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Agricultura 4.0: novas tecnologias promovem avanços na produção e na manutenção no agronegócio

Em busca de mais produtividade, o uso da tecnologia aliada ao meio ambiente, um dos itens que define a agricultura 4.0, está permitindo que os negócios no campo otimizem recursos naturais, equipamentos e processos no agronegócio.

Um exemplo de como essas iniciativas voltadas para a agricultura 4.0 devem crescer nos próximos anos é o programa BNDES IoT, por meio do qual o banco estatal oferece uma linha de crédito de R$ 100 milhões em recursos para financiar projetos piloto de Internet das Coisas, no qual o agronegócio deve ser um dos maiores beneficiados devido ao seu potencial de desenvolvimento para essa tecnologia.

Além disso, o País já conta com uma série de empresas que oferecem tecnologias específicas para atender às necessidades do agronegócio e prepará-lo para caminhar rumo à Agricultura 4.0, vencendo os desafios enfrentados de acordo com os diferentes níveis de maturidade de cada negócio quando o assunto é a modernização.

Neste cenário, a Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, oferece, por meio da plataforma OKTO, um portfólio de softwares e serviços voltados para ajudar o setor agrícola a obter mais eficiência, agilidade e organização, oferecendo desde serviços voltados para melhoria contínua até sistemas avançados para modernizar o negócio e dar suporte à busca por inovação.

Segundo o diretor da área de Negócios Corporativos da Atech, Marcelo Eskenazi, apesar de ter seus benefícios bastante claros e diretos, o caminho rumo à Agricultura 4.0 ainda é nebuloso para muitos tomadores de decisão, e é neste cenário que a Atech busca se diferenciar.

“Especialmente neste segmento, em que a otimização dos processos e o envolvimento das pessoas são fatores críticos de sucesso é recomendado que a jornada de adoção de tecnologias esteja integrada a uma visão maior. É preciso mapear as necessidades focando sempre na busca por excelência operacional e balancear os esforços dentro de um plano bem estabelecido e gerenciado. A plataforma OKTO atende as necessidades de todos os estágios dessa jornada, seja por meio da implementação de metodologias ágeis e lean, seja na implantação de soluções de conectividade e sistemas para dar mais inteligência e agilidade na tomada de decisão por meio da análise de dados no campo”, explica Eskenazi.

Agricultura 4.0 e a busca por confiabilidade

Para isso, a Atech conta com o apoio de parceiros técnicos que ajudam no desenvolvimento de sistemas voltados para a Agricultura 4.0, como a Compass, especializada na difusão do conhecimento em engenharia da confiabilidade e gestão de ativos, e a Desh Tecnologia, especializada no desenvolvimento de soluções de conectividade, como redes MESH.

Unindo a experiência no desenvolvimento de soluções à análise da confiabilidade de ativos, a Compass em parceria com a Atech oferece o sistema Orion, integrado à plataforma OKTO para realizar a Gestão de Ativos. O sistema por meio da análise de dados coletados dos equipamentos agrícolas, auxilia no planejamento de manutenções preventivas, reduzindo custos, e na identificação de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental de maneira eficaz.

A conectividade é fundamental para esses avanços. E, neste contexto, a Atech se uniu à Desh Tecnologia, empresa investida pelo Fundo Aeroespacial liderado pela Embraer, para o desenvolvimento de um software de gestão de Redes MESH, tecnologia ideal para solucionar o desafio de conectividade no campo, em que redes celulares e WiFi não são alternativas.

Seguras, confiáveis e de fácil implementação, as redes MESH vão dar a cobertura e a confiabilidade necessárias para dar apoio aos avanços da agricultura 4.0.

Para Adriano S. Yamaoka, CEO da Desh Tecnologia, existe uma escassez de conectividade no campo e, em muitos casos, quando existe conectividade para uma área mais abrangente, o custo é muito elevado. “A proposta da Desh por meio das redes MESH é oferecer uma tecnologia que englobe características técnicas diferenciadas para entregar boa conectividade com bom custo-benefício. Isso na agricultura 4.0 vai ser essencial, pois o acesso remoto e a análise dos dados coletados é o que vai levar um grande valor para as aplicações, agregando produtividade na colheita e ganho de energia”, explica Yamaoka.

