CategoriesLogística,  Senior

Saiba como facilitar a inspeção de qualidade nos processos logísticos

A área de cadeia de suprimento vem enfrentando grandes desafios para se adaptar ao conceito de Indústria 4.0, e deve atuar de forma mais abrangente, com maior visibilidade em toda a cadeia logística. Somam-se a isso as demandas de redução de custos e aumento de produtividade, em um ambiente cada vez mais competitivo. Por isso, é cada vez mais importante implantar estratégias de inspeção de qualidade nos processos logísticos, meta que pode ser alcançada atualmente com o uso de inovadoras soluções digitais baseadas na Internet das Coisas (Internet of Things – IoT)

Pesquisa realizada pela consultoria Frost & Sullivan em 2017 indica que a indústria automotiva e as verticais de manufatura são as áreas que mais estão investindo em soluções de IoT – segmentos altamente dependentes de cadeias de suprimentos e de logística eficientes. Além disso, o estudo também indica que o mercado no Brasil alcançará receitas de US$ 3,29 bilhões em 2021, considerando hardware, software e serviços diretamente ligados a soluções IoT, comprovando o apetite do mercado.

“A tecnologia começa a ser embarcada nos produtos, junto com módulos de conectividade, permitindo às empresas extrair informações sobre a experiência do consumidor, analisar e definir ações. É uma revolução centrada no consumidor, direcionada pela transformação digital”, afirma Renato Pasquini, diretor de pesquisa e consultoria em transformação digital da Frost & Sullivan para América Latina.

Fundamental para obter vantagem competitiva

Um estudo feito pela Vanson Bourne, consultoria especializada em pesquisas de mercado, aponta que nove em cada dez das 500 empresas entrevistadas já monitoram a maioria dos seus processos operacionais. Na área de transporte, 87% das empresas consideram que a IoT será fundamental para obter vantagem competitiva, permitindo interferir na gestão e otimizar seus os processos logísticos.

E, se levarmos em consideração que até 2050 a estimativa é de que a população mundial chegue a quase 10 bilhões, resultando em uma explosão na demanda de produtos e serviços, as mudanças nas cadeias de suprimentos globais será profunda, exigindo cada vez mais o uso de dados e inteligência.

Isso significa que a IoT, nesse cenário, é um diferencial para as empresas que de fato a usam como ferramenta impulsionadora para melhores resultados, transformando os processos de tomada de decisão logística, bem como processos de inspeção de qualidade dos processos logísticos, avaliando como insumos e produtos são armazenador, transportados e entregues ao cliente.

Como a IoT influencia na inspeção de qualidade dos processos logísticos

Analistas da consultoria Deloitte estão bem otimistas em relação à adoção de soluções de IoT no setor de logística. Segundo eles, o negócio da logística, que envolve o transporte de insumos e produtos pelo céu, mar, ferrovias, estradas, faz com que seja necessária a integração os dados em tempo real sobre cada modal para uma rápida tomada de decisão.

Com isso, o setor rapidamente entendeu as vantagens dos sensores e tecnologias de conexão para a inspeção de qualidade dos processos logísticos, o que o coloca como um dos mais avançados na transformação digital.

As soluções de IoT adotadas nas diversas modalidades de transporte permitem que os usuários rastreiem as suas cargas não apenas em trânsito, mas em geo-fenced– de um perímetro virtual para uma área geográfica real – a qualquer momento.

E também permite avaliar níveis de carga, vazão, temperatura, atmosfera interna, choque, movimento, combustível e óleo, chegando a pressões de pneus, abertura, fechamento da porta, ativação/desativação do dispositivo, adulteração/invasão e muito outros indicadores do estado do ativo.

