Veja o que você perde quando a sua máquina falha
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Veja o que você perde quando a sua máquina falha

A implementação de soluções de gestão de ativos durante anos foi feita para capturar, manipular e analisar dados de falhas passadas em ativos industriais. Nesse caso, a otimização de processos para capturar informações de falhas de ativos e usá-las nos sistemas é o foco da criação de políticas de manutenção. Porém, quando levamos a confiabilidade em consideração, a abordagem das organizações em relação à estratégia de manutenção deve ser muito mais ampla para impedir falhas.

Manutenção geralmente é o termo que usamos para definir atividades que dão sustentação a padrões específicos de performance, ou seja, é parte essencial do ciclo de vida do ativo. Falhas nos ativos significam justamente que eles não estão atingindo os padrões específicos de performance esperados para o negócio, seja por um aumento na demanda além de suas capacidades ou pela falta de recursos disponíveis para manter os ativos em funcionamento.

Em todo caso, segurança e compliance, além da otimização de processos de coleta de dados, devem desempenhar um papel importante nesse planejamento.

O impacto das falhas mais críticas no negócio depende de uma série de fatores. De acordo com o relatório original que produziu o Reliability-Centered Maintenance (RCM), falhas consideradas “críticas” são aquelas com grande impacto na segurança. No entanto, o termo “falha crítica” hoje é usado para definir grupos de falhas que vão causar às empresas consequências de alto impacto, algo que pode variar de acordo com o contexto do setor.

No setor de óleo e gás, uma falha relacionada à segurança das operações certamente é considerada crítica. Por outro lado, no setor químico, por exemplo, uma falha considerada crítica em um ativo não necessariamente está relacionada a problemas de segurança, mas a quedas no volume e a interrupções na produção. Da mesma maneira, no setor farmacêutico as falhas críticas provavelmente são aquelas relacionadas à capacidade da produção de estar em conformidade com a regulamentação.

Um bom programa de gestão de ativos deve ter o objetivo de aumentar a rentabilidade do ciclo de vida dos ativos, logo, precisa evitar falhas críticas. Por definição, isso significa manter uma abordagem centrada na correta estratégia de manutenção para o ativo, que se utiliza da confiabilidade.

Com isso, é possível manter custos equilibrados de manutenção e taxas favoráveis de RAV. Altas taxas de RAV significam que sua planta tem altos custos para manter os equipamentos disponíveis e em funcionamento. Para melhorar esse índice, as empresas precisam contar com bons processos e ferramentas.

Veja a seguir alguns problemas que são consequência de diferentes falhas para as empresas:

Falhas de baixa criticidade x falhas críticas

Falhas consideradas de baixa criticidade são aquelas que causam consequências leves para as operações. Como sua ocorrência é considerada aceitável, uma política de manutenção focada apenas na captura e na análise de dados pode ser efetiva para lidar com esse tipo de erro. Com o tempo, é possível acumular um nível suficiente de informação para determinar políticas de manutenção eficientes e com alto grau de confiabilidade.

As falhas críticas, por outro lado, causam quedas na performance e, portanto, têm consequências inaceitáveis. Erros desse tipo, portanto, não podem ser geridos da mesma maneira que as falhas de baixa criticidade. Imagine, por exemplo, que uma máquina, ao falhar, cause um impacto operacional ou econômico de alta gravidade. Por que deixar isso acontecer novamente pelo mesmo motivo, especialmente quando a história recente nos mostra que falhas nos ativos podem gerar consequências graves de segurança e violações do meio ambiente?

Falhas críticas são, por natureza, sérias. Quando uma máquina falha de maneira crítica, geralmente os responsáveis pela gestão de ativos precisam retirá-la, substituí-la ou tomar alguma iniciativa que garanta que isso nunca mais ocorra. Como resultado, o volume de dados disponível para análise de erros mais graves geralmente é menor, reduzindo a habilidade das equipes de entregar resultados com alto nível de precisão sobre como evitar falhas semelhantes no futuro.

Entre as principais causas das falhas estão a especificação errada dos ativos, a degradação dos ativos ao longo do tempo, os erros de operação e as falhas humanas.

No entanto, é possível estabelecer critérios para realizar identificações e análises para descobrir, de maneira mais específica, a origem das falhas e eliminá-las. Uma delas é estabelecer critérios por meio de gatilhos necessários para realizar a análise da origem da falha. Entre os exemplos podemos citar a frequência de eventos específicos que podem ser notados por meio de um monitoramento constante do ativo, como aumento de temperatura da máquina ou vibrações. Os responsáveis pelas manutenções podem revisar o significado desses eventos de maneira contínua ou contar com soluções de análise de dados capazes de interpretar essas informações para sugerir otimizações.

A importância do monitoramento de condição

Não existe um manual de instruções para criar um plano de manutenção eficiente, porém, monitorar constantemente os ativos é essencial para agregar maior confiabilidade à gestão do seu ciclo de vida, dando mais visibilidade e controle aos líderes do negócio e evitando falhas capazes de causar impactos negativos no negócio.

