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Consórcio Águas Azuis é escolhido como fornecedor preferencial para construir as quatro corvetas da Classe Tamandaré

O Consórcio Águas Azuis, formado pela thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech, subsidiária do Grupo Embraer, foi selecionado pela Marinha do Brasil para a construção de quatro navios de defesa no Programa CCT – Corvetas Classe Tamandaré como concorrente preferencial. O resultado foi anunciado hoje (28/03) e representa um novo marco para as indústrias de defesa e naval do País.

Com liderança da thyssenkrupp Marine Systems e sua competência em sistemas navais, as empresas do Consórcio Águas Azuis vão agora formar uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) para a fase de execução do programa. Baseado em um relacionamento de longo prazo e forte presença no Brasil, as empresas e suas subsidiárias construíram uma sólida parceria nacional com capacidade comprovada de absorver tecnologia e garantir seu desenvolvimento não apenas para o Programa CCT, mas também para projetos estratégicos futuros de defesa no País.

“Estamos muito honrados pela Marinha do Brasil nos confiar a missão de construir as Corvetas Classe Tamandaré. Fazer parte do Programa CCT reforça nossa posição de liderança e as tecnologias comprovadas que oferecemos ao setor de defesa naval em todo o mundo por quase dois séculos”, destaca o Dr. Rolf Wirtz, CEO da thyssenkrupp Marine Systems. “Esta parceria trará empregos altamente qualificados e tecnologia para o Brasil, fortalecendo a sua indústria de defesa”, completa Wirtz.

“Neste consórcio com a thyssenkrupp oferecemos um modelo sólido de parceria nacional com capacidade comprovada de reter a transferência de tecnologia, garantindo o desenvolvimento de futuros projetos estratégicos de defesa no Brasil. Sempre estivemos confiantes e o resultado de hoje comprova que nossa oferta, realmente, vai ao encontro das necessidades operativas da Marinha do Brasil”, acrescenta Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

Soberania nacional

Com o Programa CCT, a Marinha do Brasil ampliará e modernizará sua Esquadra. Com as quatro corvetas, que têm previsão de entrega entre 2024 e 2028, a Marinha passará a contar com novos Navios-Escolta para se contrapor a eventuais ameaças, garantir a proteção do tráfego marítimo, bem como controlar as águas jurisdicionais brasileiras e zona econômica exclusiva, que juntas formam a chamada Amazônia Azul, totalizando mais de 4,5 milhões de km². Os Navios-Escolta terão importante papel em missões de paz e de ajuda humanitária, em contribuição à Diplomacia brasileira.

O Programa CCT trará contribuições reais para a economia brasileira:

Conteúdo local superior a 40%, entre a construção dos navios e desenvolvimento de sistemas de última geração; Desenvolvimento do cluster naval dual (militar e civil); Geração de mais de 1.000 empregos diretos e aproximadamente 4.000 posições de trabalho indiretos; Competitividade para atender a futuras demandas da Marinha do Brasil e exportação de produtos de defesa naval; Fortalecimento da hélice tripla (governo, indústria e universidades) com a participação de centros de pesquisa e desenvolvimento; Capacidade de suporte em serviço a um produto de alta tecnologia e com longo ciclo de vida.

O programa contempla uma sólida transferência de tecnologia nas áreas de engenharia naval para construção de navios militares e de sistemas de gerenciamento de combate e de plataforma.

Um dos mais modernos estaleiros do Brasil, o Estaleiro Oceana atuará como construtor contratado pelo Consórcio Águas Azuis, bem como receptor de transferência de tecnologia (ToT) relacionada ao projeto. Localizado em Itajaí (SC), região com forte vocação para a indústria naval, o estaleiro faz parte do Grupo CBO, empresa com mais de 30 anos de experiência em construção naval e operação marítima offshore. Com aproximadamente 310.000 metros quadrados, o estaleiro possui instalações adequadas para a construção das corvetas classe Tamandaré, e aplica os mais inovadores processos de engenharia e construção, com alto nível de automação e tecnologia de ponta. Conta ainda com instalações localizadas em Niterói (RJ), que poderão servir de base logística e de apoio em serviços para a Marinha do Brasil.

A Atech, empresa do Grupo Embraer, será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System) das Corvetas Classe Tamandaré e receptora de transferência de tecnologia (ToT) em cooperação com a ATLAS ELEKTRONIK, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems, e a L3 MAPPS. Localizada no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP), a Atech conta com 500 engenheiros especializados no desenvolvimento de software e hardware para aplicações de defesa e possui expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão.

A Embraer Defesa & Segurança fará a integração de sensores e armamentos para o sistema de combate, trazendo também ao programa a sua experiência de 50 anos em soluções de suporte em serviço.

Classe MEKO®: autêntico navio para águas azuis

O Consórcio Águas Azuis apresentou à Marinha do Brasil uma proposta baseada no conceito da Classe MEKO®, referência mundial em soluções comprovadas de construção naval. Seu design modular facilita a integração local e a transferência de tecnologia, ajudando a reduzir os custos de aquisição, manutenção e modernização. Combinando tecnologia de ponta, inovação e capacidades robustas de combate, a Classe MEKO® é um autêntico escolta para águas azuis. Essas embarcações possuem qualidades excepcionais de autonomia e robustez. Como resultado, várias Marinhas de todo o mundo têm uma plataforma de combate flexível, versátil e um meio naval geral para missões diversificadas.