Entre as maiores vantagens do uso da IoT na cadeia logística, eles destacam:


Aplicações de IoT para a cadeia logística

 

 

Monitoramento de espaço livre para armazenamento e gestão de estoque

 

 

 

Planejamento de rotas

 

 

Otimização de rotas

 

 

Gerenciamento de consumo de energia

 

Identificação e resolução de falhas

 

Sistemas podem monitorar e alertar sobre a presença de espaços livre em armazéns,
portos e estacionamentos e também rastrear de forma automática a movimentação de mercadorias e equipamentos

 

Sistemas podem identificar e avaliar eventos como acidentes de trânsito que aconteçam na rota de entrega, permitindo uma melhor previsão da data de entrega

 

 

Ferramentas podem mapear as rotas mais curtas ou mais apropriadas para cada tipo de veículo de entrega

 

Ferramentas podem monitorar e permitir a melhor tomada de decisão sobre consumo de combustível, iluminação e aquecimento e/ou resfriamento dentro de veículos e instalações

 

 

Sistemas podem monitorar frotas de veículos, aviões e navios identificando possíveis falhas e indicando necessidades de manutenção e manter as revisões atualizadas e documentadas, aumentando a vida útil da frota

 

 

Além disso, os analistas também destacam como as soluções de IoT, desde que contem com uma rede capaz de entregar os dados em tempo real, contribuem para a eficiência da cadeia e satisfação do cliente:


Aplicações de IoT para controle de
qualidade da entrega de mercadorias

 

 

Monitoramento e gerenciamento do ambiente

 

Detecção e controle
de roubos

Rastreamento em
tempo real

 

Sistemas podem monitorar e ajustar a temperatura do local onde a mercadoria está armazenada ou sendo transportada

 

Ferramentas podem ajudar a detectar quando um container é aberto sem autorização, prevenindo e reduzindo o índice de roubos

 

 

Sistemas que podem rastrear e monitorar o percurso não apenas veículos ou carregamentos, mas também de cada item que está sendo entregue

 

 

Definindo a melhor estratégia

Os objetivos e demandas de soluções IoT variam conforme a necessidade de cada player dos setores de transporte e de logística. Por isso, as empresas devem definir uma meta, escolher a necessidade de negócio que será atendida, desenvolver uma solução e construir um plano de ação.

E como o escopo irá variar não só de empresa para empresa, mas também conforme a necessidade do negócio em um determinado momento, é preciso contar com um parceiro que tenha expertise e flexibilidade para atender a essas demandas. Essa parceria é que vai ampliar a capacidade das empresas de usar e capitalizar as inovadoras soluções que darão mais eficiência à inspeção de qualidade nos processos logísticos, dentro do contexto do seu planejamento estratégico.

Conheça a solução OKTO para gestão de ativos desenvolvida pela Atech, que oferece gestão integrada dos processos logísticos. Entre em contato.

Conheças as principais tendências em gestão de ativos para o agronegócio
CategoriesAgronegócios,  Gestão de Ativos,  Senior

Conheças as principais tendências em gestão de ativos para o agronegócio

O agronegócio no Brasil fechou 2017 registrando um aumento de 13% nas exportações em relação ao ano anterior, somando US$ 96,01 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Além das condições climáticas e geográficas brasileiras, analistas apontam que a inovação é que tem alavancado o desenvolvimento do negócio, com recursos que incorporam soluções tecnológicas, como as de gestão de ativos para o agronegócio, imprescindíveis para o ganho de produtividade.

Segundo a Secretaria Executiva da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão cerca de 67% das propriedades agrícolas do País já usam ferramentas tecnológicas, seja nos negócios, no cultivo ou na colheita.

Mas, segundo analistas da consultoria KPMG, apesar desse cenário promissor, ainda é preciso ampliar o acesso do campo às tecnologias, como as de gestão de ativos para o agronegócio, assim como a soluções de conectividade que vão permitir a coleta e análise de dados em tempo real.

Para se ter uma ideia do espaço que ainda existe para melhorias nesse ambiente altamente competitivo, o setor de agronegócio representa mais de 23% do Produto Interno Bruto – a maior participação no PIB brasileiro em 13 anos -, mas responde por apenas 2% do mercado brasileiro de tecnologia da informação.

Pequenos produtores também aderem à tecnologia

Pesquisa do Sebrae Agronegócios aponta que o pequeno produtor rural também está atento à oferta de novas tecnologias para a gestão de ativos de ativos para o agronegócio, conectividade e outros processos de digitalização dentro da fazenda que resultam em melhorias e em ganhos de produtividade.