Olhando os principais modos de falha, como vibração, corrosão, trincas, aquecimento, entre outros, você pode antecipar desde falhas não críticas e até catastróficas.

Para atender essa demanda, a Atech desenvolveu um conjunto de soluções para o monitoramento de condição dos ativos, incluindo equipamentos rotativos e estruturas. Saiba mais sobre as soluções da Atech para gestão de ativos.

Saiba implementar uma estratégia de gestão de riscos operacionais
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Saiba implementar uma estratégia de gestão de riscos operacionais

A gestão de riscos operacionais, junto dos padrões de trabalho e de uma estratégia de manutenção com base em condições (não apenas em dados de falhas passadas) são os elementos que compõem o que chamamos de uma estratégia de gestão de ativos baseada em riscos. Por meio dessa abordagem, é possível garantir a aplicação adequada de recursos com base na criticidade dos processos, permitindo que você invista na real causa das suas perdas e não em sintomas.

Imagine, por exemplo, que uma empresa sofra de um fator limitante que cause uma queda de 25% em sua produção. Sem uma estratégia completa de gestão de ativos, incluindo um plano de gestão de riscos operacionais, é impossível descobrir que existe um problema, muito menos avaliar os indicadores de performance ideais para corrigir as falhas.

Existe uma série de contextos em que a gestão de riscos operacionais é importante. No caso da gestão de ativos, as melhores práticas ditam que deve haver um plano de gestão de riscos que aborde não apenas a operação e a manutenção dos ativos industriais, mas também os riscos associados à propriedade e ao uso desses ativos.

Se antes os mais tradicionais frameworks de gestão de riscos usados pelas empresas mantinham os riscos operacionais apenas de maneira implícita, hoje, em um cenário altamente regulado e competitivo, é essencial que as organizações visualizem os riscos de suas operações de maneira explícita.

Cumprir com padrões como ISO 9001 e ISO 55000 pode ser considerado por alguns como uma espécie de mitigação de riscos, afinal, você conta com papeis, responsabilidades, documentações e planos de ação definidos para gerir a performance e melhorar as operações. Porém, mitigar riscos é apenas uma parte de uma estratégia de gestão de riscos operacionais, que inclui ainda identificação, quantificação e priorização de riscos.

No caso da gestão de ativos, uma estratégia de riscos operacionais tem duas frentes principais: avaliação ou identificação e gestão e controles. Cada área, quando não recebe o tratamento ideal, pode contribuir para a falta de eficiência na gestão de ativos.

Para grandes plantas industriais, uma gestão de riscos efetiva é essencial para garantir a segurança dos funcionários e dos arredores. Tudo deve ser avaliado regularmente, incluindo o local em que a planta foi construída, as máquinas usadas e o que acontece com o esgotamento dos recursos naturais.

Uma estratégia de gestão de riscos operacionais eficiente não necessariamente remove todos os riscos das operações. Trata-se de um processo que envolve sistematicamente o contexto de cada ativo da empresa, bem como o processo em que está inserido, para ajudá-lo a tomar as melhores decisões para o negócio.

Veja a seguir alguns elementos essenciais para incorporar uma estratégia de gestão de riscos operacionais eficiente à gestão de ativos:

Entenda as maneiras de reduzir os riscos

Muitas empresas veem os riscos como algo incerto, não como uma oportunidade de gerar melhorias para o negócio. No caso de algumas operações, certamente existem riscos inevitáveis, porém, novas tecnologias que permitem o monitoramento de condição dos ativos, por exemplo, são maneiras viáveis de reduzir certos riscos.

Para isso, é essencial que as organizações contem com o apoio do board para desenvolver um plano de gestão de riscos bem-sucedido. Na maioria dos casos, os executivos têm o poder de decisão para direcionar recursos para o desenvolvimento de novas estratégias e para a adoção de novas plataformas. Por isso, é importante guiar a liderança em relação aos riscos relacionados à gestão de ativos, bem como para a criticidade dos processos de identificação e mitigação.

Preveja e analise as consequências em longo prazo

Ao criar um plano de gestão de riscos operacionais, é importante avaliar as consequências em longo prazo de cada ação para melhorar as metas e a precisão de cada investimento.

É impossível prever todos os tipos de desastres; porém, existem algumas maneiras de antecipar alguns riscos e pensar em ações para evitar suas consequências mais sérias. Por exemplo: a área em que sua planta está localizada está sujeita a desastres naturais? Que tal desenvolver um plano de emergência para situações desse tipo?

Um plano de gestão de riscos operacionais vai além de prever falhas nas máquinas. Em vez disso, pense também em todas as possíveis emergências ou riscos que sua organização pode enfrentar e desenvolva planos para lidar com eles rapidamente.

Revise suas ações de gestão de riscos

Toda empresa deve rever seu plano de gestão de riscos operacionais periodicamente. Sempre que uma organização fica confortável com sua estratégia atual, é possível encontrar novas áreas que precisam de melhoras ou novos riscos que ainda não foram previstos.

