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Conheça 5 razões para digitalizar os checklists

Checklists são documentos destinados a verificar a aplicação dos procedimentos em todas as etapas de um processo. Com a digitalização que vem transformando todos os setores da economia, checklists digitais foram introduzidos nas fábricas para permitir que as áreas operacionais e administrativas otimizassem os processos e também para garantir a qualidade em todas as etapas.

Os aplicativos de checklist fazem muito mais do que colocar as antigas versões em papel em um smartphone ou em um tablet. Eles tornam o gerenciamento, o treinamento, os relatórios e outras etapas do fluxo de produção mais transparentes e eficientes. Se você acha que os checklists digitais são uma perda de tempo, aqui estão 5 boas razões para mudar de ideia.

1 – Economizar tempo na execução e centralização

O tempo é um dos maiores problemas na indústria 4.0. Otimizar o uso do tempo é o objetivo de muitos fabricantes que implementaram processos e mobilizaram ferramentas de melhoria contínua para reduzir o desperdício de tempo. Os checklists digitais são uma das soluções usadas para padronizar processos, já que um operador conectado terá acesso a um checklist atualizado onde verificará os próximos passos.

2 – Automatizar tarefas sem valor agregado

Na era da indústria 4.0, a automação é um fator-chave para o bom funcionamento da planta e da administração. Algumas tarefas repetitivas, que não possuem valor agregado real, devem, portanto, ser automatizadas. Nesse contexto, as checklists digitais são facilmente automatizadas, o que elimina a carga de formatação, envio de relatórios e transmissão de informações.

3 – Garantir a eficiência

Digitalizar uma checklist não apenas indica às pessoas o que elas precisam fazer, mas as ajuda a fazê-lo com sucesso. Elas exibem instruções passo a passo com fotos ou vídeos, quando necessário, explicam onde encontrar suprimentos e detalham os critérios de conclusão. As pessoas marcam facilmente cada etapa com o toque de um botão. Os funcionários não precisam escrever manualmente as etapas.

Quando as checklists incluem detalhes importantes de processos, até os novos funcionários podem concluí-los com sucesso, e as empresas economizam em custos de treinamento e, ao mesmo tempo, reduzem erros.

Checklists com roteiro da manutenção, por exemplo, como o oferecido pela plataforma OKTO, garantem maior produtividade e agilidade e apontam as etapas de cada processo. Os aplicativos digitais rastreiam o usuário, a hora e o local de cada assinatura, para que seja fácil ver quem executou cada tarefa em que local e quando. Não há como os funcionários burlarem o sistema. Veja abaixo uma das telas da plataforma OKTO:

4 – Atualização em tempo real

O formato em papel não é mais compatível com a digitalização da indústria. Como resultado, as checklists digitais são mais relevantes em termos de facilidade de uso, criação e atualização. Como os procedimentos evoluem de acordo com as novas necessidades da empresa, as checklists que monitoram a aplicação dos processos devem seguir essa evolução. Portanto, o formato digital é mais adequado para atualizações do que o formato em papel. Se as etapas apontadas na checklist mudarem, o gerente poderá atualizá-la e enviá-la imediatamente a todos os funcionários em todos os locais para que ninguém trabalhe com procedimentos antigos.

Os gerentes recebem notificação instantânea quando as tarefas são concluídas, para que possam permanecer a par da situação e encontrar pontos de melhoria. Essas atualizações em tempo real são especialmente úteis para procedimentos essenciais que afetam a segurança e o fluxo da produção. Os gerentes encarregados por sites e equipes distribuídas geograficamente não precisam estar no local para garantir que as tarefas da checklist sejam realizadas de forma pontual e correta.

Além de marcar o encerramento de uma tarefa, os funcionários podem postar fotos do trabalho realizado. Ou, se não puderem concluir uma tarefa por algum motivo, poderão postar uma foto do problema ou inserir um comentário. Como os gerentes veem as atualizações instantaneamente, eles podem responder e corrigir qualquer problema.

Gerentes ou líderes corporativos obtêm relatórios em tempo real de um local, usuário, região ou de toda a cadeia. E eles podem visualizar os dados de desempenho ao longo do tempo para verificar se a conformidade melhorou ou diminuiu.

5 – Definir metas e incentivos

Com os relatórios de dados, a gerência pode definir metas e incentivos para os funcionários. Recompensas divertidas, como um troféu, uma vaga cobiçada no estacionamento ou um destaque na newsletter da empresa podem motivar os funcionários a trabalhar em direção às metas.

Quando os gerentes recebem notificações em tempo real sobre as tarefas, eles podem aumentar a satisfação e o engajamento do trabalhador enviando um texto agradecendo ao empregado por seu esforço ou o parabenizando pelo trabalho eficiente. Essa atenção extra positiva incentiva as pessoas a continuarem dando o melhor de si e demonstra que seu trabalho é importante para a empresa.