Desde 1982, 82 corvetas e fragatas da Classe MEKO® foram entregues a Marinhas de 14 nações diferentes, 37 delas produzidas fora da Alemanha e todas ainda em plena operação – oferecendo um ciclo de vida de mais de 40 anos. Essa classe acumula os benefícios de cinco gerações de embarcações graças à sua iteração de design, pela qual as melhores características de projeto de cada navio evoluem para o próximo, garantindo que as novas gerações tenham maturidade, tecnologia, materiais e padrões sólidos e comprovados.

Sobre a thyssenkrupp Marine Systems

A thyssenkrupp Marine Systems é um dos principais fornecedores mundiais de sistemas para submarinos e embarcações de superfície naval, bem como para tecnologias de segurança marítima. Com quase 5.500 colaboradores, a empresa tem um histórico de construção naval que remonta a séculos e oferece tecnologias de ponta, inovações e serviços abrangentes e confiáveis para clientes em todo o mundo. Com suas Unidades Operacionais de Submarinos, Embarcações de Superfície e Sistemas e Serviços Eletrônicos Navais, a thyssenkrupp Marine Systems faz parte do Grupo thyssenkrupp.

Sobre a ATLAS ELEKTRONIK

A ATLAS ELEKTRONIK Group oferece soluções de sistemas marítimas e navais para meios de superfície, submarinos e costeira. A empresa ocupa uma posição de liderança em todos os campos da alta tecnologia marítima, o que inclui desde sistemas de comando e controle para submarinos e navios de superfície, sonares e sensores, sistemas de minas e antiminas, torpedos pesados, sistemas de vigilância costeira e suporte em serviços. A ATLAS estabeleceu um portfólio mundial de clientes. Especialista em eletrônica naval, é uma empresa da thyssenkrupp e conta com uma força de trabalho de cerca de 2.200 colaboradores altamente qualificados.

Sobre a thyssenkrupp

A thyssenkrupp é uma empresa industrial diversificada com ampla tradição no mercado de materiais e participação crescente no setor de bens de capital e serviços. Visando sempre o progresso sustentável, a empresa conta com mais de 161.000 colaboradores, em 78 países, que atuam com paixão e experiência tecnológica no desenvolvimento de produtos de alta qualidade, bem como em processos e serviços inteligentes para a indústria. Competência e comprometimento são a base de nosso sucesso. No ano fiscal de 2017/2018, a thyssenkrupp obteve o faturamento global de aproximadamente 42,7 bilhões de euros.

Desenvolvendo negócios no Brasil desde 1837, a thyssenkrupp emprega aproximadamente 8 mil colaboradores em todas as regiões do país nos segmentos automotivo, energia, infraestrutura, mineração, cimento, construção civil, química, petroquímica e defesa. Por dois anos consecutivos, a empresa figura entre as cinco mais inovadoras em bens de capital pelo ranking Valor Inovação, realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a PwC.

Sobre a Embraer Defesa & Segurança

A Embraer Defesa & Segurança é líder na indústria aeroespacial e de defesa da América Latina. Além das aeronaves A-29 Super Tucano, de ataque leve e treinamento avançado, e KC-390, de transporte militar multimissão, oferece uma linha completa de soluções integradas e aplicações de Comando e Controle (C4I), radares, ISR (Inteligência, Vigilância e Reconhecimento) e espaço. Isso inclui sistemas integrados de informação, comunicação, monitoramento e vigilância de fronteiras, bem como aeronaves para transporte de autoridades e missões especiais. Com crescente atuação no mercado global, os produtos e soluções da Embraer Defesa & Segurança estão presentes em mais de 60 países.

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

 

Fonte: Site Embraer

 

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Atech apresenta plataforma SWIM para intercâmbio de planos de voo e outras informações aeronáuticas, durante o WATM Congress

A plataforma SWIM da Atech (AQUILA) já está operacional, compartilhando dados da situação dos voos entre Brasil e Europa

A Atech, empresa do Grupo Embraer, participa do World ATM Congress, que acontece entre os dias 12 e 14 de março, em Madri (Espanha). A empresa estará no estande 955, do Hall 10. Durante o evento, considerado um dos mais importantes encontros mundiais do setor sobre os avanços na área de gerenciamento de tráfego aéreo, a Atech vai destacar sua plataforma SWIM (implantada, no Brasil, como PCICEA – Plataforma de Compartilhamento de Informações Correntes do Espaço Aéreo).

A plataforma PCICEA está baseada no produto SWIM AQUILA, que faz parte da Família Makron da Atech, com as soluções de ATM desenvolvidas pela empresa.

O conceito SWIM (System Wide Information Management) tem origem no plano de navegação aérea global da ICAO (International Civil Aviation Organization), com objetivo de harmonizar o intercâmbio de informações de planos de voo, meteorologia e informações aeronáuticas, em tempo real, com base em um padrão internacional de interfaces e protocolos de comunicação.

Após uma etapa de testes, iniciada em maio de 2018, a plataforma PCICEA, com o software AQUILA da Atech,  entrou em operação efetiva em novembro de 2018, promovendo o intercâmbio de dados entre o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, no Rio de Janeiro, e a EUROCONTROL, em Bruxelas. O sistema publica o status dos voos originários no Brasil com destino à Europa e acessa na EUROCONTROL o status dos voos que partem da Europa com destino ao Brasil.

