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Criada para atender ao Programa Nuclear Brasileiro NUCLEP participa da 63° Conferência Geral da AIEA

O presidente da Nuclebras Equipamentos Pesados S.A, Contra Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, participou hoje (16.9), da inauguração do estande do Brasil na 63ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o mais importante encontro do setor nuclear no mundo.

Representado pelas empresas, instituições e autarquias nucleares mais importantes no país – Marinha do Brasil; Nuclebras Equipamentos Pesados S.A; Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A.; Indústrias Nucleares do Brasil; Eletronuclear; Atech Negócios em Tecnologias S/A e Comissão Nacional de Energia Nuclear – o estande Brasil surpreendeu em 2019 com uma área em comum à Argentina, demonstrando a força e união dos países não apenas no desenvolvimento do setor mas nas relações governamentais. Recentemente o país declarou apoio à candidatura do Embaixador argentino Rafael Grossi ao cargo de Diretor Geral da AIEA.

A solenidade reuniu mais de cem autoridades internacionais e contou com discursos do Embaixador do Brasil na AIEA, Marcel Biato, e do ministro de Minas e Energia, Almirante de Esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior. O ministro ratificou o compromisso Legal e político do Brasil, como Estado Membro fundador da AIEA, com o uso pacífico da Energia Nuclear.

“Entendemos que o investimento nessa tecnologia é um compromisso com o futuro, e que a diversificação da matriz energética significa segurança, prosperidade e progresso para o país. Destaco contudo a importância de que o uso pacífico da energia nuclear caminhe, de mãos dadas, com a busca dos mais elevados níveis de segurança e proteção nuclear. Nossos programas são voltados para aplicações civis, e intencionamos ainda, estreitar os laços de cooperação com estados amigos, em especial, com os nossos parceiros regionais, somando esforços para o bem-estar de nossas sociedades”, disse.

Em seu terceiro ano consecutivo na AIEA, a NUCLEP, empresa criada para atender ao Programa Nuclear Brasileiro, teve papel fundamental na confecção do estande, interlocução com as empresas, com o Itamaraty e ainda, na organização da parceria com a Argentina. Segundo o presidente da empresa, C. Alte. Carlos Henrique Silva Seixas, sua equipe trabalhou firme para que o novo momento que o Brasil atravessa estivesse bem representado no estande.

“Sempre alinhados à meta do país em prover energia firme, segura e estratégica, destacamos não apenas os pontos pelos quais já somos reconhecidos mas, principalmente, os projetos nucleares que tem importância social para o Governo. O Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene) se tornará no futuro em um ponto de referência para novos projetos de reatores nucleares brasileiros, incluindo as unidades modulares, que poderão gerar eletricidade para localidades remotas e plataformas de petróleo. Já o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) dará ao país autossuficiência na produção de radioisótopos, para fabricação de medicamentos”, celebrou o presidente da NUCLEP, C. Alte. Seixas.

Fundada em 1957, a Agência Internacional de Energia Atômica é uma instituição internacional vinculada à ONU, com o objetivo de garantir a segurança do uso de energia atômica no mundo. Localizada em Viena, na Áustria, é formada por 137 Estados Membros que, anualmente, se reúnem nesta Conferência Geral para eleger 35 membros para o Conselho de Governadores.

Além do presidente da empresa, fazem parte da comitiva da NUCLEP, os diretores Industrial, Comte. Affonso Alves (CMG), e Comercial, Nicola Neto; o Gerente de Vendas, André Abrantes, e o Técnico em Métodos e Processos, Luiz Carlos Chaves.

Fonte: NUCLEP – Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A.

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Atech destaca soluções exclusivas de vigilância e defesa na DSEI

Empresa brasileira apresenta case de Vigilância Integrada durante evento

A Atech, empresa brasileira do Grupo Embraer, participa da Defence & Security Equipment International (DSEI), um dos mais importantes eventos de defesa e segurança do mundo, que acontece de 10 a 13 de setembro, em Londres. A empresa levará todo conhecimento e cases de sucesso nas áreas de vigilância e defesa.

