rastreamento na logística
CategoriesLogística,  Senior

Seguir e rastrear: saiba por que esse é o futuro da logística

Apesar das inúmeras tecnologias, o rastreamento ainda é um desafio para muitas empresas do setor. A exigência por informações mais rápidas e precisas e a necessidade de lidar com dados de localização, muitas vezes, sensíveis, obrigam as empresas a encontrarem um equilíbrio entre conjuntos de dados abertos e segurança de dados, algo fundamental para a logística.

No rastreamento de área local, também há alguns problemas técnicos que precisam ser resolvidos. As etiquetas RFID, por exemplo, criam muitos dados que precisam ser filtrados para que se tornem relevantes para a gestão da cadeia de suprimentos. A privacidade também é um questão que precisa ser considerada. Muitos clientes e empresas não sabem que o RFID pode conter informações confidenciais, com dados de cartões de crédito.

Entretanto, há recursos de segurança que criptografam os dados enviados para evitar vazamentos e outros ataques, e que dificultam o rastreamento ilícito de mercadorias ou clientes – apesar dessa tecnologia não ser muito implementada pelas empresas.

O futuro

Especialistas acreditam que a tecnologia de rastreamento encontre seu maior potencial nos mercados emergentes, locais que ainda não são utilizadas com frequência. O software e hardware já estão disponíveis no mercado e continuam em evolução.

Esse aprimoramento do hardware de rastreamento por GPS é uma das razões que levaram a tecnologia para mais produtos de consumo, como roteadores, câmeras e outros dispositivos. As empresas perceberam o potencial das soluções de rastreamento como parte de seus produtos ou serviços e o usam como vantagem competitiva, pois o algoritmo utilizado permite determinar a posição dos objetos com precisão, mesmo que existam obstáculos no caminho.

Empresas lançaram dispositivos de rastreamento que podem ser utilizados para localizar bagagens, chaves e qualquer outro objeto que seja possível colocar uma etiqueta. No futuro, talvez seja possível encontrar qualquer coisa, independentemente do local em se encontra.

Recentemente, novos sistemas de satélite também tornaram possível obter inteligência em tempo real em relação a qualquer embarcação. A tecnologia serve como base para muitos serviços, como sistemas de gestão de frota ou planejamento de rotas, além de estudos sobre impacto ambiental.

Mas, quando se trata de infraestrutura de comunicação necessária para apoiar o rastreamento na logística, o 5G é citado com frequência. Entretanto, apesar de ser citado a todo instante como a solução para todos os problemas de comunicação, ainda não há estudos consistentes sobre quanto tempo levará para ser implementado em todo o planeta.

Até mesmo plataformas baseadas em blockchain estão sendo lançadas para melhorar a visão de toda a cadeia de suprimentos.

Todas essas tecnologias de rastreamento serão usadas para mapear toda a cadeia de suprimentos em tempo real. O objetivo é gerar uma visão transparente de onde um determinado item está e para onde vai. No futuro, informações mais precisas e frequentes, como dados de posição em tempo real, serão adicionadas a essas plataformas, aumentando a transparência e a eficiência da cadeia de suprimentos.

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Segurança x UX: Qual relação do usuário com a segurança do sistema?

Um dos aspectos mais interessantes do processo que envolve todo o desenvolvimento de nossas soluções é como a usabilidade se torna tão importante, além de alcançar contornos muito específicos e diferente de como é tratada no mercado.

Cada sistema possui algum tipo de menu, painel de controle ou dashboard (ah, os dashboards!). Desenhar interfaces e projetar soluções sem permitir que o usuário cometa erros, como orienta Jakob Nielsen e Rolf Molich em sua quinta heurística, um dos princípios gerais do design de interface, é um grande desafio.
Definitivamente, ser uma empresa especializada em soluções para missões críticas com foco em alta tecnologia que proporciona o apoio, importante e sensível, a tomada de decisão dos clientes traz uma carga de responsabilidade muito grande.

Essas interfaces devem ser bem claras, simples e fáceis de usar, mas acima de tudo seguras.

Garantir a segurança da aplicação e do processo realizado pelo usuário, tanto com base nas normas e regras de negócio quanto na facilidade de uso e prevenção de erros do usuário é fundamental. Principalmente por nosso produto ser utilizado em tarefas tão essenciais quanto na defesa do país e das pessoas, com mísseis, armamento e monitoramento, ou no controle de tráfego aéreo e na gestão de ativos ou logística.
Estas tarefas exigem, em sua maioria, disponibilidade e redundância; Isolamento físico e digital; Suporte a decisão e consciência situacional; Tratamento e visualização de mapas; Geolocalização e uma mensageria segura. Requisitos garantidos por lei e através de normas e regulamentações que tratam de gerenciamento de riscos, processos e expectativas do cliente, impacto em mudanças de uso, além de normas e requisitos operacionais que afetam diretamente o usuário.