Assim que uma aeronave decola de qualquer aeroporto no Brasil com destino à Europa, os dados são transmitidos em tempo real para a EUROCONTROL, dando condições para que as autoridades europeias de gerenciamento e controle de tráfego aéreo acompanhem a situação desse voo, desde o momento de sua partida e durante todo seu acompanhamento no espaço aéreo brasileiro. O mesmo acontece com os voos originários da Europa, sendo que os dados de voos que se destinam ao Brasil passam a ser conhecidos antecipadamente, pelo Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), desde o momento de sua partida na Europa.

Antes da solução SWIM AQUILA usada na plataforma PCICEA, as autoridades de controle de tráfego aéreo do Brasil e da Europa somente recebiam informações da aeronave ao dar entrada no seu próprio espaço aéreo de responsabilidade. Com o novo sistema, é possível organizar as sequências de pousos e decolagens com uma antecipação bem maior, reduzindo os impactos na malha aérea, em caso de mudanças nos planos de voo, como atrasos ou adiantamentos, garantindo previsibilidade ao gerenciamento da navegação aérea.

A solução SWIM AQUILA representa um avanço para a integração regional entre sistemas de gerenciamento do espaço aéreo, pois permite compartilhar dados “gate-to-gate” entre as autoridades aeronáuticas de diferentes países. Com essa nova ferramenta de integração bilateral, os serviços de gerenciamento de fluxos da navegação aérea aumentam a antecipação na execução de medidas oportunas para evitar ou minimizar atrasos. O sistema SWIM AQUILA é um módulo que se integra ao sistema de gerenciamento de fluxo (ATFM) SKYFLOW, também desenvolvido pela Atech, que tem versões operando hoje na Índia e no Brasil.

“Com este novo produto, a Atech oferece uma solução com os recursos e facilidades previstos no SWIM, promovendo o gerenciamento centralizado dos dados, em tempo real, possibilitando assim o compartilhamento destas informações para prestadores de serviços de navegação aérea, empresas aéreas, entidades governamentais, e demais entidades relacionadas à aviação geral”, destaca Edson Mallaco, presidente da Atech.

 

Sobre a Atech (www.atech.com.br) – Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa / Rossi Comunicação

CategoriesImprensa,  Óleo e Gás

Estratégia de manutenção preditiva reduz riscos no setor de óleo e gás

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

A 19ª. edição da Rio Oil & Gas, realizada em setembro de 2018, teve como um dos principais temas o impacto das tecnologias digitais na indústria mundial de óleo e gás, destacando os benefícios que podem ser percebidos com a implantação de soluções automatizadas que atuam como ferramentas de análise e de gestão de dados de grandes projetos. Com isso, simples dados são convertidos em informações extremamente relevantes.

O mercado está otimista com a retomada dos leilões de áreas exploratórios do pré-sal pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a previsão é de que os investimentos deverão chegar a R$ 1,8 trilhão até 2054, enquanto a arrecadação deve atingir R$ 6 trilhões. A produção do pré-sal representa 53% de todo o petróleo e gás natural extraído das bacias sedimentares brasileiras. Além disso, os principais players do mercado brasileiro anunciaram investimentos da ordem de até US$ 95 milhões até 2021.

Mas todo esse investimento previsto pelo setor de óleo e gás pode não resultar em lucro no balanço das organizações caso falhas nos equipamentos resultem em grandes desastres ambientais ou morte de trabalhadores.

Especialistas em segurança no setor de óleo e gás ressaltam que um dos maiores perigos é quando acontece a invasão do poço por fluidos e o mais perigoso deles é o gás. Por ser mais leve, ele pode subir e alcançar a superfície com mais facilidade, provocando explosões e incêndios.

Quando fluidos invadem um poço, os técnicos injetam substâncias mais pesadas no poço para impedir que eles saiam de controle. E, na iminência de um acidente ou explosão em uma plataforma de petróleo, segundo o professor Ricardo Cabral de Azevedo, doutor do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Universidade de São Paulo (USP), a primeira alternativa é fechar o poço o mais rápido possível, usando o chamado “blow out preventer”, um conjunto de válvulas feito para fechar um poço em qualquer situação.

Mas e se as válvulas não funcionarem? No episódio da explosão da plataforma Deepwater Horizon, em 2010, o não funcionamento desse sistema pode ter sido um dos motivos da tragédia, quando mais de 10 pessoas morreram e os danos ambientais ultrapassaram US$ 17 bilhões.

E o não funcionamento desse sistema de válvulas teria sido ocasionado por uma falha na estratégia de manutenção preditiva? Até hoje não se pode afirmar qual foi a real causa do acidente, mas certamente não vale a pena arriscar e não investir em manutenção. Além das mortes e dos danos ambientais, os gastos da BP com o vazamento já somam US$ 65 bilhões. Todo líder de negócio certamente concorda que o investimento em soluções de gestão de ativos seria muito menor do que os prejuízos financeiros e os danos à marca.

