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CISCEA E Atech realizam testes de aceitação em fábrica 100% remoto 

por 1o Ten. REP Camille Barroso/CISCEA

Em tempos de pandemia, a Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), encontrou uma forma inovadora de dar continuidade às
suas atividades e manter o cronograma dos projetos previstos para este ano, minimizando os impactos nos compromissos contratuais pré-estabelecidos.

Pela primeira vez, a CISCEA conduziu o evento de FAT (Teste de Aceitação em Fábrica, do inglês Factory Acceptance Testing) do SAGITARIO (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional) inteiramente remoto. O teste tem como objetivo garantir a qualidade e eficácia das novas funcionalidades do Sistema através de um ambiente simulado, retratando o cenário mais fidedigno possível da realidade operacional. O SAGITARIO é um sistema que passa por constantes atualizações, para aperfeiçoamento de suas funcionalidades e melhorias, com intuito de adap- tar-se às características específicas de cada Centro, mantendo-se sempre compatível com os demais sistemas integrados e implantados no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (Sisceab).

Leia a matéria publicada pela revista Asas, na íntegra, abaixo ou clicando em: noticias atech (1)

Publicação na Revista Asas

 

 

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Indústria 4.0: curva de adoção tem que acontecer agora

Líderes de negócios de todo o mundo estão correndo contra o tempo para ganhar vantagem competitiva a partir dos seus investimentos nas tecnologias e soluções que fazem parte do conceito de Indústria 4.0 antes do “ponto de inflexão” da curva de adoção, já pensando na retomada da economia após a pandemia.

O sociólogo Everett Rogers, em seu livro “Teoria de Difusão da Inovação”, identificou cinco personas conforme o seu estágio na curva de adoção de inovação: Innovators, Early Adopters, Early Majority, Late Majority, and Laggards.

Os Early Adopters da Indústria 4.0 podem esperar obter uma maior vantagem competitiva da transformação digital, em contraste com os que fazem parte dos grupos Late Majority e Laggards que simplesmente parecem estar presos ao passado. A maioria dos fabricantes líderes, grandes e pequenos, está atualmente procurando etapas práticas e maneiras sustentáveis ​​de investir em digital transformação para que possa obter os benefícios competitivos de estar na primeira parte da curva de adoção.

Antecipando o ROI

Mas os casos de uso da Indústria 4.0 geralmente exigem investimentos em novas tecnologias, que não são amortizados no mesmo ano. No entanto, os investimentos iniciais podem muitas vezes ser minimizados aplicando a abordagem de MVP (Mínimo Produto Viável), ou seja, pensando em um lançamento no menor prazo possível enquanto ainda fornece um valor comercial relevante em uma determinada área.

O ROI (Return on Investment) do MVP geralmente chega em meses e permite que as empresas provem o potencial econômico do caso de uso e implantem ciclos que maximizem a lucratividade. Com essa abordagem, o lançamento em grande escala pode ser feito por um caso de negócio claro, geralmente com cronogramas de ROI e investimentos mais direcionados do que o inicialmente previsto.

O ecossistema de produção

A Indústria 4.0 é que vai capacitar a implantação da “fábrica inteligente”, um ambiente verdadeiramente produtivo, com benefícios para os fabricantes e para os consumidores, como comunicação aprimorada, monitoramento em tempo real, análise avançada de dados e autodiagnóstico.

Quando pensamos no cenário ideal, uma fábrica inteligente, onde as tecnologias fazem parte do topo da curva de adoção da inovação, é automatizada e automonitorada de forma flexível, onde máquinas, insumos e humanos se comunicam, poupando os colaboradores para outras tarefas produtivas e, finalmente, otimizando os processos de design e produção para aumentar a eficiência operacional.

Sob as camadas, no entanto, existem desafios críticos para fabricantes, como gerenciamento de dados, funcionários com mais qualificação e o risco de incidentes cibernéticos, para os quais felizmente existem etapas e medidas preventivas.

Flexibilidade e eficiência

A implantação do conceito e tecnologias da Indústria 4.0 estão revolucionando as linhas de produção, digitalizando processos, e otimizando a qualidade, manutenção, planejamento, previsão, inovação e descoberta, tempo de colocação no mercado, a eficiência da cadeia de suprimentos e muitos outros aspectos do ecossistema de produção. A captura de dados digitais e fluxo de dados estão permitindo um grau de flexibilidade e eficiência que irá gerar custos de produção significativamente menores, por conta do aumento de escala, agilidade e lucratividade.

A questão sobre a transformação digital na manufatura não é mais “se” investir nela, mas “quando” fazê-lo. Na maioria dos mercados, os Early Adopters que investem em novas tecnologias ou modelos de negócios obtêm uma vantagem competitiva – às custas de

concorrentes que não adotaram. Para os Late Adopters do mercado, o investimento em novas tecnologias ou modelos continua sendo necessário, mas a possibilidade de ganhar competitividade e vantagem desaparece, e eles passam a ser um Laggard, simplesmente alinhados à nova norma do mercado.

Líderes de negócio na área de manufatura estão, portanto, reconhecendo a importância de estar na faixa dos Early Adopters para ficar à frente da concorrência. O mercado está chegando rapidamente ao ponto de inflexão, quando a maioria dos mercados terá adotado a nova tecnologia e modelo de negócios. Esse prazo é ainda mais urgente pela percepção de que esses Late Adopters provavelmente não vão conseguir alcançar a eficiência e lucratividade obtida pelos Early Adopters, independentemente de quando os Late Adopters conseguirem chegar ao topo da curva.