O estudo “Tecnologia da Informação no Agronegócio”, realizado em 2017, entrevistou mais 4.500 micros e pequenos produtores rurais de todas as regiões do País e identificou que “esses produtores têm a percepção de que quanto mais informados e conectados estiverem, mais rentável e competitivo será seu negócio”, destaca Andrea Restrepo Ramirez, analista técnica da Unidade de Agronegócios do Sebrae Nacional.

A adoção de novas tecnologias nesse segmento do agronegócio também tem sido motivada pelo processo de sucessão familiar, com a entrada dos mais jovens na atividade, seja ajudando os pais ou até mesmo assumindo o negócio, o que tem contribuído para a adesão às novas ferramentas de gestão de ativos para o agronegócio e outras soluções.

Expectativas altas na venda de máquinas agrícolas

Dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que reúne sete fabricantes de máquinas agrícolas, apontam que no primeiro trimestre de 2018 a produção no setor atingiu 12 mil unidades, um leve aumento de 0,9% frente as 11,9 mil dos três primeiros meses de 2017. No âmbito das exportações, 2,9 mil produtos foram enviados para outros países – crescimento de 31,7% ante os 2,2 mil de igual período do ano passado.

As projeções do setor para o encerramento de 2018 indicam altas de 11,8% na produção, acima de 61 mil unidades, 9,9% nas exportações, que devem registrar 15,5 mil máquinas, e 3,7% nas vendas internas, chegando a 46 mil unidades.

Todas essas máquinas agrícolas trazem diversas novas tecnologias embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho.

Algumas dessas tecnologias estão sendo implantadas para atender a normas governamentais, como a PROCONVE (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), lei similar à norte-americana Tier 3 ou à europeia Stage IIA. Para que sejam atendidos os novos limites de emissões de gases poluentes para máquinas agrícolas com mais de 100cv, a norma conhecida como MAR-1 exige até 2019, além de modificações nos motores, a utilização de diesel com teor de enxofre reduzido.

Quando falamos em manutenção, as novas máquinas, com transmissões, motores, eixos motrizes e sistemas de refrigeração mais eficientes, além de mapas dos sistemas de regulagem eletrônica dos motores adequadamente calibrados para a nova tecnologia, exigem novos modelos de gestão de ativos para o agronegócio, com novos parâmetros que serão informados por cada fabricante.

Então, a solução de gestão de ativos para agronegócio que você está usando ou pretende usar na sua propriedade atende a esses requisitos? E a sua propriedade conta com uma Rede Mesh, a solução mais eficiente para levar conectividade ao campo e outras áreas remotas e de grande extensão? Só assim é possível aproveitar todas as vantagens que podem ser obtidas com o uso de soluções de gestão de ativos para o agronegócio e outras ferramentas que permitem a adoção da agricultura de precisão, com a entrega em tempo real dos dados coletados por sensores embarcados em equipamentos ou enviados por drones.

Conheça as soluções da plataforma OKTO para Gestão de Ativos e saiba como é possível aumentar a produtividade e manter a competitividade com as soluções de conexões inteligentes da Atech.

CategoriesGoverno e Segurança Pública,  Sem categoria

Entenda a importância dos sistemas de segurança pública para a gestão

Além de investir no treinamento de policiais e armamento, é fundamental que a administração pública invista em sistemas de segurança que possibilitem o acompanhamento de operações de forma integrada, unificando informações dispersas em diferentes órgãos, e racionalizando a distribuição de recursos físicos, veículos e equipamentos.
Dados do 12º Anuário de Segurança Pública mostram que o investimento em segurança pública pelo Governo Federal aumentou 6,9% no último ano, chegando a R$ 9,7 bilhões. Os Estados investiram cerca de R$ 69,8 bilhões nesta área e os municípios reduziram em 2% seus investimentos, aplicando R$ 5,1 bilhões. Ao todo, foram investidos R$ 84,7 bilhões em ações de prevenção e combate à violência – o que corresponde a 1,3% do PIB e a um investimento de R$ 408,13 por cidadão.
Diante deste cenário, a Segurança Pública é um dos desafios mais importantes a serem enfrentados pela administração pública, pois, além de ser uma questão delicada e de alta prioridade para o cidadão, demanda recursos substanciais por parte dos órgãos competentes, o que não traz garantia de sucesso no combate aos problemas.
Neste contexto, os sistemas de segurança pública que proporcionem um alto nível de integração entre as diferentes plataformas e bases de dados existentes para o registro de ocorrências e as diferentes ações de combate ao crime são fundamentais na prevenção, no planejamento e na execução de operações.