Instalada no espaço N2-355, a Atech – Empresa Estratégica de Defesa, certificada pelo Ministério da Defesa do Brasil, destaca um dos cases mais recentes – o projeto desenvolvido e implantado para atender as necessidades do Governo da Mauritânia, constituindo um novo marco nas entregas internacionais da Atech.

A Atech desenvolveu um complexo projeto de defesa aérea e terrestre, além de um programa de controle de tráfego aéreo para o país africano, composto por um C3I Center (Command, Control, Communications, and Intelligence) e unidades de C2 Móveis e Fixos (Command e Control). O C3I Center da Atech é composto por um Centro de Controle de Operações Militares responsável pelas ações de vigilância e defesa aérea e terrestre, um Centro de Controle de Trafego Aéreo civil e um Centro de Treinamento para capacitar os controladores.

Para oferecer a completa consciência situacional, o programa conta com sistemas de comunicação e sensores de vigilância aérea e terrestre integrados, utilizando inclusive dados de sistemas legados. Com isso, a estrutura congrega as soluções Arkhe Command and Control, Makron ATC-SAGITARIO e Arkhe Academy, desenvolvidas pela empresa e customizadas para atender as demandas do Governo da Mauritânia.

“O programa desenvolvido pela Atech, além de complexo, oferece soluções completas, com uma visualização única do ambiente de operação, de forma georreferenciada, dando consciência situacional ao operador. Isso garante ao poder decisório exercer a supervisão e a coordenação centralizada das ações de defesa em todo o território Mauritano”, conclui o presidente da Atech, Edson Mallaco.

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Atech participa do Seminário Internacional de A-CDM

Com o tema “O futuro é colaborativo”, evento visa debater a implantação do processo A-CDM nos principais aeroportos do país

A Atech, empresa do Grupo Embraer, participará do Seminário Internacional de A-CDM – O Futuro é Colaborativo, que acontece nos dias 9 e 10 de setembro no Aeroporto Internacional de Guarulhos. A empresa apresentará sua expertise no desenvolvimento de sistemas de gerenciamento e controle do tráfego aéreo e projetos de integração e compartilhamento de dados em uma única plataforma.

Organizado pela Action Editora em parceria com o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), subordinado à FAB (Força Aérea Brasileira) e com a concessionária GRU Airport, o Seminário tem como objetivo apresentar os conceitos do A-CDM (Airport Collaborative Decision Making) e os benefícios da implantação de um sistema como esse, que promove a integração de todos os órgãos e entidades ligados ao gerenciamento de fluxo do tráfego aéreo nos aeroportos, por meio do compartilhamento de informações em tempo real.

Durante o Seminário, a Atech levará a experiência da plataforma SWIM AQUILA, desenvolvida pela empresa, que harmoniza o intercâmbio de informações de planos de voo, meteorologia e informações aeronáuticas, em tempo real, com base em um padrão internacional de interfaces e protocolos de comunicação. Com o sistema, é possível organizar e garantir a interoperabilidade dos dados de forma a permitir uma tomada de decisão com maior assertividade nas sequências de pousos e decolagens, reduzindo os impactos na malha aérea e garantindo previsibilidade ao gerenciamento da navegação aérea.

A solução SWIM AQUILA representa um avanço para a integração regional entre sistemas de gerenciamento do espaço aéreo, pois permite compartilhar dados “gate-to-gate” entre as autoridades aeronáuticas de diferentes países. Adicionalmente, vai ao encontro do conceito A-CDM, que visa distribuir as informações de voos entre todos os envolvidos, como operadores dos aeroportos, empresas aéreas, gestores aeroportuários e órgãos de gerenciamento, concentrando as informações e compartilhando com todos, com o objetivo de melhorar o planejamento e a previsibilidade de ações, contribuindo com a gestão do fluxo e da capacidade dos aeroportos.

