CategoriesCase de Sucesso Corporativo

Energisa: Energia para o campo, com a parceria da Atech

Criar um processo de medição eficiente de energia para o campo. Esse é o objetivo da Energisa, que contratou a Atech para liderar o projeto de pesquisa e desenvolvimento de Sistema de Gestão e Otimização de Redes Mesh para Áreas Rurais.

Iniciado em 2017, o projeto da Energisa é uma iniciativa de Pesquisa & Desenvolvimento, e visa permitir a implementação de um sistema de gestão, controle e medição das chamadas Redes Mesh – uma solução de conectividade abrangente e flexível, que provê acesso a locais sem nenhuma infraestrutura de rede de comunicação.

Assim como outras empresas de distribuição, a medição do consumo de energia de clientes em áreas rurais é um dos maiores desafios da Energisa. A dificuldade de acesso acaba levando a um custo elevado para leitura manual, além da administração das intercorrências nesses processos.

Junto à dificuldade da medição manual, atualmente a empresa utiliza um sistema de medição remota de energia, com a comunicação por rede elétrica, em cerca de 40 mil clientes, que apresenta baixos índices de efetividade e erros na leitura dos dados dos medidores.

O resultado é a perda de receita por conta de um elevado número de clientes faturados pela média ou pela tarifa mínima e leituras erradas decorrentes das falhas do sistema atual. Neste sentido, as redes Mesh oferecem uma solução de medição remota de energia, com a possibilidade de implantação em larga escala para áreas rurais, a um custo-benefício mais competitivo.

Conexões Inteligentes

Há cerca de um ano, a Atech tem trabalhado na expansão das suas atividades para o foco corporativo, usando toda a experiência adquirida em áreas de governo e também na parceria com a Embraer para a realização de projetos em clientes da iniciativa privada.

Hoje, a empresa atua na área de Conexões Inteligentes, oferecendo soluções de automação da medição, redes Mesh, software embarcado e integração de sistemas de energia.

CategoriesCase de Sucesso Corporativo

Oxiteno Nordeste: confiabilidade dos ativos para ganho de produtividade

Quem está à frente de uma operação industrial sabe que um dos maiores problemas operacionais é a constante parada de máquinas para manutenção. Isso significa tempo perdido, atravancamento das operações, atrasos em entregas –o que leva, claro, à perda de receita. Por isso, muitas organizações têm investido em projetos cujo objetivo é melhorar a eficiência operacional.

Este foi o caso da Oxiteno Nordeste, que contratou a Atech para o desenvolvimento de um trabalho voltado para a confiabilidade dos ativos. Empresa do Grupo Ultra, a Oxiteno é líder no mercado nas áreas de tensoativos e especialidades químicas para a América Latina, além de oferecer soluções para os mercados de Agroquímicos, Cuidados Pessoais, Limpeza Doméstica e Institucional, Petróleo e Gás, Produtos de Performance e Tintas e Revestimentos.

O projeto desenvolvido pela Atech teve dois focos: melhoria de processos e confiabilidade dos ativos –que envolveu a análise de confiabilidade de alguns ativos para a melhoria de disponibilidade.

Na Oxiteno Nordeste, a Atech desenvolveu um projeto com foco na obtenção de mais produtividade e agilidade. O trabalho envolveu a aplicação da engenharia de confiabilidade, com foco na redução das manutenções necessárias.

O resultado foi um aumento de produtividade da empresa, que obteve uma redução na quantidade de manutenções realizadas – com um impacto positivo no resultado da organização.

Gestão de Ativos

Há cerca de um ano, a Atech tem trabalhado na expansão das suas atividades para o foco corporativo, usando toda a experiência adquirida em áreas de governo e também na parceria com a Embraer para a realização de projetos em clientes da iniciativa privada.

Hoje, a empresa atua em duas frentes importantes para a análise de processos produtivos, como no caso da Oxiteno Nordeste: Gestão de Ativos e Logística.

Para isso, a Atech criou a plataforma OKTO, um conjunto de soluções que atende empresas de diversos setores com uma solução dinâmica, capaz de operar em nível global, gerindo ativos de maneira eficiente e confiável, reduzindo os ciclos dos processos e fornecendo rastreabilidade às operações logísticas.

