Monitoramento em tempo real: conheça tecnologias que vão dar mais visibilidade ao agronegócio
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Monitoramento em tempo real: conheça tecnologias que vão dar mais visibilidade ao agronegócio

O volume de informação gerada no mundo dobra a cada um ano e meio e o mesmo acontece no agronegócio. Segundo Mário Lemos, analista da consultoria Deloitte, a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), e o consequente monitoramento no agronegócio, abrirá novas oportunidades de negócios na agricultura digital, abrangendo mais elos da cadeia produtiva – não se limitando apenas à produção física nas fazendas -, mas também promovendo mudanças nos serviços que serão ofertados.

Ele ressalta que com o avanço da IoT e do monitoramento no agronegócio, coletando e analisando dados, o conhecimento obtido não servirá apenas, por exemplo, para indicar onde e quando o insumo deve ser aplicado na terra, mas também será útil para tomada de decisão relacionada a financiamento, seguro, logística, marketing, entre outras áreas fundamentais do agronegócio.

Será possível também avaliar também falhas de plantio no estande das sementes, ou nas coberturas inadequadas de fertilizantes, além de proporcionarem uma oferta de decisões sobre logística, armazenamento e perspectivas de mercado para cada cultura.

Segundo dados do Ministério da Agricultura, somente na produção de grãos deverá ocorrer um aumento de 17,3% até 2026. Com o desenvolvimento do agronegócio nos últimos anos, o setor passou a contar com uma série de informações valiosas e que podem impactar nos processos tanto da agricultura quanto da pecuária – desde variações climáticas e características do solo até dados sobre o uso de rações e ocorrência de doenças, gestão de insumos, previsão de demandas e até mesmo o monitoramento do mercado de commodities, entre outros fatores que possam gerar alguma influência na produção.

Os dados também servem como alicerce para oferecer ao setor informações precisas sobre o que o mercado consumidor deseja de uma marca. Isso faz com que os profissionais do agronegócio busquem apoio cada vez maior nas ferramentas de coleta e automação de análise de dados, entre as quais aquelas baseadas em técnicas de machine learning, impactando também a cadeia de vendas.

Sensores e conectividade

Mas como reunir todos esses dados em tempo real, fazendo com que o monitoramento no agronegócio possa realmente ser um divisor na produtividade? Com conectividade robusta capaz de suportar as aplicações de coleta e de análise. Sem essa rede de comunicação, que tem nas soluções de rede mesh a melhor opção para conectar grandes áreas remotas com agilidade e resiliência, a agricultura não teria como fazer uso eficiente de drones, por exemplo, que realizam o monitoramento e diversas análises a custo inferior ao do oferecido por satélites e aviões.

Os drones são úteis para o monitoramento no agronegócio analisando a plantação; a demarcação de plantio; no acompanhamento da safra e pastagem; no calendário de pulverização; no monitoramento de desmatamento; na localização de focos de incêndio, de nascentes de água e de pontos para abrir estradas em matas fechadas; na vigilância da propriedade, na contagem do rebanho e no resgate de animais perdidos, entre outros.

Além de drones, a IoT, aliada a redes mesh, permite o monitoramento em tempo real da frota, tanto do maquinário agrícola como do transporte da produção até os centros, otimizando desde a manutenção até a roteirização, reduzindo custos, aumentando a produtividade e a satisfação do cliente.

Toda essa tecnologia compõe a chamada agricultura de precisão, indispensável para a competitividade e sustentabilidade do setor. A Atech oferece soluções de conexões inteligentes especialmente desenvolvidas para o monitoramento no agronegócio com redes mesh robustas e resilientes.

 

Redes Mesh no agronegócio: saiba como dar mais conectividade ao seu maquinário
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Redes Mesh no agronegócio: saiba como dar mais conectividade ao seu maquinário

Um estudo do McKinsey Global Institute estima que as tecnologias digitais, como Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e Big Data, têm o potencial de alavancar o PIB do Brasil em até US$ 200 bilhões ao ano até 2025. E o agronegócio certamente terá um grande papel nesse crescimento, em se mantendo os índices divulgados pelo IBGE, que apontam recordes da produção agropecuária, que contribuiu com 60% do crescimento da economia brasileira como um todo entre 2016 e 2017. Além disso, esse crescimento aumentou as exportações, registrando o maior saldo comercial da história do País, de US$ 67 bilhões.

De acordo com um recente levantamento da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas no país já adotaram algum tipo de inovação tecnológica, dentro ou fora do campo. E toda essa tecnologia depende de conectividade, onde as redes mesh no agronegócio aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações. Afinal, de que adianta investir em sensores e máquinas inteligentes que produzem uma série de dados que poderiam ser usados para melhorar a estratégia de manutenção e, também, a produção, se não há como extrair e analisar em tempo real essas informações? Sem conectividade, todos os dados precisam ser extraídos, cruzados e analisados manualmente, perdendo toda a agilidade necessária para manter a competitividade.

Como funciona uma rede mesh

A rede mesh sem fio consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia mesh (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma companhia telefônica ou um provedor de serviços de internet.

Analistas indicam que essa tecnologia deve predominar no futuro devido ao seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo.  Redes do tipo mesh trabalham com a união de dois formatos sem fio já consagrados — Access Point, ou ponto de acesso (que distribui os dados a partir uma fonte central), e Ad-hoc (na qual cada equipamento controla sua comunicação com os demais). Na rede mesh, cada computador ou rádio ajuda a propagar os dados (funcionando como estações repetidoras), ampliando o alcance limitado do Access Point.

Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados; ela será do tamanho do número de máquinas, terá a forma de sua distribuição geográfica e sua força será diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que o uso das redes mesh no agronegócio seja uma vantajosa solução para garantir a conectividade.

