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Saiba como a integração e inteligência contribuem para a segurança pública

A sensação de insegurança é algo muito comum na vida de quem mora nas principais capitais brasileiras, ou mesmo em cidades menores, apesar de dados recentemente divulgados apontarem para uma redução dos índices de violência, principalmente daqueles considerados mais graves, como homicídio.

Dados preliminares da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, divulgados no início de abril mostram redução de 65% dos índices de latrocínio (roubo seguido de morte), 30% menos roubos de veículos e 38% menos roubos de cargas. Os dados são um comparativo com o mesmo período de 2018. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo também divulgou recentemente dados que indicam queda em determinados índices.

Apesar dos números em queda, a segurança pública está no debate social como uma das principais preocupações do brasileiro, ficando atrás apenas de saúde, segundo dados do Ibope de setembro do ano passado.

Com esse cenário, essa temática é um dos principais desafios de governos e autoridades civis e militares, demandando aporte substancial de recursos por parte dos órgãos responsáveis e novas abordagens para fazer frente à criminalidade e seu aparato. Isso porque a criminalidade apresenta-se de diversas formas, são furtos, assaltos, depredações, roubo a bancos e cargas, tráfico de drogas, contrabando e muito mais.

Muitos delitos parecem saídos de filmes de ação, com fugas cinematográficas, uso de drones para vigiar a aproximação da polícia, uso de rodovias vicinais para escoar o produto dos crimes e até mesmo tendo reféns como escudos humanos. Ou ainda há casos em que o crime é identificado somente dias depois do ocorrido, como um assalto a banco com a abertura de túneis.

Para combater crimes complexos como esses e até mesmo conduzir investigações, o uso de tecnologia e de inteligência é fundamental. A existência de Centros de Operações com suporte de diferentes agências e órgãos atuando de forma cooperativa e sincronizada, como forças policiais (Polícias Civil e Militar), serviços de emergência (SAMU e Bombeiros), Departamento de Trânsito e outros, faz parte das táticas mais modernas adotadas em diversos países.

Mas, o que se vê no Brasil é a ausência de tal aparato e de tal integração sem que haja um Centro deste tipo, convergindo os dados das diversas agências, que contam ainda com sistemas e base de dados independentes. A integração destes diferentes recursos tecnológicos de cada agência de segurança pública possibilitaria uma ação de inteligência em atividades de prevenção, planejamento e execução de operações.

Tecnologia e know how para suprir a administração pública já existe, inclusive, com soluções nacionais. Com a aplicação de tecnologia e integração de sistemas, é possível planejar e acompanhar operações na área da segurança de forma integrada, unificando as informações dispersas em sistemas de diferentes órgãos, racionalizando a distribuição de recursos físicos, veículos e equipamentos. Este resultado será convertido em benefício direto para os cidadãos, na medida que a diminuição da ação da criminalidade reflete diretamente no bem-estar da sociedade.

Um exemplo de solução passível de ser aplicada em qualquer cenário de segurança pública brasileiro é o ARKHE GOVERNANCE, desenvolvido pela Atech, que, com as informações de inteligência geradas, proporciona maior eficiência na execução das operações e investimentos na Segurança Pública.

Com o ARKHE GOVERNANCE é possível, por exemplo, aproveitar os sistemas de vídeo monitoramento com câmeras e radares de trânsito já existentes em uma cidade, conectando-os a uma rede de dados. Estes sistemas geram imagens e dados georreferenciados dos veículos. O ARKHE GOVERNANCE pode ser implantado em um ambiente de gestão da segurança pública como um Centro de Operações, por exemplo, e permite que imagens e os dados capturados em tempo real sejam tratados pelo módulo de análise e inteligência. Este módulo, integrado a bases de dados de veículos roubados ou suspeitos é capaz de gerar alertas ao identificar um destes veículos, destacando a localização e rastreando o veículo por meio de sensores e câmeras integrados. Afinal, um carro roubado circulando pode indicar uma ação criminosa em andamento, como um possível assalto a carro-forte.

