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Saiba como aplicar princípios Lean na mineração

O setor de mineração enfrenta diversos desafios, que vão desde a complexidade de suas operações, excesso de capacidade aos atuais baixos preços das commodities. Para prosperar no futuro, as mineradoras devem repensar suas estratégias corporativas, melhorar as abordagens de gestão de processos e de risco e o relacionamento com seus públicos de interesse, além de avançar rapidamente na transformação digital.

O setor vem enfrentando uma retração de suas receitas provocada pela queda nos preços das comodities minerais e também a queda de produtividade, provocada pela perda da eficiência da mão-de-obra, maior necessidade de investimento por tonelada produzida e aumento no custo operacional.

Por conta disso, as empresas mineradoras estão revendo seus processos em busca de mais eficiência e redução de custos, adotando princípios Lean na sua gestão – implantando a chamada mineração enxuta, aproveitando a experiência e a mentalidade da manufatura enxuta. Nessa busca por eficiência operacional, adaptando práticas de manufatura Lean à atividade mineradora, as empresas têm alcançado alta aderência a padrões de trabalho simples e a contínua eliminação de desperdícios.

Os dois setores – mineração e manufatura – têm diversos pontos em comum, compartilhando a necessidade de:

  • Contar com processos de negócios eficientes
  • Contar com eficiência no fluxo de produção
  • Maximizar a eficiência operacional
  • Otimizar a cadeia de suprimentos estendida
  • Contar com robustas políticas de segurança

A cadeia logística mineral, que começa com o estudo de viabilidade da mina, até a entrega aos consumidores finais de minerais processados, é mantida através de canais e nós logísticos que transportam, armazenam e entregam usando navios, caminhões, trens, armazéns e muitos outros modais e instalações logísticas. O seu fluxo de produção segue um roteiro de atividades que engloba extração, carga, transporte e descarga, que devem estar ajustados de modo a contribuir para o bom resultado da operação.

O objetivo final dessa transformação rumo à mineração enxuta é criar portfólios competitivos e robustos o suficiente para gerar valor em vários cenários.

Como adotar os princípios Lean na mineração

Com a adoção dos princípios Lean, o setor de mineração começa a perceber os ganhos em produtividade e na forma como as equipes são lideradas. Essa jornada deve seguir algumas etapas:

Identificar valor

A base da filosofia Lean está na geração de valor. Tudo que não agrega valor ao produto final é considerado como desperdício, e o cliente não quer pagar por isso. O desperdício deve ser eliminado para maximizar o valor.

Mapear a cadeia de valor

A sua cadeia de valor engloba todos os processos de negócios da sua cadeia de produção, e é a eficiência desses processos que vai gerar valor para o seu cliente. Para adotar os princípios Lean é preciso mapear cada um dos processos, independentemente de sua criticidade, e identificar como o mesmo pode ser otimizado. O desperdício pode ser facilmente identificado com esse mapeamento e deve ser eliminado, reduzindo custos e tempo. Esse procedimento deve ser refeito com frequência.

Engajar os funcionários

Os princípios Lean pressupõem a contínua eliminação de desperdício e sua efetiva implantação no setor de mineração, assim como em outras indústrias, depende muito do engajamento não apenas dos líderes, mas também de todos os funcionários operacionais e administrativos. Para que a jornada rumo à mineração enxuta seja bem-sucedida, é importante que todos estejam envolvidos no projeto de melhoria contínua.

Esses mesmos funcionários também devem ter mais autonomia para resolver problemas e tomar decisões operacionais, já que detêm o conhecimento necessário para fazer sugestões, eliminar desperdícios e otimizar processos. O gestor deve atuar como um mentor, oferecendo as ferramentas e recursos necessários para implantar uma cultura de melhoria contínua.

O objetivo é deixar de lado a cultura de “o supervisor manda e os funcionários obedecem”. As pessoas devem estar abertas a ouvir as outras e todos podem fazer uma apresentação ou manifestar uma opinião fundamentada. Todos podem ser “resolvedores de problemas”. Além disso, para agilizar a implantação dos princípios Lean, a empresa pode investir em treinamento de gestão de resolução de problemas.

Certamente os princípios Lean podem ser aplicados com sucesso na mineração, apesar de todos os desafios. O importante é ter sempre em mente que a filosofia Lean não requer apenas mudanças nos processos, mas também uma mudança na cultura corporativa. É um processo lento que requer total dedicação. Mas, quando implantado de forma correta, os impactos positivos começam logo a ser percebidos.

 

CategoriesLogística,  NXT

Blockchain e manufatura: qual a conexão?

A tecnologia blockchain não faz mais somente parte do sistema financeiro e já ocupa lugar de destaque em projetos na área de manufatura, na sua cadeia de suprimentos e na logística. O blockchain cria um rastro digital de todas as operações relativas a qualquer tipo de transação e a informação é distribuída de forma igual por todas as partes e não pode ser alterada, o que justifica que haja tantas empresas interessadas em aplicar a tecnologia aos seus negócios.

