Saiba como a transformação digital vai otimizar processos de logística
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Saiba como a transformação digital vai otimizar processos de logística

Nos últimos anos, a transformação digital vem impactando todos os setores econômicos. Inicialmente, até se especulou que essa transformação poderia afetar negativamente os processos de logística, já que muitos bens físicos foram substituídos pelas suas versões digitais. Mas o que aconteceu foi exatamente o contrário: o e-commerce e as empresas de logística ganharam cada vez mais espaço e agilidade, e a cada dia mais e mais pacotes e documentos são entregues em todo o mundo – cerca de 85 milhões de pacotes são entregues diariamente em todo o mundo.

Mas ainda existe muito espaço para o crescimento principalmente no segmento B2B, tanto em volume de negócios quanto na oferta de soluções inovadoras que vão otimizar os processos de logística. Atualmente, o setor de logística ainda enfrenta problemas como a subutilização de ativos – muitos caminhões retornam aos armazéns vazios, por exemplo -, processos manuais defasados e interfaces com parceiros e clientes desatualizadas, o que reduz o tempo de resposta e agilidade dos processos.

Analistas do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum – WEF) indicam a baixa posição do setor de logística na curva de adoção digital, bem atrás de setores como o bancário e o varejo, mas também apontam as oportunidades.

Segundo os analistas, a transformação digital terá um grande impacto em 3 processos de logística:

1 – Análise de dados

Ferramentas de Analytics irão colocar os dados no centro dos processos de logística, ajudando a reduzir os custos de operação e aumentar a eficiência operacional. Mas a coleta de dados em toda a cadeia só gera valor quando é convertida em insights consistentes e holísticos. Inovadoras soluções oferecem visibilidade no gerenciamento integrado das informações e análise dos resultados para as tomadas de decisões estratégicas, por meio de dashboards customizados.

2 – Novas plataformas

A digitalização dos processos de logística irá simplificar a conformidade com as leis de cada país, facilitando as exportações. Também irá permitir que as empresas façam as entregas em menos tempo, atendendo a demanda dos clientes, ao mesmo tempo em se adequam aos novos controles das cidades inteligentes.

3 – Capacidade de entrega

A adoção de caminhões autônomos e drones aumentará a eficiência nos processos de entrega. Embora a adoção massiva de caminhões e drones não seja esperada para os próximos anos, as empresas de logística devem estar atentas ao seu desenvolvimento, estando prontas para investir nesses novos meios de transporte na data adequada, mantendo a vantagem competitiva. Os caminhões autônomos são mais rápidos, menos poluentes e mais seguros do que os tradicionais, revertendo em economia de combustível, manutenção e apólices de seguro. Já os drones oferecem a capacidade de revolucionar a última milha, entregando as mercadorias com mais agilidade dentro das cidades e em áreas remotas.

O WEF indica que as empresas de logística devem melhorar a sua coleta de dados ao longo de toda a cadeia de valor, analisando grande fluxos de dados para obterem informações que melhorem a eficiência operacional e os serviços de última milha.

A última milha – quando a mercadoria sai de um centro de distribuição rumo ao destino final – é considerada uma etapa fundamental no processo de logística, onde a empresa mostra todo o seu comprometimento com o cliente.

Nas cidades, fatores diversos como falta de planejamento de rotas, mau uso da capacidade da frota e trânsito intenso dificultam essa entrega. Vale a pena também abordar a dificuldade de tirar proveito dos dispositivos conectados em áreas mais afastadas e com deficiências em conectividade. Nesse cenário é que inovadoras plataformas e novas capacidades de entrega fazem a diferença.

 As oportunidades oferecidas pela transformação digital

O plano de transformação digital para otimizar processos de logística deve estar baseado em três pilares:

1 – Desenvolvimento de novos modelos de negócios e de ofertas

Novas plataformas e soluções que integrem todos os sistemas ajudam a otimizar a cadeia logística, resolvendo problemas associados à subutilização de ativos, implantando ofertas de serviços mais relevantes e aumentando a visibilidade e conectividade entre todos os envolvidos na cadeia de logística.

2 – Digitalização das principais operações

A transformação digital tem impacto desde na implementação de um programa de manutenção preditiva dos ativos, passando pela experiência do cliente – que tem mais visibilidade do movimento de sua carga -, até a possibilidade de começar a pensar no uso de robótica e inteligência artificial para aumentar a eficiência operacional de todos os processos.