Saiba como uma grande capital brasileira vem enfrentando esse desafio
Furtos, assaltos, depredações, roubos a bancos e de cargas são alguns dos problemas enfrentados por uma grande capital brasileira com o aumento da criminalidade. Nestas operações, os criminosos acabam saindo ilesos ou escapando por rodovias que dão acesso a localidades mais remotas, utilizando veículos roubados.
Apesar de contar com um sistema de monitoramento por vídeo com câmeras e radares de trânsito conectados a uma rede de dados, a cidade não conta com um Centro de Operações, em que diferentes agências e órgãos podem atuar de forma sincronizada, como forças policiais, serviços de emergência e departamento de trânsito, as diferentes agências acabam utilizando sistemas e bases de dados sem nenhuma integração, dificultando ações de inteligência na prevenção, planejamento e execução de operações.
Diante deste cenário, a Administração Pública optou pela implementação do Arkhe Governance, solução que integra bancos de dados locais e remotos, dispositivos móveis e sensores, bem como comunicação segura das informações para acompanhamento em tempo real de eventos, ocorrências e alertas, rastreamento e dispositivos de IoT.
O Arkhe Governance é capaz de coletar imagens e dados georreferenciados de sistemas de monitoramento de vídeo e tratá-los em um módulo de análise e inteligência de vídeo. Este módulo está integrado a outros sistemas que possuem base de dados de veículos roubados ou suspeitos, podendo gerar alertas ao identificar um desses veículos.
Com o aumento da eficiência das ações de segurança pública, a diminuição da criminalidade reflete diretamente no bem-estar da população, além de proporcionar uma maior eficiência na execução das operações e nos investimentos em segurança pública.

Atech oferece informação e poder para cidades inteligentes
Por meio da família de produtos Arkhe, a Atech oferece um conjunto completo de soluções voltado para a implementação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Com o Arkhe Governance, a Atech desburocratiza processos, amplia a base de dados e municia os governantes com informações precisas para o gerenciamento da cidade ou estado, por meio da integração de diferentes secretarias e órgãos públicos de uma localidade.
Além do Arkhe Governance, a Atech oferece o Arkhe BMS, que permite integrar sistemas diversos, como câmeras e radares, a centros de comando móveis para prover informações a operações policiais e de segurança, podendo ser empregado em operações policiais diversas, ações de contraterrorismo, investigações, crises de segurança, violência urbana, acompanhamento de alvos, entre outros casos de segurança pública.
Saiba mais sobre nossas soluções para Governo e Segurança Pública.

CategoriesGoverno e Segurança Pública

Saiba como a Atech contribui para a criação de cidades inteligentes

As cidades inteligentes devem gerar uma série de mudanças no modo como interagimos com o meio urbano nos próximos anos. Graças à explosão de tecnologias como big data, compartilhamento de informações e vídeos em tempo real e internet das coisas, a tendência é que, em pouco tempo, governo e tecnologia estejam totalmente integrados para promover uma gestão mais eficiente dos recursos.

Segundo a união europeia, cidades inteligentes são sistemas de pessoas que interagem e usam recursos, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida. Entre os fatores que tornam uma cidade mais inteligente estão conectividade, integração, mobilidade, sustentabilidade, inteligência e acessibilidade.

A manutenção dos ativos públicos de uma cidade, o chamado serviço de zeladoria de uma cidade, por exemplo, é uma das atividades mais impactantes do ponto de vista orçamentário e de maior visibilidade e importância para o cidadão, pois afeta diretamente a sua rotina e qualidade de vida. Ou seja, o mal funcionamento ou a depredação de vias, placas, semáforos, pontos de ônibus, praças, postos de coleta de lixo são rapidamente percebidos pela população, que cobra soluções por parte da administração pública.

