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Portal para gestão do serviço de coleta da plataforma OKTO facilita visibilidade à Embraer

Garantir a visibilidade em uma operação logística é um dos principais desafios enfrentados por empresas com operações com alto nível de complexidade. A Embraer, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, contou com a Plataforma OKTO para dar apoio aos processos de logística internacional e auxiliar na visibilidade necessária de suas operações.

Atualmente, o portal de gestão do serviço de coleta da Plataforma OKTO está disponível para os fornecedores da empresa, e tem oferecido benefícios de comunicação e rastreabilidade, contribuindo para o controle das informações que circulam entre fornecedores e agentes de carga, centralizando a comunicação e incluindo uma notificação mais rápida de que a carga está disponível para ser coletada.

Por meio da plataforma OKTO, as empresas podem automatizar a indicação do melhor prestador de serviço, baseado em suas regras de negócio, considerando nível de serviço, tempo e custo.

Maior competitividade e redução de custos

O melhor uso dos recursos logísticos proporciona agilidade e assertividade à tomada de decisões, tornando o negócio mais competitivo. Na Embraer, o OKTO auxilia na execução dos processos de coleta, colaborando para evitar atrasos e custos extras no processo.

Visando o aumento da visibilidade das operações logísticas, a solução OKTO é utilizada na Embraer, desde novembro de 2018.

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OGMA facilita transporte interno com solução da Atech

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A., empresa do Grupo Embraer dedicada à fabricação e manutenção de aeronaves, contou com a solução de transporte da plataforma OKTO, da Atech, para movimentar mercadorias com mais agilidade dentro da planta, garantindo maior visibilidade da rota e atendimento do nível de serviço esperado.

Com mais de 60 pontos internos de transporte e mais de 600 solicitações de transporte diárias – das quais de 15 a 20% são críticas e precisam ser atendidas em poucos minutos – a OGMA enfrentava uma série de desafios em seus processos de transporte. Neste contexto, problemas no transporte e nas mercadorias eram comuns e não podiam ser rastreados.

A solução da Atech, integrada ao sistema de gestão usado pela OGMA, permitiu à empresa dar mais agilidade às suas operações diárias por meio de uma aplicação de gestão de rotas e de um dispositivo móvel que permite aos motoristas a comunicação de informações sobre o atendimento das solicitações de transporte, garantindo mais velocidade e melhor uso dos recursos logísticos.

Com base em características como criticidade, tipos de embalagem e tipo de material, a aplicação OKTO para transporte interno identifica a melhor forma de atender às solicitações, incluindo os melhores pontos de parada dentro da planta. A tecnologia oferece agilidade e flexibilidade na resolução de eventuais problemas relacionados à rota por meio do dispositivo móvel, em que ele informa o que está coletando ou entregando e reporta eventuais problemas com a carga, fazendo registros em foto.

Ou seja, além de oferecer maior visibilidade da rota e do transporte de itens dentro da planta, a solução da Atech gerencia as não conformidades no processo, onde é possível trabalhar para reduzir ou mesmo eliminar os erros e seu impacto no uso dos recursos, e dá a gestão as informações necessárias para otimizar a tomada de decisão e obter uma visão total dos problemas, garantindo uma operação mais segura e de qualidade.

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Vale melhora a gestão de seus ativos com apoio da Atech

Considerada uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale ocupa o 1º lugar em produção mundial de minério de ferro, pelotas e níquel. Para suportar esse volume, que chega a 348,8 milhões de toneladas métricas de minério de ferro, a empresa tem investido cada vez mais em iniciativas relacionadas à indústria 4.0 que estão mudando o cenário da mineração.

Entre as ações está uma série de projetos para elevar a sustentabilidade e a eficiência operacional das suas atividades, incluindo o aumento da disponibilidade dos equipamentos, a redução do consumo de combustíveis e a melhora da eficiência e eficácia da manutenção.

Com a inclusão de métricas quantitativas para avaliação da probabilidade de falha nos ativos, foram realizados estudos que impactaram, principalmente, os estoques e necessidades de peças sobressalentes, levando em consideração fatores como lucro cessante, tempo de aquisição do equipamento reserva, tempo de aquisição em emergência, perda de receita, entre outros. O resultado foi a entrega de informações que basearam uma decisão assertiva, considerando a probabilidade estatística do modo de falha do equipamento em questão e o período necessário para recebimento do item reserva.

Com uma série de soluções de gestão de ativos alinhadas aos desafios e tendências no setor minerador, ajudando a reduzir paradas não programadas que acarretam perdas na produção e oferecendo capacidade de monitorar a condição dos ativos, é possível estimar quando haverá uma falha com semanas ou meses de antecedência. A Atech está apoiando a Vale no projeto de implementação da plataforma Orion eAPI, oferecida em parceria com a Compass (antiga ReliaSoft), empresa pioneira na aplicação da Engenharia de Confiabilidade na América do Sul.