No setor de manufatura, é extremamente importante oferecer uma experiência única, com produtos de qualidade, ao consumidor final. E nessa imensa cadeia de suprimentos, a empresa produtora depende de inúmeros fornecedores, distribuidores, transportadores… É a chamada cadeia de valor estendida – as extensas cadeias de suprimentos existentes atualmente, compostas por inúmeras camadas de partes interessadas (como fornecedores, distribuidores e clientes), que elevam significativamente os riscos de instabilidade na cadeia de suprimentos.

Assim, a complexidade e a não integração dessas cadeias de suprimentos não permitem a visibilidade e rastreabilidade de ponta a ponta, bem como a fiscalização ao longo da cadeia, expondo a empresa a diferentes tipos de riscos como fraudes, avarias nos produtos, entre outros.

Na manufatura, com o blockchain, uma fábrica pode registrar dados de projeto e produção, uma empresa de logística pode registrar dados de transporte e armazenamento, clientes podem registrar dados de utilização, empresas de manutenção podem registrar dados das atividades de suporte (corretivas e preventivas) e, por fim, empresas de descarte e reciclagem podem registrar o destino final de um produto.

Garantindo a segurança do produto final

Com a tecnologia blockchain é possível rastrear um produto desde o início da linha de produção até a sua entrega ao consumidor final. Quando usado pelas indústrias alimentícia e farmacêutica, por exemplo, aumenta a credibilidade dos produtores e varejistas e também a experiência e confiança do consumidor.

Na indústria farmacêutica, as questões relacionadas à segurança de medicamentos na cadeia de suprimentos são um desafio e a rastreabilidade de ingredientes usados na fabricação de medicamentos é fundamental para garantir a qualidade e segurança do produto. A falha na identificação de medicamentos que não contêm os ingredientes ativos pode, em última instância, causar danos ao paciente ou até mesmo a sua morte.

Daí a importância do desenvolvimento de aplicações em blockchain, capazes de fornecer uma base para a rastreabilidade completa de medicamentos, desde o fabricante até o consumidor final, e a capacidade de identificar exatamente onde a cadeia de suprimentos se rompe durante um problema.

Com o uso da tecnologia blockchain na manufatura, a qualidade em toda a cadeia de suprimentos é garantida pela:

Alta qualidade de dados

Os dados do blockchain são completos, consistentes, datados, precisos e amplamente disponíveis.

Durabilidade, confiabilidade e longevidade

Como as redes são descentralizadas, o blockchain não tem um ponto central de falha e é mais resistente a ataques maliciosos.

Integridade de processo

Usuários podem confiar que suas transações serão executadas exatamente como o protocolo determina, removendo a necessidade de uma terceira parte.

Transparência e imutabilidade

Mudanças no blockchain são visíveis publicamente por todas as partes, criando transparência, e todas as transações são imutáveis, isto é, elas não podem ser alteradas ou deletadas.

Simplificação de ecossistema

Com todas as transações sendo adicionadas a um único livro-razão público, isso reduz a desordem e complicações geradas por múltiplos livros-razões.

Como avaliar o valor da tecnologia blockchain

Em todos os setores, antes de iniciar um projeto de implantação do blockchain, é preciso avaliar a existência de três necessidades:

  • O problema que quero resolver envolve múltiplos agentes que devem compartilhar decisões e/ou informações?
  • Deve existir algum tipo de transação entre esses agentes que torna importante o registro do histórico?
  • Essa transação deve ser registrada segundo uma determinada regra de consenso?

Na manufatura, cadeia de suprimentos e logística, a resposta para as três perguntas acima é um SIM.

E não podemos deixar de lado a questão da segurança da informação:  com o desenvolvimento da manufatura avançada, o chão de fábrica se tornará mais conectado, com cada ativo emitindo dados sobre a produção em tempo real.

Como o blockchain é construído para o controle descentralizado, um esquema de segurança baseado nele é escalável o suficiente para cobrir o rápido crescimento da IoT. Além disso, a forte proteção do blockchain contra a manipulação de dados ajuda a impedir que um hacker, usando um dispositivo desonesto, transmita informações maliciosas.

Com isso, as operações digitais mediadas pelo blockchain poderão tornar os processos mais seguros, aumentando a eficiência operacional da planta industrial. E também tornam mais eficientes as transações entre parceiros, com contratos inteligentes e o compartilhamento de dados em tempo real, gerando mais confiança e relações duradouras.

Para garantir o sucesso nessa jornada, a implantação da tecnologia blockchain deve estar associada a um parceiro que tenha expertise, acelerando o processo de adoção, reduzindo custos com aprendizado e garantindo a qualidade na escolha do processo a ser automatizado.

CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

A revolução da IoT vai melhorar a vida nas cidades, e de forma mais inteligente

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), baseada em hardware, software, serviços, conectividade, nuvem e dispositivos, vem transformando as cidades que, com o conhecimento gerado pela interpretação dos dados, ganham mais eficiência na gestão pública e na melhoria de qualidade de vida dos cidadãos. Nessa nova cidade inteligente, tudo estará conectado e uma das aplicações consideradas como das mais importantes está relacionada à eficiência energética, com a implantação de smart grids e medidores inteligentes.

