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Saiba o que esperar da conectividade no campo em 2020

Drones, robótica, inteligência artificial. Esses são termos que até pouco tempo atrás estavam associados à ficção científica, mas que estão cada vez mais presentes nas lavouras brasileiras. Eles fazem parte de um novo conceito, a agricultura digital ou agricultura de precisão, que integra a coleta de dados no campo – cada vez mais precisa e em tempo real – com técnicas de modelagem computacional, permitindo tomadas de decisão mais assertivas aos produtores. A promessa é que as novas tecnologias aumentem a produtividade, reduzam custos e impactos ambientais, e evitem desperdícios na agricultura, sendo, portanto, mais sustentável.

A agricultura de precisão aproveita todos os benefícios de inovadoras tecnologias que surgiram recentemente, baseadas na comunicação de máquina para máquina, permitindo o desenvolvimento de uma agricultura mais avançada e eficiente. A #AgriculturaNxT reúne métodos computacionais de alto desempenho, rede de sensores, conectividade entre equipamentos e dispositivos móveis, computação em nuvem, métodos e soluções analíticas para processar grandes volumes de dados e construir sistemas de suporte à tomada de decisões de manejo, aumentando a precisão na aplicação de fertilizantes e defensivos, e orientando sobre quando é o melhor momento de realizar o plantio, a irrigação e a colheita da produção.

Conectividade no campo é a base da inteligência

A ausência de informações em tempo real entre o que acontece na plantação e a tomada de decisão dos agrônomos gera prejuízos. E a conectividade no campo é o ponto chave para trazer mais inteligência ao agronegócio. Os benefícios para a agricultura de precisão são diversos. Além das funções tradicionais, tratores e colheitadeiras conectados se transformam em geradores de informações sobre o solo e a lavoura, auxiliando no combate às pragas e na correção da acidez do solo, entre outros inúmeros exemplos.

À distância, é possível também ter dados do maquinário em tempo real, permitindo a manutenção preditiva e customizada para cada tipo de equipamento, auxiliando, assim, na redução de custos, aumento da sua vida útil e da disponibilidade destes equipamentos para operação no campo.
Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a avaliação é de que, até 2025, o impacto do uso das soluções de IoT no agronegócio atinja entre US$ 5 bilhões e US$ 21 bilhões, apoiando uma economia de até 20% no uso de insumos agrícolas e gerando uma alta de cerca de 25% na produção. Esses números irão variar de acordo com o grau de adoção que essas tecnologias atingirem.
Redes Mesh permitem conectar todos os sensores e aplicações
Quando falamos de conexões inteligentes, as vantagens das Redes Mesh para a conectividade no campo sobre as outras tecnologias são inúmeras. As Redes Mesh oferecem a possiblidade de levar conexão rápida e confiável a áreas remotas, distribuída entre dezenas ou até centenas de pontos que “conversam” entre si, compartilhando a conexão e promovendo a cobertura de milhares de hectares com baixo investimento.
Os pontos Mesh são pequenos radiotransmissores que funcionam como roteadores sem fio, interagindo entre si dentro de uma ampla rede, ao mesmo tempo que coleta dados de sensores conectados a estes pontos. As informações percorrem a rede de ponto a ponto e os próprios rádios selecionam automaticamente o caminho mais confiável e rápido – processo conhecido como roteamento dinâmico, permitindo monitoramento da rede e a configuração remotos e diagnósticos em tempo real a um custo bastante atrativo.
A tecnologia de comunicação sem fio de Redes MESH é a mais indicada para promover a agricultura de precisão, principalmente onde há uma carência de infraestrutura de comunicação, cenário muito comum pelas imensas e remotas regiões ocupadas pelo agronegócio brasileiro. Assim, aumentará a produtividade e a eficiência e reduzirá os impactos ambientais com uma agricultura mais favorável ao meio ambiente.