O “novo normal”

As organizações devem considerar uma visão holística da Quarta Revolução Industrial e as maneiras pelas quais ela muda o negócio. A Indústria 4.0 é mais do que apenas tecnologias avançadas: trata-se das maneiras pelas quais essas tecnologias são reunidas e como as organizações podem aproveitá-las para impulsionar as operações e o crescimento.

Provavelmente, a Indústria 4.0 é a razão pela qual não apenas sairemos dessa crise do Covid-19, mas também porque nosso comportamento profissional inevitavelmente mudará no futuro.

São as tecnologias da Indústria 4.0 que estão permitindo às empresas manterem seus negócios em tempo de pandemia, simplificando nossa capacidade de realizar várias tarefas e contribuindo para o trabalho sem estar acorrentado aos limites de um espaço de trabalho centralizado. Nas últimas décadas, a Indústria 4.0 vem otimizando os benefícios da computação móvel e, portanto, os benefícios do trabalho móvel, agora só precisamos começar a adotá-lo ativamente como o “novo normal”.

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MD, MRE e Atech falam sobre oportunidades e processos de internacionalização para a BID em live no DAN TV

Na noite da última sexta (17), a Atech esteve ao lado dos Ministérios da Defesa (MD) e das Relações Exteriores (MRE), na live “Desenvolvimento de Negócios Internacionais na Área de Defesa no Novo Cenário Mundial”, promovida pelo canal Defesa Aérea & Naval, o DAN TV.

O objetivo do encontro, que reuniu o General de Divisão Luis Antonio Duizit Brito, Diretor do Departamento de Promoção Comercial do Ministério da Defesa, Thiago Carneiro, Chefe da Divisão de Produtos de Defesa do MRE e Vinicius Meng, Responsável pelo Desenvolvimento de Negócios Internacionais na Área de Defesa da Atech, foi trazer luz para as empresas da Base Industrial de Defesa (BID) sobre processos de internacionalização e como funciona o passo a passo para quem deseja começar a exportar.

O General Duizit reforçou que para que isso ocorra, é necessário primeiro que o Brasil queira se internacionalizar e que o Departamento de Promoção Comercial do MD tem como intuito fazer com que a estrutura industrial de defesa do Brasil seja forte para gerar as capacidades que o setor precisa, dentro da normativa da Estratégia Nacional de Defesa, e, assim, contribuir para a soberania tecnológica do país.

Para que essa promoção a indústria brasileira ocorra de forma efetiva e eficaz em outros países, o governo investe em missões técnicas e também no apoio a levar a BID para participar de feiras e eventos internacionais, além de haver um departamento de inteligência comercial dentro dos Ministérios com foco na promoção das companhias nacionais no mercado externo. O MD também está preparando um curso EAD para as empresas saberem como se relacionar com o governo frente a essas oportunidades internacionais. Como iniciar o contato, por quais canais, especificações que a empresas precisa ter para criar oportunidades nesse cenário, entre outros.

“Neste momento de pandemia, estamos trabalhando com ações dentro do Pró-Brasil para estimular a indústria nacional, buscando melhorar nossos estoques, fazendo a cadeia produtiva girar mais rápido e promovendo intensa negociação por vídeo conferência com os principais mercados brasileiros para abrir mais oportunidades. A qualidade dos produtos faz com o que o Brasil vire um parceiro comercial. e a Atech é dessas empresas que abrem espaço para o país”, comenta o Genral Duizit.

De acordo com o Secretário Thiago, para que as empresas brasileiras sigam para o mercado externo, primeiro há um controle das exportações feito pelo Itamaraty e pelo Ministério da Defesa. Além disso, é preciso entender a situação geopolítica global para se inserir em determinados mercados. “A venda de produtos de defesa é puramente polícia. Isso ocorre de maneira constante. É importante ter uma inteligência comercial que permita saber se aquele local em que a empresa quer atuar é viável e o MRE faz todo esse estudo”.

Para o executivo do MRE, o Brasil tem capacidade para produzir material de defesa em amplos setores. De mísseis a radares, passando por armas não letais, criptografia, sistemas de combate até biossegurança. “Uma forma de valorizar nossa BID é mostrar como o próprio país é cliente de seus produtos, serviços e tecnologia. É um prazer e uma honra trazer uma delegação estrangeira e mostrar o que a Atech fez para o Brasil, por exemplo”.

Para seguir rumo a internacionalização, a empresa também precisa ter a sua área de inteligência comercial. E foi assim que a Atech seguiu para esse caminho, se preparando e criando todas as possibilidades para investir neste segmento, sempre em coordenação com o MD e o MRE.

Segundo Vinicius Meng, o Brasil é considerado uma alternativa frente aos grandes players em razão de da flexibilização de algumas questões. “Além disso, há uma real transferência de tecnologia e de conhecimento quando exportamos. Temos parcerias estratégicas estabelecidas e conseguimos levar um aprofundamento doutrinário. Já o grande player entrega um treinamento baseado na cadeia de produto dele e, às vezes, não é o que o cliente precisa. Não oferecemos caixa preta”.

Para aqueles que desejam exportar, o executivo da Atech reforça que a BID é um diferencial no mundo. “Quando viajamos e nos apresentamos com o MD e o MRE vemos que temos produtos que fazem frente aos que estão acima da linha do Equador, somos verdadeiramente uma alternativa que é considerada por muitos players”.

Confira a Live completa aqui.