Para isso, é importante investir em tecnologias de gestão de ativos, como monitoramento de condição e gestão de execução, bem como no treinamento da equipe para otimizar processos e minimizar os riscos de falhas nos ativos.

Sua estratégia de gestão de ativos está adequada? A Atech conta com uma solução de gestão estratégica que vai ajudar você a identificar e definir o melhor caminho para a manutenção e a operação de seus ativos, identificando o que mais impacta sua performance produtiva. Saiba mais sobre as soluções da Atech para a área de Gestão de Ativos.

CategoriesImprensa

Atech lança plataforma OKTO integrando Logística e Gestão de Ativos

São Paulo, dezembro de 2017 – A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções para missão crítica e tecnologias para apoio à tomada de decisão, lança no mercado brasileiro a plataforma OKTO, que integra soluções de Logística e Gestão de Ativos.

A plataforma OKTO atende empresas de diversos setores com uma solução dinâmica, capaz de operar em nível global, gerindo ativos de maneira eficiente e confiável, reduzindo os ciclos dos processos e fornecendo rastreabilidade às operações logísticas.

“A Atech acumula mais de uma década de conhecimento estratégico para dar origem a soluções capazes de fornecer inteligência no monitoramento e condição de ativos, e base para tomadas de decisões em operações logísticas complexas”, explica Jefferson Castro, Gerente de Produto da Atech.

 

Logística

“Na parte de Soluções para Logística, a plataforma OKTO realiza a gestão e a governança de um processo logístico global de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrado com sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores”, adiciona Jefferson Castro.

É composta pelos seguintes módulos:

– Planejamento e Execução da Operação, a partir do controle avançado da operação do armazém, transporte, pátio e docas, incluindo a gestão de custos e recursos do processo;

– Gerenciamento de Documentos do Processo e Custos, com a consolidação de diferentes fontes de despesas para o cálculo do custo final da operação;

– Gerenciamento de serviços, simplificando e sistematizando sua oferta e consumo, independente se serem prestados pela própria empresa ou por meio de outros fornecedores;

– Agendamento de transporte de cargas, permitindo que transportadoras e fornecedores façam o agendamento das entregas e coletas de forma autônoma, e respeitando a capacidade da operação;

– Gestão de Eventos, dando visibilidade ao gestor de todos os eventos de não conformidade do processo, bem como impedimentos e tratativas. Os eventos são controlados e monitorados para garantia de uma operação segura e de qualidade.

 

Gestão de Ativos

“Na parte de ativos, nossas soluções incluem o ciclo completo para gestão, que é voltada para a prevenção de falhas, e antecipação de qualquer evento que possa interromper a operação”, afirma Fábio Vieira, Chief of Product Owner para a plataforma OKTO.

É composta pelos seguintes módulos:

– Monitoramento de Condição do Ativo, que permite a tomada de decisão durante a produção e manutenção; a eliminação de manutenções preventivas desnecessárias e a identificação rápida de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental.

– Planejamento e Programação da Manutenção, que fornece um sistema atualizado de recursos, bem como a gestão de execução das atividades críticas, o nivelamento da carga de trabalho da equipe, integrando e otimizando missões planejadas e agendamentos de última hora.

– Gestão da Execução de Manutenção, que fornece dashboards “amigáveis” para o gerenciamento dos ativos; consulta a estoque de peças, monitoramento dos chamados de manutenção, alocação dos custos de manutenção, encaminhamento de chamado para equipe de campo.

– Gestão da Estratégia do Ativo, com a verificação do grau de confiabilidade do ativo; identificação dos equipamentos que estão gerando mais quebras, bem como dos ativos que estão impactando a performance produtiva e auxílio na construção da gestão de risco.

 

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, segurança digital, conexões inteligentes e logística. Mais informações em www.atech.com.br

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Como reduzir custos de energia em empresas de mineração

O setor de mineração enfrenta um grande desafio: enquanto o preço das commodities mantém a tendência de queda, os custos operacionais seguem em alta. Então, qual a melhor estratégia para reduzir os custos de energia em empresas de mineração?

Abraçar a transformação digital é a melhor estratégia para reduzir os custos de energia e melhorar a produtividade. Sensores, equipamentos, medidores e outros dispositivos permitem implantar uma cultura de melhoria contínua. E ao monitorar, ajustar e documentar esses processos é possível otimizar a operação.

Mas segundo análise do Fórum Econômico Mundial, o setor ainda está atrasado na adoção de novas tecnologias. Previsões do órgão indicam que o impacto da transformação digital para o setor de mineração poderia chegar a US$ 784 bilhões até 2025.

Em relação à energia, sistemas e soluções que usam dados e inteligência ajudam a rastrear possíveis instabilidades no fornecimento e também a manter o seu consumo dentro dos parâmetros considerados aceitáveis. As mineradoras devem considerar esses dados tão importantes quanto os metais extraídos do solo, e implantar a infraestrutura necessária para coletar, compartilhar, analisar e os transformar em informações que gerem valor para o negócio.