Como trabalhar com essas “limitações” e lidar com requisitos, por vezes, tão restritivos?

Aplicar estas heurísticas, e falando com o usuário, diretamente no desenvolvimento com várias técnicas de avaliação e testes de usabilidade tem como objetivo encontrar a melhor solução que encaixe essas regras de negócio rígidas e as necessidades do usuário por segurança e facilidade de uso.

Mantendo o processo seguro, porém agradável e respeitando a regra de negócio.

“Choosing the option that has an extreme effect should have a lot more friction than the common, innocuous one. That is to say, it should be harder to do.” — Nikhil Sonnad
Pode parecer que o design não deveria tratar disso, porém como o mesmo Nielsen retrata em seus 5 atributos da usabilidade, do livro “Engenharia de Usabilidade” de 1993, é lógico que todo sistema está suscetível a erros, mas tentar minimizá-los ajuda nesse processo. Os 05 atributos da usabilidade são:

  • Facilidade de aprendizagem
  • Eficiência
  • Satisfação
  • Facilidade de memorização
  • Segurança

“Even the best designers produce successful products only if their designs solve the right problems. A wonderful interface to the wrong features will fail.” — Jakob Nielsen

Nossa diretrizes, como time de design e empresa orientada ao usuário, são:

  • Conhecer o usuário
  • Promover confiança na interface
  • Simplificar
  • Testar e testar
  • Orientar ao usuário como executar as etapas necessárias
  • Mostrar apenas as informações necessárias
  • A explicitação é mais importante que a beleza

Acreditamos que testar com o usuário é essencial e inegociável, assim como aplicar técnicas de pesquisa e cocriação, projetando com foco nas personas e o fluxo de tarefas necessário para o usuário.

O que acontece quando uma interface é mal projetada?

As conseqüências de um design mal feito vão desde pequenos aborrecimentos até grandes desastres como o ocorrido no Havaí, em Janeiro de 2018, quando um alerta, disparado por um funcionário da Hawaii Emergency Management Agency, mobilizou a população sobre um ataque de mísseis a ilha. Este erro ocorreu enquanto era realizado um teste de rotina no sistema de alerta de emergência do estado.

Caso Havaí: https://www.fastcompany.com/90157153/don-norman-what-went-wrong-in-hawaii-human-error-nope-bad-design

Veja outros erros causado, possivelmente, por uma interface mal projetada e não testada com os usuários: https://www.cracked.com/article_19776_6-disasters-caused-by-poorly-designed-user-interfaces.html

internet das coisas na logística
CategoriesLogística,  Pro

Saiba como a Internet das Coisas vai impactar a logística

A Internet das Coisas (IoT) pode ser responsável por um enorme impacto no logístico. Embora a tecnologia de rastreamento tenha progredido nos últimos anos, a logística global é difícil de gerenciar devido à falta de transparência na cadeia de suprimentos, e muitas empresas só recebem dados sobre o transporte de seus produtos dias ou semanas após a entrega.

A consolidação de todos esses dados é uma tarefa complexa e a resolução de qualquer problema na cadeia de suprimentos é quase impossível, pois é difícil identificar exatamente onde e quando algo deu errado. Assim, os três maiores problemas logísticos são:

Falsificação

Falsificadores fazem a apropriação indevida da marca de outra pessoa, rotulam produtos falsamente ou usam componentes falsos ou inferiores para criar um novo produto. A falta de confiança do consumidor em relação a proveniência das mercadorias pode prejudicar a capacidade do fabricante de vender seus produtos.

Roubo de mercadorias

Na cadeia de suprimentos atual é muito fácil alguém assinar um formulário dizendo que recebeu 49 caixas, enquanto o correto seria 50. Para os fabricantes, é muito difícil descobrir onde o roubo ocorreu, uma vez que as informações sobre a remessa de produtos demoram para estar disponíveis.

Falta de informações precisas sobre as condições de envio

Muitos produtos precisam ser transportados dentro de condições pré-definidas. Como não há como os fabricantes monitorarem as condições em tempo real, algumas empresas de logística falsificam as informações sobre o transporte.

Como a IoT está sendo utilizada?

Dispositivos IoT podem conectar caminhões, navios e armazéns à internet e informar sobre localização e condições ambientais (temperatura, umidade e pressão). Algumas empresas já empregam esses dispositivos em suas frotas.