Outro fator que motiva as pessoas é a sensação de “dever cumprido”. Os gerentes podem dividir longas checklists digitais em várias curtas. As pessoas são mais focadas ao trabalhar em checklists com apenas algumas tarefas. O preenchimento de uma checklist dá aos trabalhadores uma sensação de realização que os motiva a enfrentar o próximo trabalho e também diminui a ansiedade e melhora o desempenho geral.

tipos de manutenção
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Saiba tudo sobre 4 tipos de manutenção

A manutenção, em geral, pode ser definida como os esforços feitos para manter a condição e o desempenho de uma máquina sempre como se tivesse acabado de ser fabricada. As empresas sabem como sua produtividade depende em parte de seus processos de manutenção industrial.

De fato, quatro tipos de manutenção são recorrentes no setor: preditiva, preventiva, planejada e corretiva. Esses conceitos nem sempre são fáceis de entender ou não são bem conhecidos por certas pessoas, e é por isso que precisam ser esclarecidos. Cada empresa tem necessidades muito peculiares e, portanto, precisa implementar um tipo específico de manutenção.

Por que a manutenção industrial é tão importante para os seus negócios?

Muitos setores podem confirmar como os custos com a gestão de ativos e a manutenção representam uma alta parcela dos custos operacionais. Os números obviamente variam de uma empresa para outra, mas às vezes podem representar até 50% dos custos globais de produção, sem levar em conta o tempo de inatividade planejado ou não planejado, o gerenciamento de estoque de peças e ferramentas, retrabalho, entre outros problemas.

Eventos imprevistos podem levar a custos adicionais, afetando a lucratividade e a produtividade de uma organização que depende, em parte, dos processos de manutenção que foram implementados. Portanto, as plantas devem adotar uma estratégia bem pensada e otimizada para garantir a confiabilidade de todos os equipamentos.

Se os técnicos e gerentes de manutenção tiverem a possibilidade de verificar o status de seus equipamentos e inserir informações em uma plataforma como a OKTO que os ajude a antecipar possíveis falhas, eles podem tornar os processos muito mais eficientes e executar intervenções bem organizadas. O objetivo final, é claro, é reduzir os gastos causados pela inatividade, bem como aumentar a produtividade e a lucratividade.

Vamos agora conhecer mais um pouco sobre cada um dos tipos de manutenção:

1 – Manutenção preditiva

O desenvolvimento de soluções de processamento e análise de dados, bem como de inteligência artificial, permitiu que os fabricantes planejassem a manutenção preditiva com base na previsão de falhas e defeitos, monitorando os principais parâmetros e indicadores da operação e implementando as ações corretivas necessárias para antecipar qualquer falha ou mau funcionamento.

Com soluções para monitoramento de condição, planejamento e programação de ordens de manutenção, gestão da execução e gestão da confiabilidade do ativo, a plataforma OKTO, desenvolvida pela Atech, prepara seu negócio para os novos rumos da digitalização na área de gestão de ativos, com um olhar holístico para antecipar necessidades.

Esse tipo de manutenção automatizada e inteligente permite às empresas antecipar problemas planejando as intervenções necessárias com base em previsões. Assim, é possível limitar as despesas causadas por falhas inesperadas e interrupções na produção.

2 – Manutenção preventiva

Esse tipo de manutenção é aplicado pelos técnicos responsáveis antes que ocorra qualquer falha ou mau funcionamento. A digitalização das plantas industriais oferece muitas soluções que permitem aos técnicos executar, monitorar e planejar a manutenção preventiva de forma eficaz. A manutenção preventiva pode ser agendada em uma escala baseada em tempo ou uso. Vamos ver um exemplo para cada um.

  • Manutenção preventiva com base no tempo

Um exemplo típico de uma escala de manutenção preventiva com base no tempo é uma inspeção regular em um equipamento crítico que impactaria severamente a produção no caso de uma avaria.

  • Manutenção preventiva baseada no uso

Escalas baseadas no uso são acionadas após uma certa quantidade de quilômetros, horas ou ciclos de produção. Um exemplo desse gatilho é a manutenção preventiva de um veículo a motor que pode ser programada a cada 10.000 km.

3 – Manutenção planejada

manutenção planejada consiste em detectar e tratar as anormalidades dos equipamentos antes que eles produzam falhas ou perdas. O objetivo principal é o desenvolvimento de um sistema que promova a eliminação de atividades não programadas de manutenção.

