Redes MESH: mais precisão para medir a energia
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Redes MESH: mais precisão para medir a energia

A transformação digital tem revolucionado modelos de negócios e processos, modificando o relacionamento com o cliente. No setor de energia o cenário não é diferente e este mercado vem investindo em medidores inteligentes e redes MESH para entregar um novo tipo de serviço, com mais eficiência e menor custo.

Essas tecnologias fazem parte do arsenal para se adaptar a esse novo cenário, onde o futuro do setor de energia deverá ser inteiramente digital, aumentando a produtividade, confiabilidade do serviço, segurança na entrega da energia, conformidade e gerenciamento da receita, ao final, entregando uma melhor experiência para o cliente.

Mas talvez o maior desafio desse novo modelo de negócio esteja na capacidade de coletar e transmitir em tempo real os dados que serão transformados em inteligência e insights. É preciso contar com soluções de conectividade confiáveis, com alta disponibilidade e, no Brasil, que sejam de fácil implantação devido às dimensões do território nacional.

Nesse cenário desafiador, a rede MESH surge como solução para impulsionar essa conectividade, maximizando a eficiência de um sistema complexo de medição e de operação da rede elétrica, reduzindo custos e detectando falhas em tempo real. Em redes sem fio convencionais, é preciso investir em roteadores mais potentes ou em repetidores – que podem oferecer baixa eficiência – para alcançar áreas maiores. Já nas redes MESH, o custo da infraestrutura tem escalabilidade mais flexível, já que seus nós – pequenos rádios transmissores – podem ser facilmente instalados ou desinstalados, conforme a necessidade de alcance.

Na rede MESH cada nó transmite os dados para o nó mais próximo, passando os dados de dispositivo para dispositivo e, então, finalmente chegando a um concentrador. Com múltiplas opções de roteamento, cada nó, dotado de inteligência, é capaz de otimizar continuamente a topologia da rede para se adequar às mudanças ou falhas na sua estrutura – se as condições de rádio estiverem ruins em uma determinada área, logo os nós se reconfiguram para enviar os dados por outra rota, caracterizando um roteamento dinâmico. Com isso, é possível reduzir a quantidade de concentradores e repetidores de maneira considerável, reduzindo os custos de infraestrutura.

Medidores inteligentes e redes MESH

Essas inovações são a base da transformação digital no setor de energia, entregando uma grande quantidade de dados capazes de otimizar todos os processos.

Para os consumidores, os medidores inteligentes permitem monitorar o seu consumo em tempo real, ajudando a racionalizar o uso da energia e, ao mesmo tempo, informando à distribuidora a ocorrência de algum problema.

Para aproveitar os dados transmitidos pelas redes MESH, as distribuidoras de energia estão investindo em ferramentas de Analytics, planejamento e diagnósticos baseados em dados. Com essa inteligência, o setor de energia pode otimizar a geração, distribuição e a entrega de energia, evitando perdas e fraudes.

Redes MESH oferecem inúmeras vantagens em termos de design e implementação de redes sem fio para a transmissão de dados provenientes de medidores inteligentes. Conheça as soluções de redes MESH desenvolvidas pela Atech que oferecem conectividade abrangente e flexível.

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Especial Mês da Mulher: Confira nossas dicas para manter o debate o ano todo

Neste mês de março, falamos sobre temas como assédio, respeito e o valor da mulher em inúmeras áreas, especialmente na tecnologia.

Mas esse assunto deve ir além do mês de março. Precisamos que atitudes como respeito, educação, reconhecimento e valorização sejam parte do nosso dia a dia durante todo o ano.

Por isso, para concluir essa ação, preparamos uma lista de dicas, incluindo podcasts, documentários, seriados, livros e filmes para você saber mais. Aproveite este conteúdo e mantenha o respeito em alta todos os dias!

Poscasts

  • Hipsters

Episódios: Mulheres na Tecnologia e Vida de Programadora

  • Lambda 3

Episódios: Mulheres na Tecnologia e Manifesto pela Diversidade na Tecnologia

  • Mamilos

Episódio: Beleza para Quem

  • Sinuca de bico

Episódios: Mães no Mercado de Trabalho (Parte 1 e Parte 2)

 

Reportagens sobre Comunidades de Mulheres na TI

 

Livros

 

Documentários*

  • She’s Beautiful When She’s Angry
  • O começo da vida
  • The Mask you live in
  • Nina Simone
  • Amy Winehouse
  • Malala
  • Frida