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Conectividade está impulsionando a produtividade na indústria

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

Na Indústria 4.0, tecnologias inovadoras vieram para transformar e otimizar todas as fases da cadeia produtiva, baseadas em interoperabilidade, virtualização, descentralização, informações em tempo real, computação em nuvem e modularização, digitalizando produtos, processos e equipamentos. E o que todas essas tecnologias têm em comum? A necessidade de conectividade para captar e interpretar informações, comunicarem-se entre si e, assim, agirem em conjunto, fornecendo uma visão holística das operações em toda a cadeia e permitindo reduzir custos de manutenção, bem como aumentar a vida útil dos ativos e a produtividade.

A conectividade no chão de fábrica já é uma realidade na aquisição de dados provenientes de diversos sensores e dispositivos de IoT implantados em toda uma linha de produção, possibilita a exploração de grande volume de dados por aplicações de Inteligência Artificial e Big Data Analytics, automatizando a tomada de decisão em busca de redução de custos operacionais, do aumento da produtividade e de novas oportunidades de receita.

Em nossos projetos de implementação de soluções de conexão inteligente e de gestão de ativos, observamos a eficiência dessa nova linha de montagem inteligente, onde o grande fluxo de dados estratégicos enviados e recebidos por todos os componentes da fábrica são analisados em tempo real, conectando pessoas, softwares, equipamentos, máquinas e robôs.

Megatendência tecnológica

A conectividade foi apontada pelo Fórum Econômico Mundial como uma três das tecnologias chaves para transformação da produção, em um estudo apresentado na reunião realizada em janeiro de 2019. Junto com a conectividade, que cria conexões entre dispositivos, sensores, máquinas e softwares, e aumenta a visibilidade do que ocorre no chão de fábrica, o relatório indica a inteligência artificial – que automatiza o reconhecimento do evento e o tratamento para a tomada de decisão – e a automação flexível, que incorpora mecanismos responsivos, automação e movimentos remotos, como as tecnologias que vão impulsionar a produtividade na indústria.

Segundo o estudo, a aplicação dessas tecnologias chaves é que vão determinar o impacto no âmbito da produção inteligente, a partir da escolha do melhor modelo para a integração entre a inteligência, a automação flexível e a conectividade.

Mas todos os benefícios das tecnologias que promovem a Indústria 4.0, fundamentada em inovação, produtividade e competitividade, só poderão ser alcançados se a infraestrutura de conectividade das “coisas” estiver plenamente disponível, e muitas empresas têm obtido sucesso nessa jornada com a implantação de soluções para conexões inteligentes como as Redes Mesh, tecnologia que já vem fazendo a diferença no setor de energia, dando conectividade a medidores inteligentes para permitir a medição remota do consumo.

Na indústria, as Redes Mesh têm permitido rastrear itens produzidos e monitorar grandes objetos físicos, proporcionando conexão sem fio de alta confiabilidade para coletar dados do chão de fábrica e várias outras áreas para a geração de estratégias de manutenções preditivas, superando desafios na busca de maior eficiência operacional, gerando novos negócios e mais valor aos seus produtos, capacitando as empresas que adotam as Redes MESH a enfrentarem a crescente pressão competitiva que marca o atual ambiente de negócios.

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Medição inteligente: como essa tecnologia vai auxiliar no combate a fraudes

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O setor elétrico vem investindo em ações de fiscalização e combate a fraudes e furtos de energia, as chamadas perdas não técnicas, ou comerciais, que também incluem erro na medição de consumo e de faturamento. A boa notícia – ou seria uma má notícia? – é que, em média, para cada cinco fiscalizações realizadas, as equipes encontram uma fraude. Assim, essas ações, efetuadas por diversas distribuidoras em todo o Brasil, têm permitido recuperar a receita de milhões de kWh de energia fornecidos.

Para se ter uma ideia do volume furtado, em seis meses uma distribuidora de energia conseguiu recuperar a receita de 206 milhões de kWh em cinco estados, resultando, somente em tributos restituídos aos cofres públicos, em cerca de R$ 31 milhões em ICMS e PIS/Cofins. Nesse período, foram realizadas 239 mil inspeções técnicas, que identificaram 35 mil irregularidades.

