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Brasil já conta com Sistema de Reserva de Infraestrutura Aeronáutica

Desenvolvido pela Atech, em parceria com a Força Aérea Brasileira, sistema auxiliará as linhas aéreas a planejar melhor seus voos e itinerários

O Brasil já conta com um Sistema de Reserva de Infraestrutura Aeronáutica (AIR, do inglês, Aeronautical Infrastructure Reservation) em operação. O novo módulo do SIGMA (Sistema Integrado de Gestão dos Movimentos Aéreos) visa atender à resolução 440 da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que define novas regras para o processo de alocação dos serviços de transporte aéreo no País. O sistema permite uma integração direta e mais ágil entre o operador aéreo e o serviço de controle do espaço aéreo gerenciado pelo CGNA (Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea).

O sucesso na operacionalização do módulo AIR do SIGMA, dentro dos prazos estabelecidos pela ANAC, se deu por meio de uma atuação ímpar das equipes do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Força Aérea Brasileira (FAB), e da Atech – empresa brasileira do Grupo Embraer.

O AIR tem o objetivo de oferecer ao operador aeroportuário, ou seja, empresas aéreas, um sistema que facilite e desburocratize o processo de consulta e reserva imediata de infraestrutura aeronáutica, ajudando as empresas aéreas no momento do planejamento de suas malhas ou voos, por meio da antecipação das capacidades e possibilidades para implantação de novos voos.

O principal diferencial do AIR é a capacidade do sistema em trabalhar com toda malha aérea da aviação regular controlada durante toda uma temporada (aproximadamente 800 mil movimentos). Esta característica, integrada à possibilidade de criar flutuações pontuais na capacidade de pista de aeroportos, permite um planejamento estratégico mais preciso e coeso, refletindo positivamente no cenário pré-tático durante a apresentação dos planos de voo repetitivos (RPLs).

O sistema foi desenvolvido para permitir que empresas aéreas realizem suas solicitações de reserva e obtenham feedback em tempo real, automatizando processos que outrora levavam mais de dois dias. Com essa sistemática, as empresas aéreas terão mais tempo para disponibilizar a venda dos serviços aéreos ao consumidor.

Em uma semana de operação, 94 usuários responsáveis pelo planejamento da aviação regular, já realizaram mais de 1.200 pedidos de reserva pelo AIR, um cenário que seria inviável sem automação da análise de propostas de voo.

Sobre a Atech (www.atech.com.br) – Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

 

Fonte: Rossi Comunicação – Assessoria de Imprensa

CategoriesLogística,  Senior

Saiba como a Internet das Coisas está transformando o transporte em indústrias altamente reguladas

As mudanças no perfil da demanda estão provocando importantes mudanças que estão permitindo à área de logística adotar uma série de tecnologias, e a Internet das Coisas tem tido um importante papel no desenvolvimento de operações com alto nível de visibilidade, um aspecto importante, especialmente no caso das indústrias altamente reguladas.

No caso do setor de saúde, por exemplo, a indústria farmacêutica deve seguir uma série de regulamentações que exigem das empresas responsáveis pelas operações logísticas um alto nível de controle sobre a distribuição de produtos, garantindo a qualidade e a conformidade dos medicamentos. Neste cenário, tecnologias baseadas em Internet das Coisas, como a instalação de sensores conectados, são uma revolução no modo como as operações logísticas são geridas, especialmente com o crescimento dos investimentos em transformação digital.

Uma pesquisa publicada no último ano pela Capgemini sobre o impacto da transformação digital na cadeia de suprimentos aponta que, entre os 337 entrevistados, 94% indicaram que a visibilidade na logística é uma tecnologia chave para ganhar mais eficiência. De acordo com o estudo, que entrevistou profissionais de mais de 20 países, 75% indicavam que a transformação digital.

Ao mesmo tempo, para 2020, 94% dos entrevistados indicaram que esperam receber mais atualizações em tempo real sobre o status de toda a cadeia de suprimentos, e 94% querem usar mais Analytics para avaliar o desempenho de seus fornecedores.

Continue acompanhando nosso post e entenda como a Internet das Coisas vai possibilitar o cumprimento desses objetivos:

Visibilidade de toda a cadeia de suprimentos

A área de logística está sempre focada em maximizar a eficiência para reduzir custos de transporte e armazenamento. Para isso, é preciso criar uma série de otimizações ao longo de toda cadeia, e a visibilidade completa é essencial para identificar pontos de melhoria, tomar decisões efetivas de maneira ágil e reduzir o tempo necessário para detectar falhas.

Dispositivos móveis, como RFID (Radio Frequency Identification), scanners de códigos de barras e outras tecnologias permitem uma visibilidade muito maior da cadeia de suprimentos e um controle mais amplo das operações. Cada vez mais empresas estão usando RFID hoje para obter mais precisão do seu inventário e processar mais rapidamente ordens de pedidos, reduzindo os custos de mão de obra.

Essa inteligência dá às organizações a possibilidade de melhorar a eficiência das operações logística em tempo real, por meio de decisões mais embasadas.

