvo de bandidos e o consequente acionamento da polícia.

Em segundo lugar, temos a redução dos custos da operação, com economia de combustível e menos gastos com a manutenção da frota, como troca de pneus, contribuindo para a tendência mundial de implantação de uma logística sustentável, com menos utilização dos recursos naturais e emissão de poluentes.

E finalmente, adotar melhores práticas, com uma logística voltada para o cliente, aumenta a fidelização, oferecendo preço justo, prazo de entrega, integridade da carga. Essa fidelização permite conquistar vantagens competitivas e gerar mais valor para toda a cadeia.

A importância da gestão integrada de processos

No cenário da logística 4.0 os procedimentos administrativos e operacionais devem funcionar de maneira integrada, contribuindo para o acompanhamento dos resultados e oferecendo relatórios em dashboards customizados que entregam inteligência para a tomada de decisões.

O conjunto de soluções único para a Gestão de Ativos e Logística – o OKTO – desenvolvido pela Atech, oferece essa inteligência na gestão integrada de processos, otimizando:

  • O planejamento e execução da operação
  • O gerenciamento de serviços
  • A gestão de eventos
  • O gerenciamento de documentos do processo e custos
  • O agendamento de transporte de cargas

Conheça todas as vantagens de contar com a plataforma OKTO, automatizando processos e tarefas.

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Saiba como a Internet das Coisas está transformando o transporte em indústrias altamente reguladas

As mudanças no perfil da demanda estão provocando importantes mudanças que estão permitindo à área de logística adotar uma série de tecnologias, e a Internet das Coisas tem tido um importante papel no desenvolvimento de operações com alto nível de visibilidade, um aspecto importante, especialmente no caso das indústrias altamente reguladas.

No caso do setor de saúde, por exemplo, a indústria farmacêutica deve seguir uma série de regulamentações que exigem das empresas responsáveis pelas operações logísticas um alto nível de controle sobre a distribuição de produtos, garantindo a qualidade e a conformidade dos medicamentos. Neste cenário, tecnologias baseadas em Internet das Coisas, como a instalação de sensores conectados, são uma revolução no modo como as operações logísticas são geridas, especialmente com o crescimento dos investimentos em transformação digital.

Uma pesquisa publicada no último ano pela Capgemini sobre o impacto da transformação digital na cadeia de suprimentos aponta que, entre os 337 entrevistados, 94% indicaram que a visibilidade na logística é uma tecnologia chave para ganhar mais eficiência. De acordo com o estudo, que entrevistou profissionais de mais de 20 países, 75% indicavam que a transformação digital.

Ao mesmo tempo, para 2020, 94% dos entrevistados indicaram que esperam receber mais atualizações em tempo real sobre o status de toda a cadeia de suprimentos, e 94% querem usar mais Analytics para avaliar o desempenho de seus fornecedores.

Continue acompanhando nosso post e entenda como a Internet das Coisas vai possibilitar o cumprimento desses objetivos:

Visibilidade de toda a cadeia de suprimentos

A área de logística está sempre focada em maximizar a eficiência para reduzir custos de transporte e armazenamento. Para isso, é preciso criar uma série de otimizações ao longo de toda cadeia, e a visibilidade completa é essencial para identificar pontos de melhoria, tomar decisões efetivas de maneira ágil e reduzir o tempo necessário para detectar falhas.

Dispositivos móveis, como RFID (Radio Frequency Identification), scanners de códigos de barras e outras tecnologias permitem uma visibilidade muito maior da cadeia de suprimentos e um controle mais amplo das operações. Cada vez mais empresas estão usando RFID hoje para obter mais precisão do seu inventário e processar mais rapidamente ordens de pedidos, reduzindo os custos de mão de obra.

Essa inteligência dá às organizações a possibilidade de melhorar a eficiência das operações logística em tempo real, por meio de decisões mais embasadas.

Gerenciamento da frota

No caso das indústrias altamente reguladas, a gestão da frota é importante não apenas para maximizar a produtividade e a eficiência operacional, reduzindo o downtime, mas também para garantir a qualidade dos itens durante a distribuição.

Por meio de scanners mobile, computadores e sistemas RFID, é possível ganhar uma visibilidade muito mais ampla desses ativos para garantir a conformidade com a regulamentação. Ao substituir as ordens de trabalho físicas por versões digitais, em dispositivos mobile, os técnicos economizam tempo e aumentam a relevância e a precisão dos dados. Com isso, é possível obter insights do histórico de manutenção, das peças e do inventário de registros para prevenir falhas durante os trajetos.

Com o uso de dispositivos conectados, as empresas podem capturar, compartilhar e gerir dados de todos os ativos em movimento, e o alto nível de conectividade permite às organizações se comunicar facilmente com motoristas em qualquer lugar, facilitando a tomada de decisões e a proatividade nos reparos necessários detectados por sensores implementados em contêineres e veículos em movimento.