Passo a passo para reduzir os custos de energia no setor de mineração

Ao mesmo tempo em que o consumo de energia representa um problema significativo para o setor de mineração, sua resolução pode abrir uma série de oportunidades. O passo a passo a seguir pode ajudar as empresas de mineração nessa tarefa, resultando em grandes economias, além de revelar novas estratégias e tecnologias que podem reduzir ainda mais o uso de eletricidade e aumentar a eficiência operacional em todas as áreas da mina.

1 – Desenvolva um plano estratégico

Implantar um plano estratégico não só ajudará a alcançar resultados a longo prazo visando a redução dos custos de energia em empresas de mineração, mas também servirá de base para avaliar e ajustar as ações de forma consistente em relação aos objetivos

2 – Escolha uma estratégia de gerenciamento de energia

Uma estratégia passiva de gerenciamento de energia alavanca sistemas que são projetados para usar menos energia. Já uma estratégia de gerenciamento de energia ativa depende de implementar e monitorar controles de motor, de ventilação ou otimizar processos para obter melhores resultados

3 – Escolha um sistema de gerenciamento de energia

O sistema de gerenciamento de energia (Energy Management System – EMS) deve estar diretamente ligado aos sistemas de produção da mina e apresentar as seguintes funcionalidades:

  • Fornecer dados em tempo real sobre o consumo de energia
  • Prever o consumo de energia baseado em parâmetros
  • Identificar e quantificar o consumo que exceda os parâmetros normais
  • Identifica e analisar a causa do excesso de consumo
  • Analisar os elementos que geram o consumo de energia
  • Calcular indicadores de desempenho
  • Fornecer dados validados para justificar futuros investimentos de capital
  • Criar relatórios e modelos para prever o consumo de energia
  • Determinar metas de consumo de energia

4 – Invista em medidores inteligentes

Medidores inteligentes fornecem informações detalhadas sobre o consumo de energia entregando informações críticas como tensão, corrente, fase neutra e terra, potência, frequência, fator de potência, demanda e medição da corrente elétrica e do tempo de carga

5 – Use disjuntores inteligentes

Além da sua finalidade proteger a rede cortando as cargas, disjuntores inteligentes que tenham um protocolo de comunicação compartilhada – geralmente wi-fi – com o sistema de medição inteligente entregam informações sobre o gerenciamento da carga

6 – Monitore a confiabilidade do fornecimento

Sistemas de monitoramento da qualidade do fornecimento de energia entregam relatórios com as informações necessárias para validar a conformidade do fornecimento, melhorar a estabilidade do sistema e minimizar o tempo de inatividade não planejada

Mais eficiência, menor gasto de energia

Uma das grandes promessas da transformação digital é a possibilidade de ganhar mais eficiência operacional e, consequentemente, reduzir os custos da operação. E como a eletricidade representa cerca de 30% do custo operacional de uma mina, encontrar formas de reduzir os custos de energia, como o uso de inovadoras tecnologias que resultem em um aumento da precisão da perfuração, geram um grande impacto.

Recente estudo da consultoria Accenture apontou quais são as grandes apostas para os próximos 3 anos em tecnologias digitais para otimizar as operações e produtividade, gerando economia em todos os processos.

Para abraçar a transformação digital, conheça as soluções da Atech que atendem as crescentes necessidades da Internet das Coisas e da Indústria 4.0.

CategoriesGestão de Ativos,  Pro

Saiba como o foco em monitoramento e resposta a incidentes pode reduzir riscos

As invasões e ataques cibernéticos estão cada vez mais sofisticadas e exigem investimentos em estratégias e soluções de monitoramento e resposta a incidentes. Enquanto o monitoramento vai garantir a integridade da rede detectando e reagindo a tentativas de ataque, a capacidade de resposta a incidentes vai mitigar os possíveis danos provocados pelo ataque, desde o vazamento de dados ou interrupção dos serviços por conta de um ataque DDoS.

Em linhas gerais, o objetivo do plano de monitoramento e resposta a incidentes é monitorar toda a plataforma de tecnologia de forma que as equipes de TI responsáveis fiquem sabendo que um incidente vai ocorrer ou está ocorrendo. E também indicar e executar scripts e/ou ações que solucionem o incidente imediatamente, além de comunicar a todos os usuários afetados pelo incidente de que o mesmo está sendo tratado e informar quando o serviço ou ambiente estará disponível novamente.

Ninguém pode prever de onde virá a próxima grande ameaça digital. Sem a inteligência necessária para que possa sempre prover um ambiente seguro e preparado para enfrentar as ameaças em constante evolução, não é possível monitorar vulnerabilidades em sistemas e aplicações, antecipando os ataques.