Os medidores inteligentes apresentam diversas funcionalidades tanto para as distribuidoras de energia quanto para os consumidores. As informações transmitidas em tempo real ajudam a gerenciar a distribuição de maneira mais inteligente, evitando sobrecargas, e também reduzindo o tempo necessário para o restabelecimento da energia após falhas, já que é possível isolar o ponto de falha e redirecionar o fornecimento. E também reduzir furtos de energia e fraudes.

Além disso, em uma cidade inteligente, as concessionárias podem desenvolver novos modelos de medição e cobrança, como a Tarifa Branca, incentivado a população a consumir energia fora dos horários de pico e monitorando os comportamentos de consumo de cada região.

Para os clientes, a implantação de soluções de IoT garantem a entrega de um serviço com melhor qualidade e uma cobrança justa, personalizando a sua experiência, já que o usuário pode controlar melhor os seus gastos, avaliando o seu consumo diário, semanal ou mensal nos aplicativos disponibilizados pelas concessionárias de energia. Com as informações detalhadas, o usuário pode, por exemplo, configurar uma meta de consumo e acompanhar o seu cumprimento durante o mês.

Além da iluminação pública

Sistemas inteligentes de iluminação pública vão além do controle da luz nas vias públicas e podem ser aproveitados para a implantação de outras aplicações. Como o monitoramento de segurança pública, gerenciamento de tráfego, monitoramento do clima, estacionamento inteligente, entre outras.

Temos observado que diversas cidades brasileiras já estão ampliando o uso das infraestruturas inteligentes de iluminação pública, oferecendo, por exemplo, a recarga gratuita para veículos elétricos compartilhados, que serão alugados via aplicativo, e também para veículos particulares, incentivando a migração para essa tecnologia.

Em San Diego, nos Estados Unidos, os serviços já vão bem além da iluminação das vias. Uma rede de dispositivos conectados na malha de iluminação viária envia informações sobre clima, iluminação e som para uma plataforma aberta na nuvem, onde desenvolvedores utilizam essas informações para identificar violações da ordem pública e emitir um alerta à polícia. Também é possível identificar vagas em estacionamentos. Tudo para facilitar a vida da população urbana.

Conectividade é o ponto de partida da inteligência

Mas todas essas funcionalidades dependem da oferta de uma conexão robusta, flexível, escalável e confiável. Na cidade inteligente, a conectividade é a chave para o sucesso da implantação de soluções de IoT, que transmitem uma enorme quantidade de dados, em tempo real, para a nuvem.

E, como o custo de implantação de uma infraestrutura de conectividade pode ser muito alto se levarmos em conta, por exemplo, a extensão, o relevo, e a topografia das cidades, as Redes Mesh aparecem como a melhor opção. Com custo menor quando comparada à rede de rádio modem e oferecendo mais confiabilidade do que a rede celular, a Rede Mesh tem sido considerada por empresas do setor de energia como a melhor tecnologia para conexão de religadores, possibilitando sua operação remota.

Ao final, o objetivo de toda essa infraestrutura tecnológica e soluções de IoT é criar espaços urbanos e iluminação pública inteligentes, com a utilização de sensores, conectividade, algoritmos e uma base de dados robusta. As oportunidades para o setor de energia são imensas, levando a um uso racional dos recursos e buscando um ambiente mais seguro e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.

CategoriesImprensa Corporativa – Gestão de Ativos

Novas tecnologias estão otimizando a manutenção e a performance dos ativos

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Investir em novas tecnologias para garantir a disponibilidade e confiabilidade dos ativos industriais não é mais uma estratégia que possa ser adiada. Modelos tradicionais de gestão da manutenção e performance dos ativos não são mais capazes de oferecer o suporte e a agilidade necessárias para a adoção de uma abordagem preditiva. Ou até ir além, implantando uma estratégia de manutenção prescritiva, levantando e cruzando dados para gerar insights sobre possíveis falhas.

Soluções de IoT, aliadas a ferramentas de Big Data e Analytics, coletam e analisam dados provenientes de inúmeros sensores, sistemas e serviços, e os transformam em inteligência para uma melhor tomada de decisão, detectando em tempo real falhas que possam interferir na linha de produção, e também simulando cenários.

O uso da computação cognitiva, baseada na Inteligência Artificial e no Aprendizado de Máquinas, também promete revolucionar a gestão de ativos, interpretando grande quantidade de dados não estruturados em contextos e situação diversas, aliada a tecnologias de nuvem que oferecem a capacidade de agregar, armazenar e usar ferramentas de análise avançadas, com agilidade, segurança e economia.

O maior desafio está em obter a inteligência que fornecerá a capacidade, por exemplo, de identificar entre milhares de alertas automatizados sobre anomalias dos equipamentos quais realmente são críticos e precisam de uma ação imediata. Uma eficiente solução de gestão de ativos precisa atuar no monitoramento de condição do ativo; no planejamento e programação da manutenção, na execução da manutenção e na gestão da estratégia do ativo, identificando a sua criticidade.