IoT leva inteligência para a análise da condição do ativo

Com inovadoras soluções de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), embarcadas em veículos robóticos controlados remotamente ou mesmo em equipamentos que operam nas plataformas, é possível aplicar inteligência de dados e, por exemplo, gerenciar os riscos de corrosão com insights em tempo real sobre a situação de cada ativo.

A manutenção baseada na análise da condição do ativo, entrega aos gestores de manutenção uma maior visibilidade de toda a cadeia, aumentando a confiabilidade, disponibilidade e o volume produzido dos equipamentos. Com uma eficiente estratégia de manutenção, é possível prolongar a vida útil do maquinário – que tem um custo de aquisição e operação altíssimo – e reduzir os custos gerados por paradas não programadas, bem como os gerados por falhas que possam colocar a operação e até a mesmo a sobrevivência da empresa em risco.

O uso de soluções digitais para a gestão de ativos permite monitorar a sua condição; planejar e programar e gerenciar a execução da manutenção, gerenciando riscos e permitindo implantar uma estratégia eficiente de manutenção preditiva.

Mas, para isso, é preciso ter em mente que manutenção não é despesa, e sim um investimento em ativos fundamentais para a continuidade e longevidade do negócio. Isso pode gerar um aumento de dez vezes no retorno do investimento e uma redução de 25% a 30% nos custos de manutenção.

CategoriesAgronegócios,  Imprensa

Maquinário conectado melhora estratégias de manutenção do maquinário agrícola

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O setor de agronegócio no Brasil vem apresentando um crescimento constante e, após a previsão de que a safra de soja no período de 2018/2019 deverá ser superior à dos Estados Unidos, até então líder mundial, agora a grande notícia é de que produção de café deve ser a maior da história, com uma colheita de quase 60 milhões de sacas beneficiadas de 60 quilos.

A estimativa sobre a produção de soja foi divulgada em maio pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, dando conta de que o Brasil deve produzir cerca de 117 milhões de toneladas, um pouco acima dos 116 milhões dos norte-americanos. Já a estimativa sobre a colheita de café foi divulgada em dezembro pelo IBGE, apontando um crescimento de mais de 33% em relação à safra passada.

Para alcançar esses números, o setor de agronegócio investe alto em tecnologia e no desempenho do maquinário. Grandes produtores já perceberam a importância de contar com máquinas modernas e desenvolvidas para atender as necessidades e particularidades de cada tipo de solo e de clima, que variam conforme a região do Brasil, requerendo estratégias diferenciadas de manutenção.

Somente o setor de máquinas agrícolas, usadas no preparo do solo, plantio, aplicação de defensivos e colheita, junto com máquinas rodoviárias, deve movimentar US$ 16,7 bilhões em 2018, segundo a Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores). E não podemos deixar de lado outros maquinários que compõem a cadeia do agronegócio, como os usados no processamento de leite, por exemplo.

A agricultura 4.0

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar sistemas de agricultura de precisão, conectando máquinas e serviços.

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas, a descoberta antecipada de um ataque de praga, por exemplo, permite atuar com defensivos em áreas pontuais, corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário, estratégia fundamental para garantir mais segurança e eficiência na gestão de ativos.

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio.

Conectividade garante uma melhor estratégia de manutenção

O uso de inovadoras tecnologias no agronegócio depende de conectividade, em que as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações. Afinal, de que adianta investir em sensores e máquinas inteligentes que produzem um grande volume de dados que poderiam ser usados para melhorar a estratégia de manutenção e, também, de produção, se não há como extrair e analisar em tempo real essas informações? Sem conectividade, todos os dados precisam ser extraídos, cruzados e analisados manualmente, perdendo toda a agilidade necessária para manter a competitividade, a redução das perdas nas lavouras, e o aumento da eficiência operacional de seus ativos.

Em locais remotos, longe dos grandes centros urbanos, as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações entre os dispositivos e os softwares de monitoramento e análise. Essa tecnologia de conexão consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia MESH (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma operadora de telecom ou um provedor de serviços de internet, entregando um alto grau de escalabilidade, simplicidade, caráter colaborativo e com baixo custo de implantação, operação e manutenção.

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Dados oferecem mais precisão e confiabilidade à gestão de ativos

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Se antes a coleta de dados via sensores era vista como algo “inovador demais” muito distante, hoje a avaliação dessas informações é fundamental para gerar confiabilidade e dar mais inteligência aos negócios, tornando-se algo fundamental para a gestão de ativos.

A gestão de ativos baseada em dados cria um cenário em que as empresas usam uma enorme quantidade de informações à sua disposição para alinhar as atividades de manutenção de acordo com as necessidades e riscos de ativos individuais, no qual definem prioridades e organizam cronogramas com base em previsões altamente precisas, e não em relatórios improvisados após um evento ou cronogramas predefinidos para manutenções periódicas. Com isso, as equipes de manutenção podem atualizar as informações e gerenciar os ativos quase em tempo real.

Como alternativa aos métodos preventivos de rotina, a gestão de ativos baseada em dados oferece maior precisão e confiabilidade a um custo mais baixo. Um exemplo disso é o setor de transmissão e distribuição elétrica, em que algumas operadoras podem reduzir em até 10% os custos com redes de média tensão, e em 15% as linhas aéreas e os cabos subterrâneos de média e alta tensão. O uso de subestações de média e alta tensão podem reduzir até 20%.