Esse tipo de ação, realizada por diversas distribuidoras, também identificou um significativo aumento no número de “gatos” – nome popular das ligações clandestinas – que, entre 2017 e 2018, registraram uma alta de 67% em algumas regiões.

Um grande prejuízo tanto para as empresas – uma concessionária informou que as perdas com furto de energia chegaram a R$ 95 milhões em um ano – quanto para nós, consumidores, que pagamos mais caro por um serviço com menos qualidade devido ao aumento das falhas no fornecimento de energia provocadas por estas ligações clandestinas nas redes de distribuição, sem contar os riscos de segurança pois muitas destas ligações são realizadas sem seguir normas e procedimentos adequados e, consequentemente, vulneráveis a ponto de provocar incêndios que podem se estender e atingir casas e vilas inteiras.

Pontos suspeitos

A tecnologia é uma grande aliada no combate a fraudes e furtos, mapeando e detectando pontos suspeitos. Uma estratégia que vem sendo adotada pelo setor de energia é a troca dos medidores tradicionais – eletromecânicos – por medidores inteligentes, que geram dados sobre o consumo, demanda, corrente,  e tensão minuto a minuto e podem disponibilizá-los em tempo real. Além disso, contam com o recurso de interromper ou reestabelecer a energia do consumidor remotamente, dispensando o deslocamento de uma equipe de técnicos para realizar estas operações, tornando a operação de corte e religa muito mais rápida e barata.

Com os medidores inteligentes, as concessionárias tem acesso imediato às medições de energia e, assim, possibilita o mapeamento do perfil de consumo do cliente e identificar atitudes suspeitas, sem a necessidade de deslocamento de equipes para averiguações a partir de um sistema conectado que pode ser construído a partir de uma Rede MESH que envia os dados coletados pelos medidores em tempo real para os centros de medição das distribuidoras.

Ainda em relação as fraudes onde o cliente realiza algum tipo de adulteração no medidor instalado na sua residência ou empresa, de modo que o medidor registre apenas uma parcela do consumo, nestes casos, os medidores inteligentes são imunes a estas fraudes, entre elas a adulteração magnética, e cumprem com os requisitos do Regulamento Técnico Metrológico (RTM), aprovado pelo Inmetro. Além disso, o RTM também não permite que o software embarcado no medidor seja alterado sem a prévia aprovação do Inmetro, como uma maneira de garantir a idoneidade de uma nova versão, garantindo maior segurança contra fraudes.

Por isso, para aumentar suas receitas, a eficiência de sua rede, e a segurança da população em geral, e reduzir a inadimplência de seus clientes e as perdas comerciais devido a fraudes, as concessionárias estão, gradativamente, substituindo a tradicional leitura manual de consumo de energia por um sistema “inteligente, eletrônico e conectado”, com a instalação dos medidores inteligentes. No final, todos saem ganhando: as distribuidoras, os clientes, a população e o poder público.

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Como Redes Mesh e medidores inteligentes reduzem o furto de energia

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

Entregar um bom serviço, com um preço justo, é o objetivo de todas as concessionárias de energia elétrica. A saída para esse desafio está na digitalização do setor elétrico, com a instalação de medidores inteligentes e conexão robusta e confiável, como a oferecida pelas Redes Mesh, enviando dados em tempo real sobre a energia consumida, a eficiência da rede de distribuição e a qualidade da energia entregue. Com o uso de medidores inteligentes e a consequente instalação de um sistema de automação de medição que transforme os dados transmitidos pelas Redes Mesh em informação integrada, é possível agregar inteligência ao processo de distribuição de energia.

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) considera perdas não técnicas todos os erros de medição, as deficiências no processo de faturamento, a falta de medidor em unidades consumidoras, as fraudes e os furtos de energia, entre outros fatores. Já as perdas técnicas ocorrem durante o transporte da energia – seja na Rede Básica ou na distribuição – e estão relacionadas à transformação de energia elétrica em energia térmica, devido à resistência nos condutores (efeito joule), perdas nos núcleos dos transformadores e perdas dielétricas.