Inovadoras tecnologias permitem modelar e programar ações de intervenção e otimização do processo, gerenciando a manutenção com base em eventos e, assim, implantar ações pontuais e customizadas, reduzindo custos e aumentando a vida útil do ativo. Inovadores sistemas de gestão de ativos podem identificar em qual equipamento uma determinada peça está chegando ao final do seu ciclo de vida, e sugerir o momento mais adequado para a sua substituição, de modo a não afetar a produção.

O que o futuro nos reserva

Em breve, acreditamos que a gestão da manutenção e da performance dos ativos poderá estar baseada nos insights gerados por sistemas computacionais, que utilizarão de tecnologias avançadas para o prognostico e diagnostico de falhas, utilizando algoritmos capazes de interpretar e cruzar informações geradas através da identificação de padrões em imagens e leitura em sinais coletados através de instrumentos instalados em campo.

O mercado já vem estudando as aplicações de tecnologias para otimizar a manutenção e performance dos ativos. Automatizando os processos – que se tornam mais ágeis e mais simples – a tecnologia pode gerar de forma assertiva e segura o diagnóstico de falhas e garantir padrões mínimos de qualidade. O resultado é que as equipes de manutenção, ou mesmo as próprias máquinas, poderão resolver o problema de forma preventiva e automática.

É esperar para ver, ou, melhor ainda, participar de todo o processo de inovação e assumir uma postura de “early adopter” e ganhar vantagem competitiva. Não dá mais para acompanhar de longe a transformação digital.

CategoriesConexões Inteligentes,  Energia,  Pro

O futuro da energia está na tecnologia

A adoção de tecnologias digitais, como em diversos outros setores, representa o futuro da energia, entregando mais eficiência e resiliência com redes inteligentes e também novas formas de relacionamento com os clientes. Estudos da IEA (International Energy Agency), organização que reúne 38 países, inclusive o Brasil, apontam que a adoção das tecnologias digitais no setor elétrico poderá poupar cerca de US$ 80 bilhões por ano, melhorando a eficiência de redes e estações e reduzindo desligamentos.

O futuro da energia certamente passa pela adoção de inovadoras tecnologias, como Internet das Coisas, Big Data, redes inteligentes, medidores inteligentes, processamento na nuvem. E essa transformação é fundamental para a implantação de cidades inteligentes, com redes elétricas inteligentes e automatizadas, controle da distribuição e redução dos tempos de falhas.

O futuro da energia está na mudança de um modelo único de alimentação centralizada, que ainda predomina atualmente no setor brasileiro, para modelos descentralizados, baseados em redes bidirecionais entre consumidores e fornecedores. Atualmente, quando a distribuição energética de uma fonte centralizada falha, ela prejudica o abastecimento de toda a rede.

Como a tecnologia irá definir o futuro da energia 

O setor de energia enfrenta dificuldades típicas da gestão de projetos longos e complexos, especialmente relacionadas com altos investimentos, uso de tecnologia avançada, gestão de riscos, requisitos regulatórios, infraestrutura, logística, além da preocupação com impactos ambientais.

Mas a implantação de inovadoras tecnologias permite otimizar todos os processos, como:

  • Construção de redes mais eficientes e inteligentes;
  • Apoio no processo de operação das redes de distribuição;
  • Gestão de ativos;
  • Engajamento da força de trabalho;
  • Redefinição do relacionamento com clientes;
  • Fortalecimento da segurança e privacidade de sistemas e das informações de clientes;
  • Saneamento de inconsistências nos cadastros técnicos e comerciais das distribuidoras;
  • Direcionamento e refinamento de ações de recuperação de receitas nas distribuidoras;
  • Conformidade com aspectos regulatórios;
  • Maior sustentabilidade no fornecimento de energia;

Medidores inteligentes e análise de dados: mais eficiência

As empresas de distribuição de energia têm investido cada vez mais em tecnologias que permitem medir em tempo real o consumo de energia para gerir e otimizar suas fontes de geração e também suas estratégias de distribuição, adotando medidores inteligentes e soluções para análise de dados.

Ao adotar os medidores inteligentes, a distribuidora de energia terá como primeiro benefício a eliminação da “perda de receita”, que geralmente é causada pela impossibilidade de medir regularmente o consumo de energia em determinadas localidades, principalmente nas áreas rurais, nas quais há dificuldade de estar presente todos os meses para a leitura manual da medição.

As cobranças então são feitas a partir de cálculo baseado no “consumo médio” dos últimos meses em que houve a medição. Além disso, quando a distribuidora não consegue realizar a medição por três meses consecutivos, a cobrança deve ser efetuada com o valor mínimo. Nestes dois cenários se configura a “perda de receita”. A partir da implantação de um sistema de automação da medição, não existe mais perda, pois o monitoramento do consumo de energia é remoto e online – algo impossível por meio da leitura de medição tradicional -, sem a necessidade da “presença física” para esta atividade. A automação da medição garante que a distribuidora faça a cobrança correta e tenha receita sem perdas.

O segundo benefício é o combate a fraudes a partir dos registros minuto a minuto de consumo e de demanda de energia disponíveis nos medidores inteligentes, possibilitando assim o levantamento do perfil de consumo, a análise e comparação que podem denotar atitudes suspeitas por parte do cliente. Consequentemente, é possível obter redução de despesas ao eliminar deslocamentos desnecessários de equipes para o trabalho de inspeção de fraudes.

