Conheças as principais tendências em gestão de ativos para o agronegócio
CategoriesAgronegócios,  Gestão de Ativos,  Senior

Conheças as principais tendências em gestão de ativos para o agronegócio

O agronegócio no Brasil fechou 2017 registrando um aumento de 13% nas exportações em relação ao ano anterior, somando US$ 96,01 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Além das condições climáticas e geográficas brasileiras, analistas apontam que a inovação é que tem alavancado o desenvolvimento do negócio, com recursos que incorporam soluções tecnológicas, como as de gestão de ativos para o agronegócio, imprescindíveis para o ganho de produtividade.

Segundo a Secretaria Executiva da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão cerca de 67% das propriedades agrícolas do País já usam ferramentas tecnológicas, seja nos negócios, no cultivo ou na colheita.

Mas, segundo analistas da consultoria KPMG, apesar desse cenário promissor, ainda é preciso ampliar o acesso do campo às tecnologias, como as de gestão de ativos para o agronegócio, assim como a soluções de conectividade que vão permitir a coleta e análise de dados em tempo real.

Para se ter uma ideia do espaço que ainda existe para melhorias nesse ambiente altamente competitivo, o setor de agronegócio representa mais de 23% do Produto Interno Bruto – a maior participação no PIB brasileiro em 13 anos -, mas responde por apenas 2% do mercado brasileiro de tecnologia da informação.

Pequenos produtores também aderem à tecnologia

Pesquisa do Sebrae Agronegócios aponta que o pequeno produtor rural também está atento à oferta de novas tecnologias para a gestão de ativos de ativos para o agronegócio, conectividade e outros processos de digitalização dentro da fazenda que resultam em melhorias e em ganhos de produtividade.

O estudo “Tecnologia da Informação no Agronegócio”, realizado em 2017, entrevistou mais 4.500 micros e pequenos produtores rurais de todas as regiões do País e identificou que “esses produtores têm a percepção de que quanto mais informados e conectados estiverem, mais rentável e competitivo será seu negócio”, destaca Andrea Restrepo Ramirez, analista técnica da Unidade de Agronegócios do Sebrae Nacional.

A adoção de novas tecnologias nesse segmento do agronegócio também tem sido motivada pelo processo de sucessão familiar, com a entrada dos mais jovens na atividade, seja ajudando os pais ou até mesmo assumindo o negócio, o que tem contribuído para a adesão às novas ferramentas de gestão de ativos para o agronegócio e outras soluções.

Expectativas altas na venda de máquinas agrícolas

Dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que reúne sete fabricantes de máquinas agrícolas, apontam que no primeiro trimestre de 2018 a produção no setor atingiu 12 mil unidades, um leve aumento de 0,9% frente as 11,9 mil dos três primeiros meses de 2017. No âmbito das exportações, 2,9 mil produtos foram enviados para outros países – crescimento de 31,7% ante os 2,2 mil de igual período do ano passado.

As projeções do setor para o encerramento de 2018 indicam altas de 11,8% na produção, acima de 61 mil unidades, 9,9% nas exportações, que devem registrar 15,5 mil máquinas, e 3,7% nas vendas internas, chegando a 46 mil unidades.

Todas essas máquinas agrícolas trazem diversas novas tecnologias embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho.

Algumas dessas tecnologias estão sendo implantadas para atender a normas governamentais, como a PROCONVE (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), lei similar à norte-americana Tier 3 ou à europeia Stage IIA. Para que sejam atendidos os novos limites de emissões de gases poluentes para máquinas agrícolas com mais de 100cv, a norma conhecida como MAR-1 exige até 2019, além de modificações nos motores, a utilização de diesel com teor de enxofre reduzido.

Quando falamos em manutenção, as novas máquinas, com transmissões, motores, eixos motrizes e sistemas de refrigeração mais eficientes, além de mapas dos sistemas de regulagem eletrônica dos motores adequadamente calibrados para a nova tecnologia, exigem novos modelos de gestão de ativos para o agronegócio, com novos parâmetros que serão informados por cada fabricante.

Então, a solução de gestão de ativos para agronegócio que você está usando ou pretende usar na sua propriedade atende a esses requisitos? E a sua propriedade conta com uma Rede Mesh, a solução mais eficiente para levar conectividade ao campo e outras áreas remotas e de grande extensão? Só assim é possível aproveitar todas as vantagens que podem ser obtidas com o uso de soluções de gestão de ativos para o agronegócio e outras ferramentas que permitem a adoção da agricultura de precisão, com a entrega em tempo real dos dados coletados por sensores embarcados em equipamentos ou enviados por drones.

Conheça as soluções da plataforma OKTO para Gestão de Ativos e saiba como é possível aumentar a produtividade e manter a competitividade com as soluções de conexões inteligentes da Atech.