CategoriesCase de Sucesso Corporativo

Mineração Buritirama: mapeamento de processos-chave com a ajuda da Atech

Segunda maior produtora de manganês do Brasil e a quarta maior do mundo, a Mineração Buritirama tem registrado um salto de crescimento de suas operações, que levaram a empresa a projetar, em 2018, um volume de comercialização do metal de 1,2 milhão de toneladas, contra 300 mil produzidas em 2016.

Para suportar esse volume, a empresa desenvolveu um plano de reestruturação e crescimento de suas operações, contando com a Atech como parceira neste projeto. O plano envolveu desde a parte de geologia até logística, passando pela lavra e beneficiamento, além de investimentos na verticalização da empresa e a transferência de uma planta.

No projeto, a Atech utilizou sua expertise em operações de alta complexidade para realizar o mapeamento de todo o processo, identificando os pontos de melhoria e projetos estratégicos para a alavancagem do negócio., auxiliando tomadores de decisão da empresa a encontrar o foco do crescimento e estruturar um plano organizado de crescimento.

Durante o projeto, a Atech estruturou um projeto baseado na metodologia Kaizen, realizando o mapeamento do fluxo de valor de todo o processo produtivo, identificando pontos de melhoria – no que resultou na criação de 27 subprojetos, que darão sustentação à macro reorganização da empresa.

O resultado foi um ganho de eficiência em termos de produtividade, elevando o patamar de eficiência em vários processos da companhia como um todo, essencial para uma empresa em crescimento, e que precisa dinamizar suas operações, sem provocar uma ruptura brusca.

Foco Corporativo

Há cerca de um ano, a Atech tem trabalhado na expansão das suas atividades para o foco corporativo, usando toda a experiência adquirida em áreas de governo e também na parceria com a Embraer para a realização de projetos em clientes da iniciativa privada. Hoje, a empresa atua em duas frentes importantes para a análise de processos produtivos, como no caso da Mineradora Buritirama: Gestão de Ativos e Logística. Aliada à especialização da empresa em Segurança Digital, é possível desenvolver projetos amplos, que contemplem não somente aspectos operacionais, mas também questões estratégicas, investimentos em tecnologia, entre outros.

CategoriesAgronegócios,  Conexões Inteligentes,  Senior

Saiba como obter uma gestão integrada da manutenção de equipamentos no agronegócio

O agronegócio brasileiro busca cada vez mais profissionalização, governança, gestão, eficiência e produtividade para gerar mais valor para o negócio e cada vez mais bater recordes de produção, como em 2017, com a supersafra de 238 milhões de toneladas de grãos. A incorporação de tecnologias de agricultura de precisão, com a conexão entre máquinas e serviços, estão transformando o cenário do campo, desde rotinas, processos até a manutenção de equipamentos no agronegócio.

E as tecnologias preconizadas pela Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) que estão possibilitando essas mudanças, permitindo a coleta e a análise, em tempo de real, de uma grande quantidade de dados por meio de sensores instalados em máquinas e equipamentos. A adoção da IoT conta com apoio do governo brasileiro, que lançou no final de 2017 o Plano Nacional de Internet das Coisas, que visa acelerar sua implementação inicialmente em quatro áreas prioritárias – cidades inteligentes, saúde, agricultura e indústria.

No agronegócio, a previsão do governo é que o Plano Nacional de Internet das Coisas gere um impacto de até US$ 21 bilhões até 2025. Em todos os setores, segundo a consultoria IDC, a IoT deve movimentar, até o final de 2018, US$ 8 bilhões.

Segundo o diretor executivo da ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio) Luiz Cornacchioni, a implementação das tecnologias de IoT, com acesso a dados em tempo real, é um grande salto para o setor. “Sejam nas máquinas e equipamentos, no monitoramento ou na agricultura de precisão, as tecnologias de IoT estão cada dia mais presentes para minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados”.

O agronegócio é um setor que pode ser muito influenciado por variáveis climáticas e biológicas. Com a Internet das Coisas, a descoberta antecipada de um ataque de praga, por exemplo, pode corrigir processos e evitar perdas. “Os dados coletados pelos sensores permitem mais agilidade na tomada de decisão”, ressalta Cornacchioni.

Com os sensores instalados em máquinas agrícolas, também é possível obter uma série de informações do solo que podem orientar as ações de correção de acidez, irrigação e plantio. A IoT também é fundamental para uma melhor gestão da manutenção de equipamentos no agronegócio, transmitindo, em tempo real, dados sobre as condições de seu funcionamento e antecipando problemas e necessidade de reparos.