Embora isso seja um avanço, ainda há muitos obstáculos a serem superados para resolver os problemas na cadeia de suprimentos. Roubo e falsificação podem ser evitados e o rastreamento das condições de envio também pode ser monitorado se o transporte for feito por uma empresa que trabalhe com dispositivos e IoT, mas ainda há desafios:

Dados discrepantes

Fontes diferentes entregam informações por métodos diferentes, pois cada empresa usa seus próprios sistemas proprietários para o processo. Isso significa que o fabricante ainda precisa consolidar os dados das diferentes fontes em um processo que pode ser demorado

Exposição fora da área monitorada

Mesmo que exista o monitoramento adequado no transporte e armazéns, no momento que a mercadoria sai dessas áreas monitoradas, os dados são perdidos.

Dados não confiáveis

Empresas de logística repassam informações aos fabricantes enquanto os bens estão sob seus cuidados e o fazem por meio de seus próprios sistemas. Isso significa que as partes envolvidas precisam ter muita confiança entre si, já que dificilmente há interesse da empresa de logística em informar sobre problemas enquanto forem responsáveis pelos produtos.

Resumindo, ainda há espaço para muita inovação na logística atual e as possibilidades da IoT são enormes. Ao não focar unicamente no rastreamento, o conceito aprofunda o alcance da empresa e entrega uma melhoria nos serviços em toda cadeia de suprimentos.

CategoriesPassion For People

Compliance não é um modismo

Compliance não é um modismo. Mais do que um programa aplicado em empresas para garantir sua sobrevivência nos mercados, é uma atitude individual que, quando compartilhada por todos os membros de uma cadeia produtiva, leva a um maior nível da integridade corporativa e social.

Na recente história, encontramos inúmeros conglomerados e empresas de diferentes setores que não tiveram o nível de governança necessária para evitar operações ilícitas. O assunto, apesar de ser foco de preocupação mundial desde a década de 70, com as investigações relativas ao caso Watergate, vem ganhando força nesta última década.

Historicamente, o debate global sobre a importância do combate a atos ilícitos em transações empresariais foi o fator gerador de importantes travas, tais como o conhecido FCPA (Foreign Corrupt Practices Act), promulgado pelo governo norte americano, com o objetivo de coibir subornos transacionais por parte de empresas do país. Em 1997 a comunidade internacional conjugou esforços, universalizando instrumentos de combate à corrupção, através da Convenção sobre o Combate da Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Em 2008, o rigor na aplicação das regras cresceu para os países do G-20. Em 2010, foi promulgado na Inglaterra o UK Bribery, um ponto de suma importância para a aprovação e execução de regulamentos por outros países.

Estatística do Banco Mundial estima um desperdício de 25% a 30% do PIB (Produto Interno Bruto) nos países onde existe um elevado índice de corrupção, número que, quando comparado aos 3% relativos aos países que possuem rigor no combate e prevenção de ilícitos, mostra o quanto a sociedade perde com o tema corrupção.

Neste sentido, a busca da prática do Compliance tem sido reforçada por muitas empresas. Na Atech, este tema tem sido foco de atenção desde 2012, com vistas a garantir o mais alto nível de integridade corporativa em todas as suas atividades. Iniciou-se quando a empresa publicou a primeira versão do Código de Ética e Conduta, cujas premissas visam apresentar a todos os públicos que se relacionam com a organização suas regras de conduta, sendo este código o alicerce de uma mentalidade guardiã da integridade, a principal referência para compartilhamento dos valores e regras.

Na sequência, diversas políticas foram implementadas e outras revisitadas, visando reduzir quaisquer tipos de zonas cinzentas e prevenindo a potencial conduta ilegal, antiética e imprópria, incluindo fornecedores, clientes e parceiros de negócios, sendo a principal delas a Política Anticorrupção.

Em 2016, implantamos um canal de denúncias que permite a investigação de questões éticas e de comportamento relacionadas a possíveis violações do Código de Ética e Conduta, da Política Anticorrupção e de demais políticas internas da Atech, leis e regulamentos. Gerenciado por uma empresa terceirizada e independente, o canal possibilita que os riscos potenciais encaminhados sejam tratados de forma consistente, garantindo o anonimato do denunciante e  uma detecção mais acurada de desvios de conduta.

Desde então, o tema “Compliance e ética” tem sido foco da organização, com acompanhamentos sistemáticos de práticas e constantes treinamentos internos.

Ao adequar o comportamento ético e sustentável, a Atech não apenas protege sua imagem, mas também garante acesso aos mercados e, principalmente, a sustentabilidade do negócio.