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Atech participa do Workshop ITA-MIT sobre transporte aéreo

Especializada em desenvolver sistemas de gerenciamento e controle do tráfego aéreo, empresa abordará os desafios do uso de big data no setor

 

A Atech, empresa do Grupo Embraer, participa do Workshop ITA-MIT On Big Data Analytics For Air Transportation (Análises de Big Data para o Transporte Aéreo), que acontece nos dias 20 e 21 de agosto, quando especialistas do setor, entre acadêmicos, profissionais de empresas aéreas e fabricantes de aeronaves, entre outros, vão debater diversos assuntos relacionados ao tema.

O Diretor de Negócios ATM da Atech, Marcos Resende, abre o segundo dia de debates com a palestra “The challenges and opportunities of big data analytics in Air Traffic Management (Os desafios e oportunidades na análise de big data no gerenciamento do tráfego aéreo)”.

O tema, segundo Resende, é uma contribuição da indústria no estímulo e direção de temas para a pesquisa da academia. De acordo com o Diretor da Atech, o volume de informações gerado pelos diversos sistemas que atuam no gerenciamento do tráfego aéreo é enorme e pode contribuir para a melhoria de todo o sistema com o uso de big data para o cruzamento e análise de mais dados.

“Será que ao cruzar dados das redes sociais com dados do espaço aéreo, por exemplo, seria possível predizer eventos ou acontecimentos de interesse para a gestão do tráfego aéreo? E analisar as rotas atuais para identificar oportunidades de melhoria, que vão reduzir consumo de combustível e tempo de voo? Quero aproveitar o momento para jogar luz sobre alguns temas que podem ser interessantes para avançarmos ainda mais no gerenciamento do tráfego aéreo, em busca de maior eficiência e excelência nos sistemas oferecidos”, destaca Resende.

A Atech é referência internacional quando o assunto é gerenciamento e controle de tráfego aéreo. Uma das principais parceiras do DECEA (Departamento de Controle do Espação Aéreo), a Atech é responsável por desenvolver e modernizar a tecnologia empregada no sistema de gerenciamento e controle do tráfego aéreo (ATM/ ATFM) presente em 100% do espaço aéreo brasileiro. Os sistemas são diferenciados e empregam tecnologia crítica, chamando a atenção de diversos países, o que permitiu a empresa exportar para países da América do Sul e também para a Índia.

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Atech 10 Anos – Desenvolvimento e integração de sistemas com tecnologia de vanguarda 100% nacional

Você sabia que o controle e gerenciamento do tráfego aéreo brasileiro é referência em todo mundo pela tecnologia utilizada? E que onze aeroportos brasileiros estão no ranking dos mais pontuais do mundo, segundo levantamento da consultoria britânica Official Airline Guide (OAG), sendo que Guarulhos ficou em 2º lugar, com 85,28% de pontualidade? Esses diferenciais na área de controle de tráfego aéreo foram conquistados com tecnologia nacional, desenvolvida em parceria com a FAB (Força Aérea Brasileia), e têm na Atech, empresa do Grupo Embraer, o seu maior ativo.

A Atech, empresa 100% brasileira, está por trás não apenas da segurança e eficiência dos voos no Brasil, mas também de significativos projetos estratégicos na área de Defesa. É, também, a única empresa na América Latina a dominar determinadas tecnologias ligadas a sistemas de instrumentação e controle na área nuclear.

Todo esse conhecimento e expertise vem sendo acumulados ao longo de dez anos de história, que se completam em 2019. Reconhecida como a “System House” da Base Industrial de Defesa, a Atech acumula um histórico de entregas bem-sucedidas de sistemas de comando e controle e de missão voltados para as áreas civil e militar. Atuando no ciclo de vida completo dos sistemas – desde a concepção, passando pelo projeto, desenvolvimento, integração e apoio logístico integrado – a Atech tem como diferenciais a absorção dos legados existentes e a aplicação de conhecimento e expertises únicos em suas soluções, garantindo sistemas seguros, eficientes e projetados dentro da realidade de cada cenário.