O futuro da agricultura brasileira

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) acaba de lançar um amplo estudo intitulado “Visão 2030 – o futuro da agricultura brasileira”, onde destaca a importância de inovadoras tecnologias para o aumento da produção com sustentabilidade ambiental e financeira, também necessárias para a implantação de estratégias de manutenção de equipamentos no agronegócio, fundamental para manter a segurança e lucratividade no campo.

Segundo os especialistas, “o aperfeiçoamento de técnicas de aquisições de dados e processamento de informações e construção de modelos para simulação de risco e avaliação da vulnerabilidade de sistemas agrícolas deve ser priorizada. Um sistema de análise de metadados terá importante impacto no apoio ao processo de tomada de decisão e será viabilizado com o uso de modernas ferramentas computacionais destinadas à interoperabilidade analítica (Analytics) de diferentes bancos de dados”.

Mas esse novo cenário, segundo a Embrapa, depende do avanço no fornecimento de tecnologia de comunicação sem fio nas propriedades rurais, o que possibilitará ao produtor enviar imagens bi/tridimensionais e dados variados, que poderão ser analisados e conferidos em tempo real.

Comunicação sem fio robusta e confiável

Em áreas remotas e de grande extensão, como é comum no agronegócio, o fornecimento de uma tecnologia de comunicação sem fio robusta, confiável, resiliente e de alta velocidade pode ser um entrave à adoção da IoT.

Sem a conectividade, não será possível ampliar o uso de inteligência no campo, já que o processo de coleta e análise dos dados será trabalhoso e os benefícios ocorrerão em ciclos mais longos.

Segundo a Embrapa, o número de aplicativos voltados para a gestão de áreas agrícolas tem se multiplicado a cada ano e, com dados mais detalhados, os agricultores ganham maior capacidade de planejamento, de produção, de garantia de qualidade e de manutenção de equipamentos no agronegócio.

E a demanda por conectividade de qualidade vem crescendo: segundo a 7ª. pesquisa de Hábitos de Mídia do Produtor Rural, realizada pela ABMRA (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio), 61% dos agricultores já possuem smartphones mas apenas 33% desse público utiliza tecnologias de agricultura de precisão, baseada em dados, para atividades como preparação do solo, plantio, análise do solo, pulverização e manutenção de equipamentos no agronegócio, entre outras aplicações.

Mas se antes a instalação de um simples ponto de conexão requeria um alto investimento em hardware e software para conectar um ponto a outro – e nem sempre é possível instalar redes convencionais – hoje as soluções de Rede Mesh conectam pontos separados por grandes distâncias com implementação rápida e fácil, ideal para aproveitar todos os benefícios que podem ser obtidos com a IoT, criando uma rede por onde todos os sensores embarcados em equipamentos e maquinários agrícolas podem compartilhar dados sobre clima, solo e estado do ativo.

CategoriesLogística,  Pro

Integração entre soluções e processos de Supply Chain permitem decisões mais assertivas

Qual é o principal objetivo da implantação de eficientes processos de supply chain? Oferecer o melhor atendimento ao cliente, com o menor custo total possível. E isso só é possível com a interação dos processos de todos os atores envolvidos nessa cadeia, aproveitando todas as vantagens oferecidas por inovadoras soluções de gerenciamento que permitem tomar decisões com menor margem de risco e operar com maiores níveis de eficiência.

Andrew Cox, especialista em supply chain, destaca oito características que determinam a eficiência do gerenciamento dos processos de supply chain:

  • Trabalhar sempre com o objetivo na perfeição da entrega de valor aos clientes
  • Produzir apenas o que é necessário e se concentrar apenas nas ações que criem fluxo de valor
  • Focar na eliminação de perdas de todo o processo operacional, como por exemplo, superprodução, tempo de espera grande, transporte, processamento inadequado, defeitos, inventários e movimentos desnecessários
  • Reconhecer que todos os membros da cadeia de suprimentos estão interessados em um mesmo objetivo que é o de acrescentar valor ao produto
  • Desenvolver relacionamentos de reciprocidade e confiança com fornecedores e clientes
  • Trabalhar com fornecedores com o objetivo de criar uma logística mais eficiente
  • Reduzir o número de fornecedores e trabalhar melhor com eles para se ter um relacionamento a longo prazo
  • Criar uma rede de fornecedores para trocar informações de redução de perdas e eficiência operacional no fornecimento de produtos e serviços