Nestes anos de implementação de uma mentalidade de Compliance e Ética, entendemos que a comunicação constante e canais abertos são as grandes ferramentas de conhecimento em relação às regras. Quando se soma a este conhecimento a ATITUDE DO AGIR CORRETO SEMPRE, entendemos que a empresa mirou sua atuação na AÇÃO RETA E IDÔNEA, garantindo um futuro com integridade.

conectividade em cidades inteligentes
CategoriesConexões Inteligentes,  NXT

Saiba quais tecnologias de conectividade estão impulsionando as cidades inteligentes

De acordo com dados apurados pela Organização das Nações Unidas (ONU), 68% da população global viverá em cidades até 2050. Até lá, a população mundial será de 9,7 bilhões. Em 2100, esse número chegará a 11.2 bilhões.

O último relatório das ONU afirmou que, atualmente, 55% da população mundial vive em áreas urbanas. Isso significa que mais de 2.5 bilhões de pessoas viverão em cidades até 2050.

Índia, China e Nigéria juntas irão representar 35% do crescimento estimado da população urbana entre 2018 e 2050. As cidades devem se preparar para a explosão populacional.

Espera-se que o número de cidades adotando novas tecnologias que as ajudem a tornar-se cidades inteligentes aumente rapidamente nos próximos anos. Cidades inteligentes são cidades em que o planejamento urbano é concebido com o objetivo final de conectar todas as coisas utilizando tecnologia de ponta. Essa conectividade, que gera um grande volume de dados, é usada para melhorar os serviços e a infraestrutura das cidades, assim como o ambiente e a qualidade de vida dos cidadãos.

Sabendo como um planejamento urbano inteligente e sustentável impacta a todos, é crucial conhecer e entender quais são as tecnologias envolvidas na criação de cidades inteligentes e como elas podem ajudar a atingir o objetivo final de transformação urbana nas verdadeiras cidades do futuro.

Tecnologias 5G

Sem uma rede eficiente, nada é possível em uma cidade inteligente. A tecnologia 5G impulsiona o a conectividade para indústrias e para a sociedade a níveis superiores. Provedores de serviço estão ativamente trabalhando em tecnologias 5G e em como elas irão impulsionar a rede das cidades inteligentes. Sem 5G, nenhuma das tecnologias abaixo seria possível.

Sensores

Sensores são integrados em todos os dispositivos físicas que compõem o ecossistema da Internet das Coisas. De relógios inteligentes que contam passos a carros autômatos, e semáforos de trânsito.

A maior parte das tecnologias utilizadas no cotidiano possui sensores que estão coletando e transmitindo dados para a nuvem. A rede de objetos conectados, ou Internet das Coisas (IoT) interliga todos os objetos, fazendo que ele eles trabalhem em conjunto.

Internet das Coisas

A Internet das Coisas é o que mantém tudo em uma cidade inteligente conectado. É a espinha dorsal que permite cada movimento e conecta cada ponto.

A IoT oferece conexões avançadas entre dispositivos inteligentes, wearables, utensílios domésticos inteligentes, serviços, dispositivos médicos, veículos conectados, prédios inteligentes, mobilidade urbana, agricultura inteligente, e todos os sistemas e serviços que vão além da comunicação machine-to-machine (M2M).

Todas as coisas que constituem uma cidade inteligente devem estar conectadas para que possam se comunicar como partes de um todo. A IoT fornece o corpo de dispositivos de comunicação que fornece comunicação contínua, fornecendo soluções inteligentes para todas as situações e problemas.

Geolocalização

A eficiência no planejamento urbano de cidades inteligentes exige precisão na análise e uso de dados. É nesse ponto que atuam as tecnologias de geolocalização. Elas oferecem a fundação na qual todas as soluções para cidades inteligentes são estruturadas.

Tecnologias de geolocalização fornecem a localização e a estrutura necessárias para a coleta e análise de dados e informação, transformando cada dado de forma a auxiliar as soluções baseadas em software que compõem a infraestrutura das cidades inteligentes. Recursos e serviços como mobilidade urbana dependem desse tipo de tecnologia.

Inteligência Artificial

O grande volume de dados gerados pelas cidades inteligentes seria ineficiente se não fosse pelo uso da Inteligência Artificial em seu processamento, gerando informação e valor. A IA coleta, processa e analisa os dados gerados pela interação M2M gerados em contextos de cidades, infraestruturas e mercados inteligentes.

O número de solução de cidades inteligentes nas quais a IA pode ser implementada é vasto. Desde melhores nos sistemas de trânsito para gestão inteligente do tráfego até a integração segura de carros e transportes autônomos.