As perdas não técnicas representaram 6,6% do mercado consumidor em 2018, segundo a ANEEL. O resultado dessas perdas não técnicas é um grande prejuízo para as concessionárias – R$ 5 bilhões – e, para o consumidor, um aumento de cerca de 3% no valor das suas tarifas.

A presença de medidores inteligentes permite o acesso a dados técnicos sobre o consumo que, quando analisados por meio do software de gestão de dados de medição, e cruzados com o perfil do cliente, levam à próxima geração de Smart Grids (Redes Elétricas Inteligentes). Além disso, os medidores inteligentes também são muito mais difíceis de serem fraudados. Inclusive, já existem vários casos de sucesso do uso de Redes Mesh, tanto em áreas urbanas quanto em áreas remotas, assim como do uso de medidores inteligentes.

O mais importante é agregar inteligência ao processo de distribuição de energia, oferecendo às distribuidoras a capacidade de inovar e adotar as melhores práticas no combate ao furto e fraudes no consumo de energia, como ressalta o presidente da ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), Marcos Madureira. “Estamos fazendo o dever de casa, mas sempre existe um grande número de pessoas planejando maneiras de furtar energia, essa briga nunca termina”.

De acordo com a ABRADEE, as Smart Grids começam a ser uma realidade no Brasil e, até 2030, devem atender até 74,4 milhões de usuários no país. Ao mesmo tempo, a ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que os investimentos necessários para a implantação maciça das redes inteligentes no Brasil variam de R$ 46 bilhões a R$ 91 bilhões, dependendo da velocidade que o país quiser adotar.

Mas, para que esse cenário se torne realidade, é preciso contar com a oferta de conectividade confiável e resiliente. Uma plataforma de comunicação que entregue dados em tempo real, sem tempo de inatividade, garante que a concessionária possa aumentar a eficiência de sua rede de distribuição, atenda aos indicadores de desempenho da ANEEL, aumente sua receita, e melhore a satisfação de seus clientes.

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Medição inteligente: como essa tecnologia vai auxiliar no combate a fraudes

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O setor elétrico vem investindo em ações de fiscalização e combate a fraudes e furtos de energia, as chamadas perdas não técnicas, ou comerciais, que também incluem erro na medição de consumo e de faturamento. A boa notícia – ou seria uma má notícia? – é que, em média, para cada cinco fiscalizações realizadas, as equipes encontram uma fraude. Assim, essas ações, efetuadas por diversas distribuidoras em todo o Brasil, têm permitido recuperar a receita de milhões de kWh de energia fornecidos.

Para se ter uma ideia do volume furtado, em seis meses uma distribuidora de energia conseguiu recuperar a receita de 206 milhões de kWh em cinco estados, resultando, somente em tributos restituídos aos cofres públicos, em cerca de R$ 31 milhões em ICMS e PIS/Cofins. Nesse período, foram realizadas 239 mil inspeções técnicas, que identificaram 35 mil irregularidades.

Esse tipo de ação, realizada por diversas distribuidoras, também identificou um significativo aumento no número de “gatos” – nome popular das ligações clandestinas – que, entre 2017 e 2018, registraram uma alta de 67% em algumas regiões.

Um grande prejuízo tanto para as empresas – uma concessionária informou que as perdas com furto de energia chegaram a R$ 95 milhões em um ano – quanto para nós, consumidores, que pagamos mais caro por um serviço com menos qualidade devido ao aumento das falhas no fornecimento de energia provocadas por estas ligações clandestinas nas redes de distribuição, sem contar os riscos de segurança pois muitas destas ligações são realizadas sem seguir normas e procedimentos adequados e, consequentemente, vulneráveis a ponto de provocar incêndios que podem se estender e atingir casas e vilas inteiras.