 

Transformação digital integra soluções e processos

As cadeias de suprimentos estão cada vez mais complexas e, por isso, inovadoras tecnologias e soluções estão sendo usadas para auxiliar a troca de informações e de conhecimentos, garantindo mais eficiência e eficácia. Processos de supply chain são automatizados, o que resulta em maior alinhamento, interconectividade e colaboração entre todos os envolvidos, otimizando estoques e reduzindo custos.

Essa é a realidade da Logística 4.0, como destaca Jefferson Castro, gerente de Produto da Atech. Segundo o especialista, a gestão da cadeia logística das empresas fica cada vez mais ágil à medida que aumenta automação dos processos. Com a possibilidade de migrar sistemas e soluções para a nuvem (Cloud computing), é possível integrar dados de diferentes fontes, sistemas ou tecnologias. Essa é a Logística 4.0, que integra processos também entre diferentes sistemas, e em tempo real.

Mas as possibilidades de melhoria vão além desse ponto. Com a adoção de uma plataforma tecnológica como o conjunto de soluções único para gestão de ativos e logística – OKTO – desenvolvido pela Atech, é possível conectar nuvem e Logística 4.0 para compor a logística colaborativa, onde as empresas são parceiras e compartilham recursos, “unindo forças para identificar conjuntamente oportunidades de inovação, redução de custos logísticos e, claro, aumento da eficiência operacional”.

Castro destaca que a logística colaborativa, que integra soluções e processos de supply chain desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final, garante agilidade, segurança e assertividade dos dados coletados, de modo a ampliar a competitividade de mercado das empresas parceiras, com total visibilidade das informações.

Essa integração entre soluções e processos de supply chain de todos os parceiros “além de agregar ‘inteligência’ aos processos logísticos”, diz Castro, “oferece uma visibilidade total das informações que minimiza os riscos de erro de processamento e maximiza o nível de produtividade, além de ampliar a disponibilidade de equipamentos, melhorar a programação (agendamento) do transporte de material, aperfeiçoar o uso das informações para o desenvolvimento de rotas mais inteligentes e garantir a conformidade com normas regulamentadoras”.

CategoriesSem categoria

Veja por que as organizações deveriam discutir sobre segurança digital

Em apenas dois anos o número de incidentes de segurança digital nas empresas que envolvem roubo de senhas triplicou e, segundo o último estudo global sobre ameaças realizado pelo Instituto Ponemon, foram reportados pouco mais de 2 mil ataques no período. A pesquisa investigou três tipos de ataques – roubo de senhas, ameaças internas e negligência de empregados e contratados.

O estudo identificou que o roubo de senhas é a maior ameaça à segurança digital nas empresas e, segundo Paulo Tiroli, especialista em Produtos de Segurança Digital Corporativa da Atech, “as empresas brasileiras têm vivido em um cenário preocupante de segurança digital, principalmente se levarmos em consideração diversos casos recentes de grandes vazamentos de dados, incluindo informações pessoais e senhas de acesso de milhares de internautas e até de empresas”.

Um exemplo vem de um banco inteiramente digital que, após o vazamento de dados de seus clientes, foi condenado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios a pagar uma indenização de R$ 10 milhões por danos morais. O banco foi alvo de extorsão por um hacker que invadiu seus sistemas e, como não cedeu à chantagem, foram liberadas informações como fotos de cheques, transações, e-mails, dados pessoais e senhas de quase 100 mil pessoas.

Segundo Tiroli, é preciso prevenir invasões externas, “e o investimento em ações que priorizem o comportamento do usuário, como o uso de senhas seguras no combate a golpes de phishing e de engenharia social, por exemplo, pode ser um grande diferencial. Uma única senha fraca pode ser a porta de entrada para um ataque hacker, comprometendo o desempenho dos negócios e gerando altos prejuízos financeiros, problemas de conformidade e danos à imagem das empresas”.

O estudo do Instituto Ponemon aponta que o custo de um incidente envolvendo roubo de senhas pode ser superior a US$ 600 mil, acima do custo resultante de ameaças internas e da negligência de empregados e contratados.