Gerenciamento da frota

No caso das indústrias altamente reguladas, a gestão da frota é importante não apenas para maximizar a produtividade e a eficiência operacional, reduzindo o downtime, mas também para garantir a qualidade dos itens durante a distribuição.

Por meio de scanners mobile, computadores e sistemas RFID, é possível ganhar uma visibilidade muito mais ampla desses ativos para garantir a conformidade com a regulamentação. Ao substituir as ordens de trabalho físicas por versões digitais, em dispositivos mobile, os técnicos economizam tempo e aumentam a relevância e a precisão dos dados. Com isso, é possível obter insights do histórico de manutenção, das peças e do inventário de registros para prevenir falhas durante os trajetos.

Com o uso de dispositivos conectados, as empresas podem capturar, compartilhar e gerir dados de todos os ativos em movimento, e o alto nível de conectividade permite às organizações se comunicar facilmente com motoristas em qualquer lugar, facilitando a tomada de decisões e a proatividade nos reparos necessários detectados por sensores implementados em contêineres e veículos em movimento.

Essa visibilidade, além de dar mais segurança aos técnicos, reduz a possibilidade de danos à carga e os custos gerados pelo downtime. Por meio desses insights, as empresas ainda podem alocar os profissionais mais preparados para diferentes ocorrências em campo e tomar ações antes que os problemas ocorram.

As soluções OKTO para Logística realizam a gestão e a governança de processos logísticos globais de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrado com sistemas industriais, administrativos e logísticos para dar às empresas o necessário para ter total controle e visibilidade às empresas de indústrias altamente reguladas.

Saiba por que redes Mesh são mais confiáveis que a sua conexão 3G e 4G
CategoriesConexões Inteligentes,  Mineração,  Pro

Saiba por que redes Mesh são mais confiáveis que a sua conexão 3G e 4G

Com arquitetura mais flexível e maior suporte às aplicações, as redes Mesh estão ganhando cada vez mais espaço globalmente, especialmente nos casos de operações em áreas mais afastadas e com infraestrutura de telecomunicações mais carente, em que as conexões 3G e 4G não são capazes de cobrir ou cumprir com os requisitos básicos de confiabilidade.

Segundo um estudo divulgado no último ano pela empresa de pesquisa Transparency Market Research (TMR), levando em consideração os mercados na América do Norte, na América Latina, Ásia Pacífico, Europa, e Oriente Médio e África, uma porção significativa da receita gerada pelo mercado de redes Mesh vem dos investimentos nos setores de mineração, energia e distribuição de água, gás e óleo, especialmente na América Latina, no Oriente Médio e na África, considerados os mercados mais lucrativos para a aplicação de redes Mesh nessas indústrias.

No caso da indústria mineradora, os investimentos em aplicações de segurança, muitas vezes, ligadas a sensores que exigem conectividade com alto nível de confiabilidade, tem impulsionado os investimentos. A área de gestão de integridade das barragens, por exemplo, é uma das que estão recebendo investimentos para ir além do cumprimento das leis nacionais, otimizando operações e garantindo mais confiabilidade às práticas diárias de manutenção e monitoramento de condições dos empreendimentos.

Nos setores de utilities (energia, água, gás e óleo), as iniciativas relacionadas à adoção de medidores inteligentes são o maior destaque no aumento da demanda por redes Mesh, substituindo os velhos medidores que exigiam o deslocamento constante de técnicos para coletar as informações de consumo. Com uma conexão baseada em redes Mesh, as empresas transferem dados em tempo real, criando análises mais rápidas e precisas.

No Brasil, a implementação de tecnologias para medidores inteligentes tem ido ao encontro da Tarifa Branca, um modelo de tarifação que começou a valer no início de janeiro para usuários que optarem pela cobrança de acordo com o dia e o horário do consumo de energia. Como os medidores inteligentes permitem medir o consumo dos usuários minuto a minuto, as distribuidoras de energia elétrica podem oferecer esse modelo de cobrança, economizar no deslocamento de funcionários e ainda melhorar o gerenciamento dos serviços.

Entenda como funcionam as redes Mesh e suas vantagens

As redes Mesh têm sido utilizadas em uma série de aplicações de missão crítica, especialmente no setor minerador, em que dão conectividade a uma série de ativos que passam a enviar dados em tempo real por meio de dispositivos conectados, informando, minuto a minuto, as condições dos equipamentos.

Diante deste cenário, as redes Mesh têm emergido como uma solução de custo-benefício atrativo para comunicações sem fio, especialmente devido à sua fácil e rápida implantação, tornando-se um fator crítico em operações que exigem um alto nível de estabilidade e confiabilidade.

Ao investir em conexões 3G e 4G para conectividade sem fio, as empresas esbarram em uma série de obstáculos que tornam mais lenta sua implementação e, mais tarde, a adição de novos elementos, como a necessidade de Estações Rádios Bases – ERBs, que, além de implicar em um alto investimento, não são garantia de uma conectividade estável e do fim dos chamados “pontos cegos”.

As redes Mesh, por outro lado, permitem que os dispositivos atuem de forma descentralizada, sem que sejam necessários várias ERBs para expandir a conexão. No caso dos medidores inteligentes, por exemplo, cada equipamento se comunica com o que está mais próximo dele, passando os dados de dispositivo para dispositivo até, finalmente, chegar a um concentrador.