Conquistando liderança em projetos tecnológicos diferenciados, como o SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia), LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica), Gripen-NG (FX-2), KC-390, H-XBR e Sistema de Gerenciamento e Defesa do Espaço Aéreo Brasileiro,  a Atech sempre primou pela busca das melhores soluções tecnológicas para seus clientes e, para isso, pautou sua atuação no uso intensivo dos conhecimentos multidisciplinares das engenharias, da ciência da computação e de outras disciplinas que, quando combinadas, levam à construção de soluções de tecnologias únicas e disruptivas.

Os diferenciais da Atech já chegaram ao exterior, onde a empresa tem deixado sua marca de excelência. O sistema de gerenciamento de tráfego aéreo desenvolvido pela empresa – Makron SkyFlow ATFM – por exemplo, já está em operação na Índia, garantindo a segurança e pontualidade dos voos daquele país. Na área de sistemas de Comando e Controle, a empresa também já acumula significativas entregas, como um complexo projeto de vigilância e defesa aérea e terrestre desenvolvido para um país da África. O projeto contempla um Sistema de C3I (Command, Control, Communications, and Intelligence) moderno e flexível, unidades de C2 (Command, Control) Móveis e Fixas, um sistema de comunicação via satélite, além da capacitação das equipes de operadores e comandos.

Aliando profundo conhecimento técnico ao dos mercados de atuação e à inovação, a empresa consolidou sua atuação e, hoje, demonstra que o Brasil pode se diferenciar no desenvolvimento tecnológico de sistemas complexos, competindo com grandes organizações mundiais.

 

Fonte: Revista Asas

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Atech completa 10 anos com expertise no desenvolvimento e integração de sistemas

Reconhecida como “System House” da Base Industrial de Defesa, a Atech, empresa do Grupo Embraer, acumula um histórico de entregas bem-sucedidas de sistemas embarcados e de comando e controle voltados para as áreas civil e militar. Essa história – que completa 10 anos – e o portfólio completo de soluções da empresa serão apresentados durante a LAAD Defence & Security 2019, que acontece de 02 a 05 de abril, no Riocentro, Rio de Janeiro (RJ).

A Atech conta com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio à tomada de decisão, com um portfólio que contém soluções inovadoras com aplicações nas áreas de sistemas de comando e controle, sistemas embarcados, segurança cibernética e tráfego aéreo, oferecendo o que há de mais moderno e disruptivo para seus clientes.

Atuando no ciclo de vida completo dos sistemas, desde a concepção, passando pelo projeto, desenvolvimento, comissionamento e apoio logístico integrado, a Atech tem como diferenciais a absorção dos legados existentes e a aplicação de conhecimento e expertises únicos em suas soluções, garantindo sistemas seguros, eficientes e projetados dentro da realidade de cada cenário.

A liderança da Atech em projetos diferenciados no Brasil, como o SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia), LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica) e Sistema de Gerenciamento e Defesa do Espaço Aéreo Brasileiro, demonstram a concretude no histórico de entregas da empresa para as Forças Armadas, o que permitiu sua certificação como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

Comando e Controle

Na área de sistemas de Comando e Controle, um dos exemplos mais recentes de soluções concebidas pela Atech é o complexo projeto de vigilância e defesa aérea e terrestre desenvolvido para um país da África. O projeto contempla o pleno atendimento das necessidades do cliente para um Sistema de C3I (Command, Control, Communications, and Intelligence) moderno e flexível, além de comunicação via satélite e capacitação das equipes e comandos.

O C3I Center corresponde ao core do sistema, sendo composto por um Centro de Controle de Operações Militares, responsável pelas ações de vigilância e defesa aérea e terrestre. O C3I Center conta com o suporte de unidades de C2 Móveis e Fixas, proporcionando consciência situacional, tomada de decisões assertivas, planejamento, supervisão e coordenação centralizada das ações de defesa em uma extensa área do território do país.