*Todos disponíveis no catálogo da Netflix

 

Seriados

  • Alias Grace
  • As Telefonistas
  • The Handmaid’s Tale
  • Gilmore Girls

 

Filmes

  • The Post: a Guerra Decreta
  • Estrelas Além do Tempo
  • As Sufragistas
  • Menina de Ouro

 

Curtas

  • Lei da Mulher

 

Vídeos de Humor

Porta dos fundos:

 

TED Talks

 

Outros vídeos

CategoriesGestão de Ativos,  Senior

Evitar a parada ou agir rapidamente diante da falha? Entenda como a gestão de ativos pode ajudar

Implantar estratégias de gestão de ativos corretas que sejam capazes de manter máquinas e equipamentos em perfeito funcionamento é uma luta diária. O que gera melhor custo-benefício – evitar a parada mantendo um cronograma de manutenção ou agir rapidamente diante da falha? Agir de forma proativa ou reativa?

Em primeiro lugar, é preciso entender como funciona cada modelo de manutenção dentro de uma estratégia de gestão de ativos:

Manutenção preditiva

A manutenção preditiva faz o acompanhamento periódico das máquinas, com base na análise de dados coletados por meio de monitoramentos ou inspeções em campo – o chamado estado do equipamento. O principal objetivo da manutenção preditiva é a verificação pontual dos ativos de modo a antecipar eventuais problemas que possam causar gastos maiores com manutenções corretivas.

Manutenção preventiva

A manutenção preventiva incentiva a possibilidade de falhas e programa reparos ou recondicionamentos das máquinas, como lubrificações, calibração e aferição de instrumentos. A meta é reduzir a probabilidade de falhas ou degradação dos serviços prestados. A manutenção preventiva é uma intervenção prevista, preparada e programada para antes da data possível do surgimento de uma falha.

 

Manutenção planejada

manutenção planejada consiste em detectar e tratar as anormalidades dos equipamentos antes que eles produzam falhas ou perdas. O objetivo principal é o desenvolvimento de um sistema que promova a eliminação de atividades não programadas de manutenção.

 

Manutenção corretiva

Já a manutenção corretiva age quando já existe uma falha, substituindo peças e componentes afetados, visando corrigir, restaurar e recuperar a capacidade de produção de uma instalação ou equipamento que tenha sofrido alteração em seu funcionamento. A manutenção corretiva é uma técnica de gerência reativa que aguarda pela falha para, assim, determinar a ação de manutenção a ser realizada na estratégia de gestão de ativos.

 

Tecnologia traz inteligência para a gestão de ativos

 

Atualmente, sensores e outros dispositivos de Internet das Coisas entregam informações sobre o estado das máquinas e equipamentos. A inteligência está em transformar esses dados em insights que permitam detectar possibilidades de falhas e agir antes de uma parada. A manutenção preditiva é que irá possibilitar reduzir custos, tanto em relação à vida útil do equipamento quanto aos prejuízos causados por uma parada não programada.

O conceito de manutenção preditiva não chega a ser uma novidade, mas vem ganhando cada vez mais espaço de destaque por conta da atual possibilidade de análise de uma grande quantidade de dados, oferecendo uma abordagem analítica orientada a dados.

E, se antes inovadoras tecnologias para a gestão de ativos eram exclusividade de grandes organizações por conta de seu alto custo, atualmente é possível encontrar soluções adequadas para empresas de todos os portes. A redução do custo de sensores, da conexão e a oferta de infraestrutura como serviço tem possibilitado a maior adoção da manutenção preditiva.

Esse modelo de manutenção evita reparos desnecessários, estoque de peças sobressalentes e aumenta a vida útil dos equipamentos e de suas peças e, ao final, reduz custos.

Como em outros modelos de manutenção, a preditiva tem suas vantagens mas, também, apresenta desafios:

 

Vantagens:

  • Maior vida útil dos equipamentos
  • Redução de downtime, programado e não programado
  • Melhor custo-benefício do que os modelos de manutenção preventiva e corretiva
  • Redução do estoque de peças

 

Desafios:

  • Monitoramento e manutenção contínuos
  • Necessidade de mudanças organizacionais
  • Treinamento contínuo

 

Peça certa, no local certo, na hora certa

Soluções de gestão de ativos que aproveitam a crescente conectividade da indústria 4.0 oferecem a capacidade de enfrentar o maior desafio da manutenção: ter a peça certa, no local certo, na hora certa.