4 – Manutenção corretiva

A manutenção corretiva é realizada logo após a detecção de um defeito em um equipamento ou em uma linha de produção: seu objetivo é fazer com que o equipamento volte a funcionar normalmente, para que ele possa executar a função atribuída. A manutenção corretiva pode ser planejada ou não, dependendo da criação ou não de um plano de manutenção.

A manutenção corretiva age quando já existe uma falha, substituindo peças e componentes afetados, visando corrigir, restaurar e recuperar a capacidade de produção de uma instalação ou equipamento que tenha sofrido alteração em seu funcionamento.

Entre todos os tipos de manutenção, a corretiva é mais reativa, já que aguarda pela falha para, assim, determinar a ação de manutenção a ser realizada na estratégia de gestão de ativos.

Os técnicos aplicam a manutenção corretiva não planejada para reagir assim que uma falha não prevista ocorre e em geral é preciso uma intervenção imediata para que a linha de produção não seja afetada. Mas nem sempre os técnicos contam com peças para reposição, entre outros problemas.

A manutenção corretiva não planejada pode rapidamente se tornar mais cara que a planejada, pois pode levar a custos que não poderiam ser previstos. Mesmo que a manutenção preventiva nem sempre permita que as equipes de manutenção antecipem cada falha, pois ainda é muito difícil saber exatamente quais componentes estão prestes a falhar, ainda ajuda a reduzir muito a possibilidade de falhas.

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Atech é Certificada com uma das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil

Empresa conquistou certificação pela prestigiada entidade Great Place To Work

 

A Atech S.A., empresa do Grupo Embraer, conquistou a certificação GPTW, obtida junto à consultoria de mesmo nome, reconhecida internacionalmente. O Programa de Certificação GPTW mede a percepção dos funcionários em relação à empresa. Ao obter tal certificação, os colaboradores Atech atestaram que a empresa conta com um ótimo ambiente de trabalho.

Durante o ano de 2019, a Atech investiu energia em escutar e entender quais pontos deveriam ser trabalhados, direcionando as ações de melhoria da Atech e, assim, obtendo como consequência dessas ações a certificação como um GPTW.

A avaliação por parte dos funcionários teve uma expressiva participação – 72% dos colaboradores responderam a pesquisa, obtendo como pontos mais valorizados os benefícios da empresa, a possibilidade de todos terem um bom equilíbrio de vida pessoal e profissional, e o reconhecimento por ser uma empresa honesta, ética, respeitosa e que preza pelo bom relacionamento.

“Nos dados qualitativos da pesquisa ficou evidente que os profissionais sentem que podem ser eles mesmos em um ambiente de trabalho respeitoso e amigável e reforçaram que a flexibilidade nos horários de trabalho permite um bom equilíbrio de vida e profissional”, destaca a gerente de Recursos Humanos, Larissa Malinauskas Biolcati.

“Para a Atech, obter a certificação GPTW reforça o quanto é importante ter um ambiente de trabalho e uma equipe em sinergia para o crescimento da empresa. Sermos reconhecidos pelos nossos próprios colaboradores é muito gratificante”, conclui o presidente da Atech, Edson Mallaco.

 

 

blockchain
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Saiba como construir um caso de negócio para o blockchain

O blockchain é baseado na tecnologia de rede distribuída ponto a ponto e serve como um banco de dados descentralizado de informações para validar transações entre diferentes partes. Ele divide os dados e os distribui por milhares de nós e permite que os participantes vejam todas as transações à medida que elas acontecem.

Um caso de uso típico de blockchain envolve várias partes em uma transação. Essas partes têm permissões de gravação nos dados durante os vários estágios do fluxo do processo e podem pertencer a diferentes empresas ou distribuídos geograficamente.

E, como muitas vezes nem todas as partes têm todas as informações sobre uma transação, provocando um desequilíbrio de informações entre as diferentes partes envolvidas, o blockchain resolve isso ao permitir a descentralização, o que significa que nenhuma entidade isolada controla todos os computadores ou informações ou dita as regras.

Onde está o valor estratégico dos negócios?

Os blockchains são uma ferramenta multifuncional. Assim como a Internet, como você usa a tecnologia depende de sua perspectiva e objetivos, e problemas podem surgir por falta de clareza estratégica.

Antes de entrar em uma iniciativa de blockchain, você precisa se perguntar e construir um caso de negócio: o que estou tentando estrategicamente fazer? Isso começa com a avaliação de processos que precisam de melhorias para determinar se o blockchain é uma boa solução ou se outras tecnologias podem apresentar melhores resultados. Se a blockchain é a melhor solução, é hora de perguntar: quais outras partes interessadas estão alinhadas a esse objetivo? Como financiaríamos tal iniciativa? Como será a governança desse novo sistema?