Assim, cada medidor tem múltiplas opções de roteamento, otimizando continuamente a topologia da rede para se adequar às mudanças, evitando falhas. Caso um dispositivo na rota atual falhe, por exemplo, os medidores podem rapidamente encontrar outro dispositivo em uma nova rota capaz de enviar os dados à concessionária de energia responsável. Ou seja, além de reduzir os custos de infraestrutura, as empresas dispõem de uma rede muito mais confiável e com alto nível de disponibilidade.

As soluções de Conexões Inteligentes da Atech dão mais confiabilidade às suas operações, permitindo gerenciamento e configuração remotos a uma série de indústrias. A solução de redes MESH da Atech oferece às concessionárias de energia capacidades como diagnóstico em tempo real e monitoramento da saúde da estrutura da rede, dando mais precisão aos dados coletados e possibilitando a identificação mais ágil de falhas que possam impactar o negócio. Conheça aqui nossas soluções de Conexões Inteligentes.

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A Atech, a mais nova associada da Aben, conversou sobre sua atuação, entre outros, no mercado nuclear brasileiro

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Selecionada para desenvolver todo o sistema de proteção e controle no Labgene, Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica, parte do Programa Nuclear da Marinha, a Atech atua no mercado brasileiro desde 2009, com perspectivas de expansão para outros mercados. A mais nova associada da Aben é uma empresa do grupo Embraer.

O diretor de Negócios da Atech, Giácomo Feres Staniscia, conversou conosco sobre a empresa.

Gostaríamos que falassem sobre a Atech, empresa do Grupo Embraer. Qual sua principal linha de atuação da empresa?

Reconhecida como uma system house brasileira, especializada em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio à tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema de gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro e implantou, no Brasil e no exterior, diversos projetos de vigilância, tráfego aéreo, defesa, sendo reconhecida, pela sua atuação, como empresa estratégica de defesa junto ao Ministério da Defesa do Brasil.

Quando a Atech foi criada?

A Atech SA atua no mercado desde 2009, tendo sua origem alicerçada no desenvolvimento e implantações de sistemas críticos desde a década de 1980, quando da implementação de soluções tecnológicas e integrações de sistemas complexos nos mercados de Defesa e tráfego aéreo. Hoje, traz como legados projetos de desenvolvimento e integração de sistemas, simuladores, sistemas de tomada de decisão, sistemas de missão embarcados e de instrumentação e controle na área nuclear, entre outros, que permeiam todo o ciclo de conhecimento das engenharias.

A empresa tem escritórios em São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro. Quantos funcionários a empresa possui em cada local?

A maior parte do efetivo concentra-se entre São Paulo e São José dos Campos. Nas duas, trabalham 440 funcionários. A empresa possui, ainda, escritórios no Rio de Janeiro e em Brasília.

Há planos de expansão? Em caso afirmativo, para quais cidades?

A Atech é uma empresa bastante dinâmica, adaptando-se às necessidades do mercado e garantindo estrategicamente a preservação do conhecimento adquirido. De acordo com as entregas e demandas específicas dos projetos, mantemos equipes em outras localidades. Atualmente a empresa trabalha num forte programa de crescimento na área internacional.

Quais os principais projetos em andamento e quais são os planos para o futuro? Qual a perspectivas de negócios?

A Atech possui atuação em três mercados principais – Defesa e segurança pública, ATM (gerenciamento de tráfego aéreo) e B2B. Cada unidade de negócio tem focos específicos e projetos em andamento. No tráfego aéreo, por exemplo, é responsável pelo desenvolvimento a atualização de todo o sistema brasileiro, em parceria com a Força Aérea Brasileira. Na área de Defesa, está presente nos principais projetos estratégicos das Forças Armadas, tais como o sistema de defesa aérea, sistemas embarcados e de apoio em solo para os caças Gripen, Helicóptero EC225M e aeronave P3AM, além da importante presença no Labgene (Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica), parte do Programa Nuclear da Marinha. Esses projetos e os demais em que a Atech atua possuem perspectivas de expansão, já que a organização tem trabalhado em parceria com empresas internacionais, absorvendo tecnologia para o país e exportando know how e tecnologias de ponta para outros países.

Quais os principais desafios pela frente, tendo em vista que ainda estamos em um período de recuperação financeira e retomada de crescimento no Brasil?

Com o contingenciamento dos projetos estratégicos e mudança dos cronogramas, o maior desafio é manter a equipe focada e preservar o conhecimento adquirido, para que possamos produzir de acordo com as novas datas e diretrizes apresentadas pelos nossos clientes das Forças Armadas. Apesar deste cenário de restrição orçamentária, vivenciado nos anos anteriores, a Atech vem mantendo um consistente histórico de crescimento em sua receita. Estar em total sintonia e desenvolver uma relação de parceria é, hoje, nossa principal meta junto aos clientes nacionais e, frente ao período de recuperação financeira do país, ampliar as oportunidades internacionais.