Na verdade, as chances de que já existam ameaças escondidas dentro das redes da sua organização são bem altas. Nenhum CIO pode ter certeza absoluta de que as suas políticas e ferramentas de segurança são infalíveis e impenetráveis. Sistemas de segurança, de forma isolada, não são capazes de “pensar” como um hacker.

A chave da eficácia de um plano de monitoramento e resposta a incidentes é pensar como um hacker, identificando vulnerabilidades e então prevenindo ataques e ameaças persistentes avançadas (Advanced Persistent Threat – APT). A estratégia é agir proativamente – o processo conhecido como “caça a ameaças” – interrompendo intrusões em progresso antes que alcancem seus objetivos. Dados da indústria mostram que após se aproveitarem de vulnerabilidades, as violações de segurança do tipo APT levam uma média de 7 meses para serem descobertas.

O elo mais fraco da cadeia de segurança

Especialistas são unânimes em apontar o usuário como o elo mais fraco da cadeia de segurança. Para os usuários, criar senhas fortes e exclusivas para cada conta é um desafio. Atualmente, com a infinidade de senhas que todas as pessoas lidam todos os dias, é comum o usuário optar por senhas mais fáceis de decorar.

Para proteger a rede de intrusões é preciso verificar se as senhas usadas são fortes. Essa verificação faz parte do programa de monitoramento e resposta a incidentes e conforme o resultado dos testes a equipe de TI pode forçar o usuário a trocar a senha ou até mesmo entregar senhas mais fortes para esse colaborador.

E como saber se uma senha é forte? Novamente pensar como um hacker e simular ataques a essas senhas, identificando vulnerabilidades e criando um plano de resposta a incidentes que diminuam ou mesmo evitem a exposição de suas informações.

Passo a passo da resposta a incidentes

De acordo com o Instituto de segurança SANS (System Administration, Networking and Security), existem 6 momentos chave de um plano de resposta a incidentes:

1 – Preparação

Preparar usuários e equipe de TI para lidar com potenciais incidentes que possam surgir

2– Identificação

Determinar se um evento é realmente um incidente de segurança

3 – Contenção

Limitar o dano do incidente e isolar os sistemas e aplicações afetados para evitar maiores danos

4 – Erradicação

Encontrar a causa raiz do incidente, removendo os sistemas afetados do ambiente de produção

5 – Recuperação

Permitir que os sistemas afetados retornem ao ambiente de produção, garantindo que nenhuma ameaça permanece ativa

6 – Lições aprendidas

Completar a documentação do incidente, realizando uma análise para se aprender com o incidente e potencialmente melhorar os esforços futuros de detecção, prevenção e resposta

Conte com a Atech para implantar uma estratégia de monitoramento e resposta a incidentes, e aproveite a nossa visão estratégica de quase duas décadas atuando em inteligência de segurança.

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Atech inaugura Laboratório de Simulação no Parque Tecnológico São José dos Campos

A Atech, empresa do Grupo Embraer, inaugurou dia 12, o Lab.Tech – Laboratório de Simulação, Ensaios e Treinamento, no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). A nova área passa a concentrar as atividades de ensaios, treinamentos e programas de simulação dos sistemas desenvolvidos pela empresa.

Com o Lab.Tech, a Atech contará com um ambiente específico para a realização das calibrações do módulo AMAN (Arrival Management) do SAGITARIO (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações e Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional). O SAGITARIO é o sistema desenvolvido e implantado pela Atech no Brasil para gestão do tráfego aéreo, estando, hoje, presente em 15 centros de controle de voo.

O AMAN (Arrival Management) é uma ferramenta que utiliza informações de posição das aeronaves derivadas dos sistemas de vigilância, das cartas de navegação aérea e dos planos de voo, a fim de estabelecer a sequência lógica de aproximação das aeronaves para um determinado aeroporto. Essa ferramenta já está sendo utilizada nos APP (Centro de Controle de Aproximação) de Curitiba, Brasília e Belo Horizonte para auxílio à tomada de decisão no sequenciamento dos voos. Em breve deverá ser instalada nos centros de controle do Rio de Janeiro e de São Paulo.

O Lab.Tech conta ainda com o Sistema PLATAO (Plataforma Avançada de Treinamento e Atualização Operacional), um sistema de simulação de controle do espaço aéreo, desenvolvido pela Atech em 2016, em parceria com a FAB (Força Aérea Brasileira), para capacitar e reciclar os conhecimentos e habilidades dos controladores de tráfego aéreo. O PLATAO é uma plataforma moderna e robusta, que permite a geração de cenários complexos, tais como comunicação por enlace de dados entre controlador e piloto e o rastreamento de aeronaves com novas tecnologias.

Sobre a Atech – (www.atech.com.br) – Reconhecida como uma desenvolvedora e integradora de sistemas brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas, tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas embarcados, inteligência, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, simuladores e logística. Certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil, a Atech conta com um amplo portfólio de produtos e serviços tanto na área de Defesa quanto na área civil, com o desenvolvimento de tecnologia dual.