3 – Criação de uma cultura interna voltada para inovação

As empresas de logística devem identificar e atrair talentos e parceiros com expertise adequado para conduzir e atuar como um evangelizador da transformação digital dentro da empresa.

A Atech, por meio da plataforma OKTO, oferece uma série de soluções que permitem realizar a gestão e a governança de processos logísticos globais de maneira confiável, segura e com alto desempenho. Saiba mais sobre como nossas soluções na área de gestão de ativos.

5 Indícios de que sua estratégia de segurança pode não ser tão eficiente
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5 Indícios de que sua estratégia de segurança pode não ser tão eficiente

Estudo da consultoria Accenture não traz boas notícias sobre a estratégia de segurança da informação praticada pelas empresas em todo o mundo. Segundo o estudo, entre 2016 e 2017, aproximadamente um em cada três ataques direcionados a corporações resultou em uma violação de segurança, o que significa que, por mês, dois em cada três ataques foram bem-sucedidos. Ainda assim, a maioria dos executivos de segurança entrevistados (75%) está confiante em sua capacidade de proteger suas organizações contra os ataques cibernéticos.

Com base em entrevistas com 2 mil profissionais de segurança de 15 países, o estudo também revelou que a quantidade de tempo necessária para detectar essas falhas de segurança muitas vezes agrava o problema, já que mais da metade dos executivos (51%) afirma que leva meses para detectar violações e ameaças persistentes avançadas, e até um terço de todos os ataques de sucesso nem foram descobertos pelas equipes da área.

Outro estudo, elaborado pelo Instituto Ponemon, indica que uma empresa leva cerca de 190 dias para detectar que é alvo de ataques com ameaças persistentes avançadas. Isso porque tecnologias como antivírus e firewall tem poder limitado de combate a esse tipo de ameaça. Sem uma estratégia de segurança da informação capaz de colocar os ativos de TI um passo à frente dos hackers e de oferecer uma resposta rápida, as organizações correm o risco de expor o que é de maior valor: dados críticos e informações confidenciais. Uma vez capturados, não há qualquer garantia de que possam ser total ou parcialmente recuperados. Mesmo quando conseguem, as organizações acabam pagando um preço extremamente alto, sem contar danos à própria imagem incalculáveis e muitas vezes irreversíveis.

Por isso, cada vez mais é preciso contar estratégias de segurança da informação avançadas para responder ao crescente número, volume e sofisticação das atuais ameaças cibernéticas que exploram todo tipo de vulnerabilidade. Para manter a integridade da rede e dos dados, é preciso ter uma total visibilidade dos ativos de TI e das suas eventuais falhas, bem como entender quais comportamentos dos usuários fragilizam a segurança da infraestrutura.

Será que a sua estratégia de segurança da informação é realmente eficiente? Veja abaixo alguns indícios e práticas que mostram que a segurança cibernética da empresa não está garantida:

1 – Compartilhar e reutilizar senhas

Pesquisa realizada em 2017 pela consultoria Pew Research com cerca de 1000 adultos norte-americanos apontou que 41% dos entrevistados haviam compartilhado com parentes ou amigos a senha de alguns dos seus serviços online. Além disso, 39% dos entrevistados usavam a mesma senha, ou uma bem parecida, em diversos sites. Se as pessoas têm esse comportamento na vida pessoal, o mesmo provavelmente acontece em relação a senha corporativas. Tal comportamento pode ser ainda agravado com os cada vez maiores e mais frequentes vazamentos de senhas de grandes empresas.

Por isso é importante que as empresas contem com um serviço de quebra de senha, que mostra do ponto de vista de um hacker a força das senhas usadas pelos funcionários. Esse serviço executa, em um ambiente seguro e controlado, um ataque a essas senhas usando todas as ferramentas utilizadas pelos hackers.

2 – Não efetuar testes de intrusão

Com o aumento da complexidade da infraestrutura de TI, se torna cada vez mais difícil detectar eventuais falhas de segurança utilizando ferramentas tradicionais de proteção. Por isso, para uma estratégia de segurança da informação completa é importante fazer uso periodicamente dos testes de intrusão. Compostos por um conjunto de técnicas e ferramentas usadas para identificar falhas de segurança digital em redes, sistemas e aplicações corporativas, os testes de intrusão permitem mapear as vulnerabilidades em todos ou quaisquer ativos de TI e promover contramedidas específicas, rápidas e muito mais eficazes.