Em relação à área nuclear, a Atech atua nas áreas de instrumentação e controle? Atua, também, em outras áreas?

A Atech foi selecionada para desenvolver todo o sistema de proteção e controle do Labgene. A empresa também é responsável por integrar os demais sistemas auxiliares que vão operar dentro do Labgene, bem como pelo desenvolvimento dos softwares de controle da planta. O escopo de atuação engloba ainda a integração das salas de controle, atividades de treinamento e operação assistida, além de suporte ao comissionamento da planta como um todo.

Qual a expertise de seu corpo funcional no setor nuclear?

O Labgene, além de ser extremamente complexo e singular, algo novo para o Brasil, trouxe muito do conhecimento de uma nova área para a Atech, a nuclear. A empresa conta, atualmente, com mais de 40 profissionais trabalhando diretamente no projeto do Labgene. Na área nuclear, além de necessitar de uma equipe altamente qualificada e especializada, os processos exigem certificações específicas, emitidas por órgãos independentes e que atendem a requisitos internacionais. Isso resultou na definição de processos internos e específicos para o projeto. Os sistemas e softwares desenvolvidos precisam ser certificados na área nuclear, obedecendo a normas bastante rigorosas, e demandando um alto nível técnico requerido dos profissionais envolvidos. Dentre as expertises específicas, podemos citar: neutrônica, sistema de segurança, sistemas de controle e automação, monitoramento de radiação, monitoração sísmica, monitoração preditiva, instrumentação nuclear, engenharia de sistemas, gestão da cadeia de suprimentos, gerenciamento e engenharia, gestão da configuração, engenharia de fatores humanos, qualidade de produto, comissionamento, apoio ao licenciamento, instalação e montagem de sistemas e salas de controle.

Quais são os principais parceiros e clientes no setor nuclear?

Além de adquirir conhecimentos únicos na área nuclear, a Atech vem atuando com parceiros em todo o mundo para o fornecimento de itens, em função da própria necessidade do Programa. Sempre que possível, são identificados parceiros nacionais. Configuram-se como principais parceiros empresas de nível mundial e com experiência consolidada no setor nuclear.

Poderiam nos falar as perspectivas de novos negócios no setor nuclear?

Há cinco anos, entrar na área nuclear foi algo novo para a Atech e esse projeto capacitou a empresa a atuar no setor, principalmente nas áreas de instrumentação e controle nuclear. Com a conclusão do projeto de implantação do Labgene, a Atech poderá dar todo suporte à Marinha do Brasil em futuras fases do Programa Nuclear, já que a empresa passou a deter uma tecnologia exclusiva e presente em poucos países. A empresa também adquiriu know how para contribuir em projetos futuros, como plantas de energia nuclear, desenvolvimento de simuladores nas áreas de controle e até mesmo integrar legados existentes em projetos futuros do Governo e das Forças Armadas.

Por que a Atech se filiou à ABEN?

A Associação Brasileira de Energia Nuclear é uma das entidades mais representativas do setor de energia nuclear, congregando empresas, pesquisadores e profissionais que atuam na difusão e disseminação de informações e novidades nessa área. Ao atuar no Programa Nuclear da Marinha, a Atech sentiu a necessidade de partilhar com a sociedade tais conhecimentos e buscou na ABEN essa parceria estratégica. A Atech foi escolhida pela Marinha Brasileira para ser responsável pela Instrumentação e os sistemas que implementam o controle e proteção do LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Núcleo Elétrica). Nossa filiação visa dar mais representatividade às empresas brasileiras que atuam no setor de energia nuclear e garantir que tenhamos condições de atender as demandas nacionais, além de contribuir com o crescimento do setor nuclear no Brasil, atuando em cooperação com as demais associadas.

Gostaria de dar uma palavra final?

Nessas décadas de história, a Atech consolidou-se como empresa parceira do Governo e das Forças Armadas, ao deter o conhecimento sobre tecnologias críticas. Com esse projeto, o conhecimento derivado da participação no Labgene tem sido muito rico e, certamente, eleva a Atech a um novo patamar, consolidando sua posição de parceira estratégica também na área nuclear. Sentimo-nos honrados em fazer parte da ABEN e temos a certeza de que a Atech encontra-se pronta e capacitada para trabalhar em parceria com outras empresas do setor.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column][/vc_column][vc_column][/vc_column][/vc_row]

 

Fonte: Portal ABEN – Associação Brasileira de Energia Nuclear

visibilidade no setor de energia
CategoriesConexões Inteligentes,  Pro

Saiba como a Atech ajuda concessionárias a ter mais visibilidade dos custos

Com cada vez mais sensores, equipamentos, medidores, máquinas e câmeras facilitando o monitoramento e o controle de processos, as concessionárias de energia elétrica precisam contar com sistemas eficientes para obter a visibilidade necessária de suas operações e, consequentemente, de seus custos, para otimizar continuamente a gestão da distribuição e medição.

Saber exatamente quanto cada consumidor está gastando, por exemplo, é fundamental para que o setor de distribuição de energia seja capaz de gerenciar seus recursos de maneira mais eficiente, e os antigos medidores de consumo não são capazes de atender essa demanda, especialmente porque exigem o deslocamento de técnicos para coletar as informações de consumo.