Recursos Energéticos Distribuídos: tendência no setor de energia

Recursos Energéticos Distribuídos (RED – Distributed Energy Resources) são tecnologias de geração e/ou armazenamento de energia elétrica, implantadas junto a unidades consumidoras, atrás do medidor. Para o setor residencial e de PME, estudos apontam o uso de painéis solares como predominantes. Já nos setores comerciais e industriais a tendência é que a geração distribuída consistirá principalmente de fontes de cogeração (Combined Heat and Power – CGH).

A geração distribuída, a eficiência energética, o gerenciamento de demanda e o armazenamento de energia são os recursos que, atuando proximamente ao uso final da energia, são capazes de oferecer soluções – tanto do lado da oferta quanto do lado da demanda – que contribuam para o equilíbrio no atendimento energético.

Os REDs, que permitem maior participação do consumidor tanto na geração quanto na gestão do consumo da sua própria energia, contemplam:

  • Geração distribuída (GD);
  • Armazenamento de energia;
  • Veículos elétricos (VE) e estrutura de recarga;
  • Eficiência energética;
  • Gerenciamento pelo lado da demanda (GLD);

Essa nova forma de lidar com o consumo de energia, onde usuários podem vender energia para uma distribuidora local e também comercializar energia entre si, possível com a implantação de medidores inteligentes e soluções de conexões inteligentes, certamente vão transformar os sistemas elétricos, predominantemente operados com recursos de maior porte e gerenciados de forma centralizada.

CategoriesLogística,  NXT

Como IoT e AI podem realmente ajudar processos logísticos?

Na Indústria 4.0, gerenciar as cadeias de suprimentos nos processos logísticos, desde a entrega da matéria prima até a entrega do produto ao cliente final, é um grande desafio, com diversas etapas e localizações geográficas, integrando uma série de fornecedores. Gerenciar essa cadeia envolve coordenar movimento, entregas, recebimentos, alocação, armazenagem e entrega, otimizando relações e processos.

E como a IoT (Internet of Things – Internet das Coisas) e a AI (Artificial Intelligence – Inteligência Artificial) podem contribuir para otimizar os processos logísticos? Em primeiro lugar, é importante conhecer as possibilidades proporcionadas por essas novas tecnologias, as implantando em um conjunto de soluções que integrem sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores.

A chamada Logística 4.0, que integra IoT, IA e outras tecnologias nos seus processos, é caracterizada principalmente por:

  • Redução de estoques
  • Redução no tempo de produção até a entrega do produto para o cliente final
  • Processos altamente conectados
  • Informações em tempo real
  • Monitoramento virtual dos processos, operações e transporte
  • Visão integrada da cadeia de suprimentos

E quais são os principais benefícios que a IoT e a AI podem agregar aos processos logísticos?

Aumento da produtividade

A coleta e análise de dados em todas as etapas da cadeia de suprimentos permite identificar falhas que podem ser corrigidas com mais agilidade e determinar ações para eliminar futuros problemas. Com a constante geração de dados e informação, a empresa vai poder prevenir antes de remediar. Isso vai permitir, por exemplo, o agendamento de manutenções preventivas de equipamentos e a consequente redução de tempo de máquinas paradas.

Monitoramento de estoques

O uso de etiquetas de identificação por radiofrequência (RIFD) permite coletar dados de toda a cadeia de produção. Assim, é possível automatizar o rastreio de produtos — do processo de fabricação à saída para lojas e clientes.

Otimização de rotas

IoT e AI permitem planejar as melhores rotas para operações de entrega de insumos e produtos, otimizando a entrada e saída nos fornecedores e nos armazéns, com informações em tempo real sobre as condições do trânsito, horários permitidos para embarque e desembarque, condições meteorológicas, entre outras.

Qualidade na entrega

A avaria ou extravio de mercadorias estão entre os maiores problemas enfrentados nos processos logísticos. Sistemas de monitoramento e etiquetas inteligentes podem, por exemplo, rastrear as mercadorias. Ou então controlar a logística de cadeias frias, garantindo a qualidade e segurança do produto até a entrega.

Aumento na satisfação dos clientes

A partir do total controle dos processos logísticos, o cliente passa a receber informações em tempo real sobre a sua entrega, com mensagens por e-mail ou por redes sociais. Para empresas de e-commerce, por exemplo, essa capacidade é fundamental para fidelizar o cliente. Essa melhoria na qualidade da entrega se reflete em aspectos como:

  • Prazos de entrega menores
  • Status dos pedidos sempre atualizados
  • Redução de falhas
  • Preços competitivos

Outras tecnologias que impulsionam os processos logísticos

Além das soluções de IoT e das ferramentas de AI, outras tecnologias vem transformando os processos logísticos, levando mais agilidade e inteligência para toda a cadeia de suprimentos. Entre elas estão:

  • Fábrica Inteligente – Integração em tempo real com as demandas e a flexibilidade para responder de forma ágil e eficiente marcam esta revolução, combinando recursos de automação industrial com os avanços dos sistemas de computação, informação e comunicação via Internet. Assim, as linhas de montagem trocam informações entre si ao longo do processo, ao mesmo tempo em que as unidades fabris tomam decisões sobre produção, compras e estoques de forma automatizada.
  • Manufatura Aditiva – Impressora 3D – Equipamentos que possibilitarão a impressão de peças, partes e até produtos inteiros, no local desejado pelo consumidor, reduzindo custos com transporte e armazenamento de peças ou ferramentas. Funcionam quase como microfábricas próximas ao cliente final.
  • Big Data – Tecnologias e sua capacidade de coletar e analisar grande volume de dados, que podem ser aplicadas nos mais variados tipos de negócios e auxiliar empresas, de todos os portes, com informações importantes sobre seus negócios, sobre seus consumidores e, inclusive, na tomada de decisões de mercado.
  • Autoconexão e Automação – A chave para mais eficiência e competitividade logísticas. Contêineres movimentados por equipamentos e com extremada sincronia e máxima eficiência, em qualquer horário e clima, sem fadiga. Ter utilização máxima e mínimo de ociosidade é o foco do novo comércio global e a condição para ser competitivo.
  • Digital twins – Todos os ativos e processos na fábrica têm um irmão gêmeo digital, o digital twin. Essas simulações virtuais podem redesenhar toda a linha de produção em minutos e facilitar o planejamento das fábricas, com total controle e garantindo qualidade, flexibilidade e produtividade. Com os digital twins, todas as etapas são computadorizadas e softwares de análise simulam mudanças na produção e preveem como seriam os resultados no mundo real.
  • Redes Mesh – A solução de Redes Mesh garante conectividade segura, confiável, escalável e com fácil implantação e melhor custo benefício, atendendo parques fabris localizados em áreas afastadas dos grandes centros.
CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Saiba por que uma logística inteligente começa com o conceito de IoT

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes

Não é de hoje que as notícias sobre os custos logísticos no Brasil não são animadoras. Desde o ano 2000 a Fundação Cabral, através do seu Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Logística, Supply Chain e Infraestrutura, realiza a Pesquisa de Custos Logísticos. Na primeira edição do estudo, os custos logísticos representavam cerca de 10,5% do faturamento bruto das empresas.

De lá para cá, esse percentual nunca diminuiu e, na última versão, divulgada em 2018, apresentou o maior índice, alcançando 12,37% do faturamento bruto das empresas brasileiras do setor industrial. Com isso, o Brasil apresenta o maior custo logístico entre as 20 principais economias do mundo.

Como reverter essa situação? Com inteligência de negócios, baseada na “Internet das Coisas”, ou IoT (Sigla do inglês “Internet of Things”), onde caminhões, equipamentos, sensores, câmeras e muitas outras “coisas” trocam informações em tempo real. A capacidade oferecida pelas tecnologias e sistemas de IoT para integrar todos esses dados, e os transformarem em inteligência com ferramentas de Data Analytics, é que vai garantir a eficiência da cadeia logística, reduzindo custos, flexibilizando trajetos, entre outras ações que gerem mais valor para o negócio.

Se antes as empresas não conseguiam integrar seus centros de distribuição ou gerenciar a frota de caminhões (própria ou terceirizada), esse cenário muda com a chegada das tecnologias de IoT. E, internamente, dispositivos localizados em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, também trocam informações em tempo real sobre compras e estoque, otimizando a logística em toda a cadeia de suprimentos. Assim, a integração entre todas as etapas da cadeia produtiva são automatizadas e ganham inteligência.

O impacto da IoT no transporte logístico

E como o transporte é um dos maiores gargalos da logística, diversas soluções de IoT têm sido desenvolvidas para otimizar a sua gestão. Os dados enviados pelos sensores ampliam a capacidade de análise e tornam o processo de tomada de decisão mais assertivo, baseado não apenas na experiência dos gestores, mas principalmente em dados confiáveis sobre o desempenho dos ativos, condições das estradas, trânsito, monitoramento da saúde dos veículos ou comportamento dos motoristas, entre outras variáveis.

As equipes dos centros de controle de operações, por exemplo, ganham a capacidade de tomar decisões rápidas e assertivas, já que todos os processos – rota percorrida, tempo de direção, acidentes, temperatura da carga, perfil do condutor, uso de combustível e de pneu – são monitorados em tempo real.

Outra área que atinge um novo patamar com a adoção das soluções de IoT é a manutenção da frota, onde os sensores enviam dados sobre o estado do motor e notificam automaticamente os gerentes de frota sobre possibilidade ou ocorrência de danos ou falhas/panes, permitindo o agendamento de manutenções preditivas e preventivas.

Além disso, essas informações, quando transformadas em insights, podem ser usadas para limitar o desgaste do motor, reduzir os tempos e números de paradas pela necessidade de manutenções corretivas ou desnecessárias, aumentar a média de quilômetros percorridos por litro e, indiretamente, reduzir as emissões de CO2.