Hábitos que facilitam o roubo de senhas

Especialistas em segurança digital recomendam a troca constante de senhas, principalmente as usadas em serviços bancários, redes sociais, e-mails e em compras online. Mas, na verdade, o mais comum é o usuário usar uma única senha em vários serviços, pessoais e corporativos.

“Caso haja algum incidente em um serviço de e-commerce, por exemplo, o usuário pode até mudar a senha do serviço, porém, ao usar a mesma senha para acessar algum serviço corporativo, torna simultaneamente o negócio vulnerável. Ou seja, mesmo que o usuário siga todos os passos básicos para criar uma senha considerada ‘forte’, como uso de números, letras em caixa alta e baixa e caracteres especiais, se ele a usar para outros serviços, a sua suposta força vai por água abaixo”, ressalta Tiroli.

As ameaças internas que afetam a segurança digital nas empresas

Além das ameaças de roubo de senhas, funcionários mal-intencionados também podem provocar grandes prejuízos. Segundo o Comitê de Segurança e Riscos Cibernéticos da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), organização da qual a Atech faz parte, as principais causas e motivações das ameaças internas que podem afetar a segurança digital nas empresas são:

  • Sentimento de propriedade sobre as informações. Muitos colaboradores, pelo fato terem ajudado na criação ou mesmo na compilação de informações sigilosas, sentem-se donos das mesmas, confundindo uma eventual autoria com direitos sobre as informações
  • Vantagem competitiva ou mesmo concorrência futura. Em empresas comerciais ou que dependem de propriedade intelectual, conhecimento sobre contatos (e contratos), bem como tecnologias, possuem um enorme valor. Seja por mero oportunismo, seja de caso pensado, colaboradores podem extraviar informações sigilosas com intuito de usar (ou se proteger) no futuro
  • Reparação de “injustiças”. Seja qual for o motivo (real ou não), é bastante comum pessoas sentirem-se injustiçadas no ambiente de trabalho e buscarem formas de reparo ou simples vingança. Ao invés de acionar a Justiça do Trabalho, infelizmente muitos funcionários, após a sua demissão, usam informações sigilosas para chantagear a empresa ou auferir lucro vendendo os dados

Como avaliar e garantir a segurança das senhas

Tiroli afirma que um dos principais motivos para o fracasso das estratégias de segurança é colocar o usuário como o vilão do ecossistema.

“Entender o comportamento dos usuários é fundamental para estabelecer estratégias e ferramentas assertivas quando falamos de proteção dos dados. No entanto, muitas empresas pecam ao culpabilizar o usuário, pois ainda se tem a visão que o usuário precisa se adequar aos processos. No entanto, o sucesso para uma política de segurança é exatamente o contrário: é quando os processos se adequam às pessoas. Regras como senhas extensas e/ou recheadas de caracteres especiais e letras másculas são complexas para o usuário, mas não necessariamente mais difíceis de serem descobertas. Inclusive, o NIST – National Institute of Standards and Technology – recomenda o fim de senhas arbitrárias que misturam letras maiúsculas, símbolos e números. As melhores práticas atuais aconselham senhas com conteúdo semântico que faça sentido para o usuário, como por exemplo frases, pois são mais simples para o usuário, mas demandam alto poder computacional para serem descobertas.”

Assim, é preciso identificar padrões e comportamentos que possam colocar o negócio em risco, especialmente porque, na maioria dos casos, os hackers precisam de apenas uma senha para ter acesso a todas as informações sigilosas do negócio. Ao fazer um diagnóstico inicial das senhas da empresa e de como seus usuários se comportam quando precisam fazer determinadas escolhas que podem colocar as informações em risco, os responsáveis pela estratégia de segurança digital contam com informações valiosas para aprimorar suas táticas de proteção e monitoramento e começar a promover uma mudança na cultura sobre a segurança digital. Serviços como o de quebra de senha permitem que as organizações entendam o comportamento de seus colaboradores e tracem estratégias que parem de  “alimentar” hackers com informações sensíveis,  o que é essencial para qualquer processo de digitalização eficiente.

CategoriesImprensa

Linked intelligence

Brazil-based Atech (Hall 5A, Stand K387), part of Embraer, is presenting its Arkhe line, a full range of products and services for defence and public security.