Essa visibilidade, além de dar mais segurança aos técnicos, reduz a possibilidade de danos à carga e os custos gerados pelo downtime. Por meio desses insights, as empresas ainda podem alocar os profissionais mais preparados para diferentes ocorrências em campo e tomar ações antes que os problemas ocorram.

As soluções OKTO para Logística realizam a gestão e a governança de processos logísticos globais de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrado com sistemas industriais, administrativos e logísticos para dar às empresas o necessário para ter total controle e visibilidade às empresas de indústrias altamente reguladas.

Conheça soluções de conectividade que vão melhorar a produtividade em logística
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Conheça soluções de conectividade que vão melhorar a produtividade em logística

Para obter mais produtividade na área de logística, é essencial que as empresas contem com mais visibilidade dos processos de toda a cadeia de suprimentos. Um estudo divulgado pelo Business Continuity Institute revelou recentemente que mais de 78% das empresas têm visibilidade inadequada dessas atividades porque conta com sistemas errados e ineficazes. Diante deste cenário, não é surpresa que dados do Banco Mundial divulgados em 2016, no Índice de Performance Logística (LPI), indiquem que entre 13% e 35% das cargas não atendem os requisitos de qualidade esperados.

Por isso, cada vez mais empresas estão buscando soluções de conectividade para obter mais produtividade nos processos logísticos. Dados de uma pesquisa recente do Center for Global Enterprise (CGE), divulgada em 2016, estimam que uma cadeia de suprimentos digital e conectada pode reduzir custos de processos em 50%, e aumentar a receita em 10%.

As soluções de conectividade na área logística dão mais visibilidade e, consequentemente, mais produtividade e assertividade ao permitirem que as empresas quebrem silos de informação, sincronizando melhor dados de processos de várias funções diferentes, internas ou externas. Com isso, diversos agentes envolvidos nas operações, como armazenamento e transporte, podem otimizar suas atividades, por meio do recebimento de insights de diferentes áreas do negócio.

Os avanços das soluções de conectividade são parte da chamada logística 4.0, que tem revolucionado o modo como as informações são tratadas dentro da área de logística – tudo é conectado, e a grande quantidade de informações é integrada por sistemas modernos que cruzam dados de logística e outras áreas para gerar insights que permitam aos líderes de negócio tomar decisões rapidamente.

Tecnologias de conectividade como solução para obter visibilidade e reduzir custos

A internet das coisas está entre uma das principais tecnologias que potencializam o desenvolvimento de soluções de conectividade para a área de logística, no entanto, seu avanço ainda é lento entre as empresas de transporte de logística. Dados do relatório The Future of IoT in Enterprise, de 2017, revelam que a maior parte (96%) das organizações desse segmento acreditam que conectividade onipresente seja a base para a implementação dessa tecnologia, porém, 40% dessas empresas identificaram problemas de conectividade como um de seus maiores desafios.

A falta de integração com sistemas existentes é um dos principais pontos que dificultam a implementação de internet das coisas e, consequentemente, soluções de conectividade nos processos logísticos. Não é difícil encontrar empresas trabalhando com sistemas antigos e incapazes de suportar soluções de conectividade que trabalham com o grande volume de dados coletados ao acompanhar todos os estágios da cadeia de suprimentos.

O investimento em soluções modernas focadas na área de logística e na gestão da cadeia de suprimentos é importante para tirar mais proveito das soluções de conectividade. Soluções baseadas em internet das coisas, por exemplo, contribuem para o desenvolvimento de armazéns altamente integrados, garantindo a precisão do transporte e a rastreabilidade dos itens.

Ao mesmo tempo, a aplicação de dispositivos de Internet das Coisas na área de logística, como sensores conectados para acompanhar variações de temperatura, localização e outros aspectos da carga, possibilitam às empresas controlar de perto a qualidade das entregas.

O impacto do big data para otimizar as operações

A necessidade de tomar ações em tempo real requer que a área de logística tenha visibilidade e controle de toda a cadeia de suprimentos para garantir a execução de processos de maneira consistente e ágil.

Tecnologias baseadas em big data e análise preditiva, que, por meio da análise de múltiplas fontes, permitem obter insights úteis de diferentes estágios dos processos logísticos, identificando pontos de melhoria e possíveis falhas, ajudam a reduzir o custo de transporte, armazenamento e outros estágios da cadeia de suprimentos.

Cada vez mais empresas usam big data para obter insights que as soluções mais antigas ou mesmo os ERPs não são capazes de proporcionar. A automatização baseada em dados, em especial a automatização dos procedimentos de entrada e saída, por exemplo, permitem melhorar o uso de recursos como caminhões e armazéns.

Ao mesmo tempo, a combinação de aprendizado de máquina com a gestão da cadeia de suprimentos garante um melhor uso dos dados para identificar tendências de consumo e ganhar vantagens competitivas para o negócio.