Novos sistemas e tecnologias podem fazer a diferença neste cenário. A introdução de plataformas digitais pode coletar, agregar e analisar dados de diferentes fontes, resultando em cidades mais inteligentes e resilientes a problemas como esses. Ao mesmo tempo, o uso de interações em tempo real com os cidadãos por meio de dispositivos conectados deve promover maior visibilidade em relação ao estado dos recursos urbanos, dando, inclusive, um empoderamento maior ao indivíduo.

Como uma cidade do interior resolveu esse problema
Uma cidade do interior com grande extensão urbana territorial enfrentou esses desafios, tendo de lidar com diferentes secretarias por falta de integração nos níveis processuais e sistêmicos, atuando de forma independente e pouco sincronizadas. Neste contexto, a deterioração natural dos ativos públicos e, eventualmente, a ação de vândalos, prejudicavam todo o sistema de transporte, incluindo placas de trânsito, abrigos para a parada de ônibus e sinalizações em gerais.
Para lidar com esse problema de forma coordenada e efetiva, deixando de lado as respostas pontuais que não geravam resultados perceptíveis e definitivos, a Prefeitura Municipal contou com a tecnologia do sistema Arkhe Governance, da Atech, que oferece um conjunto de soluções completo voltado para a implantação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Graças ao módulo para dispositivos móveis, a Prefeitura Municipal possibilitou ao cidadão identificar o ponto em que estava ocorrendo o problema e reportá-lo, em tempo real, via aplicativo, para uma central da Prefeitura, que registra os pontos críticos e acompanha esse mapa da cidade para atualizar suas informações no menor tempo possível, planejando as devidas manutenções.

Saiba quais tecnologias vão dar mais inteligência às cidades
Além do exemplo acima, em que vimos o impacto da mobilidade para dar mais inteligência à gestão dos recursos públicos, outras tecnologias, como IoT e inteligência artificial também devem impactar os governos nos próximos anos, especialmente com a busca cada vez maior por soluções que possam gerar mais sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.
Apesar de ter de enfrentar o desafio de uma infraestrutura antiga e com pouco suporte às novas tecnologias, com o aumento do uso de dispositivos para criar casas inteligentes, a tendência é que o uso de sensores, medidores e aplicações inteligentes, aos poucos, também passem a integrar as cidades e, apoiados em tecnologias como inteligência artificial, possam dar mais agilidade à gestão urbana.
O Arkhe Governance, da Atech, é parametrizável e disponibiliza relatórios, dados históricos, alertas, dentre outras informações. Sua solução de vídeo-monitoramento, por exemplo, é integrada e equipada com recursos de inteligência artificial para acelerar o tratamento de incidentes que ocorrem no dia a dia.
Saiba mais sobre as soluções da Atech para Governo e Segurança Pública.

CategoriesPassion For People

A Atech impacta seu mundo

As iniciativas em Gestão do Conhecimento na Atech têm foco nas diferentes fases de desenvolvimento do saber, passando pela identificação do conhecimento relevante ao negócio, aplicação de práticas a fim de acompanhar, captar, preservar e disseminar este conhecimento entre os colaboradores, protegendo as informações, para que fiquem à disposição da empresa e de nossos negócios.

Dentro deste contexto, a empresa promove todos os anos o Fórum Atech, com o objetivo de disseminar e divulgar o conhecimento entre colaboradores e o público externo, aumentando a integração entre projetos e promovendo a inovação.

 Em sua 4ª edição, o evento deste ano, com o tema A Atech impacta seu mundo, trouxe uma série de palestras de especialistas em assuntos relacionados à transformação digital, inovação e sociedade, tendências em logística, segurança pública, cidades inteligentes, entre outros, em áreas como Defesa, Segurança e Governo, Gestão de Tráfego Aéreo, Mercado Corporativo, UX, segurança da informação e cyber. Com 56 palestras em três dias de evento, contou com sessões especiais e a participação de clientes e colaboradores da Embraer, que compartilharam, além de suas experiências, o conhecimento de como a tecnologia Atech faz parte de seu cotidiano.