Pontos suspeitos

A tecnologia é uma grande aliada no combate a fraudes e furtos, mapeando e detectando pontos suspeitos. Uma estratégia que vem sendo adotada pelo setor de energia é a troca dos medidores tradicionais – eletromecânicos – por medidores inteligentes, que geram dados sobre o consumo, demanda, corrente,  e tensão minuto a minuto e podem disponibilizá-los em tempo real. Além disso, contam com o recurso de interromper ou reestabelecer a energia do consumidor remotamente, dispensando o deslocamento de uma equipe de técnicos para realizar estas operações, tornando a operação de corte e religa muito mais rápida e barata.

Com os medidores inteligentes, as concessionárias tem acesso imediato às medições de energia e, assim, possibilita o mapeamento do perfil de consumo do cliente e identificar atitudes suspeitas, sem a necessidade de deslocamento de equipes para averiguações a partir de um sistema conectado que pode ser construído a partir de uma Rede MESH que envia os dados coletados pelos medidores em tempo real para os centros de medição das distribuidoras.

Ainda em relação as fraudes onde o cliente realiza algum tipo de adulteração no medidor instalado na sua residência ou empresa, de modo que o medidor registre apenas uma parcela do consumo, nestes casos, os medidores inteligentes são imunes a estas fraudes, entre elas a adulteração magnética, e cumprem com os requisitos do Regulamento Técnico Metrológico (RTM), aprovado pelo Inmetro. Além disso, o RTM também não permite que o software embarcado no medidor seja alterado sem a prévia aprovação do Inmetro, como uma maneira de garantir a idoneidade de uma nova versão, garantindo maior segurança contra fraudes.

Por isso, para aumentar suas receitas, a eficiência de sua rede, e a segurança da população em geral, e reduzir a inadimplência de seus clientes e as perdas comerciais devido a fraudes, as concessionárias estão, gradativamente, substituindo a tradicional leitura manual de consumo de energia por um sistema “inteligente, eletrônico e conectado”, com a instalação dos medidores inteligentes. No final, todos saem ganhando: as distribuidoras, os clientes, a população e o poder público.

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A revolução da IoT vai melhorar a vida nas cidades, e de forma mais inteligente

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), baseada em hardware, software, serviços, conectividade, nuvem e dispositivos, vem transformando as cidades que, com o conhecimento gerado pela interpretação dos dados, ganham mais eficiência na gestão pública e na melhoria de qualidade de vida dos cidadãos. Nessa nova cidade inteligente, tudo estará conectado e uma das aplicações consideradas como das mais importantes está relacionada à eficiência energética, com a implantação de smart grids e medidores inteligentes.

Os medidores inteligentes apresentam diversas funcionalidades tanto para as distribuidoras de energia quanto para os consumidores. As informações transmitidas em tempo real ajudam a gerenciar a distribuição de maneira mais inteligente, evitando sobrecargas, e também reduzindo o tempo necessário para o restabelecimento da energia após falhas, já que é possível isolar o ponto de falha e redirecionar o fornecimento. E também reduzir furtos de energia e fraudes.

Além disso, em uma cidade inteligente, as concessionárias podem desenvolver novos modelos de medição e cobrança, como a Tarifa Branca, incentivado a população a consumir energia fora dos horários de pico e monitorando os comportamentos de consumo de cada região.

Para os clientes, a implantação de soluções de IoT garantem a entrega de um serviço com melhor qualidade e uma cobrança justa, personalizando a sua experiência, já que o usuário pode controlar melhor os seus gastos, avaliando o seu consumo diário, semanal ou mensal nos aplicativos disponibilizados pelas concessionárias de energia. Com as informações detalhadas, o usuário pode, por exemplo, configurar uma meta de consumo e acompanhar o seu cumprimento durante o mês.

Além da iluminação pública

Sistemas inteligentes de iluminação pública vão além do controle da luz nas vias públicas e podem ser aproveitados para a implantação de outras aplicações. Como o monitoramento de segurança pública, gerenciamento de tráfego, monitoramento do clima, estacionamento inteligente, entre outras.