Arkhe Intelligence contributes to the processing of large amounts of data and information for military or civilian missions. By supporting pattern identification, it contributes to better mission planning. In turn, Arkhe Data Analysis uses high-performance solutions for storage, distribution and analysis of data from a range of sources, such as videos, cameras, sensors, network messages and radars. An example is analysing data on regions with a high incidence of non-identified flights, cross-referenced with data on regions showing high volumes of clandestine narcotics sales, to then prompt a criminal investigation.

Fonte: Janes

Link: https://www.janes.com/article/81062/linked-intelligence-es18d5

CategoriesGestão de Ativos,  Pro

Automatização na manutenção: conheça as principais tendências

O conceito de Indústria 4.0 já deixou de ser uma utopia e, pouco a pouco, está assumindo posição de destaque na conquista de maior vantagem competitiva em empresas de alta performance, integrando sistemas, a supply chain e reduzindo custos com a automatização na manutenção, garantindo a operação da planta e evitando paradas não programadas.

Essa nova estratégia, fazendo uso da automatização na manutenção, não está mais baseada em por quanto tempo um ativo está em uso, mas sim em indicadores que mostram as condições em tempo real dos componentes. Assim, os reparos são realizados quando necessários, não com base em uma programação. Com isso, é possível reduzir paradas desnecessárias, identificar e eliminar falhas que podem não ser percebidas em uma programação baseada em tempo de uso, permitindo uma melhor gestão dos recursos de manutenção.

Uma das principais tecnologias que permitem a implantação da Indústria 4.0 é a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), conectando todos os sistemas e máquinas. Segundo a consultoria Gartner, até 2022, a IoT será responsável por uma economia de até US$ 1 trilhão por ano, e uma de suas maiores promessas é a redução do custo com manutenção. O desafio, segundo os analistas, está em oferecer uma implementação segura e robusta, que poderia, por exemplo, ser um sistema de monitoramento de baixo custo baseado em sensores simples que reportam características definidas aos servidores analíticos. O Analytics é então usado para encontrar padrões nos dados brutos e recomendar a manutenção baseada no uso e nas condições reais, e não no tempo transcorrido ou nas condições estimadas.

E como estimativas indicam que até 2020 o número de dispositivos conectados, compartilhando informações de todos os tipos, deve chegar a 50 bilhões, quando pensamos em automatização na manutenção a previsão é de que em todas as plantas industriais os ativos estarão conectados, fazendo com que seja muito mais fácil prever e identificar falhas com a IoT.

Transformando dados em inteligência com a automatização na manutenção

Segundo a consultoria McKinsey, em princípio o uso de Analytics na manutenção parece um processo simples: reunir dados, usá-los para prever a probabilidade de um ativo falhar e então usar essas previsões para direcionar as atividades de manutenção aos ativos que mais necessitam delas. Esse tipo de manutenção, segundo a consultoria, promete uma maior precisão e confiabilidade, a um custo mais baixo.

Mas problemas com a qualidade dos dados, na arquitetura de TI, nos recursos de Analytics e nas estratégias de manutenção impedem que as empresas aproveitem todos os benefícios, aumentando a disponibilidade e confiabilidade de seus ativos.

Quando bem implantada, uma estratégia de automação na manutenção com o uso de Big Data e Analytics pode se tornar cada vez mais voltada para prever as deficiências e falhas nos ativos. Assim, garantirá que as decisões sobre investimentos, manutenção e depreciação sejam mais acertadas e com menores riscos, baseadas em uma avaliação profunda do estado dos ativos.

Ao lado do uso de Analytics, outra tendência na automação na manutenção é o uso da tecnologia de aprendizado de máquina, monitorando os ativos e ao mesmo tempo aprendendo com o seu funcionamento. Assim, é muito mais fácil prever em quanto tempo o desempenho de um ativo será afetado ou mesmo em quanto tempo irá apresentar uma falha. Isso fará com que a manutenção preventiva seja mais eficiente, resolvendo possíveis problemas antes que eles se tornem uma realidade.

E todos esses dados estão a um clique nas telas dos smartphones. Atualmente não é possível pensar em automação na manutenção sem mobilidade, quando as equipes acessam dados em tempo real a qualquer hora, em qualquer lugar, agilizando a tomada de decisões, a partir de uma plataforma única, que integra todas as informações, como a solução OKTO, desenvolvida pela Atech.