O sistema de despacho do ARKHE GOVERNANCE aciona, automaticamente, a viatura policial mais próxima do local onde foi gerado o alerta. O veículo é rastreado por toda a área da cidade onde exista cobertura das câmeras integradas. O deslocamento de viaturas oficiais também é acompanhado durante todo o atendimento da ocorrência. Além disso, o ARKHE GOVERNANCE pode gerar alertas e alarmes personalizados, bem como atuar de forma integrada recebendo e analisando dados dos sistemas das diferentes agências, de forma a concentrar em uma interface única todas as informações necessárias para a gestão de operações de segurança. Ainda é possível, por meio da análise de dados, realizar estudos preditivos e apresentar informações com valor agregado, em um nível que apoie a tomada de decisões.

Esse é apenas um exemplo de como a tecnologia pode e deve ser aplicada à área de segurança pública. Com a integração de recursos já existentes, adoção de novos sistemas e a conversão de informação em inteligência é possível mapear áreas de risco, planejar ações preventivas, organizar missões e prover mais segurança para a sociedade como um todo.

 

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Entenda a importância dos sistemas de segurança pública para a gestão

Além de investir no treinamento de policiais e armamento, é fundamental que a administração pública invista em sistemas de segurança que possibilitem o acompanhamento de operações de forma integrada, unificando informações dispersas em diferentes órgãos, e racionalizando a distribuição de recursos físicos, veículos e equipamentos.
Dados do 12º Anuário de Segurança Pública mostram que o investimento em segurança pública pelo Governo Federal aumentou 6,9% no último ano, chegando a R$ 9,7 bilhões. Os Estados investiram cerca de R$ 69,8 bilhões nesta área e os municípios reduziram em 2% seus investimentos, aplicando R$ 5,1 bilhões. Ao todo, foram investidos R$ 84,7 bilhões em ações de prevenção e combate à violência – o que corresponde a 1,3% do PIB e a um investimento de R$ 408,13 por cidadão.
Diante deste cenário, a Segurança Pública é um dos desafios mais importantes a serem enfrentados pela administração pública, pois, além de ser uma questão delicada e de alta prioridade para o cidadão, demanda recursos substanciais por parte dos órgãos competentes, o que não traz garantia de sucesso no combate aos problemas.
Neste contexto, os sistemas de segurança pública que proporcionem um alto nível de integração entre as diferentes plataformas e bases de dados existentes para o registro de ocorrências e as diferentes ações de combate ao crime são fundamentais na prevenção, no planejamento e na execução de operações.

Saiba como uma grande capital brasileira vem enfrentando esse desafio
Furtos, assaltos, depredações, roubos a bancos e de cargas são alguns dos problemas enfrentados por uma grande capital brasileira com o aumento da criminalidade. Nestas operações, os criminosos acabam saindo ilesos ou escapando por rodovias que dão acesso a localidades mais remotas, utilizando veículos roubados.
Apesar de contar com um sistema de monitoramento por vídeo com câmeras e radares de trânsito conectados a uma rede de dados, a cidade não conta com um Centro de Operações, em que diferentes agências e órgãos podem atuar de forma sincronizada, como forças policiais, serviços de emergência e departamento de trânsito, as diferentes agências acabam utilizando sistemas e bases de dados sem nenhuma integração, dificultando ações de inteligência na prevenção, planejamento e execução de operações.
Diante deste cenário, a Administração Pública optou pela implementação do Arkhe Governance, solução que integra bancos de dados locais e remotos, dispositivos móveis e sensores, bem como comunicação segura das informações para acompanhamento em tempo real de eventos, ocorrências e alertas, rastreamento e dispositivos de IoT.
O Arkhe Governance é capaz de coletar imagens e dados georreferenciados de sistemas de monitoramento de vídeo e tratá-los em um módulo de análise e inteligência de vídeo. Este módulo está integrado a outros sistemas que possuem base de dados de veículos roubados ou suspeitos, podendo gerar alertas ao identificar um desses veículos.
Com o aumento da eficiência das ações de segurança pública, a diminuição da criminalidade reflete diretamente no bem-estar da população, além de proporcionar uma maior eficiência na execução das operações e nos investimentos em segurança pública.

Atech oferece informação e poder para cidades inteligentes
Por meio da família de produtos Arkhe, a Atech oferece um conjunto completo de soluções voltado para a implementação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Com o Arkhe Governance, a Atech desburocratiza processos, amplia a base de dados e municia os governantes com informações precisas para o gerenciamento da cidade ou estado, por meio da integração de diferentes secretarias e órgãos públicos de uma localidade.
Além do Arkhe Governance, a Atech oferece o Arkhe BMS, que permite integrar sistemas diversos, como câmeras e radares, a centros de comando móveis para prover informações a operações policiais e de segurança, podendo ser empregado em operações policiais diversas, ações de contraterrorismo, investigações, crises de segurança, violência urbana, acompanhamento de alvos, entre outros casos de segurança pública.
Saiba mais sobre nossas soluções para Governo e Segurança Pública.