Além da tecnologia desenvolvida em parceria com a Atech por meio do software de Gestão de Redes MESH, a empresa também está trabalhando no desenvolvimento de um sistema de monitoramento remoto de condição.

 Transformando dados brutos em insights

A geração de imagens de satélite associada à coleta de dados do campo também é uma das características da Agricultura 4.0 que pode trazer avanços importantes na tomada de decisão, impulsionando ações preventivas que podem reduzir custos para os produtores rurais. É neste campo que a VISIONA, joint-venture entre a Embraer e a Telebras, atua, por meio da concepção de sistemas espaciais. “Temos acompanhado bastante a questão da agricultura 4.0 e as iniciativas do setor, principalmente em função do acordo de cooperação que assinamos com a Embrapa. O que temos visto, no entanto, é uma dificuldade em conectar todo o fluxo desde o planejamento até o escoamento da produção do campo”, explica Cleber Oliveira, diretor de desenvolvimento de negócios da VISIONA.

De acordo com o executivo, a questão da banda larga é uma grande oportunidade para o negócio da empresa. “Temos apoiado principalmente a Embrapa em questões relacionadas ao uso de satélites diretamente, de forma que a conectividade seja resolvida por meio do uso da banda larga no campo. As empresas precisam escoar os dados que coletam, e o satélite é a melhor forma de fazer isso, proporcionando cobertura de 100% no território nacional”, afirma.

No sentido de dar mais inteligência à análise dos dados brutos para gerar insights relevantes para as atividades no campo, a Aquarela, empresa também investida pela Embraer, utiliza Inteligência Artificial e Machine Learning para identificar falhas e pontos de melhoria nas atividades do agronegócio, da preparação do solo à colheita.

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A importância do uso de tecnologias de análise de dados no FMEA

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Com a possibilidade de transformar dados em inteligência, muitas empresas estão adotando a ferramenta de Análise de Modos de Falhas e Efeitos – FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) como principal estratégia de manutenção de ativos. Essa tecnologia é qualitativa e associada a um estudo da análise de probabilidade de falhas em um determinado ativo, transforma as informações em dados quantitativos, usados em ações de melhoria contínua.

Aplicado inicialmente na área militar norte-americana, no final dos anos 1940, e depois adotado pela NASA, o FMEA ganhou espaço nas empresas pela montadora Ford e, hoje, diversos segmentos da indústria fazem uso dessa ferramenta, envolvendo equipes multidisciplinares, com técnicos e engenheiros de manutenção, operação, segurança e meio ambiente, alinhados às definições de funções e padrões de desempenho esperados pelo ativo em análise.

Sem o uso de tecnologias para aplicação destes dados, essas informações não geram inteligência. Entretanto, a partir do momento em que o gestor passa a ter controle do processo de engenharia de manutenção, com soluções para monitoramento de condição, planejamento e programação de ordens de manutenção, todas as informações recolhidas nos processos de FMEA ganham sentido, identificando potenciais falhas que podem ocorrer em qualquer etapa do processo industrial e determinando o provável efeito de cada uma das falhas sobre as outras, até a entrega do produto final.

Assim, equipes de gestão de manutenção ganham a capacidade de analisar proativamente as possíveis falhas que podem ocorrer em componentes e analisar os efeitos sobre a função de todo o conjunto, reunindo dados históricos da condição do ativo e de revisões e também automatizando a gestão da execução da manutenção, que gera a constante atualização destas informações.

Essa multidisciplinaridade da equipe contribui para que as decisões tomadas englobem todas as áreas que podem ser afetadas por possíveis falhas. O principal é contar com tecnologias que suportem a análise de dados, que são a resposta para evoluir rumo ao próximo nível em inteligência e gestão estratégica, garantindo o melhor uso dos recursos por meio de capacidades de manutenção preditivas.