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Atech lança plataforma OKTO integrando Gestão de Ativos e Logística

São Paulo, novembro de 2017 – A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções para missão crítica e tecnologias para apoio à tomada de decisão, lança no mercado brasileiro a plataforma OKTO, que integra soluções de Gestão de Ativos e Logística.

“A Atech acumula mais de uma década de conhecimento estratégico para dar origem a soluções capazes de fornecer inteligência no monitoramento e condição de ativos, e base para tomadas de decisões em operações logísticas complexas”, explica Jefferson Castro, Gerente de Produto da Atech.

A plataforma OKTO atende empresas de diversos setores com uma solução dinâmica, capaz de operar em nível global, gerindo ativos de maneira eficiente e confiável, reduzindo os ciclos dos processos e fornecendo rastreabilidade às operações logísticas.

“Na parte de ativos, nossas soluções incluem o ciclo completo para gestão, que é voltada para a prevenção de falhas, e antecipação de qualquer evento que possa interromper a operação”, afirma Fábio Vieira, Chief of Product Owner para a plataforma OKTO. Conheça:

-Monitoramento de Condição do Ativo, que permite a tomada de decisão durante a produção e manutenção; a eliminação de manutenções preventivas desnecessárias, e a identificação rápida de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental.

– Planejamento e Programação da Manutenção, que fornece um sistema atualizado de recursos, bem como a gestão de execução das atividades críticas, o nivelamento da carga de trabalho da equipe, integrando e otimizando missões planejadas e agendamentos de última hora.

– Gestão da Execução de Manutenção, que fornece dashboards amigáveis para o gerenciamento dos ativos; consulta a estoque de peças, monitoramento dos chamados de manutenção, alocação dos custos de manutenção, encaminhamento de chamado para equipe de campo.

– Gestão da Estratégia do Ativo, com a verificação do grau de confiabilidade do ativo; identificação dos equipamentos que estão gerando mais quebras, bem como dos ativos que estão impactando a performance produtiva, e auxílio na construção da gestão de risco.

“Na parte de Soluções para Logística, a OKTO realiza a gestão e a governança de um processo logístico global de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrado com sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores”, adiciona Castro. É composta pelos seguintes módulos:

– Planejamento e Execução da Operação, a partir do controle avançado da operação do armazém, transporte, pátio e docas, incluindo a gestão de custos e recursos do processo;

– Gerenciamento de Documentos do Processo e Custos, com a consolidação de diferentes fontes de despesas para o cálculo do custo final da operação;

– Gerenciamento de serviços, simplificando e sistematizando sua oferta e consumo, independente se serem prestados pela própria empresa ou por meio de outros fornecedores;

– Agendamento de transporte de cargas, permitindo que transportadoras e fornecedores façam o agendamento das entregas e coletas de forma autônoma, e respeitando a capacidade da operação;

– Gestão de Eventos, dando visibilidade ao gestor de todos os eventos de não conformidade do processo, bem como impedimentos e tratativas. Os eventos são controlados e monitorados para garantia de uma operação segura e de qualidade.

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, segurança digital, conexões inteligentes e logística. Mais informações em www.atech.com.br

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Atech, da Embraer, cria soluções de Conexões Inteligentes para Energia

Soluções aperfeiçoam a análise de dados e ampliam a competitividade de mercado nas empresas de energia elétrica

São Paulo, dezembro de 2017 – A Atech, empresa do Grupo Embraer, inicia as operações da área de Conexões Inteligentes, com foco nas concessionárias de Energia, mais especificamente as distribuidoras. As duas principais soluções são as Redes Mesh e o Sistema de Automação de Medição.

“A Atech foi a responsável pela implementação do projeto SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia), e usamos toda a experiência neste projeto para desenvolver as soluções para a rede elétrica brasileira, que é bastante complexa, além de extremamente capilarizada”, explica  Ricardo Hayashi, Chief of Product Owner da Atech para Conexões Inteligentes.

Pesquisas apontam as redes Mesh como uma das principais tendências na modernização da rede elétrica. No Brasil, a adoção da tecnologia ajuda na solução de um problema bastante conhecido das distribuidoras que operam no país, que inclui a dificuldade na medição correta, a automação da distribuição, e a identificação mais ágil de falhas na rede.

A solução da Atech permite gerenciamento e configuração remotos, diagnóstico em tempo real, apresentação de alarmes e eventos para uma rápida identificação de falhas na rede, monitoramento da saúde da estrutura da rede e autorrecuperação da rede em caso de perda de equipamento.

Sistema de Automação da Medição

A outra solução para o setor de Energia é o Sistema de Automação de Medição, que permite maior agilidade na análise e gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota de medição, registradas pelos medidores de energia elétrica. O serviço permite as concessionárias: monitorar o consumo e demanda de energia, melhorar a qualidade da energia fornecida, diminuir perdas, diagnosticar falhas e detectar potenciais fraudes, e visualizar a evolução do seu mercado consumidor. A ferramenta também oferece relatórios e indicadores de desempenho.