Principais vantagens das redes mesh no agronegócio

  • Uma rede mesh não necessita de pontos de acesso ou de cabos para fazer a interconexão entre roteadores e clientes. Desta forma, seu custo de implementação e manutenção é consideravelmente baixo, principalmente em áreas de grande cobertura
  • Uma rede mesh é tolerante a falhas, ou seja, caso algum nó venha a falhar ou enfrentar algum problema, o pacote poderá passar por uma rota alternativa sem maiores problemas.  Como a rede em questão é em malha, a robustez da rede é garantida, já que o sistema encontra novas rotas dinamicamente
  • A rede é auto-organizável e, dessa forma, os novos nós podem ser adicionados à rede de acordo com a necessidade, sem precisar de reconfiguração ou da intervenção de um administrador de rede
  • É ideal para ambientes onde há falta de cabos ethernet, pois na rede mesh são utilizados múltiplos saltos e desta forma basta que um dos roteadores mesh estejam conectados à internet para que a conexão seja compartilhada e transmitida para os demais nós
  • As funcionalidades de gateway e bridge nos roteadores mesh permitem a integração das redes em malha sem fio com diversas outras redes sem fio, tais como redes de aparelhos celulares, sensores wireless, Wi-Fi, Wi-Max etc. Isso permite a integração de diversas redes através da utilização de redes mesh

Além dessas vantagens, as soluções de redes mesh desenvolvidas e implantadas pela Atech oferecem:

  • Gerenciamento e configuração remota
  • Diagnóstico em tempo real
    • Apresentação de alarmes e eventos para uma rápida identificação de falhas na rede
    • Monitoramento da saúde de toda estrutura de rede;
    • Autorrecuperação da rede em caso de perda de algum equipamento
Veja como a Rede Mesh facilita a gestão de ativos no campo
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Veja como a Rede Mesh facilita a gestão de ativos no campo

A Agricultura 4.0, que aproveita ao máximo os recursos disponíveis, traz diversos benefícios para toda a cadeia produtiva e, também, para o consumidor, que conta com maior oferta de produtos, melhor qualidade e menores preços. Nesse cenário, a Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), é fundamental para o manejo inteligente do plantio, melhor gestão de ativos no campo e, consequente, redução dos custos operacionais.

Com a correta gestão de ativos no campo a partir dos dados enviados pelos sensores dos dispositivos conectados, é possível planejar ações de manutenção preventiva – tarefas realizadas em intervalos regulares para garantir que não ocorram danos -, mas principalmente de manutenção preditiva, analisando e utilizando dados para acompanhar o ciclo de vida e desempenho do maquinário e prever quando e em que parte eles podem falhar, antes mesmo de serem substituídos.

Com a digitalização do campo, a manutenção preditiva passa a ser “personalizada” para cada máquina, levando em conta horas trabalhadas, atividade realizada pelo equipamento e aspectos como o tipo de solo onde a máquina está em uso.

A meta é aproveitar todos os dados enviados pelos sensores para evitar ações de manutenção corretiva, baseadas na troca de componentes ou peças que sofreram algum desgaste inesperado ou falha. O problema é que esse tipo de manutenção resulta em grandes tempos de parada, alto custo no reparo e perda da produtividade. Isso é o que acontece quando não há sensores coletando dados e conectividade, como a oferecida pelas Redes Mesh, entregando as informações em tempo real. Com a oferta de conectividade segura e efetiva, é possível atender aos pilares que definem a Agricultura 4.0: coleta de dados, análise das informações e intervenções apenas quando são necessárias.

Segundo especialistas da SNA (Sociedade Nacional de Agricultura) o relacionamento entre tecnologia e agricultura vem crescendo nos últimos anos – o início da Quarta Revolução no campo – que implica no uso de ferramentas de Big Data para gerenciar melhor a propriedade, reduzir os riscos da atividade, racionalizar o uso de recursos naturais e insumos e, por fim, aumentar a produtividade e a renda do agricultor.

Para se ter uma ideia da importância da digitalização no campo, veja quais são as três primeiras revoluções no campo apontadas pelos historiadores:

Revolução no Neolítico – ocorreu a cerca de 9 mil anos, quando o homem deixou de ser nômade para ser sedentário. Neste período, ocorreu a descoberta da agricultura, que foi um dos principais fatores do surgimento do sedentarismo humano na Pré-História. Este processo está diretamente relacionado ao surgimento das primeiras comunidades, que deram origem às primeiras civilizações nos séculos posteriores.

Revolução na Idade Média – ocorreu na Europa por volta do século XI, em resposta ao crescimento populacional e, portanto, ao aumento da necessidade de gêneros agrícolas. Um dos principais avanços que marcaram este período foi a criação e utilização do arado.

 

Revolução inglesa – ocorreu no século XVIII, caracterizando-se por um conjunto de avanços e mudanças que possibilitaram o aumento da produção no campo.

Entendendo a telemetria e a gestão de ativos no campo

A telemetria é a coleta e o compartilhamento remoto de dados provenientes dos sensores embarcados em todas as máquinas usadas na agricultura, ajudando o produtor a fazer um diagnóstico completo da lavoura e a gestão de ativos no campo, otimizando as operações, chegando a gerar uma redução de custos de até 15%.

Com os dados provenientes das ferramentas de monitoramento, especialistas em manutenção apontam que é possível implantar programas de manutenção preventiva e obter uma estimativa do tempo de vida útil das máquinas, antecipando a necessidade dos serviços de manutenção. Assim, é possível aumentar a disponibilidade da frota, reduzir os custos de manutenção e aumentar a confiabilidade dos serviços.

“O modelo digital, além de elevar o giro dos ativos e minimizar os riscos, possibilita taxas de crescimento maiores”, ressaltou Claudio Machado Filho, professor de Economia da USP (Universidade de São Paulo), durante palestra na SNA. Segundo ele, na agricultura atual e principalmente na futura, quem não buscar competitividade através da otimização e digitalização de sua atividade vai acabar ficando para trás.

 

Aprimorando a gestão de frotas e equipamentos

As montadoras estão investindo pesado na Agricultura 4.0 e na gestão de ativos no campo, embarcando de fábrica sensores e sistemas de gestão de frota que permitem aos produtores monitorar e alterar, em tempo real, o desempenho, condições, velocidade e a forma de operar da máquina, além de sinalizar problemas técnicos.