CategoriesManutenção

Um Guia Inicial para Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva se aproveita dos dados enviados por sensores embarcados nos ativos, ajudando as empresas a ampliar o seu ciclo de vida e reduzir custos operacionais. Esses ativos podem variar de motores de aeronaves, turbinas, elevadores, tratores ou resfriadores industriais – que custam milhões – até aparelhos comuns, como fotocopiadoras, máquinas de café ou refrigeradores de água.

A maioria das empresas ainda depende de manutenção corretiva, onde as peças são substituídas quando elas falham. A manutenção corretiva garante que as peças sejam usadas completamente (portanto, não desperdiça a vida útil dos componentes), mas custa aos negócios maior tempo de inatividade, mão-de-obra e requisitos de manutenção não programada (horas de folga ou locais inconvenientes).

No próximo nível, as empresas praticam manutenção preventiva, onde determinam a vida útil de uma peça e a mantém ou substitui antes de uma falha. A manutenção preventiva evita falhas não programadas e que podem resultar em gandes paradas. Mas os altos custos do tempo de inatividade programado, subutilização do componente durante sua vida útil e mão-de-obra ainda permanecem.

Já o o objetivo da manutenção preditiva é otimizar o equilíbrio entre manutenção corretiva e preventiva, permitindo a substituição pontual dos componentes. Essa abordagem somente substitui esses componentes quando eles estão próximos de uma falha. Ao estender a vida útil dos componentes (em comparação com a manutenção preventiva) e reduzir os custos não programados de manutenção e mão-de-obra (comparado com a manutenção corretiva), as empresas podem obter economia de custos e vantagens competitivas.

A manutenção preditiva depende de testes e monitoramento de equipamentos durante a operação – também chamados de monitoramento de condições do ativo – para fornecer dados sobre o desempenho atual da máquina, a fim de prever problemas e evitar falhas com o monitoramento e análise em tempo real executado em uma plataforma única de gestão de ativos, como a OKTO.

Como criar um programa de manutenção preditiva

Adicionar um programa de manutenção preditiva às atividades de uma organização não é tão fácil quanto parece. Vamos avaliar as etapas necessárias para uma transição bem-sucedida.

1. Estabelecer uma estratégia

Migrar para manutenção preditiva é um processo, não um evento. Envolve alterações de hardware, alterações de software e, acima de tudo, alterações na cultura de fabricação e de manutenção. O sucesso começa com o planejamento estratégico.

Especialmente em ambientes complexos de manufatura, tentar implantar a manutenção preditiva em todos os ativos simultaneamente é um caminho rápido para a fracasso, geralmente com entrega de dados provenientes de diversas fontes, mais do que a equipe está pronta para transformar em inteligência.

A melhor abordagem é começar pequeno, com um programa piloto focado. Escolha um único problema para resolver. Seja paciente – o objetivo é estabelecer um processo robusto e registrar um sucesso.

2. Escolha o ativo certo para testar

Fazer uma transição suave para a manutenção preditiva depende do sucesso do programa piloto. Isso começa com a escolha do ativo certo a ser monitorado. Existem várias classes básicas que se prestam à manutenção preditiva e a resultados rápidos, como ativos com histórico de falhas, criticidade, entre outros parâmetros.

3. Desenvolva um programa piloto de manutenção preditiva para provar o sucesso

A manutenção preditiva utiliza uma variedade de tecnologias para monitorar a condição do ativo. É importante corresponder o prazo às necessidades do aplicativo. Alguns métodos permitem detectar problemas antes da falha do equipamento, mas você deve considerar a quantidade de aviso prévio necessário para agir.

4. Defina um procedimento de resposta

O próximo passo de um plano de manutenção preditiva é estabelecer um procedimento para responder a anomalias. Se o plano se basear no monitoramento contínuo das condições on-line, o procedimento é tão simples quanto aguardar instruções do técnico. Com base em suas análises, ele provavelmente indicará uma das três direções:

  • Desligar imediatamente.
  • Executar por um tempo limitado, se necessário, para atingir a meta de produção.
  • Executar indefinidamente e continuar monitorando até o tempo de inatividade programado regularmente. Nesse caso, os parâmetros devem ser definidos em relação a qualquer comportamento que exija o desligamento imediato da máquina.

5. Crie uma estratégia de análise de dados

Antes de escalar para vários ativos, uma estratégia de análise de dados deve ser estabelecida. Isso é particularmente importante para o monitoramento on-line contínuo. Os volumes de dados são grandes o suficiente para consumir quantidades significativas de espaço de armazenamento e largura de banda, além de todo a expertise para os coletar e analisar.

E como o core da sua empresa provavelmente não é o desenvolvimento de tecnologia, a melhor estratégia é contar com a parceria de uma empresa capaz de não só entregar as soluções necessárias para a implantar a manutenção preditiva, como a OKTO, como também contribuir para o sucesso da estratégia.

6. Escale a manutenção preditiva para mais ativos

Depois de provar o sucesso do programa piloto e identificar os recursos necessários para monitorar os dados, retorne à lista de ativos identificados como candidatos ao programa piloto. Isso pode incluir ativos críticos, problemáticos, difíceis de obter ou difíceis de substituir, bem como ativos em locais remotos e aqueles com histórico de falhas. Embora seja ideal desenvolver programas de manutenção preditiva para todos os ativos acima, considere o custo do tempo de inatividade e o potencial retorno do investimento para cada ativo e priorize a partir daí.

CategoriesMineração

Um raio-x da Transformação Digital da Indústria Mineradora em 2020

A indústria mineradora amadureceu significativamente no último século. Não estamos mais trabalhando com homens e cavalos, extraindo recursos com picareta e lanterna a óleo. As minas modernas agora são ambientes sofisticados, com uso intenso de máquinas, que colocam equipamentos pesados ​​e tecnologia dirigida por computador em estreita proximidade com os humanos que precisam operá-las.