Diante deste cenário, as concessionárias de energia elétrica têm pouca visibilidade das suas operações, enfrentando uma série de desafios na otimização de serviços, na adoção de novos modelos de cobrança e na identificação de fraudes.

A Atech oferece um conjunto completo de Conexões Inteligentes que dão às concessionárias de energia elétrica as ferramentas necessárias para lidar com a avalanche de informações geradas por múltiplos equipamentos, dando às empresas um panorama completo de suas operações para identificar oportunidades de otimização e reduzir custos.

Continue acompanhando nosso post e veja como nossas soluções ajudam o setor elétrico a vencer seus principais desafios:

Otimize a entrega de serviços de distribuição de energia

De acordo com um estudo feito pela Frost & Sullivan, divulgado em 2017, o modelo de negócios de energia está mudando de uma abordagem centralizada para um mundo de energia distribuída. Diante deste cenário, o mercado mundial de medidores inteligentes cresceu de 40 milhões de unidades em 2011 para 60 milhões em 2015, com previsão de chegar a quase 100 milhões até 2018.

De acordo com o relatório, isso deve levar a padrões de consumo mais inteligentes por meio da gestão eficiente da eletricidade. Ao mesmo tempo, espera-se que o setor de energia seja capaz de oferecer serviços que atendam às necessidades dos clientes e a experiência em geral, levando a uma convergência do setor com outras indústrias.

Uma infraestrutura de conectividade eficiente é fundamental para atender essas necessidades. Tecnologias como redes Mesh, dando conectividade a medidores inteligentes, vão permitir que as concessionárias tenham uma visibilidade maior por meio de informações em tempo real, identificando mais facilmente falhas de fornecimento.

Por meio de sistemas de automatização da medição, as empresas vão ainda poder dispor de um histórico de consumo de seus clientes, possibilitando a criação de perfis de carga e otimizar recursos para personalizar o atendimento e o fornecimento de serviços que vão além do fornecimento de energia, como serviços de consultoria e programas de resposta à demanda, que agregam mais valor ao fornecimento de energia, especialmente para os clientes industriais.

As soluções de redes Mesh e o Sistema de Automação da Medição, da Atech, dão às empresas a possibilidade de conectar medidores inteligentes, independente da infraestrutura de telecomunicações da região, e dar mais agilidade na análise e gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota de medição, registradas pelos medidores de energia elétrica, fornecendo os recursos necessários para melhorar a gestão de distribuição pelas concessionárias de energia.

Adote novos modelos de cobrança

A implementação da tarifa branca no início de 2018 abriu uma série de oportunidades para o setor elétrico, que agora podem oferecer aos consumidores a possibilidade de serem cobrados de acordo com o dia e o horário de consumo.

A medida deve trazer uma série de benefícios ao setor de energia, uma vez que  a demanda e a oferta de energia variam ao longo do dia e a situação fica mais crítica no período do final da tarde e o início da noite, quando a demanda por energia é muito grande, os sistemas elétricos operam perto dos seus limites, e é neste patamar de energia que os projetos de novas redes e subestações deve ser considerado.

A área de Conexões Inteligentes da Atech começou, ainda em 2017, a testar seu novo Sistema de Automação de Medição para atender a esse novo modelo. Com o objetivo de agilizar a análise e o gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota registrados pelos medidores inteligentes, a solução da Atech oferece os recursos necessários para que as empresas possam acompanhar o consumo minuto a minuto de maneira precisa e rápida.

A adoção de novos modelos de medição e cobrança vão dar às concessionárias mais possibilidades de aumentar suas margens de lucro, por meio da definição de diferentes preços para a energia consumida em diferentes horários.

Identifique fraudes mais facilmente

Estima-se que, nos Estados Unidos, as empresas perdem cerca de 1% de todo o seu inventário devido a fraudes (mesmo as menores), podendo chegar a cifras de US$ 25 milhões por dia. Diante deste cenário, cada vez mais empresas estão investindo em tecnologias como Internet das Coisas, big data e aprendizado de máquina para combater esse problema.

Um estudo divulgado pelo Northeast Group revelou que perdas não técnicas, como fraudes, erros de tarifação e outras causas relacionadas, custaram US$ 96 bilhões ao setor elétrico em todo o mundo. Alguns estimam que as fraudes causem perdas correspondentes a 10% a 30% da receita anual.

O Brasil também enfrenta problemas com a identificação de fraudes, e os medidores inteligentes podem identificá-las de forma mais ampla que os medidores tradicionais, pois permitem automatizar a medição e interromper e reestabelecer remotamente o fornecimento de energia de um consumidor que esteja praticando uma fraude. Esses dispositivos geram um grande volume de dados que são processados por sistemas avançados de análise, gerando um panorama amplo do uso de energia.

O Sistema de Automação de Medição da Atech dá às concessionárias a visibilidade necessária para detectar fraudes e falhas não técnicas por meio da coleta e da análise de dados gerados em tempo real, facilitando a identificação de diferentes perfis de consumo e, consequentemente, gastos anormais característicos do roubo de energia.