A Atech, por meio da plataforma OKTO, oferece à área de logística uma série de recursos para realizar a gestão e a governança de processos logísticos globais, garantindo segurança, confiabilidade e alto desempenho. Integrando-se a sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores, a Atech dá suporte à tomada de decisão na área de logística por meio de soluções de alta tecnologia. Conheça as soluções da plataforma OKTO para logística.

Veja como monitorar a gestão logística de ponta a ponta
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Veja como monitorar a gestão logística de ponta a ponta

A capacidade de monitorar a gestão logística de ponta a ponta, com total visibilidade de toda a cadeia de produção, é fundamental para manter a competitividade das empresas, permitindo a tomada de decisões baseadas em informações confiáveis e atualizadas. Afinal, os gastos com logística são altos e representam 7,6% da receita líquida das empresas brasileiras, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem, segundo o Panorama ILOS Custos Logísticos no Brasil – 2017. O relatório também aponta que esses custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB nacional.

Em uma economia globalizada e os seus consequentes desafios para reduzir custos, aumentar a eficiência e atender a clientes mais exigentes, o uso de novas tecnologias que entreguem maior visibilidade da gestão logística é imprescindível para dar mais agilidade e inteligência às operações. A falta de transparência em toda a cadeia de suprimentos pode levar a decisões erradas, oportunidades perdidas, aumento de custos e perda de clientes.

A digitalização da cadeia de suprimentos

Segundo a consultoria Gartner, é preciso investir na digitalização da cadeia de suprimentos, envolvendo não apenas a empresa, mas também seus parceiros, identificando as áreas mais estratégicas para o negócio e para os clientes.

Para os analistas, a maior visibilidade e melhor gestão logística ponta a ponta pode aumentar drasticamente a eficiência de toda a cadeia de suprimentos. Mas, para isso, é preciso investir na integração entre sistemas, possibilitando a coleta e análise de dados, obtendo insights que permitam identificar oportunidades para reduzir custos e otimizar processos.

Com visibilidade, provedores de serviços logísticos podem implantar uma “cadeia de suprimentos orientada para a demanda” e, assim, ter mais controle, uma melhor comunicação com todos os parceiros, mais agilidade para atender a novas demandas, capacidade de resolver problemas de forma proativa e oferecer melhores serviços ao cliente.

E é essa visibilidade que vai evitar interrupções na cadeia de suprimentos, antecipando problemas. De acordo com o último relatório elaborado pelo Business Continuity Institute, essas interrupções, provocadas por falhas de fornecedores, greves de motoristas, desastres naturais, entre outros motivos, resultam em queda de produtividade (55%) e aumento dos custos (46%).

A logística 4.0

Essa inteligência na gestão logística proporcionada por novas tecnologias, integrando dados de sistemas industriais, administrativos e logísticos da empresa, parceiros e operadores, é a base da logística 4.0, fornecendo suporte para produtos existentes e, também, reduzindo o tempo de entrada no mercado para novos produtos e serviços.

Essas novas tecnologias incluem a Internet das Coisas e seus sensores, computação na nuvem, Big Data e automação com uso de robótica, veículos autônomos e realidade virtual.

A integração do rastreamento entre fábrica, armazéns, transporte e entrega, combinado à capacidade de alertas em tempo real, permite que produtores, fornecedores, parceiros e clientes gerenciem melhor o desempenho e riscos da cadeia logística. Juntar as peças desse quebra-cabeça logístico leva a um gerenciamento mais holístico e em tempo real de todo o ecossistema, mudando de uma gestão logística fragmentada para uma abordagem integrada de gerenciamento ponta a ponta da cadeia de suprimentos.

Como aumentar a visibilidade na cadeia de suprimentos

Tecnologia e pessoas. Esse é o binômio capaz de gerar verdadeiras melhorias operacionais. A tecnologia entrega as informações e as pessoas decidem quais ações são as mais adequadas.

Então, como aproveitar esse novo cenário para otimizar a gestão da logística?

Em primeiro lugar, é preciso facilitar a comunicação entre todas as partes envolvidas, definindo quais dados devem ser compartilhados, e com quem, em todos os estágios da cadeia de suprimentos.

Em segundo lugar, defina seus indicadores de performance, estabelecendo metas e prazos. Avalie sempre quanto falta para atingir uma meta e quais resultados já foram alcançados.

Em terceiro lugar, é hora de mensurar os resultados obtidos com a maior visibilidade no monitoramento das operações logísticas. Identifique se já houve redução de custos, melhora no planejamento e administração do transporte e melhor atendimento ao cliente. Compartilhe os resultados com os parceiros e avalie se eles também já registraram melhorias em seus processos. Aproveite para identificar falhas e fazer pequenas correções.

E, finalmente, procure o parceiro tecnológico capaz de entregar soluções inovadoras para realizar a gestão e a governança do processo logístico global com confiabilidade, segurança e alto desempenho, integrando sistemas industriais, administrativos e logísticos de todos os envolvidos. O conjunto de soluções de gestão de ativos e logística OKTO, desenvolvido pela Atech, é capaz de agregar mais inteligência á sua gestão logística.