Seja extraindo minerais, como cobre, ferro, ouro ou depósitos ricos em energia, como carvão, petróleo ou gás, são necessárias máquinas para extrair os recursos da terra, transportá-los para a superfície e prepará-los para refinar ou transportar e movê-los para os destinos onde possam ser transformados. Devido à nossa dependência desses recursos naturais, as operações por trás da mineração tornaram-se bastante complexas.

A transformação digital oferece um grande potencial para entregar um valor excepcional para os acionistas, clientes e meio ambiente, em um setor altamente intensivo em ativos, tornando o gerenciamento da condição desses ativos essencial para alcançar operações rentáveis ​​e ótimas.

Em particular, há quatro temas centrais para a transformação digital na indústria mineradora em 2020:

1. Automação, robótica e hardware operacional

Implantação de ferramentas de hardware ativadas digitalmente para executar ou melhorar atividades tradicionalmente realizadas manualmente ou com máquinas controladas por humanos. As principais iniciativas no escopo são sensores, robôs e impressão 3D.

2. Força de trabalho ativada digitalmente

Usando mobilidade conectada e realidade virtual e aumentada para capacitar trabalhadores de campo, remotos e centralizados em tempo real. As principais iniciativas no escopo são trabalhadores conectados e centros operacionais remotos.

3. Empresa, plataformas e ecossistemas integrados

Vinculando operações, camadas de Tecnologia da Informação (TI) e dispositivos ou sistemas atualmente separados. As principais iniciativas no escopo são integração de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (TO), segurança cibernética de ativos, plataformas integradas e troca de dados.

4. Análise de próxima geração e suporte a decisões

Alavancando algoritmos e Inteligência Artificial para processar dados de fontes dentro e fora da cadeia de valor tradicional para fornecer suporte a decisões em tempo real e projeções futuras. As principais iniciativas no escopo são análises avançadas, modelagem de simulação e Inteligência Artificial.

Melhorando a descoberta e o planejamento de recursos com a IA

A indústria mineradora é um setor onde os ativos têm um alto custo de aquisição e de manutenção. Para minimizar o investimento inicial, as empresas de mineração precisam ser muito precisas sobre onde e como cavam. Uma das maneiras pelas quais a indústria de mineração está utilizando a Inteligência Artificial (IA) é para aprender mais sobre o terreno em que estão trabalhando. O computador é capaz de mapear e prever com muito mais precisão o terreno que um humano. Na maioria das vezes, é preciso cavar para alcançar os recursos minerais. Isso requer investimento significativo. Um erro na mineração no local errado pode custar milhões ou bilhões de dólares. A IA pode ajudar a prevenir melhor esses erros.

A Inteligência Artificial também está sendo usada para identificar áreas novas e potencialmente valiosas para mineração ou perfuração. Através do uso de correspondência de padrões, análise preditiva e até sistemas de visão computacional que podem processar dados geográficos e de mapas, a IA é capaz de analisar grandes quantidades de dados para prever melhor onde encontrar melhores recursos. Com melhores previsões, vem um melhor planejamento e um melhor retorno do investimento.

A IA também impulsiona a implantação da manutenção preditiva, analisando todos os dados enviados pelos sensores embarcados nos equipamentos e indicando o estado de cada ativo, garantindo mais segurança às operações e redução de custos.

Drones inteligentes e máquinas autônomas

Drones também estão cada vez mais sendo usados ​​na indústria de mineração, tornando-se uma ferramenta muito poderosa para uma ampla gama de aplicações. As mineradoras estão usando drones para escanear suas operações de mineração, observando as pedreiras e as pilhas de resíduos, questões ambientais, lagoas de retenção e lixiviação e infraestrutura de dutos. Muito do que pode ser visto com um drone não pode ser visto com nossos olhos no chão. Do céu, o progresso pode ser monitorado, bem como o impacto da mina no ecossistema ao seu redor. Usando sistemas de visão computacional baseados em Aprendizado de Máquina, esses drones podem analisar dados coletados a partir das imagens. Isso proporciona às empresas de mineração acesso e monitoramento contínuo às suas instalações de maneiras que não são possíveis com a operação humana.

Minas sempre foram lugares perigosos para se trabalhar e para extrair os recursos de que precisamos, estamos migrando para ambientes cada vez mais hostis para obtê-los. Quer seja extraindo carvão ou minerais a quilômetros sob a terra, ou petróleo e gás de perfurações no fundo do mar ou escavando terras em zonas árticas, estamos cada vez mais colocando as pessoas em ambientes agressivos.

É muito mais sensato colocar máquinas e equipamentos no interior das minas e minimizar ou eliminar muito o trabalho humano dessas condições adversas. Por meio do uso de sistemas autônomos movidos a IA, as empresas de mineração e energia estão fazendo maior uso de máquinas autônomas em ambientes agressivos. Este equipamento é capaz de trabalhar sem a presença de um ser humano. Também é capaz de ir a muitos lugares que os humanos simplesmente não podem ir fisicamente. Esses são alguns dos caminhos que a transformação digital está levando para a indústria de mineração, impulsionando a produtividade, eficiência, segurança e preservação do meio ambiente.

CategoriesAgronegócios

A era da Digital Farming: como a agricultura pode se tornar mais sustentável com a tecnologia

O agronegócio enfrenta muitos desafios, alguns de longa data e outros ainda por vir. Isso inclui os efeitos de mudanças climáticas, a redução de terras aráveis disponíveis para cultivo, grandes flutuações nos mercados de commodities e uma população mundial cada vez maior, mesmo com a pandemia do Coronavírus. Além disso, há crescentes demandas regulatórias e sociais para que a agricultura se torne mais ambientalmente sustentável.