Os casos de negócio de sucesso apontam duas áreas de foco estratégico que cobrem a maioria dos projetos de blockchain corporativos:

  • Um ecossistema usando blockchains para reduzir o atrito (como custo, precisão ou tempo) nos processos de negócios. O objetivo é: o que podemos corrigir juntos?
  • Um ecossistema usando blockchains para obter um novo modelo de colaboração que permita novos produtos e serviços – ou mesmo a cocriação de novos mercados. O objetivo é: o que podemos criar trabalhando juntos?

Tome como exemplo as operações da cadeia de suprimentos, nas quais várias empresas negociam e interagem em escala global. Quando as mercadorias são enviadas para o exterior, existem diferentes partes envolvidas: fabricante, fornecedor, armazenamento, transportadoras marítimas, agências governamentais que lidam com importações e exportações, distribuidores, varejistas e clientes.

Cada uma dessas partes possui seus próprios sistemas de informação, onde gravam / atualizam informações sobre essa transação. Nem todas as partes têm acesso aos mesmos dados, causando desequilíbrio nas informações.

Um sistema de informações descentralizado como o blockchain pode ajudar a corrigir esse desequilíbrio, fornecendo acesso a informações para todas as partes envolvidas. Cada parte também poderá atualizar as informações se todas as outras partes envolvidas aprovarem.

Processo otimizado

O blockchain também pode ser alavancado para alcançar eficiências e otimizações de processos. O blockchain elimina a necessidade de verificação de terceiros e seus custos associados. As transações efetuadas através de autoridades centrais ou terceiros podem levar alguns dias para serem liquidadas e isso pode ser reduzido para alguns minutos, que é o tempo necessário para adicionar um novo bloco.

No exemplo da cadeia de suprimentos, existem várias partes e várias transferências entre os envolvidos. A maioria dessas transferências, se baseada em papel, está sujeita a erros ou informações incompletas. Certamente há oportunidades para melhorias nos processos.

Transparência e auditabilidade

Se o acesso à informação é importante para todas as partes envolvidas e é necessário que qualquer parte possa auditar essas informações, o blockchain é um caso de negócios válido. Com uma opção de blockchain privada, todas as partes desse blockchain podem ter acesso às informações e à capacidade de auditar.

Ainda pensando na cadeia de suprimentos, do ponto de vista do consumidor e do varejista é muito importante ter a rastreabilidade e a transparência das informações que um ambiente descentralizado pode fornecer.

Fraude e risco

Também vale considerar o blockchain como um caso de negócio de sucesso se a segurança em toda a cadeia do processo for crítica. Toda transação registrada é verificada pela rede blockchain. O blockchain oferece criptografia para registrar os dados nos blocos de forma segura e semianônima. O blockchain também oferece imutabilidade, com assinaturas criptografadas, com registro de data e hora e adicionando sequencialmente cada transação concluída. Os registros não podem ser corrompidos ou alterados, a menos que os participantes concordem com a necessidade de fazê-lo.

Em nosso exemplo da cadeia de suprimentos, como existem terceiros envolvidos, existe a possibilidade de alguém tentar adulterar as informações. Há uma quantidade razoável de risco envolvido que o blockchain pode reduzir.

Mas ainda estamos nos primeiros dias da tecnologia blockchain. Os executivos se defrontam com a difícil decisão de permitir que outros assumam as despesas significativas de testar casos de negócio, de uso e de mercado – ou fazer investimentos sem um ROI (Return on Investment) definido. Mas, mesmo assim, mais e mais empresas estão optando por aprender e investir no blockchain.

Internet das Coisas
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Saiba quais são os requisitos para tirar valor da Internet das Coisas na indústria

As soluções de Internet das Coisas (IoT) certamente podem ajudá-lo a melhorar a eficiência, possibilitar a inovação e estimular a transformação digital nas empresas – se implementadas adequadamente. Isso requer muito mais do que dispositivos IoT e extração de dados. Se a sua solução de IoT apenas coleta grandes quantidades de dados operacionais dos dispositivos, provavelmente causará mais problema do que eficiência operacional para a sua empresa, enquanto você fica olhando para um “monte de dados”.

Com tantos dispositivos, tantos dados, tantas opiniões e tantas decisões possíveis, determinar como avançar pode ser difícil. Para ter sucesso com a IoT, você precisa considerar como usar seu ecossistema completo para criar novos níveis de valor comercial.

Atualmente, a Internet das Coisas é considerada o principal fator que possibilitará a verdadeira estrutura para a indústria 4.0. Embora o hype tenha sido ótimo, o valor comercial pode ser maior. As organizações que usam sistemas de IoT enfrentam uma infinidade de desafios, mas também existem muitas oportunidades.