Outra solução presente no portfólio da Atech, que atende não apenas a Defesa, mas também a Segurança Pública, é o BMS (Battlefield Management System), sistema de C2 Tático. Nele, cada elo envolvido na operação tem a capacidade de atuar como um sensor, fornecendo vídeos, imagens, coordenadas e informações diversas, elevando o grau de consciência situacional para a tomada de decisão do comando. Com o emprego do BMS, a precisão das informações é garantida, pois o sistema concentra em um único mapa todas as informações compartilhadas pelas equipes e sensores envolvidos, proporcionando visão ampla e precisa do cenário tático.

“O sistema pode ser empregado tanto por tropas em missões de guerra, como por equipes táticas de Polícias, para a recuperação de uma área controlada por milícias ou grupos de traficantes, por exemplo”, comenta o diretor da Atech, Giacomo Staniscia.

Tecnologia Nuclear

O domínio da tecnologia nuclear é outro diferencial da Atech, acumulando conhecimentos específicos e únicos nessa área. A empresa investiu em capacitação para tornar-se uma das referências do setor na América Latina, para atender o Programa Nuclear da Marinha do Brasil. Nesse programa, a Atech é responsável pelo desenvolvimento dos sistemas de monitoramento e controle empregados no LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica), – ambiente de testes do reator a ser empregado no primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil.

Para implantação do LABGENE, a Atech atua em diversas frentes que se complementam, evidenciando sua expertise nas áreas de integração e desenvolvimento de soluções tecnológicas de alta complexidade, com destaque para o projeto das Salas de Controle, dos Sistemas de Controle e Proteção, Instrumentação e Sistemas Auxiliares, incluindo testes em fábrica e na própria planta, comissionamento, licenciamento e operação assistida. Aliam-se a isso o controle de qualidade e de gerenciamento de projetos, fundamentais para a atividade nuclear.

Sistemas de Missão Embarcados

Na área de sistemas embarcados, a Atech também conta com um expressivo número de entregas, principalmente para as Forças Armadas. Dentre tais projetos, ao longo desses 10 anos de história, destaque para o N-TDMS (Naval Tactical Data Management System), sistema tático de missão da versão operacional naval dos oito helicópteros H225M/H-XBR (Super Cougar) adquiridos pelo MD para a Marinha do Brasil, dentro do Programa H-XBR. Além do desenvolvimento do N-TDMS, em parceria com a Airbus Defense and Space, a Atech participou da integração dos sensores com o sistema de armas da aeronave, contribuindo com as bancadas de teste do sistema e os modelos de simulação correspondentes.

Nessa área, a Atech participou ainda de outros projetos de relevância, como o programa de Transferência de Tecnologia (offset) do Governo Brasileiro para o Programa P-3AM ORION, aeronave de Patrulha Marítima da FAB, atuando na modernização dos sistemas embarcados, na integração de novos sistemas à plataforma aérea e na capacitação de pessoal para manutenção dos sistemas das aeronaves.

A Atech, mais recentemente, passou a conduzir, em parceria com a FAB e com a empresa sueca SAAB, as atividades de transferência de tecnologia e desenvolvimento dos sistemas de suporte à missão, treinamento e simulação do programa F-X2. A parceria com a SAAB contempla, ainda, a participação no projeto dos caças Gripen NG (FX-2), para o desenvolvimento dos simuladores, sistemas de treinamento e de apoio terrestre (missão em solo) da aeronave, em extenso programa de Transferência de Tecnologia (ToT), que começou há dois anos.

A Atech será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System) das Corvetas Classe Tamandaré e receptora de transferência de tecnologia (ToT) em cooperação com a ATLAS ELEKTRONIK, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems, e a L3 MAPPS.

A empresa possui ainda grande experiência no desenvolvimento de soluções de simulação para as Forças Armadas Brasileiras, com sistemas simulados integrados para cenários militares, compostos por diferentes módulos: alvos aéreos, terrestres e navais; detecção de sensores; comando e controle; voo; informações de guerra eletrônica; carros de combate; artilharia antiaérea; e periscópio. O Simulador de Operações Aéreas Militares (SOpM) apresenta-se como ótimo exemplo das capacidades da Atech, permitindo a geração de cenários para treinamento de Controladores de Defesa Aérea, contemplando funcionalidades como simulação de interfaces externas; preparação, armazenamento e execução dos treinamentos; registro de dados para avaliação do aluno; execução simultânea de exercícios, entre outras.