A produção sustentável será alcançada não apenas gerenciando a economia, mas também fatores como fertilidade do solo, erosão do solo, uso da água, uso da terra e produtos químicos de proteção de culturas para minimizar o impacto ambiental. Nesse cenário, as tecnologias da digital farming surgiu como uma opção promissora para ajudar a alcançar esses objetivos.

O aumento das tecnologias agrícolas digitais traz uma grande quantidade de novos dados para os agricultores. Sensores remotos, satélites e drones podem monitorar a saúde das plantas, as condições do solo, a temperatura, a utilização de fertilizantes e muito mais – 24/7. As ferramentas baseadas em Inteligência Artificial podem analisar essa enorme quantidade de dados em alta velocidade e canalizá-los de volta aos agricultores na forma de informações úteis, ajudando-os a tomar decisões críticas, oportunas e em tempo real.

Como a agricultura inteligente promove a agricultura sustentável?

A digital farming e agricultura sustentável dependem da disponibilidade de dados. A digital farming apoia a agricultura sustentável e econômica, através da combinação de soluções de Internet das Coisas (IoT) e de Analytics para facilitar a tomada de decisões dos agricultores durante o cultivo. Por exemplo, o uso de sensores ajuda os agricultores a tomar decisões sobre como, onde e quando alocar certos recursos para melhores resultados ecológicos e econômicos.

Além da modificação genética e da seleção de culturas, a digital farming segue o caminho da revolução verde através do uso de técnicas e ferramentas agrícolas inovadoras. Por exemplo, os agricultores agora podem usar drones, geolocalizadores e sensores para melhorar suas práticas agrícolas. Geralmente, essa abordagem envolve o uso de tecnologia em rede para atingir certas metas de produção e, no processo, apoiar a agricultura sustentável. As tendências indicam que a implementação contínua das tecnologias da digital farming na agricultura ajudará a minimizar alguns dos problemas de segurança alimentar enfrentados em diferentes partes do mundo atualmente.

Dados para a tomada de decisão

A sustentabilidade na agricultura pode ser alcançada através do uso adequado de dados na tomada de decisões. De fato, a digital farming é considerada uma ramificação da análise de dados e da matemática. A cada dia, os agricultores enfrentam uma série de variáveis ​​que vão da diversidade na composição do solo à mudança no clima. Tais variações precisam de uma análise adequada para que a prática agrícola correta seja implementada. A agricultura inteligente, que enfatiza o uso de Big Data na tomada de decisões, pode ajudar a lidar com alguns desses problemas de maneira adequada e a alcançar quaisquer metas de produção definidas.

Diferentemente do passado, hoje em dia os agricultores podem usar abordagens inteligentes de agricultura para coletar dados e tomar decisões fundamentadas. Existem diversas técnicas de análise de dados que os agricultores podem usar, como as oferecidas pela plataforma OKTO, desenvolvida pela Atech, que permite unir eficiência operacional a tecnologias inovadoras de digitalização e análise.

Assim, com as tecnologias da digital farming aliadas a ferramentas de Analytics, é fácil medir variáveis ​​e processar dados com precisão. O objetivo é garantir que as tarefas sejam muito mais simples, melhorar a produtividade, reduzir custos e avançar para uma agricultura sustentável. Por exemplo, práticas agrícolas inteligentes podem ser vistas no uso da tecnologia GPS aplicada nos tratores. Com essas abordagens, os agricultores podem transmitir dados sobre a posição do veículo e cultivar a terra de maneira uniforme, permitindo economizar muito combustível.

Processos e sustentabilidade

A digital farming otimiza diversos processos que impulsionam a sustentabilidade. O uso de insumos específicos para o local ou o uso mínimo de recursos, como pesticidas e fertilizantes, pode ajudar na mitigação de problemas de lixiviação e na liberação de gases de efeito estufa prejudiciais ao meio ambiente. O aprimoramento tecnologias de IoT e de conexões inteligentes agora permite a criação de uma rede de sensores em que os agricultores podem interconectar e visualizar o status dos solos, animais e plantas e alinhá-lo às necessidades dos insumos de produção, como medicamentos, fertilizantes e água.

Com soluções de conexões inteligentes, como as Redes MESH, não existem obstáculos para a adoção e a implementação da digital farming. O que a maioria dos envolvidos no agronegócio deve adotar é o conhecimento e a compreensão de como esse conceito funciona. A digital farming tem muito potencial para tornar a agricultura lucrativa e sustentável, aumentando a aceitação do consumidor, reduzindo o uso de fertilizantes e defensivos agrícolas e, consequentemente, os custos.

CategoriesTráfego Aéreo

SAGITARIO na vanguarda do controle do espaço aéreo brasileiro

O controle do espaço aéreo em todo o mundo requer alta precisão e tecnologia. Afinal, é preciso ter a certeza de que as aeronaves que estão voando ao mesmo tempo possam cruzar os céus em segurança.

De acordo com informações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), em 2018, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, houve, em média, 800 decolagens e pousos por dia entre aviões comerciais e militares de diferentes tamanhos.  No mesmo ano, foi registrada movimentação de mais de 42 milhões de passageiros, superando a marca alcançada em 2014, quando, com a Copa do Mundo no Brasil, o aeroporto teve 39,5 milhões de passageiros (fonte: agenciabrasil.ebc.com.br).