“O uso de tecnologias já é uma realidade na vida de toda a sociedade e a Atech, como uma empresa apaixonada por tecnologia, promove um debate aprofundado sobre conectividade, inovação e sociedade, bem como discute a importância de uma sociedade sustentável e apoiada em sistemas inovadores”, explica André Lins Gonzales, responsável pela área de Gestão do Conhecimento da Atech.

Dados do IDC divulgados no primeiro semestre deste ano mostram que, até 2020, pelo menos 40% do PIB da América Latina vai se digitalizar, com o apoio de ofertas, operações e relações melhoradas digitalmente e a articulação de uma estratégia de plataforma tecnológica para a transformação digital.

“Este ano, fomos além dos temas técnicos e promovemos debates sobre o impacto das novas tecnologias na sociedade como um todo. Por isso, além do desenvolvimento de aplicações, discutimos, por meio de palestras apresentadas por profissionais da Atech e personalidades externas, como a transformação digital pode otimizar nossas atividades diárias e melhorar o processo de tomada de decisão”, afirma Gonzales.

Conheça outras práticas de Gestão do Conhecimento na Atech

Os principais objetivos da área de Gestão do Conhecimento da Atech são fortalecer o relacionamento, organizar a informação, capturar, compartilhar e transferir conhecimento, acelerando o aprendizado. Com isso, a Atech busca facilitar programas de desenvolvimento e implantação, bem como os projetos de transferência de tecnologia, acelerando a evolução de seus produtos.Esse é um dos motivos da Atech ser pioneira em inovação.

Entre as demais iniciativas da área de Gestão do Conhecimento está o projeto Pesquisador Atech, que estabelece meios para harmonizar os interesses estratégicos da empresa  com o desenvolvimento pessoal de seus colaboradores através de ações de incentivo e apoio ao ingresso e execução de projetos de pesquisa de mestrado e doutorado em instituições de ensino superior.

O objetivo do programa é contribuir com a melhoria dos processos e dos produtos da organização mediante formação continuada de capital humano e da internação de conhecimento técnico-científico e sua disseminação para suprir demandas internas e a construção / desenvolvimento de competências em áreas estratégicas para a empresa.

Outra prática é o incentivo à publicação de artigos, cujo objetivo é promover a capacidade de expressar conhecimentos sobre tecnologias, processos, projetos. Sua finalidade é comunicar resultados de pesquisas e ideias; clarificar ideias e assuntos; provar teorias ou confirmar hipóteses; contribuir para a produtividade (qualitativa e quantitativa); servir de medida em decisões; contribuir para o progresso científico e técnico e favorecer o intercâmbio científico.

Incentivos como este comprovam-se importantes para a evolução da empresa, aumentando a eficiência operacional e promovendo maior inovação, entre outros benefícios.

CategoriesPassion For People

A Gestão do Conhecimento e suas práticas no panorama da Atech

“O conhecimento e a informação são os recursos estratégicos para o desenvolvimento de qualquer país. Os portadores desses recursos são as pessoas.” Peter Drucker

A execução de um novo programa, crescimento organizacional, priorização de recursos em novas áreas e a formação de conhecimento específico necessário ao negócio, são situações que requerem grandes esforços na manutenção do conhecimento disponível para todos os membros do time e maior eficiência no fluxo de trabalho.

A Atech, uma empresa de base tecnológica que atua diretamente com o conhecimento crítico, enxergou a necessidade de preservar este ativo intangível vital para a sustentabilidade do negócio. Desta forma, criou, há alguns anos, uma área para tratar especificamente a Gestão do Conhecimento (GC).

Buscando facilitar o processo de preservação e reuso das informações, a GC mapeou o conhecimento crítico da empresa, tanto para o desenvolvimento das atividades atuais, como para a evolução dos produtos e serviços, visando o futuro do negócio.

As iniciativas em GC na Atech têm foco nas diferentes fases de desenvolvimento do saber, passando pela identificação do conhecimento relevante ao negócio, aplicação de práticas a fim de acompanhar, captar, preservar e disseminar este conhecimento entre os colaboradores, protegendo as informações, para que fiquem à disposição da empresa e de nossos negócios.