Com uma solução de gestão de ativos única e integrada a todo o ambiente tecnológico da empresa, capaz de contextualizar o histórico de informações de todos os departamentos e analisar as funções e potenciais falhas de um equipamento, é possível desenvolver um planejamento de manutenção que garanta a eficiência de toda a operação, com uma estratégia de gestão de ativos tecnicamente viável e com melhor custo-benefício.

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Atech destaca na EXPOMAN 2019 soluções de gestão de ativos conectadas aos desafios da Agricultura 4.0

No agronegócio, as transformações são rápidas e constantes. Nesse mesmo compasso, seguem as iniciativas voltadas à agricultura 4.0 focadas em aliar tecnologia e meio ambiente, aumentar a eficiência operacional e de recursos – do uso do solo à performance dos equipamentos. Diante desses desafios, as soluções que combinam automação, digitalização e análise se tornam verdadeiras aliadas dos melhores resultados no campo.

Esse é um dos temas abordados pela Atech no 34º CBMGA – Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos e XXXIV EXPOMAN, que acontece entre os dias 12 e 18 de outubro no em Vitória (ES), e é considerada a maior feira de manutenção e gestão de ativos da América Latina.

“A Atech disponibiliza uma plataforma integrada de análise orientada a otimizar a segurança e a lucratividade das operações em campo. Provemos soluções que fornecem, em tempo real, o status do funcionamento de cada um dos ativos no campo, que pode agilizar e aumentar a assertividade de  ações preventivas dos equipamentos, minimizando custos com manutenções e reparos inesperados, que impactam a produtividade agrícola”, explica Fábio Vieira, responsável pelo portfólio de soluções para gestão de ativos da Atech.

Integrada à plataforma OKTO, a Solução para Gestão Estratégica de Ativos é o carro-chefe da Atech para agregar mais confiabilidade à gestão dos ativos no campo. Seus recursos permitem mapear riscos relacionados a processos produtivos e ampliar a visibilidade das condições de todo o conjunto de maquinários da operação.

Em linha com essa solução, a plataforma OKTO oferece ainda outra solução completa, de Conectividade Inteligente baseada em gestão de Redes MESH, desenvolvida para prover implementação rápida, confiabilidade e disponibilidade em regiões remotas.

“Ao customizar nossos produtos e serviços de gestão de ativos, e adequá-los aos desafios de conectividade, eficiência e maturidade digital de cada cliente, a Atech promove a transformação do agronegócio”, acrescenta Fábio Vieira.

EXPOMAN 2019

A edição deste ano da EXPOMAN é dedicada ao tema “Manutenção e Gestão de Ativos: Pilares e Caminhos para a Era 4.0”. O propósito é evidenciar o valor agregado por recursos de inteligência da informação, digitalização e de automação de processos à manutenção e gestão de ativos – em ganhos de confiabilidade, consistência de dados, agilidade e disponibilidade.

A Atech participa do evento com a Compass, empresa pioneira na aplicação da Engenharia de Confiabilidade na América do Sul, e parceira em projetos com implementação de sistema de gestão estratégica do ativo. Nos estandes, de números 4 e 5, o destaque fica para a plataforma OKTO, conjunto de soluções B2B para Gestão de Ativos, Conexões Inteligentes, Excelência Operacional e Logística, que une a eficiência da indústria 4.0 a processos inovadores da digitalização para criar um ciclo contínuo de desenvolvimento e melhoria contínua, que vai desde a produção até a entrega do produto final.

“A EXPOMAN é o momento oportuno para atualizar conhecimento e apresentar os benefícios trazidos pelas soluções de Gestão de Ativos, reunidas pela plataforma OKTO. Nossa expectativa é demonstrar como as tecnologias desenvolvidas pela Atech contribuem com a superação dos desafios de diferentes setores, que precisam orientar suas estratégias pelo conceito digital e impulsionar otimizações de processos que impactem positivamente seus resultados”, finaliza o responsável pelo portfólio de soluções para gestão de ativos da Atech.