Alertas inteligentes

Com isso, é possível, ao mesmo tempo, aumentar consideravelmente a confiabilidade dos ativos. As novas soluções de gestão de ativos baseadas na coleta e na integração de dados dos equipamentos permitem estabelecer parâmetros e gerar alertas inteligentes, permitindo que a estratégia de manutenção seja baseada em condição – a manutenção preditiva. O objetivo da gestão de ativos baseada em dados é prever possíveis falhas, com base no histórico de desempenho do ativo e análise integrada de informações.

Para isso, é preciso reunir dados que estejam alocados em múltiplas bases e organizados de formas diferentes, extraí-los e colocá-los em uma única base de dados categorizada de maneira uniforme, permitindo que possam ser acessados com facilidade e usados por todos os envolvidos na gestão de ativos.

Essa base de dados, bem estruturada, com todas as informações técnicas de registros de serviços realizados, é que vai permitir avaliar o desempenho do ativo, entregando relatórios e informações técnicas para entender qual o ativo que possui os maiores problemas crônicos e que impactam o processo (quebras constantes e maior tempo de downtime) que necessitam de uma intervenção para evitar maiores custos de manutenção e operação em um determinado período de tempo.

Dados confiáveis permitem prever a probabilidade de falha de um ativo e então usar essas previsões para direcionar as tarefas de manutenção aos que mais necessitam delas. Analistas apontam que empresas que já implantaram com sucesso uma estratégia de gestão de ativos baseada em dados têm uma série de benefícios em comum, como a possibilidade de contar com recursos dedicados para monitorar o sistema de gestão de ativos, identificar ativos e processos críticos que devem ser monitorados e avaliar constantemente variações de custos e de desempenho.

A gestão de ativos baseada em dados de tempo real pode compor um programa mais amplo de melhoria do desempenho, oferecendo uma tomada de decisões mais rápida e inteligente, menores despesas de capital, melhor gestão do pessoal, maior segurança e conformidade.

CategoriesImprensa,  Imprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Maquinário conectado melhora estratégias de manutenção do maquinário agrícola

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O setor de agronegócio no Brasil vem apresentando um crescimento constante e, após a previsão de que a safra de soja no período de 2018/2019 deverá ser superior à dos Estados Unidos, até então líder mundial, agora a grande notícia é de que produção de café deve ser a maior da história, com uma colheita de quase 60 milhões de sacas beneficiadas de 60 quilos.

A estimativa sobre a produção de soja foi divulgada em maio pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, dando conta de que o Brasil deve produzir cerca de 117 milhões de toneladas, um pouco acima dos 116 milhões dos norte-americanos. Já a estimativa sobre a colheita de café foi divulgada em dezembro pelo IBGE, apontando um crescimento de mais de 33% em relação à safra passada.

Para alcançar esses números, o setor de agronegócio investe alto em tecnologia e no desempenho do maquinário. Grandes produtores já perceberam a importância de contar com máquinas modernas e desenvolvidas para atender as necessidades e particularidades de cada tipo de solo e de clima, que variam conforme a região do Brasil, requerendo estratégias diferenciadas de manutenção.

Somente o setor de máquinas agrícolas, usadas no preparo do solo, plantio, aplicação de defensivos e colheita, junto com máquinas rodoviárias, deve movimentar US$ 16,7 bilhões em 2018, segundo a Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores). E não podemos deixar de lado outros maquinários que compõem a cadeia do agronegócio, como os usados no processamento de leite, por exemplo.

A agricultura 4.0

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar sistemas de agricultura de precisão, conectando máquinas e serviços.

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas, a descoberta antecipada de um ataque de praga, por exemplo, permite atuar com defensivos em áreas pontuais, corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário, estratégia fundamental para garantir mais segurança e eficiência na gestão de ativos.

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio.

Conectividade garante uma melhor estratégia de manutenção

O uso de inovadoras tecnologias no agronegócio depende de conectividade, em que as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações. Afinal, de que adianta investir em sensores e máquinas inteligentes que produzem um grande volume de dados que poderiam ser usados para melhorar a estratégia de manutenção e, também, de produção, se não há como extrair e analisar em tempo real essas informações? Sem conectividade, todos os dados precisam ser extraídos, cruzados e analisados manualmente, perdendo toda a agilidade necessária para manter a competitividade, a redução das perdas nas lavouras, e o aumento da eficiência operacional de seus ativos.

Em locais remotos, longe dos grandes centros urbanos, as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações entre os dispositivos e os softwares de monitoramento e análise. Essa tecnologia de conexão consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia MESH (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma operadora de telecom ou um provedor de serviços de internet, entregando um alto grau de escalabilidade, simplicidade, caráter colaborativo e com baixo custo de implantação, operação e manutenção.

 

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Classe Meko e a CCT: Consórcio Àguas Azuis concede entrevista exclusiva a T&D

Tecnologia & Defesa: A Classe MEKO, consagrada em muitas Marinhas, pode se traduzir em quais vantagens com relação a CCT?

RESPOSTA: Referência mundial por meio de soluções comprovadas no setor de construção naval, a classe MEKO® oferece robustez excepcional, melhor estabilidade a danos, adaptabilidade de missão, alta capacidade de combate e manutenção em mar, maior durabilidade e menor custo de vida útil por meio de uma melhor filosofia de projeto. Esses aspectos, combinados com nossas especificações propostas, vão ao encontro das necessidades da Marinha do Brasil, entregando um navio para operação em águas azuis.