Além disso, o uso de IA permite que a gestão tenha um entendimento preciso de como a cidade está operando. A IA pode auxiliar no planejamento de rotas de transportes públicos autônomos, na gestão da malha energética, entregas por drones, serviços postais autônomos ou unidades de cuidados médicos, mencionando apenas algumas de suas aplicações nas cidades inteligentes.

Robótica

A colaboração entre humanos e robôs pode transformar trabalho, saúde e vida social nas cidades inteligentes do futuro. A integração de robôs nos espaços urbanos está transformando rapidamente algumas das cidades mais tecnologicamente avançadas do mundo em verdadeiras cidades inteligentes. Cidades como Dubai, Tóquio e Singapura são exemplos de como robôs podem conviver com humanos no mundo real.

Em 2020, o Japão colocará nas ruas táxis dirigidos por robôs, pensando nos turistas que que visitarão a cidade para os Jogos Olímpicos. Cadeiras inteligentes estarão preparadas nos aeroportos para os Paraolímpicos. Robôs sociais irão interagir com turistas em mais de 20 línguas diferentes, auxiliando, entre diversas funções, na comunicação com os moradores locais.

Os projetos de cidades inteligentes de Dubai incluem robôs sociais em serviços públicos, seguindo o exemplo de cidades como Roterdão, nos Países Baixos. Dubai também está utilizando robôs na vigilância e no policiamento. Após a fase de testes iniciais terminar, o país pretende substituir 25% da sua força policial por robôs até 2030.

Em Singapura, o governo nacional planeja introduzir os robôs como uma extensão física para a gestão e o controle de sistemas existentes na cidade. Tendo estudado e testado a possibilidade por anos em colação com a Airbus, robôs hoje são usados no Serviço de Postal de Singapura via drone. Os hotéis no país também utilizam drones para realizar serviços de quarto e limpar suas instalações. O país também já estuda as maneiras em que os robôs podem ser utilizados na educação pré-escolar em breve.

Tecnologias de Blockchain

A Blockchain está transformando a economia digital ao redor do mundo. No entanto, essa tecnologia ainda é relativamente inédita no cenário das cidades inteligentes. Integrar as tecnologias de Blockchain às cidades inteligentes pode ter um papel primordial na conexão de todos os serviços da cidade, ao mesmo tempo que pode impulsionar a segurança e a transparência nos serviços.

Tecnologias de Blockhain podem ser usadas em contratos inteligentes: acordos firmados entre as partes e escritos diretamente em linhas de código, que garantem a execução dos termos e pode ou não executar uma ação ao atingir parâmetros pré-estabelecidos. Contratos inteligentes permitem transações confiáveis e transparentes, mitigando a necessidade de uma parte mediadora, o que torna o processo mais fácil, barato, seguro e rápido.

A tecnologia da Blockchain pode auxiliar tarefas como a gestão de instalações, processamento de transações e compartilhamento inteligente da malha energética.

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Atech 10 Anos – Desenvolvimento e integração de sistemas com tecnologia de vanguarda 100% nacional

Você sabia que o controle e gerenciamento do tráfego aéreo brasileiro é referência em todo mundo pela tecnologia utilizada? E que onze aeroportos brasileiros estão no ranking dos mais pontuais do mundo, segundo levantamento da consultoria britânica Official Airline Guide (OAG), sendo que Guarulhos ficou em 2º lugar, com 85,28% de pontualidade? Esses diferenciais na área de controle de tráfego aéreo foram conquistados com tecnologia nacional, desenvolvida em parceria com a FAB (Força Aérea Brasileia), e têm na Atech, empresa do Grupo Embraer, o seu maior ativo.

A Atech, empresa 100% brasileira, está por trás não apenas da segurança e eficiência dos voos no Brasil, mas também de significativos projetos estratégicos na área de Defesa. É, também, a única empresa na América Latina a dominar determinadas tecnologias ligadas a sistemas de instrumentação e controle na área nuclear.

Todo esse conhecimento e expertise vem sendo acumulados ao longo de dez anos de história, que se completam em 2019. Reconhecida como a “System House” da Base Industrial de Defesa, a Atech acumula um histórico de entregas bem-sucedidas de sistemas de comando e controle e de missão voltados para as áreas civil e militar. Atuando no ciclo de vida completo dos sistemas – desde a concepção, passando pelo projeto, desenvolvimento, integração e apoio logístico integrado – a Atech tem como diferenciais a absorção dos legados existentes e a aplicação de conhecimento e expertises únicos em suas soluções, garantindo sistemas seguros, eficientes e projetados dentro da realidade de cada cenário.