Considerados uma das melhores formas para identificar vulnerabilidades, os testes de intrusão seguem um padrão foram criados para facilitar o processo de teste tanto para o testador quanto para a empresa contratante, e apresentam resultados reais, com um mínimo de falsos positivos/negativo.

3 – Não investir em capacitação

A estratégia de segurança da informação de uma empresa deve levar em consideração dois fatores: tecnologia e pessoas. Na área de TI, é preciso contar com colaboradores e parceiros com alto conhecimento técnico. Possuir profissionais com expertise profunda e específica em segurança digital será imprescindível para que a organização mantenha padrão elevado de monitoramento, proteção e combate às ameaças cibernéticas.

Ao mesmo tempo, esse tipo de conhecimento deve ser disseminado por toda organização e, por isso, cada vez mais é preciso investir em treinamento e educação dos funcionários, apresentando os principais tipos de ataques – phishing, engenharia social, entre outros – evitando que eles se tornem o elo mais fraco da cadeia de segurança.

4 – Não ter processos formais de segurança

Profissionais de segurança indicam que as empresas devem implantar metas e métricas relacionadas à segurança, e acabar com processos de segurança manuais e informais. Toda a estratégia de segurança da informação deve estar documentada e formalizada, garantindo a conformidade das ações.

5 – Não ter uma política BYOD

Atualmente, o BYOD (Bring Your Own Device) é uma prática comum em todas as empresas, já que os funcionários cada vez mais prezam a comodidade e agilidade. Mas o uso de dispositivos pessoais para acessar aplicações e dados corporativos exige uma política consistente, transparente e madura. Com controle de senha, bloqueio dos aparelhos, uso de criptografia e permissão para apagar remotamente os dados do dispositivo em caso de perda ou roubo, são algumas das ações necessárias para que as organizações consigam conciliar facilidade e segurança.Contar com um parceiro de segurança que tenha expertise é fundamental para que a empresa antecipe os ataques digitais, combinando uma infraestrutura robusta e usuários conscientes. Saiba como a Atech pode ajudar a sua empresa a evoluir sua estratégia em segurança digital.

CategoriesGestão de Ativos,  Senior

Saiba como indústrias altamente reguladas aumentam a visibilidade na logística e evitam penalidades

Globalização, novas rotas de escoamento, dispositivos inteligentes, Internet das Coisas… O ecossistema da cadeia de suprimentos das organizações modernas é formado por milhares de itens, parceiros e tecnologias e, por conta disso, a visibilidade na logística é fundamental para obter todas as informações necessárias para que não aconteçam interrupções e não conformidades.

A gestão da cadeia de suprimentos e a visibilidade na logística são conceitos interligados, já que a cadeia de suprimentos incorpora todo o processo logístico de um determinado produto ou serviço, desde o início do processo de fabricação até a entrega ao consumidor final.

Indústrias altamente reguladas, como as do setor farmacêutico, por exemplo, precisam ter um total controle sobre a linha de produção e de distribuição, garantindo a qualidade e conformidade de seus produtos. Muitos medicamentos precisam ser conservados em ambientes refrigerados, a chamada cadeia de logística fria, o que requer ainda mais controle dos armazéns e frota de transporte. Caso as especificações não sejam obedecidas, o medicamento pode sofrer alteração e provocar diversos problemas.

Nesse ponto começa o grande desafio: como ter total visibilidade em toda a cadeia logística e obter informações confiáveis e em tempo real? Com sistemas que coletem e analisem dados obtidos por sensores, identificando procedência, transformação, embalagem, envio de produtos, e muitos outros processos da cadeia de suprimentos.

Tecnologia chave

Empresas de logística precisam contar com os dados corretos, no momento correto, para tomar decisões sobre seus ativos e garantir que a carga chegue em segurança a tempo e em condições perfeitas ao seu destino. Além disso, a transformação digital faz com que tudo seja mais rápido e mais ágil, e o mesmo acontece com a logística, onde o acesso quase que imediato a informações faz com que clientes exijam transações imediatas, entrega acelerada e transparência no envio de bens de todos os tipos.

Recente pesquisa elaborada pela consultoria Capgemini sobre o impacto da transformação digital na cadeia de suprimentos aponta que, entre os 337 entrevistados, 94% indicaram que a visibilidade na logística é uma tecnologia chave para ganhar mais eficiência, seguida de ferramentas de Big Data e Analytics. Entre os entrevistados de 20 países, 75% indicavam que a transformação digital é muito importante para a sua cadeia de suprimentos, enquanto mais da metade considerava a digitalização importante.