Outras funcionalidades incluem a Supervisão da Carga nas Subestações, Monitoramento de Clientes de Alta e Média Tensão, cujo módulo permite também aos clientes acompanhar consumo e demanda, realizar simulações de mudança de contrato e a inclusão de cargas e capacitores.

Com o módulo de Defeitos e Irregularidades é possível criar regras específicas para a detecção de fraudes, a partir da identificação de “degraus” no consumo, variações em torno de um valor esperado, análises de consistências, entre outros. A solução integra oito variáveis de análise no total: fasorial, consumo diário, consumo mensal, monitor de demanda geral e diária, variação em relação à média, consistências, e quedas de energia.

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, segurança digital, conexões inteligentes e logística. Mais informações em www.atech.com.br

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Unidade B2B da Atech começa a operar integrando áreas-chave para Transformação Digital

Soluções de Gestão de Ativos, Logística, Segurança Digital e Conexões Inteligentes compõem estratégia da empresa para crescer até o final de 2018

São Paulo, novembro de 2017 – A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções para missões críticas e tecnologias para apoio à tomada de decisão, anuncia unidade de negócios que faz parte da estratégia da empresa para expandir sua atuação para o mercado corporativo.

Um passo importante para atingir a meta é a criação de um portfólio composto por soluções divididas em quatro áreas: Gestão de Ativos, Logística, Segurança Digital e Conexões Inteligentes. “A experiência da Atech com setores críticos, como Defesa, Controle de Tráfego Aéreo, e na prestação de serviços para a Embraer fez com que acumulássemos conhecimento e experiência ímpares no mercado nacional”, diz Marcelo Eskenazi, Diretor de Negócios Corporativos na Atech.

As áreas de Gestão de Ativos e Logística se unem em torno de uma nova plataforma de serviços, a OKTO. Conheça:

Gestão de Ativos: A plataforma OKTO tem soluções para: monitoramento de condição do ativo, planejamento e programação da manutenção, gestão da execução de manutenção e gestão da estratégia do ativo.  O objetivo é a aprimorar a segurança, prevenindo falhas e minimizando danos, melhorar a disponibilidade e o planejamento da manutenção, e reduzir o custo de manutenção.

Logística: Nesta área, a OKTO realiza a gestão e a governança dos processos logísticos de maneira global, com soluções para: controle avançado das operações de armazém, transporte, pátio e docas, incluindo a gestão de custos e recursos do processo; gestão de documentos e custos; agendamento de movimentação de cargas; criação de dashboards para suporte a tomada de decisão.

Segurança Digital – Na área de Segurança Digital, a Atech traz sua expertise no desenvolvimento de soluções de Defesa e Tráfego Aéreo, para desenvolver soluções e serviços voltados para a análise estratégica da segurança da informação empresarial. Alguns dos serviços oferecidos são o Teste de Intrusão e a Quebra de Senhas.

Conexões Inteligentes – A área de Conexões Inteligentes traz ao mercado soluções voltadas para os mercados de Energia e Indústria 4.0. Na área de Energia, a empresa oferece soluções de Redes MESH e Sistemas de Automação da Medição. Para suportar conceitos da Indústria 4.0 a empresa detém comprovada competência na área de Desenvolvimento de Software Embarcado e Integração de Sistemas. Essas últimas, aliadas ao portfólio OKTO, podem trazer mais agilidade e performance à operação industrial.

 

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, segurança digital, conexões inteligentes e logística. Mais informações em www.atech.com.br

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Gestão de distribuição inteligente: conheça tecnologias que vão ajudar o setor de utilities

A falta de consciência situacional e de análises automatizadas permitiu que a rede de distribuição de energia elétrica se tornasse ultrapassada e pouco adaptada ao crescimento rápido da demanda por eletricidade.

Entender como a demanda muda minuto a minuto e segundo a segundo é importante para que as empresas do setor de distribuição de energia sejam capazes de gerenciar seus recursos de maneira mais eficiente, no entanto, são vários os desafios que começam com as limitações dos medidores tradicionais, que não disponibilizam informações do uso de energia até que alguém faça a leitura manual das informações e as inclua na base de dados.

Hoje, mais do que nunca, o setor elétrico precisa medir em tempo real o consumo de energia para gerir e otimizar suas fontes de geração e também as estratégias de distribuição. Veja a seguir algumas tecnologias que vão ajudar o setor de energia e distribuição de água e gás e serviços públicos a contar com uma gestão de distribuição mais inteligente:

Convergência entre TI e tecnologias operacionais

Se no passado as tecnologias operacionais ficavam restritas a sistemas de controles industriais, especialmente na indústria, no transporte e no setor de distribuição de energia, água e gás natural, hoje esses dispositivos físicos estão cada vez mais inteligentes e conectados, tornando-se uma preocupação constante da TI.