Alguns fabricantes, inclusive, estão lançando programas onde especialistas da empresa fazem o monitoramento e gerenciamento do sistema de telemetria, e o produtor recebe, a qualquer momento, assistência da concessionária.

Com a tecnologia embarcada nas máquinas pelos fabricantes, é possível gerenciar o percurso utilizado pelos veículos, o consumo de combustível, a temperatura e a rotação do motor, entre outras informações sobre problemas técnicos que podem resultar em paradas dos equipamentos. Se os sensores detectarem a saturação do filtro de ar do motor, por exemplo, a área de manutenção receberá essa informação antes que o problema ocorra.

Mas todos esses benefícios só serão aproveitados pelo produtor se houver a disponibilidade de uma rede de comunicação no campo transmitindo todos os dados em tempo real. Entre em contato com os especialistas da Atech e saiba porque uma solução de Redes Mesh é a ideal para levar conectividade ao campo.

Conectividade no agronegócio: Saiba como a Rede Mesh integra dados do seu maquinário
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Conectividade no agronegócio: Saiba como a Rede Mesh integra dados do seu maquinário

Lançado em outubro de 2017, o Plano Nacional de IoT – Internet das Coisas: um Plano de Ação para o Brasil, estudo desenvolvido pelo MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), BNDES (Banco Nacional Econômico e Social), em parceria com a consultoria McKinsey, aponta o setor rural como um dos ambientes que deve ser priorizado nas iniciativas governamentais, aproveitando as inovações disponíveis para a conectividade no agronegócio.

Os objetivos estratégicos do Plano Nacional de IoT para a área rural são:

  • Uso eficiente de recursos naturais e insumos – aumentar a produtividade e qualidade da produção rural brasileira pelo uso de dados
  • Uso eficiente do maquinário – otimizar o uso de equipamentos no ambiente rural pelo uso de IoT
  • Segurança sanitária – aumentar o volume de informações e sua precisão no monitoramento de ativos biológicos
  • Inovação – promover a adoção de soluções desenvolvidas localmente para desafios do ambiente

Inteligência no campo

Sensores instalados em equipamentos agrícolas atualmente já não são uma novidade. A questão agora é como coletar e integrar em tempo real diferentes fontes de dados e inserir uma camada de inteligência nos negócios, reunindo em um mesmo repositório dados do plantio, da colheita, do clima, imagens de satélite, medições realizadas por drones e até mesmo o preço das commodities na Bolsa.

A primeira fase da agricultura de precisão foi baseada nas informações enviadas por sensores instalados em tratores e colheitadeiras, mas cada máquina tinha um sistema próprio e gerava um pedaço da informação.

Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, destaca que “a informação se transformou no principal insumo da agricultura moderna e, com a IoT, a agricultura de precisão muda do monitoramento do campo para a inteligência estratégica. Sensores instalados nos equipamentos e conectados em rede indicam que a agricultura do futuro deverá ser cada vez mais apoiada pelo conhecimento científico”.

O desafio está em integrar todas as informações e os transformar em dados úteis para os sistemas de apoio à decisão dos produtores.

A agricultura 4.0

A meta do Plano Nacional de IoT é aumentar a produtividade e a relevância do Brasil no comércio mundial de produtos agropecuários, com elevada qualidade e sustentabilidade social e ambiental, por meio do uso de IoT no campo. A meta também é posicionar o Brasil como o maior exportador de soluções de IoT para a agropecuária tropical.

Mas, segundo especialistas da Embrapa, tornar a agricultura cada vez mais digital é um objetivo que depende de diversos fatores que vão da criação de soluções, conectividade até a capacitação da mão de obra. As aplicações para a tomada mais assertiva de decisão pelo produtor rural envolvem coletas de milhares de dados por sensores e robôs ou máquinas automatizadas, alto processamento de informações e de imagens, e análises.

Para isso, é preciso criar interfaces para coletar, armazenar, visualizar, descrever, organizar e analisar esses dados, além de aperfeiçoar mecanismos para aumentar a resolução das imagens obtidas e transmitir as informações de forma mais rápida e em tempo real. Como integrar todas essas informações e ajudar o produtor a produzir mais com preservação ambiental é um dos grandes problemas para os pesquisadores que atuam com tecnologia da informação na agricultura.

Silvia Massruhá também destaca a necessidade de superar as dificuldades de infraestrutura e conectividade no agronegócio, além de adaptar aplicações para a realidade da agricultura tropical. A limitação da cobertura é apontada como um dos gargalos para o avanço da IoT na agricultura, opinião que é compartilhada pelo pesquisador do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), Fabrício Lira Figueiredo, que também afirma que a infraestrutura de conectividade é o maior entrave para a difusão da IoT no setor.

O desafio da infraestrutura de conectividade no agronegócio

A previsão do estudo desenvolvido pelo MCTIC é que a IoT gere um impacto de até US$ 21 bilhões na agricultura até 2025, usando todas as informações para melhorar desde o plantio até o armazenamento e a logística de toda a cadeia produtiva.

A infraestrutura de telecomunicações é incipiente nas áreas rurais e remotas do Brasil. Isso dificulta a oferta de conectividade em larga escala nessas regiões. As redes móveis públicas, por exemplo, estão concentradas majoritariamente em áreas urbanas e ao longo de grandes rodovias. Por isso, são poucas as opções de acesso disponíveis para as vastas áreas de plantio, com níveis de cobertura e desempenho adequados e custos viáveis.

E o investimento em conectividade pode ser alto quando pensamos nas redes mais tradicionais, que exigem a implementação de concentradores, roteadores e repetidores, além de uma configuração com alto nível de complexidade, principalmente no caso das áreas mais afastadas.

A tecnologia de Redes Mesh aparece então como a melhor alternativa para superar os obstáculos da conectividade no agronegócio por se tratar de uma tecnologia de fácil implementação e de custo baixo, além de atender a todos os requisitos de disponibilidade e confiabilidade exigidos para a implantação de IoT no campo.

A Rede Mesh é uma solução de conectividade abrangente e flexível capaz de atender a locais que ainda não possuem qualquer infraestrutura de rede de comunicação, por mais remota e incipiente que seja, e com a vantagem de permitir o gerenciamento e configuração remota da rede.