Todo o espaço aéreo brasileiro – 22 milhões de quilômetros quadrados, incluindo uma extensa área sobre o oceano – é controlado e vigiado por sistemas de controle de tráfego e de defesa aérea desenvolvidos pela Atech.

Uma dessas soluções é o SAGITARIO, sistema desenvolvido pela empresa, em parceria com o DECEA, que executa o gerenciamento de todas as aeronaves que estão no ar. Um dos pontos de destaque é o fato de o SAGITARIO ter sido criado com a participação dos profissionais que atuam na linha de frente do controle aéreo, proporcionando um conjunto de recursos operacionais de apoio à tomada de decisão, conforme recomendações dos organismos reguladores da aviação civil internacional, tais como ICAO (International Civil Aviation Organization) e EUROCONTROL (Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea).

O sistema atua desde o momento que antecede a decolagem até o estacionamento da aeronave no aeroporto de destino, e possibilita que todo foco de ação do controlador de tráfego aéreo seja voltado à sua área de trabalho, aumentando significantemente sua consciência situacional.

Apesar de o nome remeter a astronomia, o SAGITARIO é baseado em tecnologia. A nomenclatura vem da sigla para “Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatório de Interesse Operacional”. Criado com o objetivo de garantir a segurança durante o voo de aeronaves, o SAGITARIO é capaz de processar dados de diversas fontes de detecção de aeronaves, como radares e satélites, e consolidá-los em uma única apresentação visual para o controlador de voo.

O sistema monitora aviões e helicópteros quando eles estão em voo. Radares e satélites, entre outros sensores, detectam a posição da aeronave e mandam as informações para os centros de controle. O SAGITARIO trata esses dados da situação aérea e os fornece para os controladores de tráfego aéreo (ATCO). Estes, então, se comunicam com os pilotos por meio de enlace de rádio, e também repassam as informações para o centro de controle responsável pela próxima parte do voo.

Na prática, as ações decorrentes do sistema SAGITARIO permitem controlar maior demanda de tráfego aéreo, diminuir o tempo de voo, com consequente economia para as empresas aéreas, reduzir a emissão de gases – contribuindo de forma positiva para o meio ambiente -, e promover aumento da pontualidade das empresas. A concepção avançada privilegia também a interação, ao reduzir os comandos de teclado, permitir maior concentração ao controlador e diminuir a fadiga do ATCO. Se destaca a capacidade do sistema em permitir a sobreposição de imagens meteorológicas sobre a imagem do setor sob controle, aumentando a consciência situacional dos controladores e a evolução de mau tempo em determinada região do país. Os planos de voo também podem ser editados graficamente sobre o mapa, possibilitando a inserção, remoção e reposicionamento de pontos do plano e cancelamento de operações.

Outra característica é o CPDLC (Controller Pilot Data Link Communications), que permite a comunicação entre o órgão de controle e as aeronaves por meio de mensagens de textos enviadas por intermédio de um enlace de dados (data link) e que, em conjunto com a tecnologia ADS-C (Automatic Dependent Surveillance – Contract), o equipamento a bordo das aeronaves transmite informações sobre sua posição, nível de voo e meteorologia corrente  para o sistema instalado em terra. Dessa forma, o sistema possibilita maior agilidade no controle, além de evitar eventuais interpretações errôneas, muitas vezes causadas pelas barreiras linguísticas entre controlador e pilotos.

OPERAÇÕES MAIS SEGURAS E EFICIENTES

Ainda que no imaginário das pessoas o controle seja sempre pela torre, que é um dos ícones mais visíveis em um aeroporto, o SAGITARIO está instalado nos ACCs (sigla em inglês para Centro de Controle de Área) e APPs (Centro de Controle de Aproximação) – usualmente instalados fora do aeroporto e de onde cada um dos voos é gerenciado.

Controlador operando as consoles SAGITARIO do APP-Rio de Janeiro (Foto: Fábio Maciel) http://www.defesanet.com.br/

Detalhando: os APPs controlam a aeronave durante pousos e decolagens e são instalados em cidades do Brasil. Já os ACCs monitoram o voo em rota e estão localizados em quatro pontos do país, cobrindo todo o território nacional. Essas regiões também são atendidas pelos CINDACTA (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) I, II, III e IV, órgãos que atuam não só no gerenciamento como também na defesa aérea.

Esse monitoramento é essencial para o Brasil e, quando há aeronaves não reconhecidas pelos controladores de tráfego circulando no céu, o Centro de Operações Militares do CINDACTA é acionado. A equipe de Defesa, então, tenta entrar em contato com o piloto e, se não houver resposta, toma as providências necessárias para garantir a segurança aérea do país.

Fonte: https://journalofwonder.embraer.com/br/pt/102-quem-esta-voando-no-ceu-agora-o-sagitario-responde

O SAGITARIO cobre todo território brasileiro. Os CINDACTAs e os ACCs cobrem as regiões de Brasília, Curitiba, Recife, Manaus e uma parte do oceano Atlântico que está sob responsabilidade do Brasil. Atualmente, há 18 APPs com o SAGITARIO implantados no país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Belém, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Vitória, Curitiba, Macaé, Pirassununga, Campo Grande, Porto Alegre, Porto Velho e Cuiabá.

Centro de controle de área instalado no Cindacta III, em Recife. Fonte: https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/brasil-controla-maior-parte-do-trafego-aereo-no-atlantico-sul_4560.html

Durante a Copa do Mundo 2014 e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o sistema SAGITARIO foi considerado um dos grandes aliados das autoridades brasileiras já que, com ele, foi possível conduzir com sucesso o transporte aéreo para os dois eventos, mantendo o nível de segurança e eficiência das operações, mesmo com o significativo aumento no fluxo de aeronaves no espaço aéreo brasileiro.