Temos observado que diversas cidades brasileiras já estão ampliando o uso das infraestruturas inteligentes de iluminação pública, oferecendo, por exemplo, a recarga gratuita para veículos elétricos compartilhados, que serão alugados via aplicativo, e também para veículos particulares, incentivando a migração para essa tecnologia.

Em San Diego, nos Estados Unidos, os serviços já vão bem além da iluminação das vias. Uma rede de dispositivos conectados na malha de iluminação viária envia informações sobre clima, iluminação e som para uma plataforma aberta na nuvem, onde desenvolvedores utilizam essas informações para identificar violações da ordem pública e emitir um alerta à polícia. Também é possível identificar vagas em estacionamentos. Tudo para facilitar a vida da população urbana.

Conectividade é o ponto de partida da inteligência

Mas todas essas funcionalidades dependem da oferta de uma conexão robusta, flexível, escalável e confiável. Na cidade inteligente, a conectividade é a chave para o sucesso da implantação de soluções de IoT, que transmitem uma enorme quantidade de dados, em tempo real, para a nuvem.

E, como o custo de implantação de uma infraestrutura de conectividade pode ser muito alto se levarmos em conta, por exemplo, a extensão, o relevo, e a topografia das cidades, as Redes Mesh aparecem como a melhor opção. Com custo menor quando comparada à rede de rádio modem e oferecendo mais confiabilidade do que a rede celular, a Rede Mesh tem sido considerada por empresas do setor de energia como a melhor tecnologia para conexão de religadores, possibilitando sua operação remota.

Ao final, o objetivo de toda essa infraestrutura tecnológica e soluções de IoT é criar espaços urbanos e iluminação pública inteligentes, com a utilização de sensores, conectividade, algoritmos e uma base de dados robusta. As oportunidades para o setor de energia são imensas, levando a um uso racional dos recursos e buscando um ambiente mais seguro e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.

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Saiba por que uma logística inteligente começa com o conceito de IoT

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes

Não é de hoje que as notícias sobre os custos logísticos no Brasil não são animadoras. Desde o ano 2000 a Fundação Cabral, através do seu Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Logística, Supply Chain e Infraestrutura, realiza a Pesquisa de Custos Logísticos. Na primeira edição do estudo, os custos logísticos representavam cerca de 10,5% do faturamento bruto das empresas.

De lá para cá, esse percentual nunca diminuiu e, na última versão, divulgada em 2018, apresentou o maior índice, alcançando 12,37% do faturamento bruto das empresas brasileiras do setor industrial. Com isso, o Brasil apresenta o maior custo logístico entre as 20 principais economias do mundo.

Como reverter essa situação? Com inteligência de negócios, baseada na “Internet das Coisas”, ou IoT (Sigla do inglês “Internet of Things”), onde caminhões, equipamentos, sensores, câmeras e muitas outras “coisas” trocam informações em tempo real. A capacidade oferecida pelas tecnologias e sistemas de IoT para integrar todos esses dados, e os transformarem em inteligência com ferramentas de Data Analytics, é que vai garantir a eficiência da cadeia logística, reduzindo custos, flexibilizando trajetos, entre outras ações que gerem mais valor para o negócio.

Se antes as empresas não conseguiam integrar seus centros de distribuição ou gerenciar a frota de caminhões (própria ou terceirizada), esse cenário muda com a chegada das tecnologias de IoT. E, internamente, dispositivos localizados em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, também trocam informações em tempo real sobre compras e estoque, otimizando a logística em toda a cadeia de suprimentos. Assim, a integração entre todas as etapas da cadeia produtiva são automatizadas e ganham inteligência.

O impacto da IoT no transporte logístico

E como o transporte é um dos maiores gargalos da logística, diversas soluções de IoT têm sido desenvolvidas para otimizar a sua gestão. Os dados enviados pelos sensores ampliam a capacidade de análise e tornam o processo de tomada de decisão mais assertivo, baseado não apenas na experiência dos gestores, mas principalmente em dados confiáveis sobre o desempenho dos ativos, condições das estradas, trânsito, monitoramento da saúde dos veículos ou comportamento dos motoristas, entre outras variáveis.