Os dois principais pontos de melhoria que irão contribuir para tirar valor da Internet das Coisas na indústria estão relacionados aos modelos de negócio e operações.

Nos modelos de negócio, a IoT agrega valor ao:

1 – Otimizar os atuais modelos de negócios

  • Identificar e priorizar oportunidades
  • Uso de grande volume de dados e Analytics
  • Interoperabilidade é fundamental

2 – Criar novos modelos de negócios

  • Novos modelos de precificação, baseados nas preferências do consumidor
  • Modelo baseado em serviços, permitindo que as empresas vendam novas experiências baseadas em seus produtos
  • Monetização dos dados provenientes da IoT

3 – Criar novos modelos de governança

  • As organizações devem adotar um modelo tomada de decisões baseado em dados

Já na área de operações, a maior oportunidade de tirar valor da Internet das Coisas na indústria certamente é a possibilidade de aumentar a eficiência, com impacto direto, por exemplo, na estratégia de manutenção, assim como em todo o processo produtivo.

Requisitos para tirar valor da Internet das Coisas na indústria

 Para entender como a IoT está sendo implantada hoje pelas empresas, é crucial ter em mente que o mercado atual é fortemente impulsionado por cenários de casos de uso e provas de conceito. As empresas precisam saber quais aplicações de IoT têm o potencial de agregar mais valor.

Os requisitos necessários são:

Dados consistentes e contextualizados: os dados coletados nas diversas soluções de Internet das Coisas embarcadas nos equipamentos devem ser agrupados em uma plataforma única, formando uma série temporal onde são disponibilizados e contextualizados para análise e uso exploratório e operacional.

Algoritmos: as empresas podem transformar dados em inteligência acionável identificando, por exemplo, fatores físicos que contribuem para a deterioração de uma máquina, e análise avançada, como a detecção de anormalidades. Os algoritmos então devem ser ajustados periodicamente para oferecer a possibilidade de melhoria contínua na precisão e relevância dos resultados e garantir adaptação contínua às condições em evolução de seu ambiente.

Integrando tecnologias operacionais e de informação

A IoT criará muitas oportunidades que afetarão principalmente três áreas importantes -aplicativos B2B, processos de negócios e modelos de negócios – e levará em conta os principais desafios a serem enfrentados, como interoperabilidade. As empresas devem prestar atenção especial ao fato de que soluções eficazes de IoT exigem a definição de modelos de negócios para direcionar necessidades em tempo real de maneira preditiva e garantir a interoperabilidade em termos de convergência tecnológica e integração de diferentes fontes de dados.

Um dos principais direcionadores do valor comercial é a integração entre as tecnologias operacionais (Operational Technologies – OT) e as tecnologias da informação (Information Technologies – TI), que muitas vezes são separadas e executadas por diferentes partes da organização, de acordo com seus diferentes sistemas e métodos.

Atualmente, TI e OT são na sua maioria separadas por:

  • Tecnologias diferentes
  • Diferentes setores e responsabilidades
  • Diferentes habilidades e perfis profissionais
  • Muitas vezes até com códigos e padrões diferentes

Os ambientes de OT e TI segregados são ineficientes e dispendiosos e essa limitação tecnológica e financeira pode ser um grande empecilho à inovação, por conta de:

  • A falta de comunicação entre os sistemas de TI e OT impede que as empresas usem dados de controle em aplicativos de inteligência de negócios
  • Os sistemas de OT não podem tirar proveito dos rápidos avanços em TI
  • Os sistemas de OT não podem tirar proveito da economia de custos de soluções baseadas em padrões

Mas podemos melhorar a automação e acelerar a inovação convergindo esses dois mundos em um ambiente de IoT. Para alcançar o potencial valor e as oportunidades da Internet das Coisas, a integração de dados de OT e TI é um dos desafios mais importantes para as empresas, especificamente para organizações com uso intensivo de ativos. A integração de processos e fluxos de informações permite que eles superem os obstáculos existentes e obtenham algumas vantagens importantes, como:

  • Decisões críticas baseadas em dados, em vez de informações aproximadas
  • Maior agilidade no processo de análise de dados, decisões e reações
  • Otimização holística de sistemas
  • Melhor tomada de decisão
  • Redução das despesas operacionais (OpEx) minimizando a sobrecarga organizacional e tecnológica
  • Resultados de negócios acelerados, simplificando projetos de desenvolvimento
  • Riscos reduzidos
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Saiba quais desafios dificultam o sucesso na implementação de uma cultura agile

A implementação de uma cultura agile comprovadamente traz grandes benefícios para as empresas, mas pode afetar os negócios de diferentes maneiras, dependendo de seu tamanho e de como as equipes integram a metodologia em suas operações. Quando você faz a transição para a cultura agile, isso requer uma mudança significativa na cultura corporativa e organizacional.