Conquistando liderança em projetos tecnológicos diferenciados, como o SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia), LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica), Gripen-NG (FX-2), KC-390, H-XBR e Sistema de Gerenciamento e Defesa do Espaço Aéreo Brasileiro,  a Atech sempre primou pela busca das melhores soluções tecnológicas para seus clientes e, para isso, pautou sua atuação no uso intensivo dos conhecimentos multidisciplinares das engenharias, da ciência da computação e de outras disciplinas que, quando combinadas, levam à construção de soluções de tecnologias únicas e disruptivas.

Os diferenciais da Atech já chegaram ao exterior, onde a empresa tem deixado sua marca de excelência. O sistema de gerenciamento de tráfego aéreo desenvolvido pela empresa – Makron SkyFlow ATFM – por exemplo, já está em operação na Índia, garantindo a segurança e pontualidade dos voos daquele país. Na área de sistemas de Comando e Controle, a empresa também já acumula significativas entregas, como um complexo projeto de vigilância e defesa aérea e terrestre desenvolvido para um país da África. O projeto contempla um Sistema de C3I (Command, Control, Communications, and Intelligence) moderno e flexível, unidades de C2 (Command, Control) Móveis e Fixas, um sistema de comunicação via satélite, além da capacitação das equipes de operadores e comandos.

Aliando profundo conhecimento técnico ao dos mercados de atuação e à inovação, a empresa consolidou sua atuação e, hoje, demonstra que o Brasil pode se diferenciar no desenvolvimento tecnológico de sistemas complexos, competindo com grandes organizações mundiais.

 

Fonte: Revista Asas

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Atech completa 10 anos com expertise no desenvolvimento e integração de sistemas

Reconhecida como “System House” da Base Industrial de Defesa, a Atech, empresa do Grupo Embraer, acumula um histórico de entregas bem-sucedidas de sistemas embarcados e de comando e controle voltados para as áreas civil e militar. Essa história – que completa 10 anos – e o portfólio completo de soluções da empresa serão apresentados durante a LAAD Defence & Security 2019, que acontece de 02 a 05 de abril, no Riocentro, Rio de Janeiro (RJ).

A Atech conta com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio à tomada de decisão, com um portfólio que contém soluções inovadoras com aplicações nas áreas de sistemas de comando e controle, sistemas embarcados, segurança cibernética e tráfego aéreo, oferecendo o que há de mais moderno e disruptivo para seus clientes.

Atuando no ciclo de vida completo dos sistemas, desde a concepção, passando pelo projeto, desenvolvimento, comissionamento e apoio logístico integrado, a Atech tem como diferenciais a absorção dos legados existentes e a aplicação de conhecimento e expertises únicos em suas soluções, garantindo sistemas seguros, eficientes e projetados dentro da realidade de cada cenário.

A liderança da Atech em projetos diferenciados no Brasil, como o SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia), LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Núcleo-Elétrica) e Sistema de Gerenciamento e Defesa do Espaço Aéreo Brasileiro, demonstram a concretude no histórico de entregas da empresa para as Forças Armadas, o que permitiu sua certificação como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

Comando e Controle

Na área de sistemas de Comando e Controle, um dos exemplos mais recentes de soluções concebidas pela Atech é o complexo projeto de vigilância e defesa aérea e terrestre desenvolvido para um país da África. O projeto contempla o pleno atendimento das necessidades do cliente para um Sistema de C3I (Command, Control, Communications, and Intelligence) moderno e flexível, além de comunicação via satélite e capacitação das equipes e comandos.

O C3I Center corresponde ao core do sistema, sendo composto por um Centro de Controle de Operações Militares, responsável pelas ações de vigilância e defesa aérea e terrestre. O C3I Center conta com o suporte de unidades de C2 Móveis e Fixas, proporcionando consciência situacional, tomada de decisões assertivas, planejamento, supervisão e coordenação centralizada das ações de defesa em uma extensa área do território do país.

Outra solução presente no portfólio da Atech, que atende não apenas a Defesa, mas também a Segurança Pública, é o BMS (Battlefield Management System), sistema de C2 Tático. Nele, cada elo envolvido na operação tem a capacidade de atuar como um sensor, fornecendo vídeos, imagens, coordenadas e informações diversas, elevando o grau de consciência situacional para a tomada de decisão do comando. Com o emprego do BMS, a precisão das informações é garantida, pois o sistema concentra em um único mapa todas as informações compartilhadas pelas equipes e sensores envolvidos, proporcionando visão ampla e precisa do cenário tático.