O conceito modular da classe MEKO® facilita a integração local e a transferência de tecnologia, ajudando a reduzir custos durante a vida útil, incluindo manutenção e modernização. Isso também contribui para reduzir o tempo de construção e minimizar os riscos associados à integração de sistema. A modularidade também possibilita que o estaleiro se concentre na parte estrutural, enquanto armamentos e sensores podem ser montados nos módulos em outros locais para futura instalação no navio.

É importante salientar que o Consórcio Águas Azuis, formado por thyssenkrupp e Embraer, apresenta-se como um modelo sólido de parceria nacional com capacidade comprovada de reter a transferência de tecnologia e garantir seu desenvolvimento não só para o programa Classe Tamandaré, mas também para futuros projetos de defesa estratégica no Brasil.

Sendo assim, acreditamos que a proposta do Consórcio Águas Azuis seja a de melhor valor agregado para o programa Classe Tamandaré da Marinha do Brasil. Trata-se de uma solução confiável e de longo prazo, que combina expertises e capacidades comprovadas da thyssenkrupp e da Embraer, garantindo o conteúdo local e a transferência de tecnologia demandados pela Marinha, gerando empregos e tecnologia para o Brasil e desenvolvendo a base industrial de defesa local.

Tecnologia & Defesa: A Embraer atuando como main contractor integrador de sistemas envolve algum risco com relação a ser uma operação naval?

RESPOSTA: Não. A thyssenkrupp, como main contractor do Consórcio Águas Azuis, e a Embraer, como parceira local, são duas empresas com experiência comprovada no setor militar e sólido footprint no Brasil. Nós vamos aumentar o conteúdo local, utilizando tecnologia, know-how e mão de obra brasileira, gerando empregos e divisas, além de contribuir para o desenvolvimento da base industrial de defesa local.

Após o fornecimento dos submarinos classe Tupi entre os anos de 1989 a 2005, a thyssenkrupp manteve sua parceria com a Marinha do Brasil por meio de outros projetos. Além de ser a principal fornecedora de sobressalentes para esses submarinos e apoiar a Marinha no projeto de modernização dos mesmos, a thyssenkrupp também participou da construção da corveta classe Barroso (1994-2009) fornecendo um pacote de materiais.

Como principal empresa estratégica de defesa no Brasil e fornecedor líder da base industrial de defesa nacional, a Embraer Segurança & Defesa também construiu um sólido relacionamento com a Marinha brasileira. Alguns exemplos recentes são a modernização das aeronaves AF-1 da Marinha e o desenvolvimento do Sistema Distribuído de Fusão de Dados para Aplicações Navais (SDFDAN); soluções para instrumentação e sistemas que controlam e garantem a segurança do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), processamento de sinais acústicos do sonar instalado nos submarinos das classes Tupi e Tikuna (SDAC-SUB), Sistema de Combate do helicóptero UH-15 Super Cougar da MB e sistema de combate embarcado para aeronave de patrulha marítima (P-3AM).

Tecnologia & Defesa: A TKMS passou recentemente por um processo conturbado de aquisições e ajustes. Esse processo pode de alguma forma interferir no andamento da CCT?

RESPOSTA: Não. A thyssenkrupp Marine Systems será parte integrante do futuro grupo thyssenkrupp Materials. Esse desenvolvimento é, na verdade, uma vantagem para nosso negócio de defesa naval, pois será uma área-chave global da thyssenkrupp.

Na imagem, a Marinha da África do Sul e o expoente do conceito MEKO® atualizado: A SAS Isandlwana é a segunda das quatro fragatas da classe Valor para a Marinha Sul-Africana.

Tecnologia & Defesa: Atlas Elektronic possui um amplo portfólio de sensores e capacidades, incluindo tecnologia AESA. Pode-se detalhar quais são os principais sensores da proposta e quais capacidades agregam?

RESPOSTA: Por questões de confidencialidade assumida junto ao cliente, não podemos abrir esses detalhes.

Tecnologia & Defesa: ToT sempre é uma questão crucial nos contratos de Defesa brasileiros. Qual o tipo de transferência pode ocorrer com relação ao domínio e suporte aos sensores escolhidos?

RESPOSTA: O Consórcio Águas Azuis apresenta-se como um modelo sólido de parceria nacional com capacidade comprovada de reter a transferência de tecnologia e garantir seu desenvolvimento não só para o programa Classe Tamandaré, mas também para futuros projetos de defesa estratégica no Brasil. Além disso, somos o único consórcio que tem uma empresa 100% nacional em sua composição.

Um acordo de parceria firmado entre a Atlas Elektronik, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems, e a Atech, subsidiária da Embraer, vai prover engenharia local, equipamentos, desenvolvimento e integração de sistemas e gerenciamento de projetos. O conteúdo local aumentará gradualmente para os navios subsequentes.

Tecnologia & Defesa: A classe de navios terá um suporte de vida útil qualificado e permanente no Brasil?