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Ganhos de segurança e produtividade com gestão de ativos no setor de Óleo e Gás são destaque da Atech na EXPOMAN 2019

A mitigação de riscos é fator-chave para alavancar resultados da indústria de óleo e gás. Esse contexto demanda uma estratégia de manutenção consistente e abrangente, a fim de assegurar um bom funcionamento dos equipamentos totalmente alinhado às metas de produtividade de extrações e de segurança e integridade das operações. As tecnologias 4.0 vêm somar ganhos de eficiência e produtividade a esse processo, ao unir recursos de digitalização, inteligência e análise à gestão de ativos, que viabilizem tomadas de decisão e ações preditivas, a fim de eliminar falhas em processos e equipamentos, que comprometam a produção.

Esse é um dos temas abordados pela Atech no 34º CBMGA – Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos e XXXIV EXPOMAN, que acontece entre os dias 12 e 18 de outubro no em Vitória (ES), e é considerada a maior feira de manutenção e gestão de ativos da América Latina.

“Temos acompanhado como as transformações no setor de óleo e gás geram novas demandas, que se traduzem na necessidade conferir maior dinamismo, robustez e confiabilidade ao monitoramento de ativos críticos nas atividades de exploração. Frente a esse desafio, a Atech desenvolveu um conjunto completo de soluções para gestão de ativos para contribuir com a evolução digital deste setor”, comenta Fábio Vieira, responsável pelo portfólio de soluções para gestão de ativos da Atech.

Integradas pela plataforma OKTO, as Soluções para Gestão de Ativos da Atech para o setor de Óleo e Gás proporcionam o acompanhamento em tempo real de todos os dados e informações dos ativos, minimizando possíveis riscos que comprometam a operação. Dessa forma, contribuem para a construção de uma estratégia de manutenção capaz de conferir predição e assertividade, com o objetivo de reduzir custos e ocorrências de reparos e paradas inesperados, e aumentar a disponibilidade, os volumes produzidos, e a vida útil dos equipamentos.

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Soluções de gestão de ativos Atech amplifica ganhos de segurança, controle e produtividade no setor minerador

No setor de mineração, segurança, controle e produtividade andam juntos, sempre orientados a otimizar a eficiência operacional e os resultados do negócio. As tecnologias de automação e análise de dados impulsionadas pela Indústria 4.0 oferecem recursos alinhados às principais demandas desse segmento: monitoramento em tempo real do status dos ativos, predição consistente para eliminar falhas inesperadas e ações corretivas, e confiabilidade para planejamento de processos e programação de serviços.

Esse é um dos temas abordados pela Atech no 34º CBMGA – Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos e XXXIV EXPOMAN, que acontece entre os dias 12 e 18 de outubro no em Vitória (ES), e é considerada a maior feira de manutenção e gestão de ativos da América Latina.

“As soluções de gestão de ativos da Atech são aliadas do setor minerador, com o objetivo de converter perdas de produção em ganhos de produtividade e redução de custos nas minas. Nesse sentido, oferecemos a combinação certa de tecnologias 4.0 para contribuir com a evolução das operações, agregando mais velocidade, controle e eficiência em todo processo de  gestão dos ativos, passando pela execução de tarefas, programação automática e definição de estratégias de manutenção”, ressalta Fábio Vieira, responsável pelo portfólio de soluções para gestão de ativos da Atech.

A plataforma OKTO da Atech conta com soluções completas para gestão de ativos voltadas à toda a cadeia produtiva da mineração. Uma delas é a Solução para Otimização de Programação de Serviços, que realiza o mapeamento da situação real de cada ativo, e permite uma programação de forma rápida das atividades de gestão da manutenção e a gestão de ativos para conferir uma utilização mais eficiente dos equipamentos produtivos. Já a Solução para Gestão Estratégica de Ativos oferece consistentes recursos para consolidação e análise de dados estratégicos para fundamentação de tomadas de decisão, em total conformidade com as diretrizes da ISO 55000.