Saiba mais sobre todas as soluções de Conexões Inteligentes da Atech para o setor de energia e entenda como podemos ajudá-lo.

Saiba como a Atech pode ajudá-lo a garantir a segurança de sua infraestrutura
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Saiba como a Atech pode ajudá-lo a garantir a segurança de sua infraestrutura

De acordo com o Gartner, as despesas mundiais com serviços de terceirização de segurança vão atingir US$ 18,5 bilhões em 2018. Isso representa 11% a mais no comparativo com 2017. Porém, como garantir que esses investimentos sejam destinados ao que é mais necessário para criar uma estratégia de segurança digital mais inteligente?

Segundo Jansen Sena, especialista de Segurança Digital da Atech, o aumento dos investimentos em segurança se deve ao crescimento dos desafios em cibersegurança, em especial, em decorrência do dinamismo dos hackers, que estão criando técnicas de ataques cada vez mais sofisticadas e direcionadas.

Com isso, a tradicional estratégia adotada pelas empresas, de investir em antivírus, firewall e outras ferramentas de prevenção, apesar de necessária não é suficiente para estar à frente das ameaças, especialmente as mais avançadas e sofisticadas, em que hackers com alto nível de expertise colocam todos os seus esforços em ataques de grande porte para vencer as mais complexas ferramentas de segurança.

Com a tendência de que ataques mais sofisticados, como phishing e ransomware cresçam significativamente em 2018, o ideal é que as organizações deixem de se concentrar no combate a ameaças emergentes pontuais, algo bastante característico das empresas brasileiras, e tenham fôlego para traçar estratégias de segurança da informação mais avançadas e com a visão do todo quanto aos ativos de TI.

O mesmo vale para a gestão. Mesmo no caso das empresas mais preocupadas com segurança, em que já existe uma área dedicada, o maior desafio dos gestores será conseguir migrar da frente operacional e desenvolver soluções e planejar ações que elevem no médio e longo prazo o nível de maturidade da sua infraestrutura e dos seus colaboradores quanto à segurança dos dados da organização.

Pensando nisso, a Atech desenvolveu um portfólio de soluções em Segurança Digital focado em oferecer às empresas a inteligência de que precisam para ir além das ferramentas tradicionais, combinando-as a uma infraestrutura robusta e usuários conscientes.

Continue acompanhando o post e entenda como as soluções de Segurança Digital da Atech colocam você um passo à frente das ameaças.

Testes de Intrusão: Pensando como um hacker

Para estar à frente das ameaças mais sofisticadas e destrutivas, é preciso pensar como os hackers. Uma das maneiras de fazer isso é pensando na segurança de fora para dentro – ou seja, como um hacker tentaria invadir meu negócio? Por meio dessa abordagem, especialistas em segurança são capazes de identificar uma série de ameaças para se antecipar aos cibercriminosos.

Na medida em que as empresas estão construindo ecossistemas cada vez mais conectados para dar suporte a novas tecnologias, como Internet das Coisas, Big Data e outros avanços da transformação digital, os pontos de acesso vulneráveis são cada vez mais comuns e numerosos, uma análise aprofundada do ambiente a partir da perspectiva de um hacker torna fundamental para identificá-las, remediá-las e/ou impedi-las.

Diante deste cenário, os testes de intrusão, serviço em que especialistas em segurança fazem uso de técnicas de invasão para tentar acessar a infraestrutura de TI da empresa e, consequentemente, aos seus dados mais valiosos, é uma excelente maneira de mapear de antemão os pontos de fragilidade da sua infraestrutura, validar sua estratégia de segurança digital e obter os insights necessários para elevar sua infraestrutura de segurança ao próximo nível.

Vulnerabilidades em sistemas e aplicações são o caminho para violações de dados mais explorado pelos cibercriminosos, e os testes de intrusão ajudam a encontrar essas falhas antes que os hackers o façam, permitindo a você estar à frente dos hackers por meio da identificação, da perspectiva do criminoso, independentemente do conjunto de ativos de TI que possua ou do segmento em que atue.

O serviço de Testes de Intrusão da Atech mapeia todos os riscos da organização, garantindo mais eficiência à gestão de segurança e ao dimensionamento dos investimentos, e evitando o impacto dos ataques para garantir a continuidade do negócio e proteger a imagem da empresa.

Quebra de Senha: evite uma das principais falhas dos seus usuários

Basta uma única senha fraca para que os hackers encontrem o caminho para e-mails, dados confidenciais, propriedade intelectual, informações financeiras e outras informações sensíveis. Por isso, garantir a força das senhas usadas na empresa é também essencial para desenvolver uma estratégia de segurança digital que dificulte a vida dos hackers.

Em uma reportagem divulgada pela TechRepublic no último ano, um relatório revelou que uma média de 19% dos profissionais usam senhas fracas ou compartilham senhas que tornam suas contas um alvo fácil. Além disso, 13% dos profissionais usam senhas que compartilham com outros usuários ou times, e para diferentes contas.

Não é raro encontrar usuários que usam, por exemplo, a mesma senha corporativa em outros serviços, como de e-mail pessoal, cadastros em e-commerces e mídias sociais. Ou seja, quando um desses serviços sofre algum tipo de violação, podemos considerar que toda a rede corporativa está vulnerável.