RESPOSTA: O conceito MEKO®, que é a base da nossa proposta, destaca-se em relação a outras plataformas navais ao oferecer, entre outros diferenciais, uma vida útil maior associada a um custo de ciclo de vida menor. Os mais de 80 navios da classe MEKO® que fornecemos a partir da década de 1980 estão todos em operação até hoje, oferecendo um ciclo de vida de mais de 40 anos. Destes, 37 foram construídos fora da Alemanha, no país do contratante, o que atesta nossa sólida expertise em transferência de tecnologia e cooperação com estaleiros e outros fornecedores locais. O Consórcio Águas Azuis está disposto e preparado para prover este mesmo suporte de serviço de classe mundial no Brasil.

Tecnologia & Defesa: Qual a propulsão da proposta TKMS/AE/Embraer?

RESPOSTA: Por questões de confidencialidade assumida junto ao cliente, não podemos abrir esses detalhes.

Tecnologia & Defesa: A ATECH é uma integradora de sistemas que também desenvolve expertises em comando e controle e gerenciamento de sistemas de combate. Qual papel está reservado as competências Atech na CCT?

RESPOSTA: A Atech vai fornecer o sistema de gerenciamento de combate dos navios em cooperação com a Atlas Elektronik.

Tecnologia & Defesa:  Qual seriam os principais Goals GOLD da proposta do Consórcio Águas Azuis? A Marinha vai receber escoltas realmente capazes de navegar em mares azuis e ser eficaz em águas marrons?

RESPOSTA: Combinando tecnologia de ponta, inovação e capacidades robustas de combate, a classe MEKO® é um autêntico navio para águas azuis, combinando excelentes capacidades para águas marrons. Os navios possuem qualidades marítimas excepcionais, de autonomia e robustez e são econômicas para operar. Como resultado, as Marinhas têm uma plataforma de combate flexível, versátil e um meio naval geral para perfis de missões diversificadas.

A Thyssenkrupp Marine Systems e a German Naval Yards Kiel firmaram um acordo de cooperação exclusivo para o processo de licitação do projeto de aquisição de navios de combate multifunção MKS 180 da Marinha alemã. Um desenvolvimento da Classe Meko para o futuro!

Tecnologia & Defesa: A thyssenkrupp Marine Systems e a Embraer Defesa & Segurança reúnem todos os requisitos para empreenderem uma verdadeira parceria estratégica, juntamente com suas empresas afiliadas? Qual o sentimento do consórcio com relação a mais essa etapa na concorrência?

RESPOSTA: Estamos muito felizes em avançar para a fase final da concorrência do Programa CCT. Isso reforça nossa posição de liderança e as tecnologias comprovadas que oferecemos ao setor de defesa naval em todo o mundo. Reconhecemos a expertise da Marinha do Brasil e apreciamos o bom relacionamento que mantemos desde a entrega do primeiro submarino da classe Tupi no final dos anos 80. Esta classe de submarinos está em operação e é de fundamental importância para o patrulhamento da costa brasileira. 

Com a thyssenkrupp Marine Systems e a Embraer Defesa & Segurança, juntamente com suas afiliadas Atlas Elektronik e Atech, e a parceria com o estaleiro Aliança Oceana, o Consórcio Águas Azuis é um modelo de parceria nacional confiável, sólido e de longo prazo com capacidade comprovada de reter a transferência de tecnologia e garantindo seu desenvolvimento para futuros projetos de defesa estratégica no Brasil.

Em termos de produto, apresentamos a melhor capacidade naval com um autêntico navio de águas azuis para o projeto CCT: o conceito MEKO® como uma referência de classe mundial por meio de soluções comprovadas em construção naval (robustez excepcional, melhor estabilidade a danos, adaptabilidade de missão, alta capacidade de combate e manutenção em mar, maior durabilidade e menor custo de vida útil por meio de uma melhor filosofia de projeto).

Nosso Consórcio também oferece experiência comprovada em ToT, conteúdo local e offset, com referências concretas como: SIVAM; C2 P3 Orion; HXBR; Labgene; sistema de processamento de sinais de sonar para a Classe Tupi; submarinos das classes Tupi e Tikuna.

Mais informações na Landing Page do consórcio: www.consorcioaguasazuis.com.br

 

Fonte: http://tecnodefesa.com.br/classe-meko-e-a-cct-consorcio-aguas-azuis-concede-entrevista-exclusiva-a-td/?fbclid=IwAR3-I6kcmGGiyGGvScTHhkQ_XS8HI8qyqR-si5_NTGSnlJCH3nRcn0g-bdk

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Primeira operação da sala de comando do LABGENE

No dia 25 de outubro foi realizada a primeira operação da Sala de Comando do LABGENE, com operadores do Centro de Instrução e Adestramento Nuclear de Aramar (CIANA).

A sala é projetada pela ATECH e foi conectada ao simulador do LABGENE, objeto do contrato com a empresa francesa Corys, por equipe da DDNM e da empresa brasileira ATECH, permitindo que os operadores
simulassem variação de potência nuclear, pelo aumento da rotação do motor elétrico da propulsão.

Os equipamentos instalados serão empregados na sala réplica da Sala de Comando, a ser instalada no CIANA para a formação e licenciamento dos futuros operadores do LABGENE. O simulador, somente nos
computadores, está instalado desde 2016 no CIANA.

Este teste permitiu demonstrar a capacidade conjunta dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pela ATECH e DDNM.