A Atech oferece soluções de Conexões Inteligentes que incluem a solução de Redes Mesh, capaz de apoiar a transformação digital no campo, atendendo toda a demanda de conectividade no agronegócio necessária para suportar as aplicações de IoT.

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Entenda como a Atech pode ajudá-lo a criar uma Smart Grid dinâmica e totalmente conectada

O novo modelo de negócios das concessionárias de energia é definido por conexão, automação, Smart Grids, e medição inteligente. A solução para atender as demandas desse novo cenário está na implantação de Redes MESH, como aponta uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Zpryme, especializada no setor de energia.

O objetivo da pesquisa, que envolveu 350 distribuidoras em todo o mundo em 2017, era conhecer as prioridades para a otimização da próxima geração de rede de comunicação. O estudo concluiu que as concessionárias apontam as Redes MESH como a tecnologia de conectividade que irá oferecer a flexibilidade, escalabilidade e confiabilidade necessárias para a modernização da rede elétrica.

A pesquisa identificou que as distribuidoras estão cientes de que precisam modernizar as suas redes de comunicação para criar Smarts Grids dinâmicas, e apenas 6% das entrevistadas consideram suas redes prontas para suportar as mudanças previstas para os próximos cinco anos.

Mais da metade das distribuidoras apontam as Redes MESH como a melhor tecnologia para atender as necessidades na instalação de redes de campo (Field Area Network – FAN), priorizando a automação da distribuição, detecção de falhas e AMI (Advanced Metering Infrastructure – Infraestrutura de Medição Avançada). Essa escolha é baseada no que as concessionárias consideram como prioridades para as suas redes de comunicação: confiabilidade (91%) e custo (78%).

Os desafios das Smart Grids no Brasil

Segundo a ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) as Smart Grids começam a ser uma realidade no Brasil e, até 2030, devem atender até 74,4 milhões de usuários no País. Ao mesmo tempo, a ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que os investimentos necessários para a implantação maciça das redes inteligentes no Brasil variam de R$ 46 bilhões a R$ 91 bilhões, dependendo da velocidade que o País quiser adotar.

Mas, para atingir esse patamar, será preciso solucionar diversos gargalos na produção nacional, de acordo com um amplo estudo da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial).

Um desses gargalos é instalação da AMI, com o uso de medidores inteligentes e a consequente instalação de um sistema de automação de medição que transforme os dados transmitidos pelas Redes MESH em informação integrada. Só com a substituição dos medidores eletromecânicos de consumo por dispositivos digitais será possível agregar inteligência ao processo de distribuição de energia.

Receber informações medidores inteligentes, em tempo real, agilizará a tomada de decisão e diminuirá instabilidades do sistema. Com a confiabilidade da transmissão das Redes MESH também será possível aprimorar a análise de contingência e o monitoramento de equipamentos e gestão de ativos.

Outro gargalo importante apontado pelo estudo seria o fato de o País ainda ter forte dependência da importação de componentes eletrônicos para a fabricação dos equipamentos e dispositivos para tecnologias como as Redes MESH.

Como ajudamos a acabar com os gargalos

A Atech vem acompanhando de perto o cenário mundial da implantação de Smart Grids e também da criação de soluções para cidades inteligentes. A Atech faz parte da plataforma Connect Smart Cities, que envolve empresas, entidades e governos para promover a discussão, troca de informações e difusão de ideais para criar cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

A Atech está pronta para atender aos maiores gargalos apontados pelo estudo do ABDI, oferecendo, em primeiro lugar, um avançado sistema de automação da medição que permite acompanhar o consumo e demanda minuto a minuto. Aliado à solução de Redes MESH e ao Software de Gestão da Rede MESH, o sistema oferece às concessionárias o diagnóstico de cada equipamento, apresentação de alarmes e eventos, e o monitoramento da saúde da estrutura da rede como um todo.

Esse diagnóstico em tempo real agiliza a identificação de falhas na rede, minimizando o tempo de retorno do serviço, reduzindo custos e otimizando a manutenção de equipamentos.

A Atech tem mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de software embarcado e na integração de sistemas com certificação na norma AS-9100 e aderência comprovada às normas como a CNEN1.16, que estabelecem parâmetros de qualidade em gerenciamento de projetos na indústria aeronáutica e nuclear, e a “DO-178”, que estabelece um guia de segurança para o desenvolvimento de softwares embarcados.

Não existe dependência da importação de componentes eletrônicos – outro gargalo apontado pelo estudo. A Atech tem uma parceria com a empresa DESH Tecnologia, especializada em soluções de comunicação sem fio para telemetria em sistemas de energia, que fornece os equipamentos de solução Atech de conectividade em Redes MESH (modem/terminal remoto, repetidores e concentradores), em conjunto com os Softwares de Gestão da Rede MESH e Automação da Medição.

Além disso, a Atech também está pronta para fornecer os serviços de instalação dos equipamentos. Conheça todas as nossas soluções para conexões inteligentes.

Plantio inteligente: Tecnologias que vão dar mais segurança e agilidade ao setor sucroalcooleiro
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Plantio inteligente: Tecnologias que vão dar mais segurança e agilidade ao setor sucroalcooleiro

Solo, semente, plantio, colheita. Atualmente, o agronegócio é muito mais do que isso, e o plantio inteligente, conhecido também como smart agriculture, ou ainda Agricultura 4.0, é feito com automação e conectividade por meio de tecnologias inovadoras, como Internet das Coisas (IoT) e seus sensores, equipamentos, medidores, máquinas e câmeras que facilitam o controle de toda a produção e permitem a tomada de decisão mais rápida. Segundo a consultoria Bain & Company, a digitalização das fazendas aumenta em cerca de 10% a produtividade e reduz custos de insumos.

Herlon Oliveira, Diretor de Relações Institucionais da Abinc (Associação Brasileira de Internet das Coisas), destaca que o processo de digitalização de uma fazenda envolve instalação de sensores para coleta de dados no solo, maquinários e silos, por exemplo. As informações são transferidas para um banco de dados em nuvem, processadas e transformadas em recomendações específicas para o agricultor ou gestor daquela fazenda.