O serviço de Quebra de Senha da Atech identifica uma série de padrões de senhas e comportamentos que colocam seu negócio em risco, oferecendo um relatório completo da força das suas senhas e um plano de recomendações para corrigir as falhas e auxiliar no desenvolvimento de políticas corporativas.

Conheça as soluções de Segurança Digital da Atech e veja aqui como podemos ajudá-lo a obter mais eficiência por meio de serviços que oferecem a visão do cibercriminoso.

Indústria 4.0: obtenha mais confiabilidade e reduza os riscos para o negócio
CategoriesGestão de Ativos,  Senior

Indústria 4.0: obtenha mais confiabilidade e reduza os riscos para o negócio

Buscando lidar com o aumento da complexidade e da pressão por redução de custos, cada vez mais empresas estão investindo em uma infraestrutura de conectividade robusta para melhorar a confiabilidade na gestão de ativos. Com isso, plantas inteligentes conseguem responder quase que instantaneamente aos desafios para garantir a integração necessária para obter insights para melhorar as operações e reduzir os custos de manutenção;

Como parte integrante do conceito de indústria 4.0, engenharia de confiabilidade é um termo que tem se espalhado como um dos assuntos mais comentados quando falamos em manutenção. Baseando-se no ajuste de diferentes modelos estatísticos, a engenharia de manutenção pode obter uma série de informações que servem de apoio à tomada de decisão. Por meio do estudo do ciclo de vida dos equipamentos, por exemplo, é possível descrever o sistema de produção, atribuindo diferentes graus de confiabilidade a cada um dos blocos de manutenção, e traçando estratégias para aumentar a confiabilidade na linha de produção.

O conceito de confiabilidade e sua importância na indústria 4.0

Confiabilidade se refere, basicamente, à probabilidade de um produto funcionar bem, exercendo as funções previstas para ele dentro de um determinado período em um ambiente específico. Ou seja, muito além de planejar uma estratégia de manutenção preventiva com base em frequências pré-determinadas de ajustes, é preciso atuar de maneira próxima às condições reais do ativo.

Dentro deste conceito, um importante fator que devemos considerar é a ideia de “falha”, que vai muito além do que uma paralisação na linha de produção. Uma máquina que falha pode mostrar qualquer problema que afete sua eficiência, gerando perdas de recursos para o negócio, ou seja, qualquer defeito de funcionamento que afete a segurança e a agilidade das operações são falhas.

O investimento em confiabilidade, além de ampliar o entendimento do que é falha, transforma também a abordagem das causas desses defeitos. Por exemplo, nem sempre uma falha é resultado de falta de manutenção periódica, mas também de falhas humanas, como erros de montagem, por exemplo, ou uma série de outros fatores do ambiente, como a ação do tempo.

Diante deste cenário, ao investir em uma infraestrutura de conectividade para a planta, as empresas podem adotar soluções modernas de gestão de ativos, que permitam às empresas prever não apenas as falhas mais “previsíveis”, causadas pelo uso, mas também especificar itens que falhem devido a instalações impróprias ou outros danos acidentais.

Isso é feito por meio de plataformas de alta tecnologia, com alto nível de conectividade, que são capazes de coletar e analisar dados de múltiplas fontes para extrair insights precisos sobre o estado dos ativos e seu nível de desempenho e confiabilidade. Isso amplia muito mais a capacidade das empresas de atuarem com mais eficiência e segurança.

Saiba o que é uma fábrica inteligente

Por meio dessa evolução impulsionada pela indústria 4.0, a tendência é que vejamos cada vez mais o que chamamos de “fábrica inteligente”, em que sistemas alta sistemas altamente complexos e tecnológicos monitoram processos físicos e possibilitam decisões descentralizadas.

De certa maneira, toda planta trabalha com algum tipo de automatização. Quando falamos em fábricas inteligentes, no entanto, significa um sistema flexível capaz de se otimizar de maneira autônoma ao longo de toda a rede, adaptando-se e aprendendo novas condições em tempo real. Considerada o principal recurso por trás da indústria 4.0, por meio de uma infraestrutura conectada, uma fábrica inteligente permite que empresas automatizem processos complexos de gestão de ativos.

Veja a seguir duas características que um sistema ou fábrica deve ter para ser considerado da indústria 4.0, e entenda como isso deve aumentar a confiabilidade e reduzir riscos para o negócio:

Interoperabilidade: Máquinas, dispositivos, sensores e pessoas devem estar conectados uns aos outros, facilitando o ganho de visibilidade sobre todo o ciclo de vida dos ativos e, consequentemente, o entendimento do seu estado para reduzir o impacto das falhas para o negócio.

Transparência da informação: Por meio do uso de sensores conectados, é possível contar com dados precisos de cada ativo para suportar a tomada de decisão em tempo real. Como os sistemas são capazes de coletar e analisar dados de múltiplas fontes e sistemas, todas as informações são contextualizadas para dar aos gestores de ativos as informações de que precisam para entender o estado real de cada equipamento.