As equipes dos centros de controle de operações, por exemplo, ganham a capacidade de tomar decisões rápidas e assertivas, já que todos os processos – rota percorrida, tempo de direção, acidentes, temperatura da carga, perfil do condutor, uso de combustível e de pneu – são monitorados em tempo real.

Outra área que atinge um novo patamar com a adoção das soluções de IoT é a manutenção da frota, onde os sensores enviam dados sobre o estado do motor e notificam automaticamente os gerentes de frota sobre possibilidade ou ocorrência de danos ou falhas/panes, permitindo o agendamento de manutenções preditivas e preventivas.

Além disso, essas informações, quando transformadas em insights, podem ser usadas para limitar o desgaste do motor, reduzir os tempos e números de paradas pela necessidade de manutenções corretivas ou desnecessárias, aumentar a média de quilômetros percorridos por litro e, indiretamente, reduzir as emissões de CO2.

Assim, com todos esses dados, a empresa pode manter um histórico sobre cada veículo da frota, das rotas utilizadas para as entregas, e dos respectivos motoristas, viabilizando análises de desempenho, detecção de intercorrências, levantamento de rotas que provocam muitas perdas (sejam por sinistros, ou por danos nos produtos transportados ou manutenções recorrentes nos veículos), e, claro, reduzir custos e otimizar as entregas, gerando mais valor para os negócios e para os clientes.

A grande lição é que, apesar dos desafios na implementação de novas tecnologias, os benefícios que podem ser alcançados com a adoção da IoT superam todas as dificuldades. As empresas precisam criar uma agenda de inovação e buscar parceiros confiáveis e com a expertise necessária para seguirem juntos nessa jornada.

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Saiba como os medidores inteligentes estão criando uma nova era para o setor de energia

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

A energia que corre pelos fios pode ser considerada uma commodity. Mas, quando a inteligência passa a fazer parte dessa cadeia, a energia passa a ser um serviço, voltado para entregar a melhor experiência possível ao cliente. Seja no atendimento de grandes consumidores, como indústrias, ou do doméstico, inovadoras tecnologias como os medidores inteligentes transformam o relacionamento entre as concessionárias e os clientes, que passam a ter a capacidade de monitorar, em tempo real, a qualidade da prestação do serviço e o consumo de cada equipamento. E, assim, gerenciar de forma inteligente o seu consumo.

E as concessionárias, com a instalação de medidores inteligentes, identificam e controlam com mais eficiência tanto o consumo industrial quanto o individual, e podem adotar políticas que incentivem o consumo de energia quando a rede elétrica está menos carregada, reduzindo a ocorrência de sobrecarga do sistema e dos temidos apagões. Além disso, ganham flexibilidade na entrega do serviço, podendo oferecer novos modelos de serviços, como energia pré-paga, reduzindo a inadimplência de consumidores.

Além disso, em um País como o Brasil, com um forte setor agroindustrial, por exemplo, a medição do consumo de energia de clientes em áreas rurais é um grande desafio, por conta tanto da falta de infraestrutura de rede de comunicação quanto pela dificuldade de acesso para medição nestas regiões.

Junto com concessionárias de energia, estamos desenvolvendo projetos de instalação de Redes Mesh e de medidores inteligentes, tanto em áreas rurais quanto urbanas, que têm apresentado relações custo-benefício bem mais competitivas.

As cidades inteligentes

O maior consumo de energia, claro, está nas cidades. Segundo estudo da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), ligada ao Ministério de Minas e Energia, até 2030 o consumo de energia nas cidades brasileiras crescerá mais rápido do que o aumento da população urbana, que deverá incluir mais 22 milhões de pessoas. Esse número corresponde a um aumento de 12% na população urbana, mas o consumo de eletricidade deverá crescer 33%, alcançando 410 TWh.