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Saiba como a Atech contribui para a criação de cidades inteligentes

As cidades inteligentes devem gerar uma série de mudanças no modo como interagimos com o meio urbano nos próximos anos. Graças à explosão de tecnologias como big data, compartilhamento de informações e vídeos em tempo real e internet das coisas, a tendência é que, em pouco tempo, governo e tecnologia estejam totalmente integrados para promover uma gestão mais eficiente dos recursos.

Segundo a união europeia, cidades inteligentes são sistemas de pessoas que interagem e usam recursos, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida. Entre os fatores que tornam uma cidade mais inteligente estão conectividade, integração, mobilidade, sustentabilidade, inteligência e acessibilidade.

A manutenção dos ativos públicos de uma cidade, o chamado serviço de zeladoria de uma cidade, por exemplo, é uma das atividades mais impactantes do ponto de vista orçamentário e de maior visibilidade e importância para o cidadão, pois afeta diretamente a sua rotina e qualidade de vida. Ou seja, o mal funcionamento ou a depredação de vias, placas, semáforos, pontos de ônibus, praças, postos de coleta de lixo são rapidamente percebidos pela população, que cobra soluções por parte da administração pública.

Novos sistemas e tecnologias podem fazer a diferença neste cenário. A introdução de plataformas digitais pode coletar, agregar e analisar dados de diferentes fontes, resultando em cidades mais inteligentes e resilientes a problemas como esses. Ao mesmo tempo, o uso de interações em tempo real com os cidadãos por meio de dispositivos conectados deve promover maior visibilidade em relação ao estado dos recursos urbanos, dando, inclusive, um empoderamento maior ao indivíduo.

Como uma cidade do interior resolveu esse problema
Uma cidade do interior com grande extensão urbana territorial enfrentou esses desafios, tendo de lidar com diferentes secretarias por falta de integração nos níveis processuais e sistêmicos, atuando de forma independente e pouco sincronizadas. Neste contexto, a deterioração natural dos ativos públicos e, eventualmente, a ação de vândalos, prejudicavam todo o sistema de transporte, incluindo placas de trânsito, abrigos para a parada de ônibus e sinalizações em gerais.
Para lidar com esse problema de forma coordenada e efetiva, deixando de lado as respostas pontuais que não geravam resultados perceptíveis e definitivos, a Prefeitura Municipal contou com a tecnologia do sistema Arkhe Governance, da Atech, que oferece um conjunto de soluções completo voltado para a implantação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Graças ao módulo para dispositivos móveis, a Prefeitura Municipal possibilitou ao cidadão identificar o ponto em que estava ocorrendo o problema e reportá-lo, em tempo real, via aplicativo, para uma central da Prefeitura, que registra os pontos críticos e acompanha esse mapa da cidade para atualizar suas informações no menor tempo possível, planejando as devidas manutenções.

Saiba quais tecnologias vão dar mais inteligência às cidades
Além do exemplo acima, em que vimos o impacto da mobilidade para dar mais inteligência à gestão dos recursos públicos, outras tecnologias, como IoT e inteligência artificial também devem impactar os governos nos próximos anos, especialmente com a busca cada vez maior por soluções que possam gerar mais sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.
Apesar de ter de enfrentar o desafio de uma infraestrutura antiga e com pouco suporte às novas tecnologias, com o aumento do uso de dispositivos para criar casas inteligentes, a tendência é que o uso de sensores, medidores e aplicações inteligentes, aos poucos, também passem a integrar as cidades e, apoiados em tecnologias como inteligência artificial, possam dar mais agilidade à gestão urbana.
O Arkhe Governance, da Atech, é parametrizável e disponibiliza relatórios, dados históricos, alertas, dentre outras informações. Sua solução de vídeo-monitoramento, por exemplo, é integrada e equipada com recursos de inteligência artificial para acelerar o tratamento de incidentes que ocorrem no dia a dia.
Saiba mais sobre as soluções da Atech para Governo e Segurança Pública.