“O sistema pode ser empregado tanto por tropas em missões de guerra, como por equipes táticas de Polícias, para a recuperação de uma área controlada por milícias ou grupos de traficantes, por exemplo”, comenta o diretor da Atech, Giacomo Staniscia.

Tecnologia Nuclear

O domínio da tecnologia nuclear é outro diferencial da Atech, acumulando conhecimentos específicos e únicos nessa área. A empresa investiu em capacitação para tornar-se uma das referências do setor na América Latina, para atender o Programa Nuclear da Marinha do Brasil. Nesse programa, a Atech é responsável pelo desenvolvimento dos sistemas de monitoramento e controle empregados no LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica), – ambiente de testes do reator a ser empregado no primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil.

Para implantação do LABGENE, a Atech atua em diversas frentes que se complementam, evidenciando sua expertise nas áreas de integração e desenvolvimento de soluções tecnológicas de alta complexidade, com destaque para o projeto das Salas de Controle, dos Sistemas de Controle e Proteção, Instrumentação e Sistemas Auxiliares, incluindo testes em fábrica e na própria planta, comissionamento, licenciamento e operação assistida. Aliam-se a isso o controle de qualidade e de gerenciamento de projetos, fundamentais para a atividade nuclear.

Sistemas de Missão Embarcados

Na área de sistemas embarcados, a Atech também conta com um expressivo número de entregas, principalmente para as Forças Armadas. Dentre tais projetos, ao longo desses 10 anos de história, destaque para o N-TDMS (Naval Tactical Data Management System), sistema tático de missão da versão operacional naval dos oito helicópteros H225M/H-XBR (Super Cougar) adquiridos pelo MD para a Marinha do Brasil, dentro do Programa H-XBR. Além do desenvolvimento do N-TDMS, em parceria com a Airbus Defense and Space, a Atech participou da integração dos sensores com o sistema de armas da aeronave, contribuindo com as bancadas de teste do sistema e os modelos de simulação correspondentes.

Nessa área, a Atech participou ainda de outros projetos de relevância, como o programa de Transferência de Tecnologia (offset) do Governo Brasileiro para o Programa P-3AM ORION, aeronave de Patrulha Marítima da FAB, atuando na modernização dos sistemas embarcados, na integração de novos sistemas à plataforma aérea e na capacitação de pessoal para manutenção dos sistemas das aeronaves.

A Atech, mais recentemente, passou a conduzir, em parceria com a FAB e com a empresa sueca SAAB, as atividades de transferência de tecnologia e desenvolvimento dos sistemas de suporte à missão, treinamento e simulação do programa F-X2. A parceria com a SAAB contempla, ainda, a participação no projeto dos caças Gripen NG (FX-2), para o desenvolvimento dos simuladores, sistemas de treinamento e de apoio terrestre (missão em solo) da aeronave, em extenso programa de Transferência de Tecnologia (ToT), que começou há dois anos.

A Atech será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System) das Corvetas Classe Tamandaré e receptora de transferência de tecnologia (ToT) em cooperação com a ATLAS ELEKTRONIK, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems, e a L3 MAPPS.

A empresa possui ainda grande experiência no desenvolvimento de soluções de simulação para as Forças Armadas Brasileiras, com sistemas simulados integrados para cenários militares, compostos por diferentes módulos: alvos aéreos, terrestres e navais; detecção de sensores; comando e controle; voo; informações de guerra eletrônica; carros de combate; artilharia antiaérea; e periscópio. O Simulador de Operações Aéreas Militares (SOpM) apresenta-se como ótimo exemplo das capacidades da Atech, permitindo a geração de cenários para treinamento de Controladores de Defesa Aérea, contemplando funcionalidades como simulação de interfaces externas; preparação, armazenamento e execução dos treinamentos; registro de dados para avaliação do aluno; execução simultânea de exercícios, entre outras.

FONTE: Defesa Aérea & Naval

CategoriesImprensa

Consórcio Águas Azuis construirá corvetas para a Marinha

A Marinha informou, na tarde desta quinta-feira (28), que o Consórcio ‘Águas Azuis’ venceu a concorrência para construção das quatro corvetas classe Tamandaré. O consórcio é formado pelas empresas Atech Negócios em Tecnologias S.A, Embraer S.A e thyssenkrupp Marine Systems GmbH (TKMS), contando com as seguintes empresas subcontratadas: Estaleiro Aliança S.A (Oceana/Grupo CBO), Atlas Elektronik e L3 MAPPs. A proposta foi enviada pelo consórcio no último dia 8 de março, junto com três outros concorrentes finalistas dashort list. O consórcio escolhido alcançou, na fase de seleção, os índices de conteúdo local de 31,6%, para o primeiro navio, e média de 41% para os demais navios da série. A proposta vencedora apresenta um projeto de um navio de propriedade intelectual da empresa alemã TKMS, baseado nos navios da classe “MEKO A100”.