FONTE: Defesa Aérea & Naval

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Consórcio Águas Azuis construirá corvetas para a Marinha

A Marinha informou, na tarde desta quinta-feira (28), que o Consórcio ‘Águas Azuis’ venceu a concorrência para construção das quatro corvetas classe Tamandaré. O consórcio é formado pelas empresas Atech Negócios em Tecnologias S.A, Embraer S.A e thyssenkrupp Marine Systems GmbH (TKMS), contando com as seguintes empresas subcontratadas: Estaleiro Aliança S.A (Oceana/Grupo CBO), Atlas Elektronik e L3 MAPPs. A proposta foi enviada pelo consórcio no último dia 8 de março, junto com três outros concorrentes finalistas dashort list. O consórcio escolhido alcançou, na fase de seleção, os índices de conteúdo local de 31,6%, para o primeiro navio, e média de 41% para os demais navios da série. A proposta vencedora apresenta um projeto de um navio de propriedade intelectual da empresa alemã TKMS, baseado nos navios da classe “MEKO A100”.

As futuras corvetas da classe Tamandaré vão navegar na velocidade de 14 nós e estão projetadas ter 107,2 metros de comprimento cada, com 15,95m de boca máxima, 5,2m de calado e 3.455 toneladas de deslocamento. A propulsão contará com quatro motores MAN, e quatro diesel geradores Caterpillar.

A Empresa Gerencial Projetos Navais (Emgepron) iniciará as ações para assinatura dos contratos com a futura SPE “Águas Azuis” e a previsão é que o contrato principal e os demais contratos coligados (transferência de tecnologia, apoio logístico integrado e compensação), para obtenção de até quatro navios, sejam assinados até o final deste ano, em conformidade com as condições previstas na RFP (request for propose). A entrega definitiva dos navios à Marinha está prevista para o período entre 2024 e 2028. Os investimentos são da ordem de US$ 1,6 bilhão, com  a possibilidade da geração de cerca de 2000 empregos diretos e 6000 empregos indiretos.

O processo transcorreu ao longo de 15 meses, a partir da divulgação da RFP, em 19 de dezembro de 2017. Durante esse período foram executadas as fases de questionamentos, análise e refinamento das propostas, seguido por negociação, envolvendo a emissão de 386 circulares entre a gerência do projeto e as proponentes. Na decisão, a Marinha afirma ter se baseado em dois instrumentos principais: análise multicritério à decisão (AMD) e análise de riscos.

A Marinha destacou que a seleção contou com apoio técnico em áreas específicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A análise final foi composta por 215 critérios, com a participação dos especialistas das diretorias técnicas e do setor orçamentário/financeiro da Marinha, englobando as seguintes áreas de análises: plataforma; sistemas de combate; comunicações & TI; aeronaves; proposta comercial e tributos; capacidade técnica dos estaleiros acionais; ciclo de vida; e transferência de tecnologia, compensações e conteúdo local.

Manutenção – A Marinha informou ainda que pela primeira vez negociará, simultaneamente, a estruturação do gerenciamento do ciclo de vida dos navios, incluindo o contrato de apoio ao serviço (manutenção pós-venda). “Tal iniciativa, dependendo do sucesso alcançado, contribuirá para maior disponibilidade operativa dos futuros navios durante todo o ciclo de atividades, além de contribuir para maior perenidade de negócios para a base industrial da defesa (BID)”, diz a força naval em nota.

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QUEM ESTÁ VOANDO NO CÉU AGORA? O SAGITARIO RESPONDE!