Todas as informações necessárias sobre clima, plantas, solo e capacidade de armazenagem, por exemplo, são apresentadas um uma única tela, e tudo o que é coletado vai para a nuvem, gerando um valioso banco de dados que garante tomadas de decisão mais assertivas. Assim, o agricultor sabe quanto insumo deve aplicar, em qual horário e em qual talhão (Porção de terreno entre dois sulcos destinado a cultivo); se deve acelerar ou parar a colheita; se deve ligar ou desligar o sistema de irrigação; se o silo está cheio ou, ainda, se precisa reorganizar o fluxo de caminhões para retirada da safra.

Soluções de conectividade, como Redes MESH e redes de sensores de longo alcance, é que permitirão essa troca de dados no campo em tempo real, solucionando o problema da falta de cobertura de sinal de telefonia celular em áreas agrícolas, com valores bastante atrativos e de fácil implantação.

Tecnologia conectada reduz perdas

Líderes de negócios do setor sucroalcooleiro identificaram um problema que vinha afetando a produção: depois de horas de trabalho, e em especial durante a noite, os motoristas dos caminhões – que acompanham lado a lado as máquinas colheitadeiras que cortam a cana, coletando e armazenando a matéria-prima antes de transportá-la para ser processada – não conseguiam manter uma linha reta próxima da perfeição. Com isso, não evitavam passar por cima dos brotos remanescentes, causando um prejuízo futuro. Cada planta de cana de açúcar é capaz de dar cinco safras. Mas o chamado “pisoteio” danificava 20% dos brotos. Ou seja, a cada cinco safras, uma era perdida por conta dos caminhões.

A solução para o problema foi o uso de caminhões autônomos, que são dirigidos por computador, para manter uma linha reta perfeita, evitando “pisotear” a cana de açúcar mesmo de noite ou quando a visão do solo está encoberta por palha. O projeto exigiu o desenvolvimento de uma tecnologia para manter o veículo com margem de erro de apenas 2,5 centímetros. É o suficiente para diminuir a perda de 20% para 16% dos brotos.

O plantio inteligente

Segundo analistas da consultoria Bain & Company, essas são algumas das tecnologias necessárias para o desenvolvimento do plantio inteligente:

  • Mapeamento via satélite mais eficiente e barato, aprimorado por algoritmos precisos de identificação e monitoramento do desenvolvimento das culturas
  • Sensores de campo coletando dados sobre a qualidade dos nutrientes, umidade, clima e outros fatores que influenciam no crescimento da lavoura
  • Mapas de rendimento super precisos que determinam com precisão os cronogramas de adubação e plantio em cada área e micro área
  • Máquinas automatizadas de semeadura e aplicação de defensivos capazes de identificar a quantidade exata para cada área da plantação
  • Equipamentos autônomos que naveguem com pouco ou nenhuma supervisão
  • Uso de drones para monitorar a incidência de pragas, doenças e plantas daninhas, além de monitorar a produção e qualidade do solo
  • Uso de drones de pulverização que, por meio de sensores, identifiquem áreas atingidas por pragas e doenças e façam a aplicação pontual de defensivos
  • Aplicativos móveis que permitam a inserção de dados e análises visuais em tempo real, agilizando a tomada de decisões
  • Armazenagem dos dados em um repositório central e na nuvem, podendo ser acessados a qualquer hora, em qualquer lugar
  • Os agricultores passam a ter acesso 24/7 aos dados coletados e analisados pela sua equipe e, também, por empresas terceirizadas
  • Monitoramento em tempo real do desempenho das máquinas agrícolas, permitindo análises preditivas que serão usadas no planejamento da manutenção, reduzindo o tempo de paradas e aumentando a vida útil do equipamento

Sem rede, sem conexão e sem plantio inteligente

Todas as tecnologias que permitem o plantio inteligente necessitam, em primeiro lugar, de conexão rápida e segura, o que pode ser desafio em áreas remotas. E a demanda por conectividade no campo é cada vez maior, como aponta a sétima edição da pesquisa Hábitos do Produtor Rural, feita pela ABMRA (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio).

O estudo ouviu 2.835 agricultores e pecuaristas de 15 Estados de todas as regiões do Brasil e mostrou o perfil desses produtores em relação ao seu envolvimento com novas tecnologias e mídias, dados demográficos, hábitos de compra, fontes de informação, compra e uso de insumos.

A idade média dos produtores hoje é de 46,5 anos, número 3,1% menor em relação ao estudo feito em 2013, o que, segundo os analistas, demonstra a modernidade da produção agrícola, permeada por drones, GPS, aplicativos de celular e máquinas operadas sem a necessidade da mão de obra humana. Outra mudança apontada foi o uso de smartphones, que no levantamento anterior somou 17% dos produtores usando a tecnologia – hoje este número chega a 61%.

A próxima etapa dessa evolução, a Agricultura 5.0, deve incluir tecnologias ainda mais avançadas, como o uso de robotização para a gestão de sistemas, incluindo o uso de piloto automático na operação das máquinas.

E todas essas tecnologias envolvidas no plantio inteligente demandam conexão. A Atech aproveita toda a sua experiência e conhecimento estratégico para criar soluções inteligentes de conectividade por meio de Redes MESH com foco em áreas de difícil acesso e baixa cobertura de telecomunicações, com gerenciamento e configuração remotos e diagnósticos em tempo real.

Saiba por que redes Mesh são mais confiáveis que a sua conexão 3G e 4G
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Saiba por que redes Mesh são mais confiáveis que a sua conexão 3G e 4G

Com arquitetura mais flexível e maior suporte às aplicações, as redes Mesh estão ganhando cada vez mais espaço globalmente, especialmente nos casos de operações em áreas mais afastadas e com infraestrutura de telecomunicações mais carente, em que as conexões 3G e 4G não são capazes de cobrir ou cumprir com os requisitos básicos de confiabilidade.