O principal objetivo da solução para gestão estratégica de ativos potencializada pela plataforma Orion eAPI, que faz parte do conjunto de soluções da plataforma OKTO para Gestão de Ativos, é dar mais confiabilidade aos equipamentos da organização, aumentando a disponibilidade e reduzindo o tempo necessário para manutenção, por meio da transformação de dados em informações para basear decisões estratégicas relacionadas à gestão de ativos.

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Solução de Rede MESH da Atech é homologada pela EDP

A Atech teve sua tecnologia de Redes MESH – oferecida em parceria com a Desh Tecnologia – homologada pela EDP após a distribuidora de energia elétrica do Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo testar e aprovar a tecnologia para conexão de religadores.

Durante oito meses de teste, além de demonstrar níveis de disponibilidade entre 98% e 99%, a tecnologia se revelou uma solução de conectividade de excelente custo-benefício, com custo aproximado de 30% em comparação à tecnologia de conexão por rádio modem, a mais utilizada pela EDP atualmente.

Segundo Ricardo Hayashi, product manager da Atech em Conexões Inteligentes, a solução de Rede MESH tem atendido à demanda do setor de energia por apresentar maior eficiência no monitoramento remoto dos religadores.

“Hoje esses religadores são conectados por redes 3G/4G ou por rádio modem. Comparando as duas tecnologias, as redes 3G/4G, apesar de mais baratas, apresentam problemas de confiabilidade, e as falhas de conexão são constantes, exigindo que a empresa envie equipes de técnicos até o local para restabelecer a energia quando necessário. O rádio modem, por outro lado, apesar de confiável, tem altos custos de aquisição, implementação e manutenção. A Rede MESH une o melhor dessas duas tecnologias, oferecendo alta confiabilidade, menores custos de implementação e manutenção e maior escalabilidade”, explica o executivo.

Para Rogério Marques, gestor operacional de sistemas de controle da EDP em São Paulo, “a Rede MESH é uma tecnologia pouco explorada no setor elétrico brasileiro e a possibilidade de contar com uma solução de conectividade que oferece mais confiabilidade que a rede celular e menos custos que a rede de rádio modem, foi um dos maiores ganhos nos testes dos equipamentos”.

A solução de Redes MESH é ideal para redes urbanas, locais com diversidade de vegetação e relevo. É uma tecnologia de simples implementação, uma vez que não são necessários dois equipamentos para atender um único enlace de rádio modem. Em vez disso, é preciso instalar apenas um equipamento para cada religador acessado pela Rede MESH. Com isso, não há necessidade de fazer apontamentos de antenas, processo que exige a presença de mão de obra técnica especializada.

Tecnologia MESH melhora o monitoramento da rede e reduz custos de deslocamento

Os testes com Redes MESH começaram no início de 2017 na EDP e foram finalizados este ano, quando ocorreu a homologação da tecnologia. Durante este período, a Atech trabalhou em uma série de mudanças nos algoritmos para otimizar o funcionamento da tecnologia e, posteriormente, a distribuidora de energia deu início a um novo teste, desta vez com 40 pontos, para avaliar a escalabilidade da tecnologia.

Com estes pontos adicionais e mais equipamentos enviando mensagens na Rede MESH, comprovou-se a capacidade de roteamento do ponto de vista adaptativo, sendo possível entender a precisão dos algoritmos de roteamento e como a tecnologia se adapta ao relevo, à vegetação e demais condições de imprevisibilidade.

Para testar como a tecnologia se comporta em cenários mais adversos e críticos, os testes de homologação iniciaram nos religadores, que são os equipamentos de monitoramento mais relevantes da rede elétrica e que por isso precisam do mais alto nível de disponibilidade.

“Toda vez que um religador não funciona à distância é necessário deslocar equipe técnica ao local do defeito. Ou seja, além da energia não contabilizada nesse período, implicando em perda de receita, temos os gastos com alocação de times especializados. Estes custos já equivalem ao valor de um ponto de Rede MESH que, graças aos altos níveis de disponibilidade, reduzem consideravelmente o risco no sistema”, ressalta Marques.

Atualmente, a EDP realiza um estudo que inclui a instalação de cerca de 200 pontos de Rede MESH na cidade de Guarulhos e que considera a escala, o relevo e o local de instalação dos equipamentos. “Estamos bem confiantes neste projeto e no potencial da tecnologia para melhorar o monitoramento de rede e reduzir custos. A implantação do sistema vai ao encontro dos investimentos contínuos da EDP em tecnologias e soluções que aprimorem a qualidade, eficiência e confiabilidade dos serviços prestados pela Companhia,” finaliza o gestor.