As futuras corvetas da classe Tamandaré vão navegar na velocidade de 14 nós e estão projetadas ter 107,2 metros de comprimento cada, com 15,95m de boca máxima, 5,2m de calado e 3.455 toneladas de deslocamento. A propulsão contará com quatro motores MAN, e quatro diesel geradores Caterpillar.

A Empresa Gerencial Projetos Navais (Emgepron) iniciará as ações para assinatura dos contratos com a futura SPE “Águas Azuis” e a previsão é que o contrato principal e os demais contratos coligados (transferência de tecnologia, apoio logístico integrado e compensação), para obtenção de até quatro navios, sejam assinados até o final deste ano, em conformidade com as condições previstas na RFP (request for propose). A entrega definitiva dos navios à Marinha está prevista para o período entre 2024 e 2028. Os investimentos são da ordem de US$ 1,6 bilhão, com  a possibilidade da geração de cerca de 2000 empregos diretos e 6000 empregos indiretos.

O processo transcorreu ao longo de 15 meses, a partir da divulgação da RFP, em 19 de dezembro de 2017. Durante esse período foram executadas as fases de questionamentos, análise e refinamento das propostas, seguido por negociação, envolvendo a emissão de 386 circulares entre a gerência do projeto e as proponentes. Na decisão, a Marinha afirma ter se baseado em dois instrumentos principais: análise multicritério à decisão (AMD) e análise de riscos.

A Marinha destacou que a seleção contou com apoio técnico em áreas específicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A análise final foi composta por 215 critérios, com a participação dos especialistas das diretorias técnicas e do setor orçamentário/financeiro da Marinha, englobando as seguintes áreas de análises: plataforma; sistemas de combate; comunicações & TI; aeronaves; proposta comercial e tributos; capacidade técnica dos estaleiros acionais; ciclo de vida; e transferência de tecnologia, compensações e conteúdo local.

Manutenção – A Marinha informou ainda que pela primeira vez negociará, simultaneamente, a estruturação do gerenciamento do ciclo de vida dos navios, incluindo o contrato de apoio ao serviço (manutenção pós-venda). “Tal iniciativa, dependendo do sucesso alcançado, contribuirá para maior disponibilidade operativa dos futuros navios durante todo o ciclo de atividades, além de contribuir para maior perenidade de negócios para a base industrial da defesa (BID)”, diz a força naval em nota.

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OGMA facilita transporte interno com solução da Atech

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A., empresa do Grupo Embraer dedicada à fabricação e manutenção de aeronaves, contou com a solução de transporte da plataforma OKTO, da Atech, para movimentar mercadorias com mais agilidade dentro da planta, garantindo maior visibilidade da rota e atendimento do nível de serviço esperado.

Com mais de 60 pontos internos de transporte e mais de 600 solicitações de transporte diárias – das quais de 15 a 20% são críticas e precisam ser atendidas em poucos minutos – a OGMA enfrentava uma série de desafios em seus processos de transporte. Neste contexto, problemas no transporte e nas mercadorias eram comuns e não podiam ser rastreados.

A solução da Atech, integrada ao sistema de gestão usado pela OGMA, permitiu à empresa dar mais agilidade às suas operações diárias por meio de uma aplicação de gestão de rotas e de um dispositivo móvel que permite aos motoristas a comunicação de informações sobre o atendimento das solicitações de transporte, garantindo mais velocidade e melhor uso dos recursos logísticos.

Com base em características como criticidade, tipos de embalagem e tipo de material, a aplicação OKTO para transporte interno identifica a melhor forma de atender às solicitações, incluindo os melhores pontos de parada dentro da planta. A tecnologia oferece agilidade e flexibilidade na resolução de eventuais problemas relacionados à rota por meio do dispositivo móvel, em que ele informa o que está coletando ou entregando e reporta eventuais problemas com a carga, fazendo registros em foto.

Ou seja, além de oferecer maior visibilidade da rota e do transporte de itens dentro da planta, a solução da Atech gerencia as não conformidades no processo, onde é possível trabalhar para reduzir ou mesmo eliminar os erros e seu impacto no uso dos recursos, e dá a gestão as informações necessárias para otimizar a tomada de decisão e obter uma visão total dos problemas, garantindo uma operação mais segura e de qualidade.