Na base de toda essa inteligência necessária para atender a novas demandas estão a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e ferramentas de Analytics, coletando e avaliando os dados enviados pelos medidores inteligentes. E quais são os maiores benefícios obtidos com a sua instalação? A nossa experiência permite destacar:

Para a concessionária:

  • Possibilidade de efetuar a leitura e identificar falhas na rede de forma remota, sem a presença de um funcionário, agilizando o processo e reduzindo custos com o deslocamento de equipes
  • Possibilidade de redesenhar as linhas automaticamente quando for verificado algum problema na rede que possa prejudicar o fornecimento, como um poste derrubado por um caminhão, por exemplo, ou sobrecarga
  • Possibilidade de oferecer preços diferenciados conforme o horário de consumo

Para o cliente:

  • Possibilidade de medir e monitorar a energia consumida na residência em cada hora do dia permitindo otimizar o consumo e também firmar novos modelos de contrato como a Tarifa Branca, que estabelece valores diferenciados conforme o horário de utilização
  • Possibilidade de ter máquinas inteligentes, como uma máquina de lavar, capaz de identificar quando a energia está mais barata e entrar automaticamente em funcionamento

Esses são apenas alguns exemplos de como a utilização de medidores inteligentes está transformando o setor de energia. As possibilidades são infinitas, e estamos atentos a como a digitalização dessa infraestrutura pode levar a um controle energético eficiente e a um desenvolvimento sustentável.

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Maquinário conectado melhora estratégias de manutenção do maquinário agrícola

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O setor de agronegócio no Brasil vem apresentando um crescimento constante e, após a previsão de que a safra de soja no período de 2018/2019 deverá ser superior à dos Estados Unidos, até então líder mundial, agora a grande notícia é de que produção de café deve ser a maior da história, com uma colheita de quase 60 milhões de sacas beneficiadas de 60 quilos.

A estimativa sobre a produção de soja foi divulgada em maio pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, dando conta de que o Brasil deve produzir cerca de 117 milhões de toneladas, um pouco acima dos 116 milhões dos norte-americanos. Já a estimativa sobre a colheita de café foi divulgada em dezembro pelo IBGE, apontando um crescimento de mais de 33% em relação à safra passada.

Para alcançar esses números, o setor de agronegócio investe alto em tecnologia e no desempenho do maquinário. Grandes produtores já perceberam a importância de contar com máquinas modernas e desenvolvidas para atender as necessidades e particularidades de cada tipo de solo e de clima, que variam conforme a região do Brasil, requerendo estratégias diferenciadas de manutenção.

Somente o setor de máquinas agrícolas, usadas no preparo do solo, plantio, aplicação de defensivos e colheita, junto com máquinas rodoviárias, deve movimentar US$ 16,7 bilhões em 2018, segundo a Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores). E não podemos deixar de lado outros maquinários que compõem a cadeia do agronegócio, como os usados no processamento de leite, por exemplo.

A agricultura 4.0

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar sistemas de agricultura de precisão, conectando máquinas e serviços.

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas, a descoberta antecipada de um ataque de praga, por exemplo, permite atuar com defensivos em áreas pontuais, corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário, estratégia fundamental para garantir mais segurança e eficiência na gestão de ativos.

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio.

Conectividade garante uma melhor estratégia de manutenção

O uso de inovadoras tecnologias no agronegócio depende de conectividade, em que as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações. Afinal, de que adianta investir em sensores e máquinas inteligentes que produzem um grande volume de dados que poderiam ser usados para melhorar a estratégia de manutenção e, também, de produção, se não há como extrair e analisar em tempo real essas informações? Sem conectividade, todos os dados precisam ser extraídos, cruzados e analisados manualmente, perdendo toda a agilidade necessária para manter a competitividade, a redução das perdas nas lavouras, e o aumento da eficiência operacional de seus ativos.

Em locais remotos, longe dos grandes centros urbanos, as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações entre os dispositivos e os softwares de monitoramento e análise. Essa tecnologia de conexão consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia MESH (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma operadora de telecom ou um provedor de serviços de internet, entregando um alto grau de escalabilidade, simplicidade, caráter colaborativo e com baixo custo de implantação, operação e manutenção.