Mas, ao mesmo tempo, 33% estavam insatisfeitos com os resultados dos seus esforços de digitalização, o que demonstra que não contavam com uma solução para Gestão de Ativos e Logística capaz oferecer a possibilidade de coletar, integrar e analisar informações de qualquer tipo, de qualquer parceiro, em tempo real, garantindo mais eficiência no:

  • Planejamento e execução da operação
  • Gerenciamento de documentos do processo e custos
  • Gerenciamento de serviço
  • Agendamento de entregas e coletas
  • Gerenciamento das informações e análise dos resultados
  • Compartilhamento de informações
  • Gestão de eventos de não conformidade

E essa capacidade de ter maior visibilidade na logística, integrando informações de diversas fontes, deve estar disponível para que todos os parceiros vejam e operem baseados nas mesmas informações, sempre atualizadas.

Acesso ilimitado a informações

Então, como ter uma real visibilidade na logística, capaz de agilizar todos os processos e aumentar a eficiência das operações ponta a ponta?

Em primeiro lugar, é preciso ter consciência de que não é possível acelerar a cadeia de produção. A solução para melhorar a eficiência e reduzir custos está então na capacidade de gerenciar melhor todos os processos.

Uma solução de Gestão e Logística deve “entender” a atual cadeia de suprimentos – aumentando a visibilidade na logística para obter insights capazes de gerar melhores decisões, com flexibilidade e escalabilidade para acompanhar as novas demandas dos negócios. Processos de melhoria contínua, frequentes nas linhas de produção, devem ser estendidos por todos os processos de entrega.

Mas você só pode melhorar o que conhece e, por isso, precisa ter acesso a dados e informações em toda a cadeia de logística, transformando todo esse conhecimento em vantagem competitiva.

Presente e futuro

Ter acesso aos dados é apenas uma parte de como a visibilidade na logística contribui para que setores altamente controlados mantenham a conformidade. É preciso ter os dados certos, no momento certo, para que eles sejam integrados, relacionados e permitam a correta tomada de decisão.

A pesquisa da Capgemini indica que a maioria das indústrias já havia começado a investir na transformação digital da cadeia de suprimentos, mas quase a metade indicou que a maioria das transações com seus parceiros ainda era efetuada a partir de meios mais “tradicionais”, como telefone, fax e e-mail.

Para o futuro – até 2020 – 95% dos entrevistados esperam que os processos com fornecedores estejam automatizados, 94% esperam receber mais atualizações em tempo real sobre o status de toda a cadeia de suprimentos e 94% querem usar mais Analytics para avaliar o desempenho de seus fornecedores.

A plataforma OKTO, desenvolvida pela Atech, é um conjunto de soluções para a Gestão de Ativos e Logística, realizando a gestão e governança do processo logístico global. Sua tecnologia proprociona o ambiente empresarial integrado e visibilidade na logística que as indústrias altamente reguladas precisam para otimizar processos de maneira contínua, reduzindo custos e garantindo mais agilidade, eficiência, segurança, conformidade e alto desempenho às operações.

Reduza os riscos de vazamento de informação: saiba como monitorar e responder aos incidentes
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Reduza os riscos de vazamento de informação: saiba como monitorar e responder aos incidentes

As invasões e ataques cibernéticos estão cada vez mais sofisticados e exigem investimentos em estratégias e soluções de monitoramento e resposta a incidentes. Enquanto o monitoramento vai garantir a integridade da rede detectando e reagindo a tentativas de ataque, a capacidade de resposta a incidentes vai mitigar os possíveis danos provocados pelo ataque, desde o vazamento de dados ou interrupção dos serviços por conta de um ataque DDoS (Distributed Denial of Service).

Em linhas gerais, o objetivo do plano de monitoramento e resposta a incidentes é vistoriar toda a plataforma de tecnologia de forma que as equipes de TI responsáveis fiquem sabendo que um incidente vai ocorrer ou se já está em curso. Do mesmo modo, contribui para indicar e executar scripts e/ou ações que solucionem o incidente imediatamente, além de comunicar a todos os usuários afetados pelo incidente de que o problema foi identificado e está sendo tratado e informar quando o serviço ou ambiente estará disponível novamente.