Por meio de radares e satélites, esse sistema, desenvolvido pela Atech, do Grupo Embraer, em parceria com o DECEA, é usado pelos controladores de tráfego aéreo no reconhecimento e monitoramento de aeronaves que cruzam o céu do país

 

A todo momento, muitos aviões cruzam o espaço aéreo brasileiro. No Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU Airport) foram, em média, 800 decolagens e pousos por dia em 2018, entre aviões comerciais e militares de diferentes tamanhos, segundo o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

Como saber que aeronaves estão voando ao mesmo tempo e assegurar que elas cruzem os céus em segurança? Afinal, diferentemente do trânsito de carros, não existem semáforos, placas ou câmeras de vigilância no céu para orientar as aeronaves em voo. Uma importante solução vem do Sistema SAGITARIO, software desenvolvido pela Atech – Negócios em Tecnologia, braço do Grupo Embraer, em parceria com o DECEA, que executa o gerenciamento de todas as aeronaves que estão no ar.

Atualmente, todo o espaço aéreo brasileiro – 22 milhões de quilômetros quadrados, incluindo uma extensa área sobre o oceano – é controlado e vigiado por sistemas de controle de tráfego e de defesa aérea desenvolvidos pela Atech. E o SAGITARIO é um desses sistemas.

Journal of Wonder conversou com a Atech e elaborou sete perguntas e respostas que explicam como o sistema funciona e atua pela segurança aérea no Brasil.

1. O que é o Sistema SAGITARIO?

Apesar do nome remeter a astronomia, o SAGITARIO é baseado em tecnologia. O nome vem da sigla para “Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatório de Interesse Operacional”. O software, criado em 2007, tem como objetivo garantir a segurança durante o voo de aeronaves.

2. Como ele ajuda no tráfego de aviões?

O SAGITARIO monitora aviões e helicópteros quando eles estão em voo. Radares e satélites, entre outros sensores, detectam a posição do avião e mandam as informações para os centros de controle. O SAGITARIO trata esses dados da situação aérea e os fornece para os controladores de tráfego aéreo (ATCO). Estes, então, se comunicam com os pilotos e também repassam as informações para o centro de controle responsável pela próxima parte do voo.

3. Onde fica o Sistema SAGITARIO?

O sistema está instalado nos centros de controle ACC (sigla em inglês para Centro de Controle de Área), APP (Centro de Controle de Aproximação) e CINDACTA (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), de onde cada um dos voos é gerenciado.

4. Quais as diferenças entre esses centros de controle?

Os APPs controlam a aeronave durante pousos e decolagens e são instalados em cidades do Brasil. Já os ACC monitoram o voo em rota e estão localizados em cinco pontos do país, cobrindo todo o território nacional. Essas regiões também são atendidas pelos CINDACTA I, II, III e IV, órgãos que atuam não só no gerenciamento como também na defesa aérea.

5. Quais são as áreas do Brasil cobertas pelo Sistema SAGITARIO?

O SAGITARIO cobre todo território brasileiro. Os CINDACTAs e os ACCs cobrem as regiões de Brasília, Curitiba, Recife, Manaus e uma parte do oceano Atlântico que está sob responsabilidade do Brasil. No momento, há 18 APPs com o SAGITARIO implantados no país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Belém, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Vitória, Curitiba, Macaé, Pirassununga, Campo Grande, Porto Alegre, Porto Velho e Cuiabá.

6. Como o tráfego aéreo era monitorado antes da implantação do SAGITARIO?

O SAGITARIO substituiu o sistema X-4000, também da Atech. O X-4000 era tecnologicamente obsoleto e não apresentava funcionalidades modernas e ágeis de tratamento de planos de voo. Além disso, possuía uma apresentação visual diferente e outras características distintas.

7. Como os CINDACTAs atuam na defesa aérea?

Quando há aeronaves não reconhecidas pelos controladores de tráfego circulando no céu, o Centro de Operações Militares do CINDACTA é acionado. A equipe de Defesa, então, tenta entrar em contato com o piloto e, se não houver resposta, toma as providências necessárias para garantir a segurança aérea do país.

 

Fonte: Site Embraer