Assim, com todos esses dados, a empresa pode manter um histórico sobre cada veículo da frota, das rotas utilizadas para as entregas, e dos respectivos motoristas, viabilizando análises de desempenho, detecção de intercorrências, levantamento de rotas que provocam muitas perdas (sejam por sinistros, ou por danos nos produtos transportados ou manutenções recorrentes nos veículos), e, claro, reduzir custos e otimizar as entregas, gerando mais valor para os negócios e para os clientes.

A grande lição é que, apesar dos desafios na implementação de novas tecnologias, os benefícios que podem ser alcançados com a adoção da IoT superam todas as dificuldades. As empresas precisam criar uma agenda de inovação e buscar parceiros confiáveis e com a expertise necessária para seguirem juntos nessa jornada.

CategoriesImprensa

Atech participa do Workshop ITA-MIT sobre transporte aéreo

Especializada em desenvolver sistemas de gerenciamento e controle do tráfego aéreo, empresa abordará os desafios do uso de big data no setor

 

A Atech, empresa do Grupo Embraer, participa do Workshop ITA-MIT On Big Data Analytics For Air Transportation (Análises de Big Data para o Transporte Aéreo), que acontece nos dias 20 e 21 de agosto, quando especialistas do setor, entre acadêmicos, profissionais de empresas aéreas e fabricantes de aeronaves, entre outros, vão debater diversos assuntos relacionados ao tema.

O Diretor de Negócios ATM da Atech, Marcos Resende, abre o segundo dia de debates com a palestra “The challenges and opportunities of big data analytics in Air Traffic Management (Os desafios e oportunidades na análise de big data no gerenciamento do tráfego aéreo)”.

O tema, segundo Resende, é uma contribuição da indústria no estímulo e direção de temas para a pesquisa da academia. De acordo com o Diretor da Atech, o volume de informações gerado pelos diversos sistemas que atuam no gerenciamento do tráfego aéreo é enorme e pode contribuir para a melhoria de todo o sistema com o uso de big data para o cruzamento e análise de mais dados.

“Será que ao cruzar dados das redes sociais com dados do espaço aéreo, por exemplo, seria possível predizer eventos ou acontecimentos de interesse para a gestão do tráfego aéreo? E analisar as rotas atuais para identificar oportunidades de melhoria, que vão reduzir consumo de combustível e tempo de voo? Quero aproveitar o momento para jogar luz sobre alguns temas que podem ser interessantes para avançarmos ainda mais no gerenciamento do tráfego aéreo, em busca de maior eficiência e excelência nos sistemas oferecidos”, destaca Resende.

A Atech é referência internacional quando o assunto é gerenciamento e controle de tráfego aéreo. Uma das principais parceiras do DECEA (Departamento de Controle do Espação Aéreo), a Atech é responsável por desenvolver e modernizar a tecnologia empregada no sistema de gerenciamento e controle do tráfego aéreo (ATM/ ATFM) presente em 100% do espaço aéreo brasileiro. Os sistemas são diferenciados e empregam tecnologia crítica, chamando a atenção de diversos países, o que permitiu a empresa exportar para países da América do Sul e também para a Índia.

CategoriesConexões Inteligentes,  Pro

Seis razões pelas quais o seu projeto de IoT não “sai do purgatório”

A implantação de soluções de IoT (Internet of Things) oferece às empresas a capacidade de monitorar e gerenciar de forma inovadora seus ativos, enquanto fluxos maciços de dados oferecem inteligência para a melhor tomada de decisão. Mas essa jornada envolve tanto tecnologia quanto processos e, ao final, o projeto de IoT pode não apresentar o resultado esperado – pelo menos não no prazo esperado.

O não envolvimento ou definição dos itens abaixo são os pontos que geralmente impactam negativamente um projeto de IoT:

  • Partes interessadas
  • Recursos
  • Escopo
  • Risco
  • Custos e prazos
  • Conformidade

E quais são os principais cenários onde esses pontos podem fazer com o projeto de IoT não entregue o valor esperado?

Não conduzir projetos pilotos

Antes dos projetos ganharem proporções de operação real, é preciso construir business cases que comprovem os benefícios. Testes limitados e isolados no ambiente macro da empresa e de seus parceiros não costumam provar a eficiência das soluções de IoT. A conexão de ativos, processos e pessoas, tanto no ambiente interno quanto no externo da empresa, é que vai permitir a captura de dados e de eventos a partir do qual todos vão adquirir inteligência sobre comportamentos e usos e agir proativamente.

Não avaliar processos

Definir um projeto de IoT simplesmente como uma questão de tecnologia é arriscado, já que as empresas podem ignorar o valor que podem agregar avaliando e redesenhando processos e, assim, aproveitarem todo o potencial dos sistemas conectados. Para obter reais ganhos de negócio com a IoT é preciso mudar os processos. Conectar equipamentos à Internet permitirá, por exemplo, que uma empresa gerencie o ciclo de vida dos equipamentos com mais eficiência e adote modelos de manutenção preditiva. Mas se os processos operacionais não forem modificados e otimizados, o valor não será maximizado.