Embora a cultura agile possa render vantagens significativas, a jornada nem sempre é fácil e os desafios são inúmeros. É importante entender a causa raiz desses problemas, a fim de preparar melhor sua própria organização para projetos ágeis.

O primeiro desafio está na dificuldade de selecionar a metodologia agile “certa”. O Manifesto Agile não prescreve nenhuma metodologia específica. Para escolher a opção ideal, é necessário considerar a natureza do negócio, as características da organização e as vantagens e desvantagens de diferentes abordagens ágeis. Depois de usar um método específico por um tempo e adquirir novas habilidades, personalizá-lo para se adequar à organização e ao tipo de projeto será uma ótima ideia.

E quais são os outros desafios que dificultam o sucesso na implementação de uma cultura agile?

Um dos principais desafios está relacionado à cultura da empresa e sobre como as pessoas reagem a processos de mudança. É difícil mudar a maneira como as pessoas pensam e operam. Os hábitos e crenças de uma grande organização são naturalmente enraizados. Normalmente, as pessoas lutam contra as mudanças e, quando a cultura agile é usada para desafiá-las, elas aparecem com frases como “é assim que sempre fazemos coisas por aqui” ou “que nunca funciona aqui”.

Outro desafio é a falta de colaboração entre os membros de uma equipe, tanto as formadas apenas por colaboradores da empresa quanto as que contam com a presença de terceirizados, e também entre equipes cujos projetos podem ser complementares. Sem colaboração, a equipe não é realmente uma equipe, compartilhando os mesmos objetivos. Os membros da equipe precisam responder aos objetivos do projeto e aos objetivos da própria organização.

Falta de experiência com a metodologia agile

Muitas pessoas simplesmente não têm experiência com a metodologia ou cultura agile ou em como adotá-la. Por esse motivo, as organizações devem criar um plano de treinamento. Os gerentes também devem ser incluídos no treinamento porque suas funções e responsabilidades mudam radicalmente ao adotar a cultura agile. Eles precisam entender como a auto-organização funciona e como criar um ambiente onde a auto-organização possa evoluir. Eles também precisam entender as novas métricas que devem considerar e como obtê-las.

E muitas vezes as empresas tentam inserir pequenos projetos em um contexto maior ou transformar grandes projetos em iniciativas ágeis. No entanto, sem o conhecimento adequado, as chances de falha nesses casos são muito maiores.

Comunicação pobre

A comunicação desempenha um papel crucial na cultura agile. Os membros da equipe precisam se comunicar bem e com eficiência para que o projeto funcione bem. Para isso, a empresa precisa oferecer ferramentas e canais de comunicação adequados, principalmente para equipes distribuídas geograficamente.

Normalmente, nas organizações ágeis, as equipes são alocadas próximas, e a cultura agile será adotada de maneira mais natural. Estar presente no mesmo escritório facilita o fluxo imediato de informações e feedback.

No entanto, no caso de equipes distribuídas geograficamente que envolvem membros da equipe reunidos em vários escritórios, é bastante desafiador se comunicar sem problemas. Alguns casos envolvem equipes diferentes que se reúnem em fusos horários diferentes, o que é ainda mais desafiador. Nos dois casos, para diminuir o nível de falta de comunicação entre os membros da equipe, é crucial contratar pessoas com excelentes habilidades de comunicação.

Alinhamento em todos os níveis

Para adotar a cultura agile, todos os executivos, gerência intermediária e gerência sênior devem estar cientes de que haverá algumas mudanças nas práticas de gerenciamento de projetos. Eles devem entender os benefícios da transformação, bem como os detalhes de como essa transformação afetará os aspectos operacionais dos negócios.

Além disso, eles precisam entender completamente o que é esperado deles, a fim de apoiar essa transição. Muitas questões culturais e de comunicação podem ser atenuadas apenas alinhando todos os níveis de gerenciamento antes de implantar uma metodologia ágil.

Essa transição é um ponto realmente importante que geralmente é subestimado em muitas transformações ágeis. Como as funções mudam nessa nova abordagem para o desenvolvimento de produtos? O que significa trabalhar em iterações? Ao treinar as muitas funções que entram na formação de equipes multifuncionais, elas poderão aproveitar melhor as metodologias agile e garantir que seus projetos sejam bem-sucedidos sob a nova abordagem.

A verdade é que como projetos usando metodologia agile são entregues mais rapidamente, são mais flexíveis para mudanças e resultam em produtos de alta qualidade, vale muito a pena investir na sua adoção. As equipes e as partes interessadas percebem maior satisfação devido à melhoria das comunicações, melhor colaboração e maior flexibilidade. Além disso, os projetos ágeis oferecem resultados de negócios mais rapidamente e melhor custo/benefício.