O SAGITARIO marca, em resumo, a evolução do sistema de controle aéreo no Brasil, trazendo avanços na comunicação, navegação e vigilância para o comando e o controle do espaço aéreo brasileiro. Com o SAGITARIO, os controladores dispõem, atualmente, de um dos mais avançados sistemas de controle e gerenciamento de tráfego aéreo do mundo, que coloca o Brasil dentre os poucos países com o domínio tecnológico para desenvolver e manter, de forma soberana, um sistema deste porte e significância estratégica.

CategoriesEnergia

Energia: “Novo normal” leva o mercado a acelerar adoção de novas tecnologias

Com a pandemia do Covid-19 e a recomendação de isolamento social, diversas concessionárias de energia cancelaram a medição presencial e passaram a cobrar com base na média dos últimos seis meses, já que ainda são pouquíssimos os medidores inteligentes, que permitem a medição remota, em funcionamento. O problema é que muitos clientes foram surpreendidos com o alto valor de suas contas.

Os medidores inteligentes permitem a entrega de uma fatura com um valor extremamente confiável e novos modelos de tarifação, medição e cobrança, identificando os horários de pico e o comportamento de consumo de cada região para determinar diferentes preços para a energia consumida em diferentes horários.

Mesmo com o fim da pandemia, será que voltaremos a circular com tanta liberdade como antes da chegada do vírus? Ou o “novo normal” será evitarmos nos expor a riscos desnecessários? Será que as concessionárias voltarão a ter colaboradores encarregados pela medição manual ou mesmo tantas equipes de manutenção, ou vão começar a acelerar a adoção de novas tecnologias que vão automatizar tarefas antes presenciais e manuais?

O processo de adoção de novas tecnologias já vem impulsionando a transformação digital no setor de energia, e concessionárias como a EDS, por exemplo, já utilizam a tecnologia de Redes MESH oferecida pela Atech para conexão de religadores. Segundo Ricardo Hayashi, product manager da Atech em Conexões Inteligentes, a solução de Rede MESH tem atendido à demanda do setor de energia por apresentar maior eficiência no monitoramento remoto dos religadores e, também, da medição inteligente.

Tecnologia para medição e manutenção remota

Um exemplo prático está na identificação da ausência de energia em uma determinada área. Com tecnologia de Redes MESH a distribuidora EDS pode restabelecer parte do serviço e redirecionar o fornecimento de energia de forma rápida e remota, sem a necessidade de aguardar a presença física de profissionais que atuariam “in loco”, contribuindo para manter o distanciamento do “novo normal”, já que menos colaboradores serão necessários para solucionar o problema.

As Redes MESH também contribuem para melhorar a medição remota de consumo de energia. Hayashi destaca que a tecnologia de Redes MESH auxilia o monitoramento, o controle e o diagnóstico da estrutura da rede de distribuição de energia, disponibilizando o acesso a todas as informações em qualquer período e local – inclusive com uma tabela estatística do nível de demanda de energia para auxiliar a identificação, por exemplo, de sobrecarga nas subestações.

“Dessa forma”, diz o especialista, “as Redes MESH permitem responder com agilidade a problemas que possam afetar as redes de distribuição e o fornecimento de energia. É uma forma de resolver em minutos um problema que levaria horas para ser solucionado de forma manual, sem a necessidade de custos de deslocamento de equipes e, principalmente, entregar um melhor nível de serviço ao cliente”.

O “novo normal” e o novo setor de energia

Segundo um estudo divulgado no final de abril pela AIE (Agência Internacional de Energia), a pandemia de Covid-19 representa o maior choque para o sistema global de energia em mais de sete décadas, com a queda na demanda neste ano ultrapassando o impacto da crise financeira de 2008 e resultando em um declínio anual recorde nas emissões de carbono de quase 8%.

Segundo executivos da AIE, ainda é muito cedo para determinar os impactos a longo prazo, mas eles afirmam que o setor de energia que emergirá dessa crise será significativamente diferente daquele que veio antes.

As projeções do estudo Global Energy Review da AIE sobre demanda de energia e emissões relacionadas a energia para 2020 são baseadas em suposições de que os bloqueios implementados em todo o mundo em resposta à pandemia serão progressivamente aliviados na maioria dos países nos próximos meses, acompanhados por uma recuperação econômica gradual.

As energias renováveis devem ser a única fonte de energia que registrarão crescimento em 2020, com participação na geração global de eletricidade graças ao acesso prioritário às redes e aos baixos custos operacionais. Apesar dos problemas nas cadeias de suprimentos que interromperam ou atrasaram a implantação de novas tecnologias em várias regiões importantes este ano, a energia solar fotovoltaica e a energia eólica deverão ajudar a elevar a geração de eletricidade renovável em 5% em 2020, auxiliada por uma maior produção de energia hidrelétrica.

O relatório projeta que a demanda de energia cairá 6% em 2020 – sete vezes o declínio após a crise financeira global de 2008. Em termos absolutos, o declínio é sem precedentes – o equivalente a perder toda a demanda de energia da Índia, o terceiro maior consumidor de energia do mundo. As economias avançadas devem ter os maiores declínios, com a demanda caindo 9% nos Estados Unidos e 11% na União Europeia. O impacto da crise na demanda de energia depende fortemente da duração e do rigor das medidas para conter a propagação do vírus. Por enquanto, o cenário é de incertezas, e a única certeza que podemos ter é que será preciso investir em novas tecnologias para que o setor de energia mantenha a sua competitividade.