Ninguém pode prever de onde virá a próxima grande ameaça digital. Sem a inteligência necessária para que possa sempre prover um ambiente seguro e preparado para enfrentar as ameaças em constante evolução, não é possível monitorar vulnerabilidades em sistemas e aplicações, antecipando os ataques.

Na verdade, as chances de que já existam ameaças escondidas dentro das redes da sua organização são bem altas. Nenhum CIO pode ter certeza absoluta de que as suas políticas e ferramentas de segurança são infalíveis e impenetráveis. Sistemas de segurança, de forma isolada, não são capazes de “pensar” como um hacker.

A chave da eficácia de um plano de monitoramento e resposta a incidentes é pensar como um hacker, identificando vulnerabilidades e então prevenindo ataques e ameaças persistentes avançadas (Advanced Persistent Threat – APT). A estratégia é agir proativamente – processo conhecido como “caça a ameaças” – interrompendo intrusões em progresso antes que alcancem seus objetivos. Dados da indústria mostram que após se aproveitarem de vulnerabilidades, as violações de segurança do tipo APT levam uma média de 7 meses para serem descobertas.

Levando em consideração o comportamento dos novos hackers mais avançados, que inclui um amplo trabalho manual e de inteligência, contar apenas com ferramentas de prevenção não são suficientes para manter a segurança da rede. É preciso manter um monitoramento frequente de todo o ambiente, pois nenhum mecanismo de defesa é capaz de lidar com o modo humano de pensar em novas formas de ataque.

Passo a passo da resposta a incidentes

De acordo com o Instituto de segurança SANS (System Administration, Networking and Security), existem 6 momentos chave de um plano de resposta a incidentes:

1 – Preparação

Preparar usuários e equipe de TI para lidar com potenciais incidentes que possam surgir

2– Identificação

Determinar se um evento é realmente um incidente de segurança

3 – Contenção

Limitar o dano do incidente e isolar os sistemas e aplicações afetados para evitar maiores danos

4 – Erradicação

Encontrar a causa raiz do incidente, removendo os sistemas afetados do ambiente de produção

5 – Recuperação

Permitir que os sistemas afetados retornem ao ambiente de produção, garantindo que nenhuma ameaça permanece ativa

6 – Lições aprendidas

Completar a documentação do incidente, realizando uma análise para se aprender com o incidente e potencialmente melhorar os esforços futuros de detecção, prevenção e resposta

Dê atenção ao elo mais fraco da cadeia de segurança

Nem sempre o ponto fraco da rede está nas tecnologias. Os especialistas são unânimes em apontar o usuário como o elo mais fraco da cadeia de segurança. Por isso, em todo plano de ação, o monitoramento e a parte de respostas a incidentes são importantes. É essencial dedicar ações especiais que visem monitorar e responder comportamentos inseguros, em especial quanto ao uso de senhas seguras.

Para os usuários, criar senhas fortes e exclusivas para cada conta é um desafio. Atualmente, com a infinidade de senhas que todas as pessoas lidam todos os dias, é comum o usuário optar por senhas mais fáceis de decorar.

Os hackers tiram proveito desse desafio para roubar credenciais e ter acesso a uma série de dados confidenciais e valiosos sem ter de se valer de nenhum artifício de invasão. Assim, é difícil esperar que alguma ferramenta de detecção baseada em assinaturas seja capaz de prevenir as perdas de um ataque executado por um hacker com alto nível de expertise.

Por isso, uma ação pertinente para proteger a rede de intrusões é preciso verificar especificamente se as senhas usadas são fortes. Essa verificação faz parte do programa de monitoramento e resposta a incidentes e, conforme o resultado dos testes, a equipe de TI pode forçar o usuário a trocar a senha ou evoluir sua política de segurança.

E como saber se uma senha é forte? Novamente: pensando como um hacker e simulando ataques a essas senhas, identificando vulnerabilidades e criando um plano de resposta a incidentes que diminua ou mesmo evite a exposição de suas informações.

Neste sentido, os serviços da Atech na área de Segurança Digital são ideais para elevar sua estratégia de segurança, indo além das tradicionais ferramentas de prevenção. Com o serviço de Quebra de Senhas e Testes de Intrusão, sua empresa pode se antecipar aos ataques, especialmente se forem combinados com uma infraestrutura robusta e usuários conscientes.

Conte com a Atech para implantar uma estratégia de monitoramento e resposta a incidentes, e aproveite a nossa visão estratégica de quase duas décadas atuando em inteligência de segurança.