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Saiba como reduzir as manutenções reativas em facilities

Manutenção reativa é qualquer trabalho que tenha sido marcado como urgente, requerendo atenção imediata, podendo ser planejado ou não. Na área de gerenciamento de facilities, isso pode ser algo aparentemente tão simples como a bomba d’água do centro de controle de uma rede elétrica – você notou que, no último mês, ela não estava funcionando tão bem quanto deveria estar, com barulhos estranhos e, agora, parou de funcionar.

Então o assunto se torna uma emergência – e você reserva um técnico para reparos urgentes. Enquanto isso, a bomba está fora de ação, o que, a menos que haja caixa d´água bem grande, e dependendo do número de funcionários, pode até fazer com que seja necessário interromper o trabalho, deixando apenas o pessoal crítico de plantão.

Esse é apenas um exemplo simples das desvantagens das manutenções reativas. Vamos conferir alguns dos problemas causados por essa estratégia de manutenção:

Dificuldade de controlar os orçamentos – Sem uma estratégia de manutenção preditiva ou preventiva, as falhas no equipamento podem ser imprevisíveis, o que significa que mão de obra e peças de reposição podem não estar disponíveis quando uma falha ocorre. Com isso, as organizações podem acabar pagando um preço mais alto pelo envio de peças de emergência, tempo de viagem e suporte fora do horário acordado em contrato.

 Menor expectativa de vida útil dos ativos – As manutenções reativas não mantêm os sistemas funcionando em condições ideais. Com o tempo, esses sistemas podem não maximizar seu investimento inicial em custo de capital.

Problemas de segurança – Os técnicos tendem a correr mais riscos quando o trabalho de manutenção é reativo, pois estão sob pressão para colocar os sistemas em funcionamento sem demora. Quando o trabalho é agendado, os técnicos têm tempo para revisar os procedimentos padrão e os requisitos de segurança para concluir o trabalho corretamente.

 Maior demora nos reparos – Os reparos reativos tendem a levar mais tempo por causa do tempo necessário para diagnosticar o problema, tempo para retirar peças no estoque ou mesmo comprar peças, tempo para consultar manuais e esquemas corretos etc.

Uso ineficiente de recursos – Os reparos de emergência geralmente são priorizados às custas do trabalho planejado, que pode até ser cancelado.

Dano colateral – Um pequeno problema pode rapidamente resultar em um grande reparo no sistema.

Custos indiretos – O tempo de inatividade não planejada pode levar a atraso nas entregas se o equipamento não puder ser devolvido à produção a tempo. Isso pode prejudicar a reputação da marca e afetar a lucratividade.

Problemas recorrentes – As manutenções reativas fazem o mínimo necessário para colocar novamente o sistema em funcionamento. Se não for reparado corretamente, o problema poderá ocorrer novamente e causar mais tempo de inatividade.

Custos de energia mais altos – Quando o equipamento não é mantido adequadamente, ele consome mais energia. Fazer manutenções simples, como lubrificar peças móveis ou trocar filtros, pode reduzir o consumo de energia em 15%.

Como reduzir as manutenções reativas em facilities

1 – Usando a inteligência dos dados para criar agendamentos de manutenção

Mesmo sem deixar de lado o feedback da equipe, atualmente já existem tecnologias que permitem às empresas extrair insights importantes de diferentes fontes de dados, a fim de enriquecer a tomada de decisões com maior eficiência, e isso deve ser considerado para reduzir as manutenções reativas. Com os sistemas para gestão de ativos da Atech, você facilita sua jornada rumo à #IndustryNXT, por meio de tecnologias que dão controle de ponta a ponta dos processos de manutenção de forma simples e integrada, maximizando o uso dos ativos e garantindo a confiabilidade das operações, com ferramentas que extraem inteligência dos dados.

2 – Engajando os colaboradores

Garanta que a sua equipe tenha entendimento e conhecimento de suas instalações e de seus equipamentos, para que, se um item começar a apresentar um defeito, eles possam identificar uma possível falha e relatá-la imediatamente. Isso pode ajudar a reduzir enormes custos de reparo, pois o problema pode, nessa fase, ser pequeno o suficiente para ser corrigido rapidamente, com o mínimo de interrupção.

3 – Implantando a manutenção planejada

A introdução de um programa de manutenção planejada em seus negócios é uma maneira altamente eficaz de reduzir a necessidade das manutenções reativas. Com manutenção regular em toda a sua instalação, você pode garantir que quaisquer problemas sejam detectados mais cedo e que peças quebradas ou com defeito sejam substituídas imediatamente. Isso reduz a chance de grandes avarias que não apenas custam grandes quantias de dinheiro, mas exigem que sua empresa reduza as atividades ou mesmo pare a produção enquanto o problema é resolvido.