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Atech leva soluções de gestão de ativos à EXPOMAN 2019

A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, estará presente  no 34° CBMGA – Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos e na XXXIV EXPOMAN – Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos, a maior feira desse segmento na América Latina. Promovido anualmente pela Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman), o evento acontece entre os dias 12 e 18 de outubro no Centro de Convenções de Vitória, em Vitória (ES).

A edição deste ano do evento é dedicada ao tema “Manutenção e Gestão de Ativos: Pilares e Caminhos para a Era 4.0”. O propósito é evidenciar o valor agregado por recursos de inteligência da informação, digitalização e de automação de processos à manutenção e gestão de ativos – em ganhos de confiabilidade, consistência de dados, agilidade e disponibilidade.

No estande da Atech, de números 4 e 5, o destaque fica para a plataforma OKTO, conjunto de soluções B2B para Gestão de Ativos, Conexões Inteligentes, Excelência Operacional e Logística, que une a eficiência da indústria 4.0 a processos inovadores da digitalização para criar um ciclo contínuo de desenvolvimento e melhoria contínua, que vai desde a produção até a entrega do produto final.

“A EXPOMAN é o momento oportuno para atualizar conhecimento e apresentar os benefícios trazidos pelas soluções de Gestão de Ativos, reunidas pela plataforma OKTO. Nossa expectativa é demonstrar como as tecnologias desenvolvidas pela Atech contribuem com a superação dos desafios de diferentes setores industriais, que precisam orientar suas estratégias pelo conceito digital e impulsionar otimizações de processos que impactem positivamente seus resultados”, afirma Fábio Vieira, responsável pelo portfólio de soluções para gestão de ativos da Atech.

Por dentro das soluções B2B da plataforma OKTO

O portfólio para Gestão de Ativos e Logística da Atech tem como foco o uso otimizado de recursos de manutenção e de logística. São soluções que proporcionam a integração de dados operacionais ao longo de toda a cadeia, e conferem melhor visibilidade às informações críticas e novas possibilidades de automação e ganho de confiabilidade nas decisões do dia-dia.

A Atech também levará à EXPOMAN 2019 o software de Conexões Inteligentes da Atech, que viabiliza a conectividade de dispositivos por meio de Redes MESH – com aplicação direcionada a operações em regiões remotas e segmentos de negócios que demandem confiabilidade e disponibilidade de acesso – bem como outras tecnologias de conectividade. Já as soluções com foco em Excelência Operacional contribuem com o aprimoramento contínuo de operações nos setores de produção, manutenção e logística, ao facilitar a implementação de metodologias ágeis e Lean.

“Queremos fortalecer nossa proximidade com os players do mercado que estão em busca de aplicar a Gestão de Ativos, e cada vez mais posicionar a Atech como parceira da transformação digital de negócios, por meio de experiências, e provedora de soluções e serviços altamente personalizados, adequados às suas demandas específicas”, conclui Fábio Vieira.

 

34° CBMGA – Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos

XXXIV EXPOMAN – Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos

De 12 a 18 de outubro de 2019

Centro de Convenções de Vitória – Rua Constante Sodré, 157 – Santa Lúcia – Vitória (ES)

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Saiba como a gestão de ativos pode reduzir custos da indústria

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Como uma empresa pode conseguir vantagem competitiva sustentável? Segundo Michael Porter, três estratégias devem ser aplicadas para se alcançar essa posição mais favorável: custo, diferenciação e foco. Porter, considerado um dos gurus da moderna administração, defende que uma estratégia competitiva baseada em custos requer uma produção em grande volume para minimizar gastos de todo o processo de fabricação. Mas todos nós sabemos que não é uma tarefa simples atender à pressão pela redução de custos e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência na produção em um chão de fábrica repleto de equipamentos, sensores e diversos outros ativos que compõem a Indústria 4.0.