CategoriesInsights

Da Atech para o mercado: a expertise na busca pela excelência

Buscar a excelência não é um conceito novo e exclusivo de grandes empresas. Na verdade, desde nossa infância, quando iniciamos a vida escolar, somos orientados a buscar a excelência através de notas altas e boa disciplina. Com o tempo, percebemos que isso não é o suficiente para nos tornarmos excelentes profissionais, mas que outras habilidades e experiências também formam um ótimo profissional. E a busca pela excelência continua, pois a excelência é uma referência que nos guia para evoluirmos.

Se a excelência é um horizonte, a melhoria contínua é o caminho para esse destino. Melhorar a cada dia, mesmo que uma atividade cotidiana ou algum comportamento, torna o trabalho mais simples, mais fácil e gera impacto positivo para quem recebe o resultado dessa mudança. Quantas vezes, como clientes, nos sentimos mal atendidos porque não conseguiram atender nossas necessidades? Quantas vezes esses problemas poderiam ser resolvidos de forma simples? Mas quantas vezes também essas empresas não fizeram nada para melhorar?

A Atech busca a excelência visando melhorar nossos processos continuamente. Com cada item de clínica de melhoria resolvido, cada kaizen realizado, ou cada novo recurso que facilita o fluxo de valor e melhora nossas entregas, estamos dando mais um passo no caminho para a excelência. Além da atuação interna, a Atech tem levado para o mercado a experiência de mais de 10 anos da Embraer por meio da Atech consultoria, realizando kaizen e implantando outras metodologias em empresas do agronegócio, energia, mineração e óleo e gás.

Implantar o conceito de melhoria contínua nas empresas que já compreenderam que fazendo sempre o mesmo não permitirá sustentabilidade a longo prazo é gratificante, pois permite melhorar resultados de empresas de grande representatividade no nosso país, ao mesmo tempo que aprimora processos e os profissionais envolvidos, inclusive nossos consultores e especialistas. Assim como ocorre na nossa empresa, através de metodologias simples que envolvem os quatro elementos da excelência (estratégia, gestão, pessoas e processos), os resultados obtidos nos nossos clientes são impressionantes e sustentáveis.

Lutar pela excelência exige esforço e paixão, mas recompensa com a sensação de estarmos vivos, jovens e ativos, renovando constantemente nosso estado atual para um melhor resultado. Vamos, juntos, nessa caminhada da melhoria contínua dentro e fora da Atech?

CategoriesGoverno e Segurança Pública,  Segurança Pública

A tecnologia por trás do conceito de cidades inteligentes

Atech, PMESP e prefeitura de São José dos Campos debateram o tema em live promovida pelo canal Defesanet

Na terça-feira (30), Atech, Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) e Prefeitura de São José dos Campos estiveram na live “Cidades Inteligentes e Gestão de Incidentes: o impacto das tecnologias na sociedade e na segurança pública”, promovida pelo canal Defesanet.

O evento contou com a participação do Major Paulo Augusto Aguilar, Chefe de Divisão no Comando de Policiamento de Choque (PMESP), Claudio Nascimento, Gerente de Negócios da Atech e Alberto Alves Marques Filho (Mano), Secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico do Município de São José dos Campos, que conversaram sobre como as cidades podem empregar a tecnologia e a análise de dados para promover uma transformação urbana com o objetivo de alcançar melhores metas sociais, econômicas e de sustentabilidade.

Dentre os assuntos debatidos em torno do tema, de que forma a internet das coisas, o big data e a análise e a fusão de dados podem gerar informações relevantes e maior consciência situacional para os diversos órgãos que gerenciam inúmeros e diferentes tipos de situações diariamente, e de que forma isso pode beneficiar o gestor.

De acordo com o Major Aguilar, a tecnologia permite digitalizar o incidente, possibilitando uma visão real da ocorrência e, quanto mais detalhada e visualizada a situação, maior a consciência situacional e mais assertiva a tomada de decisão quando necessária. “A tecnologia tem o objetivo de estabelecer uma sociedade 5.0., ou seja, trazer essa tecnologia para salvar vidas e para a proteção do meio ambiente. Não é fazer o microgerenciamento da intimidade de cada um, mas ampliar a capacidade responsiva para o cidadão sempre que necessário. É a tecnologia revertida em prol das pessoas”.

Para o gerente de negócios da Atech, “a tecnologia ajuda os governantes a enxergarem a cidade”. Segundo Claudio Nascimento, é preciso estabelecer as métricas, principalmente observar as já existentes, e ter em mente que “se tornar uma cidade inteligente não é uma virada de chave, mas uma jornada que envolve integração de dados e como trabalhá-los com inteligência para que se tornem informações úteis. E isso está no DNA da Atech, fazer com que esses dados orientem da melhor forma os gestores frente as ações que precisam ser decididas”.

O secretário Mano deu alguns exemplos de como a tecnologia é utilizada pelos cidadão em São José dos Campos e explicou como, por meio de aplicativo, podem usufruir desde espaços esportivos até fazer agendamento de consulta e adquirir ingressos para shows e peças de teatro, tudo de forma digital. além disso, ressaltou que todos os indicadores de segurança pública vêm caindo rapidamente no município por causa da aplicação de tecnologia. “Cada vez mais as cidades precisam de tecnologia para resolver uma série de situações no dia a dia. Cidades inteligentes são o futuro, algo desejável, e posso dizer que São José dos Campos está no meio do caminho desse esforço”.

Clique aqui para conferir a live completa.