Segundo um estudo divulgado no último ano pela empresa de pesquisa Transparency Market Research (TMR), levando em consideração os mercados na América do Norte, na América Latina, Ásia Pacífico, Europa, e Oriente Médio e África, uma porção significativa da receita gerada pelo mercado de redes Mesh vem dos investimentos nos setores de mineração, energia e distribuição de água, gás e óleo, especialmente na América Latina, no Oriente Médio e na África, considerados os mercados mais lucrativos para a aplicação de redes Mesh nessas indústrias.

No caso da indústria mineradora, os investimentos em aplicações de segurança, muitas vezes, ligadas a sensores que exigem conectividade com alto nível de confiabilidade, tem impulsionado os investimentos. A área de gestão de integridade das barragens, por exemplo, é uma das que estão recebendo investimentos para ir além do cumprimento das leis nacionais, otimizando operações e garantindo mais confiabilidade às práticas diárias de manutenção e monitoramento de condições dos empreendimentos.

Nos setores de utilities (energia, água, gás e óleo), as iniciativas relacionadas à adoção de medidores inteligentes são o maior destaque no aumento da demanda por redes Mesh, substituindo os velhos medidores que exigiam o deslocamento constante de técnicos para coletar as informações de consumo. Com uma conexão baseada em redes Mesh, as empresas transferem dados em tempo real, criando análises mais rápidas e precisas.

No Brasil, a implementação de tecnologias para medidores inteligentes tem ido ao encontro da Tarifa Branca, um modelo de tarifação que começou a valer no início de janeiro para usuários que optarem pela cobrança de acordo com o dia e o horário do consumo de energia. Como os medidores inteligentes permitem medir o consumo dos usuários minuto a minuto, as distribuidoras de energia elétrica podem oferecer esse modelo de cobrança, economizar no deslocamento de funcionários e ainda melhorar o gerenciamento dos serviços.

Entenda como funcionam as redes Mesh e suas vantagens

As redes Mesh têm sido utilizadas em uma série de aplicações de missão crítica, especialmente no setor minerador, em que dão conectividade a uma série de ativos que passam a enviar dados em tempo real por meio de dispositivos conectados, informando, minuto a minuto, as condições dos equipamentos.

Diante deste cenário, as redes Mesh têm emergido como uma solução de custo-benefício atrativo para comunicações sem fio, especialmente devido à sua fácil e rápida implantação, tornando-se um fator crítico em operações que exigem um alto nível de estabilidade e confiabilidade.

Ao investir em conexões 3G e 4G para conectividade sem fio, as empresas esbarram em uma série de obstáculos que tornam mais lenta sua implementação e, mais tarde, a adição de novos elementos, como a necessidade de Estações Rádios Bases – ERBs, que, além de implicar em um alto investimento, não são garantia de uma conectividade estável e do fim dos chamados “pontos cegos”.

As redes Mesh, por outro lado, permitem que os dispositivos atuem de forma descentralizada, sem que sejam necessários várias ERBs para expandir a conexão. No caso dos medidores inteligentes, por exemplo, cada equipamento se comunica com o que está mais próximo dele, passando os dados de dispositivo para dispositivo até, finalmente, chegar a um concentrador.

Assim, cada medidor tem múltiplas opções de roteamento, otimizando continuamente a topologia da rede para se adequar às mudanças, evitando falhas. Caso um dispositivo na rota atual falhe, por exemplo, os medidores podem rapidamente encontrar outro dispositivo em uma nova rota capaz de enviar os dados à concessionária de energia responsável. Ou seja, além de reduzir os custos de infraestrutura, as empresas dispõem de uma rede muito mais confiável e com alto nível de disponibilidade.

As soluções de Conexões Inteligentes da Atech dão mais confiabilidade às suas operações, permitindo gerenciamento e configuração remotos a uma série de indústrias. A solução de redes MESH da Atech oferece às concessionárias de energia capacidades como diagnóstico em tempo real e monitoramento da saúde da estrutura da rede, dando mais precisão aos dados coletados e possibilitando a identificação mais ágil de falhas que possam impactar o negócio. Conheça aqui nossas soluções de Conexões Inteligentes.

visibilidade no setor de energia
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Saiba como a Atech ajuda concessionárias a ter mais visibilidade dos custos

Com cada vez mais sensores, equipamentos, medidores, máquinas e câmeras facilitando o monitoramento e o controle de processos, as concessionárias de energia elétrica precisam contar com sistemas eficientes para obter a visibilidade necessária de suas operações e, consequentemente, de seus custos, para otimizar continuamente a gestão da distribuição e medição.

Saber exatamente quanto cada consumidor está gastando, por exemplo, é fundamental para que o setor de distribuição de energia seja capaz de gerenciar seus recursos de maneira mais eficiente, e os antigos medidores de consumo não são capazes de atender essa demanda, especialmente porque exigem o deslocamento de técnicos para coletar as informações de consumo.

Diante deste cenário, as concessionárias de energia elétrica têm pouca visibilidade das suas operações, enfrentando uma série de desafios na otimização de serviços, na adoção de novos modelos de cobrança e na identificação de fraudes.

A Atech oferece um conjunto completo de Conexões Inteligentes que dão às concessionárias de energia elétrica as ferramentas necessárias para lidar com a avalanche de informações geradas por múltiplos equipamentos, dando às empresas um panorama completo de suas operações para identificar oportunidades de otimização e reduzir custos.

Continue acompanhando nosso post e veja como nossas soluções ajudam o setor elétrico a vencer seus principais desafios:

Otimize a entrega de serviços de distribuição de energia

De acordo com um estudo feito pela Frost & Sullivan, divulgado em 2017, o modelo de negócios de energia está mudando de uma abordagem centralizada para um mundo de energia distribuída. Diante deste cenário, o mercado mundial de medidores inteligentes cresceu de 40 milhões de unidades em 2011 para 60 milhões em 2015, com previsão de chegar a quase 100 milhões até 2018.

De acordo com o relatório, isso deve levar a padrões de consumo mais inteligentes por meio da gestão eficiente da eletricidade. Ao mesmo tempo, espera-se que o setor de energia seja capaz de oferecer serviços que atendam às necessidades dos clientes e a experiência em geral, levando a uma convergência do setor com outras indústrias.