Identificação

Visando melhorar operações, processos e produtos da empresa, a Gestão do Conhecimento na Atech atua diretamente na padronização dos registros de Lições Aprendidas e na gestão da base em que são registradas. O objetivo é identificar desvios em relação ao planejamento de um projeto ou atividade, do ponto de vista positivo ou negativo, para que estes sejam captados, verificados, validados e incorporados aos procedimentos da empresa, evitando a recorrência de falhas, que estarão registradas no sistema e deverão ser consultadas antes do início das atividades, exercendo a excelência na qualidade dos serviços prestados e promovendo a melhoria contínua.

Desenvolvimento

Tendo em vista a progressão do conhecimento e dos funcionários, alinhados à estratégia e à sustentabilidade do negócio, foram criadas as Trilhas de Desenvolvimento. Trata-se de conjuntos de cursos, elaborados com base no conhecimento tácito obtido dos especialistas de cada área, que são formalizados e transmitidos por meio de treinamentos. Estes cursos são disponibilizados por módulos sequenciais, atribuídos às áreas de negócios da empresa, resultando em trilhas personalizadas, com diferentes níveis de profundidade (básico, intermediário e avançado).

Compartilhamento

Dentre um conjunto de ferramentas, o Fórum Atech foi criado pela área de Gestão do Conhecimento com o objetivo principal de compartilhar internamente as atividades em desenvolvimento, por meio de palestras ministradas por nossos funcionários. Dessa forma, permitimos que as pessoas interessadas nos assuntos abordados no evento aprofundem seus conhecimentos, gerando oportunidades de sinergia, melhorias e desenvolvimento de produtos, impactantes às áreas de negócios. O evento ocorre anualmente, com palestras de curta duração, para que os funcionários da Atech possam participar sem impactar o desenvolvimento de suas atividades.

Ainda com foco no compartilhamento do conhecimento, a área de Inovação da Atech criou o Workshop de Inovação.  Durante este evento, membros da equipe ficam alocados para dar explicações sobre os projetos desenvolvidos pela equipe durante o ano.

Proteção e Disponibilidade

Uma vez identificados e registrados, os conhecimentos precisam ser mantidos e disponibilizados de forma que sejam facilmente acessados. Para que isso seja possível, faz-se necessária uma boa estruturação das informações, de forma que sejam apresentadas de diferentes maneiras que façam sentido para as pessoas.

Assim, foram identificadas as necessidades de renovação da intranet da empresa e a criação de um Portal focado na Gestão do Conhecimento. Esta iniciativa foi tomada, conjuntamente, pelas áreas de Recursos Humanos Estratégicos, Comunicação Interna, Marketing e Gestão do Conhecimento. O portal de Gestão do Conhecimento foi posicionado de forma a ser visível e acessível por toda a estrutura organizacional da empresa, tornando o conhecimento mais relevante e disponível a todos os colaboradores.

Os portais de cada projeto e área são criados de forma incremental e sob demanda. Durante esse processo, as novas equipes envolvidas compartilham feedbacks quanto à organização da informação, de forma que o Portal e sua estrutura sempre evoluam para atender às demandas de pessoas e equipes.

Mudança Cultural

Diante do panorama dessas iniciativas, a Atech transita por um período de mudança cultural, de forma que os procedimentos relacionados à Gestão do Conhecimento passaram a fazer parte das atividades diárias da empresa, sendo incorporadas a ela, transmutando para um ambiente colaborativo, onde todos podem usufruir e melhorar constantemente seu trabalho, mantendo o dinamismo e evolução da organização e das pessoas que nela atuam. Esta evolução tem como foco aumentar a eficiência operacional, reduzir custos com retrabalho, promover maior inovação, entre outros benefícios para a empresa e todos que nela atuam.

A GC na Atech contempla outras práticas, não mencionadas neste texto. No futuro, apresentaremos novas postagens, abordando as demais iniciativas de GC na Atech. Enquanto isso, você pode clicar aqui para acessar o site da Sociedade Brasileira da Gestão do Conhecimento.

Para saber mais sobre a Atech e o que fazemos, acesse o conteúdo disponibilizado em nosso slideshare.