Em busca de arquiteturas cada vez mais conectadas, hoje nenhum novo sistema ou software inteligente é implementado sem que a TI avalie sua capacidade de se integrar ao restante da rede. Ou seja, mesmo que a performance desses dispositivos físicos conectados seja regular, caso eles não sejam capazes de trabalhar junto de outros sistemas para dar apoio à coleta de dados, de nada adianta o fato de serem conectados.

O setor de energia tem visto um aumento considerável da quantidade e da qualidade de sistemas de TI e de tecnologia operacional em seus ambientes. Porém, o atual modelo descentralizado de geração de energia e a convergência entre TI e tecnologia operacional têm feito com que as empresas enfrentem uma série de desafios para lidar com múltiplas fontes de dados, bem como com a busca por maior eficiência e flexibilidade.

Diante da infraestrutura antiga presente na maioria das organizações do setor, a tendência é que cada vez mais organizações tenham de passar por uma forte reestruturação de sua arquitetura e de seus processos de TI para obter a estabilidade e o apoio necessário para implementar grandes sistemas transacionais para dar ao dia a dia das operações de distribuição de energia mais visibilidade e capacidade de criar otimizações contínuas.

Internet das coisas e análise de dados

As empresas de distribuição de energia têm encontrado cada vez mais opções de tecnologias conectadas. Isso depende, no entanto, da convergência entre TI e tecnologia operacional que explicamos no item anterior.

Organizações que investiram em transformação digital e foram capazes de reestruturar boa parte de sua infraestrutura para obter mais flexibilidade são as que estão em melhor posição para obter mais eficiência, confiabilidade e performance dos dispositivos conectados.

A internet das coisas dá ao setor de distribuição de energia mais insights de seus sistemas, mas também gera uma grande quantidade de dados que precisam de análise rápida para gerar insights em tempo real.

Gerar dados é algo totalmente diferente de geri-los e analisá-los para obter informações úteis. Por isso, as empresas do setor de energia que desenvolverem habilidades de análise de big data vão estar em grande vantagem. A expansão das habilidades de agendamento, planejamento, simulação, gestão de ativos e gestão de operações e análises avançadas também vão ajudar a melhorar as tomadas de decisão.

Esses dados precisam interagir com os sistemas que, inicialmente, não fizeram parte de sua coleta. Redes de distribuição fortes, mais eficientes e melhor automatizadas dependem de modelos de dados, integração de dados e outras informações associadas a tecnologias de comunicação.

Medidores inteligentes

Os medidores inteligentes, ao contrário dos medidores tradicionais, ajudam a entender a demanda minuto a minuto da rede para gerenciar a distribuição de maneira mais eficiente. A medição em tempo real reduz o tempo necessário para que as equipes restaurem a energia após quedas, determinando rapidamente quais partes da distribuição estão operando, por exemplo.

Além disso, com uma medição inteligente, as equipes podem melhorar o índice de resolução na primeira visita, reduzindo os custos com o deslocamento de veículos de manutenção. O fato de os medidores inteligentes não necessitar a ida de um técnico até o local para coletar as informações também contribui para reduzir custos de deslocamento.

Geralmente, os modelos de comunicação usando medidores inteligentes incluem milhares de unidades desse dispositivo, múltiplos pontos de acesso e uma conexão de rede que usa frequências do espectro de radiocomunicação, como industrial, científica e médica, para transmitir dados a diferentes gateways. Assim, todas as informações chegam a uma central sem que seja necessário o deslocamento de técnicos até áreas mais afastadas para realizar as medições.

Redes mesh

A proliferação de medidores inteligentes pode exigir um investimento alto, que acaba deixando sua implementação mais lenta devido à necessidade de gateways, roteadores e repetidores, adicionando um custo considerável aos projetos de instalação, incluindo o design e a configuração da rede. Nem sempre é possível equipar cada medidor com sua própria conexão, além disso, em áreas mais carentes de boa cobertura de internet, por exemplo, isso pode ser um problema.

Uma boa alternativa para superar esses obstáculos é o uso de uma rede mesh automatizada. Nesse estilo de rede, cada medidor inteligente se comunica com o que está mais próximo dele, passando os dados de dispositivo para dispositivo e, então, finalmente chegando a um gateway. Assim, cada medidor tem múltiplas opções de roteamento e é dotado de inteligência, otimizando continuamente a topologia da rede para se adequar às mudanças no espectro de radiocomunicação – se as condições de rádio estiverem ruins em uma determinada área, logo os medidores se reconfiguram para enviar os dados por outra rota.

Com isso, é possível reduzir a quantidade de gateways de maneira considerável, reduzindo, assim, os custos de infraestrutura. As redes mesh também exigem configurações mínimas, pois novos medidores são reconhecidos e configurados na rede automaticamente.

A Atech oferece uma série de soluções de conectividade para o setor de energia e distribuição de água e gás enfrentar os novos desafios da gestão de distribuição, promovendo mais acessibilidade, confiabilidade e segurança. Conheça a solução de Rede Mesh e o Sistema de Automação de Medição da Atech.