Unindo conectividade e inovações, dois dos pilares da indústria 4.0, a Atech desenvolveu o conjunto de soluções OKTO para Gestão de Ativos, que oferece uma série de recursos para operar em nível global, gerindo ativos de maneira eficiente e confiável, reduzindo os ciclos dos processos e fornecendo rastreabilidade às operações logísticas. Conheça aqui as soluções da plataforma OKTO para Gestão de Ativos.

Conheça soluções de conectividade que vão melhorar a produtividade em logística
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Conheça soluções de conectividade que vão melhorar a produtividade em logística

Para obter mais produtividade na área de logística, é essencial que as empresas contem com mais visibilidade dos processos de toda a cadeia de suprimentos. Um estudo divulgado pelo Business Continuity Institute revelou recentemente que mais de 78% das empresas têm visibilidade inadequada dessas atividades porque conta com sistemas errados e ineficazes. Diante deste cenário, não é surpresa que dados do Banco Mundial divulgados em 2016, no Índice de Performance Logística (LPI), indiquem que entre 13% e 35% das cargas não atendem os requisitos de qualidade esperados.

Por isso, cada vez mais empresas estão buscando soluções de conectividade para obter mais produtividade nos processos logísticos. Dados de uma pesquisa recente do Center for Global Enterprise (CGE), divulgada em 2016, estimam que uma cadeia de suprimentos digital e conectada pode reduzir custos de processos em 50%, e aumentar a receita em 10%.

As soluções de conectividade na área logística dão mais visibilidade e, consequentemente, mais produtividade e assertividade ao permitirem que as empresas quebrem silos de informação, sincronizando melhor dados de processos de várias funções diferentes, internas ou externas. Com isso, diversos agentes envolvidos nas operações, como armazenamento e transporte, podem otimizar suas atividades, por meio do recebimento de insights de diferentes áreas do negócio.

Os avanços das soluções de conectividade são parte da chamada logística 4.0, que tem revolucionado o modo como as informações são tratadas dentro da área de logística – tudo é conectado, e a grande quantidade de informações é integrada por sistemas modernos que cruzam dados de logística e outras áreas para gerar insights que permitam aos líderes de negócio tomar decisões rapidamente.

Tecnologias de conectividade como solução para obter visibilidade e reduzir custos

A internet das coisas está entre uma das principais tecnologias que potencializam o desenvolvimento de soluções de conectividade para a área de logística, no entanto, seu avanço ainda é lento entre as empresas de transporte de logística. Dados do relatório The Future of IoT in Enterprise, de 2017, revelam que a maior parte (96%) das organizações desse segmento acreditam que conectividade onipresente seja a base para a implementação dessa tecnologia, porém, 40% dessas empresas identificaram problemas de conectividade como um de seus maiores desafios.

A falta de integração com sistemas existentes é um dos principais pontos que dificultam a implementação de internet das coisas e, consequentemente, soluções de conectividade nos processos logísticos. Não é difícil encontrar empresas trabalhando com sistemas antigos e incapazes de suportar soluções de conectividade que trabalham com o grande volume de dados coletados ao acompanhar todos os estágios da cadeia de suprimentos.

O investimento em soluções modernas focadas na área de logística e na gestão da cadeia de suprimentos é importante para tirar mais proveito das soluções de conectividade. Soluções baseadas em internet das coisas, por exemplo, contribuem para o desenvolvimento de armazéns altamente integrados, garantindo a precisão do transporte e a rastreabilidade dos itens.

Ao mesmo tempo, a aplicação de dispositivos de Internet das Coisas na área de logística, como sensores conectados para acompanhar variações de temperatura, localização e outros aspectos da carga, possibilitam às empresas controlar de perto a qualidade das entregas.

O impacto do big data para otimizar as operações

A necessidade de tomar ações em tempo real requer que a área de logística tenha visibilidade e controle de toda a cadeia de suprimentos para garantir a execução de processos de maneira consistente e ágil.

Tecnologias baseadas em big data e análise preditiva, que, por meio da análise de múltiplas fontes, permitem obter insights úteis de diferentes estágios dos processos logísticos, identificando pontos de melhoria e possíveis falhas, ajudam a reduzir o custo de transporte, armazenamento e outros estágios da cadeia de suprimentos.

Cada vez mais empresas usam big data para obter insights que as soluções mais antigas ou mesmo os ERPs não são capazes de proporcionar. A automatização baseada em dados, em especial a automatização dos procedimentos de entrada e saída, por exemplo, permitem melhorar o uso de recursos como caminhões e armazéns.

Ao mesmo tempo, a combinação de aprendizado de máquina com a gestão da cadeia de suprimentos garante um melhor uso dos dados para identificar tendências de consumo e ganhar vantagens competitivas para o negócio.

A Atech, por meio da plataforma OKTO, oferece à área de logística uma série de recursos para realizar a gestão e a governança de processos logísticos globais, garantindo segurança, confiabilidade e alto desempenho. Integrando-se a sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores, a Atech dá suporte à tomada de decisão na área de logística por meio de soluções de alta tecnologia. Conheça as soluções da plataforma OKTO para logística.