 

CategoriesImprensa

Atech apresenta hoje (4) e amanhã soluções para Mobilidade Urbana em evento sobre Cidades Inteligentes, em São Paulo

Sistema Arkhe Governance permite visão integrada dos modais de transporte disponíveis e da maneira como estão operando; Connected Smart Cities 2018 acontece no Centro de Convenções Frei Caneca

 

A mobilidade urbana é um dos principais desafios enfrentados pelos gestores, já que nem sempre o cidadão tem essa “facilidade de se mover”, especialmente nas grandes cidades e a falta de condições para se deslocar causa grandes transtornos e insatisfações.

Pensando nisso, a Atech oferece ao mercado de Cidades Inteligentes o ARKHE GOVERNANCE, sistema que permite a integração dos dados coletados por sensores e sistemas dos diferentes modais e serviços, disponibilizando aos gestores o status atual da situação da mobilidade urbana. Os gestores passam a tomar decisões baseadas em um cenário completo e atual e o resultado são respostas mais assertivas.

Para apresentar essa e outras soluções ao mercado, a Atech está presente hoje (4) e amanhã, no Connected Smart Cities 2018, que acontece em São Paulo (Centro de Convenções Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – Consolação).

O evento é considerado um dos mais importantes do Brasil para a geração de negócios no mercado de Cidades Inteligentes, já que participam empresas, entidades e governos, todos em busca de inovações, tecnologias e melhorias para os municípios, sejam eles pequenos ou grandes regiões.  O ambiente possibilita que os visitantes estabeleçam relações comerciais e concretizem parcerias.

No Connected Smart Cities, a Atech apresentará as suas soluções dentro do conceito de Cidades Inteligentes, por meio do Arkhe Governance, programa que garante integração, colaboração e a gestão dos dados e dispositivos de IoT (Internet of Things – Internet das Coisas), gerando informações de inteligência para o acompanhamento, em tempo real, de eventos, ocorrências e alertas; tudo dentro de um ambiente seguro. O objetivo é aumentar o nível de consciência situacional e possibilitar as melhores tomadas de decisão por parte dos administradores em todas as áreas – segurança pública, mobilidade urbana, gestão de preservação ambiental, saúde, educação.

Os painéis do Connected Smart Cities estarão divididos por temas: Cidades Conectadas; Urbanismo Sustentável; Mobilidade e Acessibilidade; Cidades Participativas e Engajadas; Cidades Empreendedoras; Cidades Prósperas; e Cidades Humanas, Resilientes e Inclusivas.

Além da participação especial com estande e o Arkhe Governance em demonstração, a Atech fará as seguintes apresentações:

 

  • 5 de setembro – das 9h às 10h30

Fórum – Palco Lapa

Tema: O papel das cidades para o desenvolvimento de uma sociedade digital e conectada

 

  • 5 de setembro – das 10h às 11h

Arena

Tema: Cidades um pra um. Governo e cidadão integrados com transparência e tecnologia através do UX (User Experience)

 

  • 5 de setembro – das 11h às 12h

Arena

Tema: Uma solução simples e econômica de IoT para pequenas cidades

 

Serão cerca de 90 painéis com mais de 300 palestrantes divididos nos palcos principais e em mais de 10 workshops paralelos.

 

Sobre o Arkhe Governance

 

O Arkhe Governance possibilita a colaboração do cidadão no processo decisório sobre os serviços oferecidos. Por meio do compartilhamento de dados e a tecnologia adotada, a solução promove um ambiente de gestão pública transparente perante à sociedade.

Com tecnologia 100% nacional, a solução emprega os mais modernos conceitos de integração de sensores, escalabilidade, dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e análise de dados.

O resultado é a garantia de informações mais confiáveis e atualizadas e a alocação ideal dos recursos da cidade.

Sobre a Atech (www.atech.com.br) – Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

 

 

Press Agency Atech – Rossi Comunicação

Valéria Rossi – Tel: + 55 11 9348-8562 – valeriarossi@rossicomunicacao.com.br

Karen Gobbatto – Tel + 55 11 3262-0884 – karengobbatto@rossicomunicacao.com.br

Denise Kelen – Tel + 55 12 55 12 98125-7800 – denisekelen@rossicomunicacao.com.br

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