Disponibilidade e confiabilidade são fundamentais para garantir a produtividade, onde a eficiência operacional realmente se concretiza a partir da adoção de um sistema de gestão de ativos. Como exemplos de redução de custos obtidos com uma eficiente gestão de ativos, podemos destacar o menor número ou até mesmo a inexistência de paradas não programadas para manutenção, assim como menos ocorrências de falhas ou defeitos em ativos, o que resultam na redução de paradas de produção e, também, menos custos de inventário.

Aliado à redução de custos, temos o aumento da disponibilidade da planta, com uma manutenção mais eficiente levando a uma maior produtividade e maior ciclo de vida dos ativos.

Benefícios de uma eficiente gestão de ativos

Em linhas gerais, um eficiente sistema de gestão de ativos deve, em primeiro lugar, oferecer a capacidade de reduzir os custos com a manutenção dos equipamentos. Embora até possa parecer um contrassenso, é possível gastar menos com manutenção e aumentar a produtividade mantendo o nível de segurança, isso graças a um sistema que permita equilibrar essa balança.

Minimizar os custos de manutenção não é simplesmente cortar custos. Está relacionado ao eficiente planejamento e programação da manutenção, o que aumenta a segurança no ambiente de trabalho, otimiza processos e entrega produtos com melhor qualidade.

O objetivo de um eficiente sistema de gestão de ativos é adicionar uma camada de inteligência para atuar de forma proativa. Em vez de agir com base no que aconteceu e porque aconteceu, as equipes passam a entender o que irá acontecer, implantando ações de manutenção baseadas em modelos de predição e prognóstico elaborados a partir dos dados enviados pelos sensores e soluções de IoT embarcados nos equipamentos. Assim, temos a previsão de falhas nos equipamentos e, consequentemente, redução de paradas, aumento da produtividade, redução de custos e também redução de falhas humanas na gestão e controle da manutenção.

O processo de gestão de ativos proativo deve incluir as capacidades de monitorar a condição do ativo, planejar e programar as atividades  de manutenção, avaliando a eficiência das ações e garantindo a confiabilidade e disponibilidade do ativo.

Com tudo isso, teremos uma linha de produção otimizada, mais produção, mais qualidade, menos custos e mais vantagem competitiva. Certamente um bom ambiente para enfrentar a concorrência.

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Saiba como inteligência artificial está otimizando a gestão de ativos

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Otimizar a gestão de ativos, baseando ações em dados precisos, é fundamental para gerar confiabilidade e impactar o mínimo possível a produção ou o desempenho do equipamento. O grande desafio está em transformar esses dados, coletados em tempo real por sensores, em inteligência e tomadas de decisão mais assertivas.

O futuro está na implantação de sistemas de inteligência artificial, que levam a gestão de ativos a um novo patamar, gerenciando a manutenção com base nas condições e propondo ações para evitar possíveis falhas.

Sistemas de inteligência artificial embarcados em soluções de gestão de ativos são capazes de cruzar os dados enviados em tempo pelos sensores dos equipamentos com dados provenientes de outras áreas da empresa e avaliar, além de padrões e tendências, o custo de uma possível falha na produção e qual a melhor solução para manter a rentabilidade da empresa.

Corretiva, preventiva ou preditiva?

Na gestão de ativos, atualmente vemos que as ações de manutenção são divididas em três modelos: corretiva, preventiva e preditiva. Qual será o melhor? Ou será que já podemos antever um novo modelo, ainda mais eficiente?

A primeira – corretiva – é aquela em que os reparos são feitos quando um ativo quebra ou apresenta defeito. Na maioria dos casos, pelo menos um processo é interrompido, provocando atrasos na linha de produção. Além do custo da parada, temos o custo direto do reparo e das peças a serem substituídas, que podem nem estar disponíveis no estoque.