Uma infraestrutura de conectividade eficiente é fundamental para atender essas necessidades. Tecnologias como redes Mesh, dando conectividade a medidores inteligentes, vão permitir que as concessionárias tenham uma visibilidade maior por meio de informações em tempo real, identificando mais facilmente falhas de fornecimento.

Por meio de sistemas de automatização da medição, as empresas vão ainda poder dispor de um histórico de consumo de seus clientes, possibilitando a criação de perfis de carga e otimizar recursos para personalizar o atendimento e o fornecimento de serviços que vão além do fornecimento de energia, como serviços de consultoria e programas de resposta à demanda, que agregam mais valor ao fornecimento de energia, especialmente para os clientes industriais.

As soluções de redes Mesh e o Sistema de Automação da Medição, da Atech, dão às empresas a possibilidade de conectar medidores inteligentes, independente da infraestrutura de telecomunicações da região, e dar mais agilidade na análise e gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota de medição, registradas pelos medidores de energia elétrica, fornecendo os recursos necessários para melhorar a gestão de distribuição pelas concessionárias de energia.

Adote novos modelos de cobrança

A implementação da tarifa branca no início de 2018 abriu uma série de oportunidades para o setor elétrico, que agora podem oferecer aos consumidores a possibilidade de serem cobrados de acordo com o dia e o horário de consumo.

A medida deve trazer uma série de benefícios ao setor de energia, uma vez que  a demanda e a oferta de energia variam ao longo do dia e a situação fica mais crítica no período do final da tarde e o início da noite, quando a demanda por energia é muito grande, os sistemas elétricos operam perto dos seus limites, e é neste patamar de energia que os projetos de novas redes e subestações deve ser considerado.

A área de Conexões Inteligentes da Atech começou, ainda em 2017, a testar seu novo Sistema de Automação de Medição para atender a esse novo modelo. Com o objetivo de agilizar a análise e o gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota registrados pelos medidores inteligentes, a solução da Atech oferece os recursos necessários para que as empresas possam acompanhar o consumo minuto a minuto de maneira precisa e rápida.

A adoção de novos modelos de medição e cobrança vão dar às concessionárias mais possibilidades de aumentar suas margens de lucro, por meio da definição de diferentes preços para a energia consumida em diferentes horários.

Identifique fraudes mais facilmente

Estima-se que, nos Estados Unidos, as empresas perdem cerca de 1% de todo o seu inventário devido a fraudes (mesmo as menores), podendo chegar a cifras de US$ 25 milhões por dia. Diante deste cenário, cada vez mais empresas estão investindo em tecnologias como Internet das Coisas, big data e aprendizado de máquina para combater esse problema.

Um estudo divulgado pelo Northeast Group revelou que perdas não técnicas, como fraudes, erros de tarifação e outras causas relacionadas, custaram US$ 96 bilhões ao setor elétrico em todo o mundo. Alguns estimam que as fraudes causem perdas correspondentes a 10% a 30% da receita anual.

O Brasil também enfrenta problemas com a identificação de fraudes, e os medidores inteligentes podem identificá-las de forma mais ampla que os medidores tradicionais, pois permitem automatizar a medição e interromper e reestabelecer remotamente o fornecimento de energia de um consumidor que esteja praticando uma fraude. Esses dispositivos geram um grande volume de dados que são processados por sistemas avançados de análise, gerando um panorama amplo do uso de energia.

O Sistema de Automação de Medição da Atech dá às concessionárias a visibilidade necessária para detectar fraudes e falhas não técnicas por meio da coleta e da análise de dados gerados em tempo real, facilitando a identificação de diferentes perfis de consumo e, consequentemente, gastos anormais característicos do roubo de energia.

Saiba mais sobre todas as soluções de Conexões Inteligentes da Atech para o setor de energia e entenda como podemos ajudá-lo.

Redes MESH: mais precisão para medir a energia
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Redes MESH: mais precisão para medir a energia

A transformação digital tem revolucionado modelos de negócios e processos, modificando o relacionamento com o cliente. No setor de energia o cenário não é diferente e este mercado vem investindo em medidores inteligentes e redes MESH para entregar um novo tipo de serviço, com mais eficiência e menor custo.

Essas tecnologias fazem parte do arsenal para se adaptar a esse novo cenário, onde o futuro do setor de energia deverá ser inteiramente digital, aumentando a produtividade, confiabilidade do serviço, segurança na entrega da energia, conformidade e gerenciamento da receita, ao final, entregando uma melhor experiência para o cliente.

Mas talvez o maior desafio desse novo modelo de negócio esteja na capacidade de coletar e transmitir em tempo real os dados que serão transformados em inteligência e insights. É preciso contar com soluções de conectividade confiáveis, com alta disponibilidade e, no Brasil, que sejam de fácil implantação devido às dimensões do território nacional.

Nesse cenário desafiador, a rede MESH surge como solução para impulsionar essa conectividade, maximizando a eficiência de um sistema complexo de medição e de operação da rede elétrica, reduzindo custos e detectando falhas em tempo real. Em redes sem fio convencionais, é preciso investir em roteadores mais potentes ou em repetidores – que podem oferecer baixa eficiência – para alcançar áreas maiores. Já nas redes MESH, o custo da infraestrutura tem escalabilidade mais flexível, já que seus nós – pequenos rádios transmissores – podem ser facilmente instalados ou desinstalados, conforme a necessidade de alcance.

Na rede MESH cada nó transmite os dados para o nó mais próximo, passando os dados de dispositivo para dispositivo e, então, finalmente chegando a um concentrador. Com múltiplas opções de roteamento, cada nó, dotado de inteligência, é capaz de otimizar continuamente a topologia da rede para se adequar às mudanças ou falhas na sua estrutura – se as condições de rádio estiverem ruins em uma determinada área, logo os nós se reconfiguram para enviar os dados por outra rota, caracterizando um roteamento dinâmico. Com isso, é possível reduzir a quantidade de concentradores e repetidores de maneira considerável, reduzindo os custos de infraestrutura.