Não contar com dados de qualidade

Um projeto de IoT é baseado em compartilhamento de dados, atendendo a três requisitos:

  • Coleta de dados digitais vindos de sensores e/ou indo para atuadores (um display que exibe a temperatura de um motor, uma lâmpada de LED que alerta uma falha em uma esteira de linha de montagem, por exemplo)
  • Conexão com uma rede fora do equipamento
  • Capacidade de processar dados de forma automatizada

Sensores são um dos pilares da IoT e, como dos dados são “o novo petróleo”, eles é que vão gerar valor para o negócio. Por isso um ponto importante sobre os sensores está relacionado com a sua precisão. Quanto mais preciso, melhor a qualidade do dado que é capturado. Como consequência, melhor poderá ser a geração de informação analítica a partir dele.

Não investir em segurança e continuidade de negócios

Dispositivos de IoT geram uma quantidade de dados sem precedentes, tanto críticos para os negócios quanto dados pessoais sensíveis. E cada dispositivo de IoT pode ser um ponto de vulnerabilidade no ambiente tecnológico da empresa. Além disso, com as soluções de Internet das Coisas, a tecnologia passa a integrar elos da cadeia (interna e externa) que podem ainda contar com pouco suporte tecnológico. Com isso, o escopo de continuidade de negócios tende a se ampliar de maneira significativa. A cobertura da tecnologia se amplia e, proporcionalmente, a necessidade de uma gestão de riscos relacionados à segurança e à continuidade das operações.

Não criar um ecossistema de negócio

Interconectividade é a chave para o sucesso de um projeto, e é mais do que conectar dispositivos – é conectar processos internos, clientes, parceiros e fornecedores. Isso requer mudanças estruturais nas empresas, que devem abandonar modelos tradicionais de sistemas proprietários e processos rígidos, e adotar modelos colaborativos, com estruturas abertas e flexíveis onde os parceiros podem avaliar e otimizar toda a cadeia. Nenhuma empresa, implantando apenas seus próprios produtos ou serviços, pode capturar o valor da IoT por si só e certamente não com a velocidade exigida no mercado digital de hoje.

Não contar com parceiros confiáveis

Encontrar um parceiro confiável antes mesmo de iniciar seu projeto de IoT é um ponto crítico, e permite que o CIO se concentre no desenvolvimento de um roteiro detalhado, em vez de perder tempo procurando as melhores soluções e equipes. Com a presença de um parceiro, o CIO ganha uma visão 360º., com colaboradores de diversas especialidades e a expertise necessária para o desenvolvimento da nova estratégia. A implantação de projetos de IoT exige habilidades técnicas, que vão desde ciência de dados e arquitetura de sistemas, até a segurança cibernética. Mas esses especialistas também precisam ter habilidades de negócios, entendendo as necessidades e a cultura da empresa.

CategoriesImprensa Corporativa – Gestão de Ativos

Atech participa do 17º Simpósio Internacional de Confiabilidade, em Vitória

A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, participa do 17º Simpósio Internacional de Confiabilidade, onde serão abordados os principais desafios da indústria e novas ferramentas para mudança e evolução operacional para gestão de ativos.

Nessa edição, a Atech participa do evento que reúne diversos profissionais para debater como a Engenharia da Confiabilidade está se tornando fundamental para que as empresas obtenham resultados positivos na gestão de ativos e alcancem a eficiência operacional.

O SIC 2019 também conta com uma intensa programação com palestras e painéis técnicos. Entre os principais temas estão redução de riscos e custos com a aplicação de múltiplos paradigmas de inteligência artificial na manutenção preditiva e prescritiva de ativos, simulação dinâmica para análise de processos portuários, a gestão da mudança como governança para prevenção de riscos na gestão de ativos garantindo resultados sustentáveis, entre outros temas importantes.

Nessa edição, Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech, será um dos palestrantes com o tema “Analisando Riscos em uma era Digital”.

“Em mundo onde cada vez mais estamos conectados, a tecnologia já faz parte de nossas vidas, mudando nossa maneira de interagir com as pessoas e com os equipamentos. Essa nova era gera também uma mudança na perspectiva de como encaramos o risco em nosso dia a dia, desde caminhar na rua acessando o celular, na maneira que nos deslocamos utilizando plataformas de serviço de transporte e como interagimos com as ferramentas utilizadas no ambiente de trabalho, escritório e indústria”, comenta Vieira.

O painel com Fábio Vieira está programado para o primeiro dia do evento, às 17h30.

O evento acontece entre os dias 28 e 30 de agosto, em Vitória, no Espírito Santo.

“É necessário começarmos a lidar com novas maneiras de identificar o risco, mas e se este meio digital venha falhar? Estamos preparados para agir de forma rápida? Estamos trabalhando para mitigar tais impactos? Essas são algumas perguntas que teremos que responder durante uma análise de risco, e como também podemos aproveitar a tecnologia para nos auxiliar no acompanhamento destes riscos”, conclui Fábio Vieira.

O tema nessa edição do simpósio é A Confiabilidade na Gestão de Risco. O evento acontece no Golden Tulip Porto Vitória, a partir das 09h, localizado na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, nº 635, no bairro de Enseada do Suá.

Mais informações sobre o evento estão no site e as inscrições para o SIC 2019 podem ser feitas pelo endereço https://simposiodeconfiabilidade.com.br/participe-do-sic/inscricoes/