Já a preventiva, definida pelo Manual do fabricante e pela equipe de manutenção,  propõe um cronograma de ações de forma antecipada, como troca de óleo, limpeza das máquinas, entre outras, destinadas a aumentar a vida útil do equipamento e evitar falhas que, na maioria dos casos, são originadas por desgastes naturais e vida útil.

E na manutenção preditiva começamos a usar dados coletados por meio de sensores e tecnologias de IoT (Internet of Things) e por meio de inspeções em cada máquina, avaliando periodicamente o seu desempenho, disponibilidade e confiabilidade. O objetivo é antecipar eventuais problemas e programar intervenções para evitar paradas inesperadas.

O futuro está na manutenção prescritiva

Cada vez teremos mais sensores enviando, em tempo real, dados sobre o desempenho dos equipamentos, que passam a ser “máquinas inteligentes”. Mas como levar essa inteligência para a gestão de ativos? Com o uso de sistemas ainda mais inovadores com Inteligência Artificial (IA).

Sistemas de IA aprendem com base na experiência e, assim, continuamente levantam e cruzam dados que são transformados em insights sobre possíveis falhas. E o próprio sistema de gestão de ativos oferece sugestões de atuação, com ações pontuais baseadas nas possibilidades, para evitar que as falhas ocorram ou na rápida atuação e reparo das mesmas.

Assim, conforme mais equipamentos tiverem sensores embarcados, as fábricas poderão agregar dados históricos de desempenho em toda a cadeia produtiva, permitindo que as máquinas aprendam e identifiquem padrões em seu próprio desempenho para prever e evitar falhas. É esperar para ver. E investir em inovadores tecnologias, claro.

Então, qual é o melhor modelo de manutenção? Na verdade, todos convivem no dia a dia da Indústria 4.0. Claro que a corretiva deve ser a última opção, desde que esteja mapeada e com plano rápido de restabelecimento da condição funcional. Mas é importante manter eficientes ações preventivas, que vão ampliar o ciclo de vida do equipamento; ações preditivas, que vão indicar a possibilidade de uma falha, e começar a implantar sistemas com inteligência artificial para adotar o modelo de manutenção prescritiva na gestão de ativos, que já entrega a solução para um problema que ainda poderá ocorrer.

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Novas tecnologias estão otimizando a manutenção e a performance dos ativos

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Investir em novas tecnologias para garantir a disponibilidade e confiabilidade dos ativos industriais não é mais uma estratégia que possa ser adiada. Modelos tradicionais de gestão da manutenção e performance dos ativos não são mais capazes de oferecer o suporte e a agilidade necessárias para a adoção de uma abordagem preditiva. Ou até ir além, implantando uma estratégia de manutenção prescritiva, levantando e cruzando dados para gerar insights sobre possíveis falhas.

Soluções de IoT, aliadas a ferramentas de Big Data e Analytics, coletam e analisam dados provenientes de inúmeros sensores, sistemas e serviços, e os transformam em inteligência para uma melhor tomada de decisão, detectando em tempo real falhas que possam interferir na linha de produção, e também simulando cenários.

O uso da computação cognitiva, baseada na Inteligência Artificial e no Aprendizado de Máquinas, também promete revolucionar a gestão de ativos, interpretando grande quantidade de dados não estruturados em contextos e situação diversas, aliada a tecnologias de nuvem que oferecem a capacidade de agregar, armazenar e usar ferramentas de análise avançadas, com agilidade, segurança e economia.

O maior desafio está em obter a inteligência que fornecerá a capacidade, por exemplo, de identificar entre milhares de alertas automatizados sobre anomalias dos equipamentos quais realmente são críticos e precisam de uma ação imediata. Uma eficiente solução de gestão de ativos precisa atuar no monitoramento de condição do ativo; no planejamento e programação da manutenção, na execução da manutenção e na gestão da estratégia do ativo, identificando a sua criticidade.