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Aeris Energy: mapeamento de processos para busca de excelência com a ajuda da Atech

Os projetos de energia eólica no Brasil atingiram 12,7 gigawatts em 2017 – um aumento de 19% em relação ao ano de 2016, segundo informações da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica). Hoje o Brasil gera 7,4% de sua energia por meio da força do vento, e ocupa o 8º lugar do mundo em energia eólica instalada, com capacidade de 13.000 megawatts.

Diante deste cenário, não é surpresa que as organizações do setor tenham de investir em processos cada vez mais eficientes para garantir a competitividade e a capacidade de atender os crescentes requisitos de seus clientes.

Para vencer esse desafio, a Aeris Energy, fabricante brasileira de pás eólicas, fundada em 2010, contou com a ajuda da Atech para dar o primeiro passo em direção a um Programa de Melhoria Contínua que permitisse ganhos de excelência e produtividade.

Para isso, a Atech desenvolveu um projeto que envolveu o mapeamento de todos os macroprocessos de fabricação de pás para um dos clientes da empresa. A ação permitiu a identificação de diversas oportunidades de melhoria na fabricação, que resultou na criação de 20 projetos futuros, chamados de Quick Win.

Com décadas de expertise acumuladas na indústria aeronáutica, os passos da Atech na Aeris Energy, além da aplicação do Kaizen de Amplitude e de quatro dos projetos Quick Win, incluem a apresentação de um Workshop de Planejamento Estratégico de Melhoria Contínua que vai discutir a visão de futuro da fabricante de pás eólicas e a aplicação de práticas usadas pelo mercado e pela Embraer para alcançar excelência.

Com isso, a empresa, que fica localizada no Nordeste, região responsável por 50% do total potencial eólico brasileiro, busca obter uma série de ganhos, como atendimento de demanda, aumento de produtividade e redução de custos, refletindo diretamente nos resultados da organização.

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São Martinho: busca por inovação também acontece dentro da empresa

Não é novidade que a São Martinho tem voltado seus olhos para o futuro: a empresa até investiu, neste ano, na criação de um hub de inovação destinado a encontrar novas tecnologias que possam impactar o futuro do negócio sucroenergético. A mesma onda de inovação se espalhou internamente pela empresa, que tem desenvolvido um projeto de longa duração com o objetivo de buscar mais eficiência dentro da organização.

Um dos maiores grupos sucroenergéticos do país, a São Martinho tem capacidade de moagem de cerca de 24 milhões de toneladas de cana. Atualmente, a empresa tem quatro usinas em operação: São Martinho, em Pradópolis, na região de Ribeirão Preto (SP); Iracema, em Iracemápolis, na região de Limeira (SP), Santa Cruz, localizada em Américo Brasiliense (SP) e Boa Vista, em Quirinópolis, a 300 quilômetros de Goiânia (GO).

Para isso, a Atech desenvolveu um projeto de transformação e melhoria da eficiência, buscando novas tecnologias e soluções para obter mais produtividade, por meio de uma série de projetos em todas as unidades da empresa, com o objetivo de trazer mais eficiência às operações. Ao todo, o projeto envolveu 505 pessoas, e deve durar cerca de um ano.

Para a São Martinho, o resultado é a inovação nas operações –um setor bastante tradicional da economia, e ainda pouco aderente a novas tecnologias e metodologias. Certamente, a busca pela modernização das operações deverá se refletir, nos próximos anos, nos resultados da organização.

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Energisa: Energia para o campo, com a parceria da Atech

Criar um processo de medição eficiente de energia para o campo. Esse é o objetivo da Energisa, que contratou a Atech para liderar o projeto de pesquisa e desenvolvimento de Sistema de Gestão e Otimização de Redes Mesh para Áreas Rurais.

Iniciado em 2017, o projeto da Energisa é uma iniciativa de Pesquisa & Desenvolvimento, e visa permitir a implementação de um sistema de gestão, controle e medição das chamadas Redes Mesh – uma solução de conectividade abrangente e flexível, que provê acesso a locais sem nenhuma infraestrutura de rede de comunicação.

Assim como outras empresas de distribuição, a medição do consumo de energia de clientes em áreas rurais é um dos maiores desafios da Energisa. A dificuldade de acesso acaba levando a um custo elevado para leitura manual, além da administração das intercorrências nesses processos.

Junto à dificuldade da medição manual, atualmente a empresa utiliza um sistema de medição remota de energia, com a comunicação por rede elétrica, em cerca de 40 mil clientes, que apresenta baixos índices de efetividade e erros na leitura dos dados dos medidores.

O resultado é a perda de receita por conta de um elevado número de clientes faturados pela média ou pela tarifa mínima e leituras erradas decorrentes das falhas do sistema atual. Neste sentido, as redes Mesh oferecem uma solução de medição remota de energia, com a possibilidade de implantação em larga escala para áreas rurais, a um custo-benefício mais competitivo.