 

https://www.marinha.mil.br/ctmsp/sites/www.marinha.mil.br.ctmsp/files/informativos/nucleo-news-atual.pdf

 

Fonte: Marinha do Brasil

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Atech apresenta hoje (4) e amanhã soluções para Mobilidade Urbana em evento sobre Cidades Inteligentes, em São Paulo

Sistema Arkhe Governance permite visão integrada dos modais de transporte disponíveis e da maneira como estão operando; Connected Smart Cities 2018 acontece no Centro de Convenções Frei Caneca

 

A mobilidade urbana é um dos principais desafios enfrentados pelos gestores, já que nem sempre o cidadão tem essa “facilidade de se mover”, especialmente nas grandes cidades e a falta de condições para se deslocar causa grandes transtornos e insatisfações.

Pensando nisso, a Atech oferece ao mercado de Cidades Inteligentes o ARKHE GOVERNANCE, sistema que permite a integração dos dados coletados por sensores e sistemas dos diferentes modais e serviços, disponibilizando aos gestores o status atual da situação da mobilidade urbana. Os gestores passam a tomar decisões baseadas em um cenário completo e atual e o resultado são respostas mais assertivas.

Para apresentar essa e outras soluções ao mercado, a Atech está presente hoje (4) e amanhã, no Connected Smart Cities 2018, que acontece em São Paulo (Centro de Convenções Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – Consolação).

O evento é considerado um dos mais importantes do Brasil para a geração de negócios no mercado de Cidades Inteligentes, já que participam empresas, entidades e governos, todos em busca de inovações, tecnologias e melhorias para os municípios, sejam eles pequenos ou grandes regiões.  O ambiente possibilita que os visitantes estabeleçam relações comerciais e concretizem parcerias.

No Connected Smart Cities, a Atech apresentará as suas soluções dentro do conceito de Cidades Inteligentes, por meio do Arkhe Governance, programa que garante integração, colaboração e a gestão dos dados e dispositivos de IoT (Internet of Things – Internet das Coisas), gerando informações de inteligência para o acompanhamento, em tempo real, de eventos, ocorrências e alertas; tudo dentro de um ambiente seguro. O objetivo é aumentar o nível de consciência situacional e possibilitar as melhores tomadas de decisão por parte dos administradores em todas as áreas – segurança pública, mobilidade urbana, gestão de preservação ambiental, saúde, educação.

Os painéis do Connected Smart Cities estarão divididos por temas: Cidades Conectadas; Urbanismo Sustentável; Mobilidade e Acessibilidade; Cidades Participativas e Engajadas; Cidades Empreendedoras; Cidades Prósperas; e Cidades Humanas, Resilientes e Inclusivas.

Além da participação especial com estande e o Arkhe Governance em demonstração, a Atech fará as seguintes apresentações:

 

  • 5 de setembro – das 9h às 10h30

Fórum – Palco Lapa

Tema: O papel das cidades para o desenvolvimento de uma sociedade digital e conectada

 

  • 5 de setembro – das 10h às 11h

Arena

Tema: Cidades um pra um. Governo e cidadão integrados com transparência e tecnologia através do UX (User Experience)

 

  • 5 de setembro – das 11h às 12h

Arena

Tema: Uma solução simples e econômica de IoT para pequenas cidades

 

Serão cerca de 90 painéis com mais de 300 palestrantes divididos nos palcos principais e em mais de 10 workshops paralelos.

 

Sobre o Arkhe Governance

 

O Arkhe Governance possibilita a colaboração do cidadão no processo decisório sobre os serviços oferecidos. Por meio do compartilhamento de dados e a tecnologia adotada, a solução promove um ambiente de gestão pública transparente perante à sociedade.

Com tecnologia 100% nacional, a solução emprega os mais modernos conceitos de integração de sensores, escalabilidade, dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e análise de dados.

O resultado é a garantia de informações mais confiáveis e atualizadas e a alocação ideal dos recursos da cidade.

Sobre a Atech (www.atech.com.br) – Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

 

 

Press Agency Atech – Rossi Comunicação

Valéria Rossi – Tel: + 55 11 9348-8562 – valeriarossi@rossicomunicacao.com.br

Karen Gobbatto – Tel + 55 11 3262-0884 – karengobbatto@rossicomunicacao.com.br

Denise Kelen – Tel + 55 12 55 12 98125-7800 – denisekelen@rossicomunicacao.com.br

Rossi Comunicação – Tel: + 55 11 3262-0884 – www.rossicomunicacao.com.br

 

 

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Linked intelligence

Brazil-based Atech (Hall 5A, Stand K387), part of Embraer, is presenting its Arkhe line, a full range of products and services for defence and public security.

Arkhe Intelligence contributes to the processing of large amounts of data and information for military or civilian missions. By supporting pattern identification, it contributes to better mission planning. In turn, Arkhe Data Analysis uses high-performance solutions for storage, distribution and analysis of data from a range of sources, such as videos, cameras, sensors, network messages and radars. An example is analysing data on regions with a high incidence of non-identified flights, cross-referenced with data on regions showing high volumes of clandestine narcotics sales, to then prompt a criminal investigation.

Fonte: Janes

Link: https://www.janes.com/article/81062/linked-intelligence-es18d5