Inovadoras tecnologias permitem modelar e programar ações de intervenção e otimização do processo, gerenciando a manutenção com base em eventos e, assim, implantar ações pontuais e customizadas, reduzindo custos e aumentando a vida útil do ativo. Inovadores sistemas de gestão de ativos podem identificar em qual equipamento uma determinada peça está chegando ao final do seu ciclo de vida, e sugerir o momento mais adequado para a sua substituição, de modo a não afetar a produção.

O que o futuro nos reserva

Em breve, acreditamos que a gestão da manutenção e da performance dos ativos poderá estar baseada nos insights gerados por sistemas computacionais, que utilizarão de tecnologias avançadas para o prognostico e diagnostico de falhas, utilizando algoritmos capazes de interpretar e cruzar informações geradas através da identificação de padrões em imagens e leitura em sinais coletados através de instrumentos instalados em campo.

O mercado já vem estudando as aplicações de tecnologias para otimizar a manutenção e performance dos ativos. Automatizando os processos – que se tornam mais ágeis e mais simples – a tecnologia pode gerar de forma assertiva e segura o diagnóstico de falhas e garantir padrões mínimos de qualidade. O resultado é que as equipes de manutenção, ou mesmo as próprias máquinas, poderão resolver o problema de forma preventiva e automática.

É esperar para ver, ou, melhor ainda, participar de todo o processo de inovação e assumir uma postura de “early adopter” e ganhar vantagem competitiva. Não dá mais para acompanhar de longe a transformação digital.

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Atech participa do 17º Simpósio Internacional de Confiabilidade, em Vitória

A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, participa do 17º Simpósio Internacional de Confiabilidade, onde serão abordados os principais desafios da indústria e novas ferramentas para mudança e evolução operacional para gestão de ativos.

Nessa edição, a Atech participa do evento que reúne diversos profissionais para debater como a Engenharia da Confiabilidade está se tornando fundamental para que as empresas obtenham resultados positivos na gestão de ativos e alcancem a eficiência operacional.

O SIC 2019 também conta com uma intensa programação com palestras e painéis técnicos. Entre os principais temas estão redução de riscos e custos com a aplicação de múltiplos paradigmas de inteligência artificial na manutenção preditiva e prescritiva de ativos, simulação dinâmica para análise de processos portuários, a gestão da mudança como governança para prevenção de riscos na gestão de ativos garantindo resultados sustentáveis, entre outros temas importantes.

Nessa edição, Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech, será um dos palestrantes com o tema “Analisando Riscos em uma era Digital”.

“Em mundo onde cada vez mais estamos conectados, a tecnologia já faz parte de nossas vidas, mudando nossa maneira de interagir com as pessoas e com os equipamentos. Essa nova era gera também uma mudança na perspectiva de como encaramos o risco em nosso dia a dia, desde caminhar na rua acessando o celular, na maneira que nos deslocamos utilizando plataformas de serviço de transporte e como interagimos com as ferramentas utilizadas no ambiente de trabalho, escritório e indústria”, comenta Vieira.

O painel com Fábio Vieira está programado para o primeiro dia do evento, às 17h30.

O evento acontece entre os dias 28 e 30 de agosto, em Vitória, no Espírito Santo.

“É necessário começarmos a lidar com novas maneiras de identificar o risco, mas e se este meio digital venha falhar? Estamos preparados para agir de forma rápida? Estamos trabalhando para mitigar tais impactos? Essas são algumas perguntas que teremos que responder durante uma análise de risco, e como também podemos aproveitar a tecnologia para nos auxiliar no acompanhamento destes riscos”, conclui Fábio Vieira.

O tema nessa edição do simpósio é A Confiabilidade na Gestão de Risco. O evento acontece no Golden Tulip Porto Vitória, a partir das 09h, localizado na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, nº 635, no bairro de Enseada do Suá.

Mais informações sobre o evento estão no site e as inscrições para o SIC 2019 podem ser feitas pelo endereço https://simposiodeconfiabilidade.com.br/participe-do-sic/inscricoes/

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PARA GOVERNOS, PESSOAS E ORGANIZAÇÕES