Conexões Inteligentes

Há cerca de um ano, a Atech tem trabalhado na expansão das suas atividades para o foco corporativo, usando toda a experiência adquirida em áreas de governo e também na parceria com a Embraer para a realização de projetos em clientes da iniciativa privada.

Hoje, a empresa atua na área de Conexões Inteligentes, oferecendo soluções de automação da medição, redes Mesh, software embarcado e integração de sistemas de energia.

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Oxiteno Nordeste: confiabilidade dos ativos para ganho de produtividade

Quem está à frente de uma operação industrial sabe que um dos maiores problemas operacionais é a constante parada de máquinas para manutenção. Isso significa tempo perdido, atravancamento das operações, atrasos em entregas –o que leva, claro, à perda de receita. Por isso, muitas organizações têm investido em projetos cujo objetivo é melhorar a eficiência operacional.

Este foi o caso da Oxiteno Nordeste, que contratou a Atech para o desenvolvimento de um trabalho voltado para a confiabilidade dos ativos. Empresa do Grupo Ultra, a Oxiteno é líder no mercado nas áreas de tensoativos e especialidades químicas para a América Latina, além de oferecer soluções para os mercados de Agroquímicos, Cuidados Pessoais, Limpeza Doméstica e Institucional, Petróleo e Gás, Produtos de Performance e Tintas e Revestimentos.

O projeto desenvolvido pela Atech teve dois focos: melhoria de processos e confiabilidade dos ativos –que envolveu a análise de confiabilidade de alguns ativos para a melhoria de disponibilidade.

Na Oxiteno Nordeste, a Atech desenvolveu um projeto com foco na obtenção de mais produtividade e agilidade. O trabalho envolveu a aplicação da engenharia de confiabilidade, com foco na redução das manutenções necessárias.

O resultado foi um aumento de produtividade da empresa, que obteve uma redução na quantidade de manutenções realizadas – com um impacto positivo no resultado da organização.

Gestão de Ativos

Há cerca de um ano, a Atech tem trabalhado na expansão das suas atividades para o foco corporativo, usando toda a experiência adquirida em áreas de governo e também na parceria com a Embraer para a realização de projetos em clientes da iniciativa privada.

Hoje, a empresa atua em duas frentes importantes para a análise de processos produtivos, como no caso da Oxiteno Nordeste: Gestão de Ativos e Logística.

Para isso, a Atech criou a plataforma OKTO, um conjunto de soluções que atende empresas de diversos setores com uma solução dinâmica, capaz de operar em nível global, gerindo ativos de maneira eficiente e confiável, reduzindo os ciclos dos processos e fornecendo rastreabilidade às operações logísticas.

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Mineração Buritirama: mapeamento de processos-chave com a ajuda da Atech

Segunda maior produtora de manganês do Brasil e a quarta maior do mundo, a Mineração Buritirama tem registrado um salto de crescimento de suas operações, que levaram a empresa a projetar, em 2018, um volume de comercialização do metal de 1,2 milhão de toneladas, contra 300 mil produzidas em 2016.

Para suportar esse volume, a empresa desenvolveu um plano de reestruturação e crescimento de suas operações, contando com a Atech como parceira neste projeto. O plano envolveu desde a parte de geologia até logística, passando pela lavra e beneficiamento, além de investimentos na verticalização da empresa e a transferência de uma planta.

No projeto, a Atech utilizou sua expertise em operações de alta complexidade para realizar o mapeamento de todo o processo, identificando os pontos de melhoria e projetos estratégicos para a alavancagem do negócio., auxiliando tomadores de decisão da empresa a encontrar o foco do crescimento e estruturar um plano organizado de crescimento.

Durante o projeto, a Atech estruturou um projeto baseado na metodologia Kaizen, realizando o mapeamento do fluxo de valor de todo o processo produtivo, identificando pontos de melhoria – no que resultou na criação de 27 subprojetos, que darão sustentação à macro reorganização da empresa.

O resultado foi um ganho de eficiência em termos de produtividade, elevando o patamar de eficiência em vários processos da companhia como um todo, essencial para uma empresa em crescimento, e que precisa dinamizar suas operações, sem provocar uma ruptura brusca.

Foco Corporativo

Há cerca de um ano, a Atech tem trabalhado na expansão das suas atividades para o foco corporativo, usando toda a experiência adquirida em áreas de governo e também na parceria com a Embraer para a realização de projetos em clientes da iniciativa privada. Hoje, a empresa atua em duas frentes importantes para a análise de processos produtivos, como no caso da Mineradora Buritirama: Gestão de Ativos e Logística. Aliada à especialização da empresa em Segurança Digital, é possível desenvolver projetos amplos, que contemplem não somente aspectos operacionais, mas também questões estratégicas, investimentos em tecnologia, entre outros.