É verdade é que é impossível evitar totalmente a necessidade de reparos de emergência, mas se você optar por confiar apenas nas manutenções reativas como sua principal estratégia de gestão de ativos, precisará garantir que todas as falhas tenham um impacto mínimo nos seus negócios. Você pode reduzir o impacto de falhas não planejadas executando linhas de produção paralelas, estocando um conjunto completo de peças de reposição, documentando procedimentos de emergência, treinando sua equipe sobre como responder a reparos de emergência e fornecendo as ferramentas e habilidades necessárias para concluir qualquer reparo. Mas será que vale a pena tanto esforço?

CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Saiba o que esperar da conectividade no campo em 2020

Drones, robótica, inteligência artificial. Esses são termos que até pouco tempo atrás estavam associados à ficção científica, mas que estão cada vez mais presentes nas lavouras brasileiras. Eles fazem parte de um novo conceito, a agricultura digital ou agricultura de precisão, que integra a coleta de dados no campo – cada vez mais precisa e em tempo real – com técnicas de modelagem computacional, permitindo tomadas de decisão mais assertivas aos produtores. A promessa é que as novas tecnologias aumentem a produtividade, reduzam custos e impactos ambientais, e evitem desperdícios na agricultura, sendo, portanto, mais sustentável.

A agricultura de precisão aproveita todos os benefícios de inovadoras tecnologias que surgiram recentemente, baseadas na comunicação de máquina para máquina, permitindo o desenvolvimento de uma agricultura mais avançada e eficiente. A #AgriculturaNxT reúne métodos computacionais de alto desempenho, rede de sensores, conectividade entre equipamentos e dispositivos móveis, computação em nuvem, métodos e soluções analíticas para processar grandes volumes de dados e construir sistemas de suporte à tomada de decisões de manejo, aumentando a precisão na aplicação de fertilizantes e defensivos, e orientando sobre quando é o melhor momento de realizar o plantio, a irrigação e a colheita da produção.

Conectividade no campo é a base da inteligência

A ausência de informações em tempo real entre o que acontece na plantação e a tomada de decisão dos agrônomos gera prejuízos. E a conectividade no campo é o ponto chave para trazer mais inteligência ao agronegócio. Os benefícios para a agricultura de precisão são diversos. Além das funções tradicionais, tratores e colheitadeiras conectados se transformam em geradores de informações sobre o solo e a lavoura, auxiliando no combate às pragas e na correção da acidez do solo, entre outros inúmeros exemplos.

À distância, é possível também ter dados do maquinário em tempo real, permitindo a manutenção preditiva e customizada para cada tipo de equipamento, auxiliando, assim, na redução de custos, aumento da sua vida útil e da disponibilidade destes equipamentos para operação no campo.
Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a avaliação é de que, até 2025, o impacto do uso das soluções de IoT no agronegócio atinja entre US$ 5 bilhões e US$ 21 bilhões, apoiando uma economia de até 20% no uso de insumos agrícolas e gerando uma alta de cerca de 25% na produção. Esses números irão variar de acordo com o grau de adoção que essas tecnologias atingirem.
Redes Mesh permitem conectar todos os sensores e aplicações
Quando falamos de conexões inteligentes, as vantagens das Redes Mesh para a conectividade no campo sobre as outras tecnologias são inúmeras. As Redes Mesh oferecem a possiblidade de levar conexão rápida e confiável a áreas remotas, distribuída entre dezenas ou até centenas de pontos que “conversam” entre si, compartilhando a conexão e promovendo a cobertura de milhares de hectares com baixo investimento.
Os pontos Mesh são pequenos radiotransmissores que funcionam como roteadores sem fio, interagindo entre si dentro de uma ampla rede, ao mesmo tempo que coleta dados de sensores conectados a estes pontos. As informações percorrem a rede de ponto a ponto e os próprios rádios selecionam automaticamente o caminho mais confiável e rápido – processo conhecido como roteamento dinâmico, permitindo monitoramento da rede e a configuração remotos e diagnósticos em tempo real a um custo bastante atrativo.
A tecnologia de comunicação sem fio de Redes MESH é a mais indicada para promover a agricultura de precisão, principalmente onde há uma carência de infraestrutura de comunicação, cenário muito comum pelas imensas e remotas regiões ocupadas pelo agronegócio brasileiro. Assim, aumentará a produtividade e a eficiência e reduzirá os impactos ambientais com uma agricultura mais favorável ao meio ambiente.