Medidores inteligentes e redes MESH

Essas inovações são a base da transformação digital no setor de energia, entregando uma grande quantidade de dados capazes de otimizar todos os processos.

Para os consumidores, os medidores inteligentes permitem monitorar o seu consumo em tempo real, ajudando a racionalizar o uso da energia e, ao mesmo tempo, informando à distribuidora a ocorrência de algum problema.

Para aproveitar os dados transmitidos pelas redes MESH, as distribuidoras de energia estão investindo em ferramentas de Analytics, planejamento e diagnósticos baseados em dados. Com essa inteligência, o setor de energia pode otimizar a geração, distribuição e a entrega de energia, evitando perdas e fraudes.

Redes MESH oferecem inúmeras vantagens em termos de design e implementação de redes sem fio para a transmissão de dados provenientes de medidores inteligentes. Conheça as soluções de redes MESH desenvolvidas pela Atech que oferecem conectividade abrangente e flexível.

Veja como a Internet das Coisas está mudando a medição de energia
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Veja como a Internet das Coisas está mudando a medição de energia

Entregar energia de forma sustentável, eficiente e com menor custo é o desafio enfrentado por distribuidoras de todo o mundo. Uma medição de energia que avalie o perfil de consumo minuto a minuto é fundamental para gerenciar a distribuição de energia de maneira mais eficiente, e a solução está no uso de conexões inteligentes, aproveitando todas as inovações que chegam com a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT).

Distribuidoras têm investido em soluções de medição de energia inteligentes, tanto para atender seus clientes em áreas industriais e urbanas, como também em áreas de difícil acesso e baixa cobertura de telecomunicações, cenário comum em um país com as dimensões do Brasil.

Sistemas inteligentes de leitura remota de medição de energia são a grande aposta das distribuidoras dentre as tecnologias inovadoras de Internet das Coisas, com a instalação em seus clientes de medidores inteligentes que possibilitam o gerenciamento eficiente do consumo e, consequentemente, mais eficiência na entrega de energia.

Medidores inteligentes estão cada vez mais populares e, segundo um estudo da consultoria BI Intelligence, a base instalada de medidores inteligentes deve passar, globalmente, de 450 milhões em 2015 para 930 milhões em 2020. Em um cenário mais amplo, a consultoria Gartner estima que, até 2020, o setor de energia deve contar com 50 bilhões de dispositivos IoT nas suas operações.

Mais inteligência, mais eficiência

Soluções de IoT permitem que as distribuidoras tenham muito mais controle de suas operações e, como a construção de novas redes de distribuição requer altos investimentos e muito tempo, o uso de tecnologias inovadoras pode melhorar a eficiência da infraestrutura já existente, dando total visibilidade sobre as operações.

E essa visibilidade vai de encontro a um dos maiores problemas enfrentados  pelas distribuidoras: a prevenção e localização de falhas, que podem ser resolvidas remotamente ou, caso seja necessário o envio de uma equipe, informar a localização exata da falha. Dados mais precisos enviados pelos dispositivos de IoT também permitem analisar o ciclo de vida de ativos como transformadores, entre outros, e implantar programas de manutenção preditiva.

Segundo a consultoria Gartner, a implantação de tecnologias e soluções de Internet das Coisas traz diversos benefícios tanto para as distribuidoras quanto para seus clientes.

Nas operações das distribuidoras, as soluções de Internet das Coisas podem impactar positivamente o desempenho da concessionária, aumentando a receita e reduzindo os custos. De acordo com os analistas, a Internet das Coisas permite criar novas receitas e novos modelos de negócios, melhora as operações, otimiza ativos, economiza recursos, engaja e capacita os funcionários, melhora o gerenciamento de risco e fortalece a segurança.

Com um sistema de medição de energia automatizado, as distribuidoras podem acompanhar o consumo e a demanda minuto a minuto, avaliando a evolução do seu mercado consumidor, e também melhorar a qualidade da energia fornecida e reduzir perdas relacionadas a falhas e fraudes, bem como garantir o correto faturamento sem o fator humano na leitura de consumo.

Relações mais transparentes

No ponto final da rede, segundo o Gartner, a Internet das Coisas tem o poder de transformar a experiência do cliente auxiliando a reduzir desperdícios e controlando melhor o seu consumo de energia. Além disso, a automação da coleta, análise e gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota podem, por exemplo, ajudar a prevenir erros humanos no faturamento do serviço.

Embora a maior parte das iniciativas de medição de energia inteligente até agora esteja voltada para o aumento do faturamento pelas distribuidoras e o combate a fraudes e inadimplências, as conexões inteligentes já oferecem a possibilidade de capturar e analisar dados e, a partir dessa informação, oferecer mais transparência aos clientes, que passam a gerenciar melhor o consumo.

Com informações detalhadas sobre o seu consumo minuto a minuto, grandes indústrias podem, por exemplo, fazer diversas comparações e ajustar a sua linha de produção, planejando e redistribuindo o consumo de energia de cada equipamento ao longo do tempo da produção, evitando o maior uso em períodos de pico e aproveitando períodos quando a energia é mais barata, fortalecendo assim o conceito de Indústria 4.0.

Apesar da possível redução de consumo, com a medição de energia inteligente as distribuidoras passam a ganhar com o combate às perdas e redução de furtos e fraudes, com monitoramento e diagnósticos em tempo real de sua rede de distribuição por meio do uso de soluções de Redes Mesh que oferecem conectividade abrangente e flexível, indispensável para a implantação de dispositivos IoT. Com a implantação de Redes Mesh, é possível:

  • Obter diagnósticos precisos e rápidos
  • Contar com alarmes e eventos para identificar falhas
  • Fazer a autorrecuperação em caso de falhas na rede
  • Implantar programas de manutenção preditiva e gestão de ativos em equipamentos

A Atech oferece soluções completas de conexões inteligentes, com implantação de Redes Mesh; sistemas de automação da medição de energia, desenvolvimento de software embarcado e integração de sistemas. Saiba como aproveitar todas essas inovações e garantir a entrega de um serviço de melhor qualidade, com mais eficiência e menor custo.