Com isso, é possível reduzir o tempo de planejamento da manutenção de 20% a 50%, aumentar o tempo de atividade e de disponibilidade do equipamento de 10% a 20% e reduzir os custos gerais de 5% a 10%.

A manutenção preditiva deve substituir outros modelos de gestão de ativos, já que oferece mais possibilidades para as empresas maximizarem a vida útil de seus equipamentos.

Essencialmente, a manutenção preditiva analisa os dados coletados nos equipamentos conectados, prevê quando deve ocorrer uma falha e identifica quando a manutenção deve ser realizada, ajudando as empresas a fazer os corretos reparos antes mesmo que sejam absolutamente necessários.

Além de influir positivamente nas operações, a adoção da manutenção preditiva na gestão de ativos também pode gerar mais satisfação do cliente. Como? Falhas e máquinas que operam de forma irregular impactam não apenas o desempenho geral de todos os equipamentos da linha de produção, mas também podem resultar em produtos com defeito ou qualidade inferior.

Com todas essas ponderações, não resta mais dúvida de que o modelo de manutenção preditiva é o que oferece mais vantagens para o negócio. E então é hora de selecionar qual a solução de gestão de ativos mais alinhada com as suas necessidades. A Atech oferece o conjunto de soluções OKTO, desenvolvido a partir de mais de uma década de conhecimento estratégico.

CategoriesImprensa

Atech cria área de Segurança Digital com foco em soluções de prevenção a ataques cibernéticos

Soluções de testes de intrusão e quebras de senhas preservam a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações e dão mais inteligência à estratégia

 

São Paulo, dezembro de 2017 – A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções para missão crítica e tecnologias para apoio à tomada de decisão, inicia as operações de uma área dedicada à Segurança Digital, com o objetivo de oferecer serviços para o desenvolvimento estratégico da segurança empresarial.

Invasões e ataques cibernéticos são considerados uma das maiores ameaças para uma organização e estima-se que irão causar um prejuízo de mais de US$ 2 trilhões no mundo em 2019, número quatro vezes maior quando comparado ao ano de 2015.

“O mercado de cyber é extremamente dinâmico e os desafios impostos também. Portanto, além dos produtos e serviços tradicionais, é necessário agregar competências que aumentem a capacidade em lidar com as ameaças cibernéticas de maneira eficaz. Aproveitando o histórico da empresa em desenvolver, implantar e suportar sistemas críticos, a Atech traz ao mercado um portfólio de segurança digital composto por serviços que buscam aumentar a consciência situacional de seus clientes com relação às ameaças, a partir da perspectiva do ofensor. Essa ótica é capaz de estabelecer uma visão mais madura com relação às soluções de proteção, monitoramento e resposta adotadas pelas organizações”, afirma o especialista em segurança cibernética Jansen Sena.

Nesse sentido, a Atech quer atuar como um parceiro de negócios altamente especializado, ajudando empresas a atingirem um novo patamar estratégico quando se trata de segurança digital. “O portfólio de serviços de segurança digital oferecido pela a Atech não busca se posicionar como um competidor das soluções tradicionais, mas como serviços de valor agregado capazes de complementar a capacidade do cliente”, complementa Sena.

Além da consultoria, a empresa oferece dois serviços críticos para análise de ambiente e direcionamento estratégico em Segurança: Teste de Intrusão e Quebra de Senhas.

Conheça:

Teste de Intrusão: Os serviços de Teste de Intrusão da Atech permitem identificar, da perspectiva do criminoso, vulnerabilidades de segurança de qualquer conjunto de ativos de TI, incluindo processos tecnológicos e dos usuários. A partir dele, é possível tanto identificar o nível de vulnerabilidade da infraestrutura de TI, evitando possíveis ataques, quanto mapear riscos e dimensionar investimentos em Segurança Digital.

Quebra de Senha: A solução de Quebra de Senha permite identificar padrões de senhas e comportamentos que colocam seu negócio em risco; obter recomendações para melhorias; e desenvolver políticas corporativas que melhorem a segurança digital, e acompanhem a cultura organizacional.

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, segurança digital, conexões inteligentes e logística. Mais informações em www.atech.com.br

CategoriesImprensa

Atech – From Brazil with innovation

Can you give us a brief background of the company?
Delfim Ossamu Miyamaru: Atech is the Brazilian leader in solutions for complex mission-critical systems. We are a solutions provider for air traffic management, defence and security, with proven experience in designing, specifying, developing, integrating and delivering solutions to complex technological systems in various application areas.

Atech brings the unique experience of leading some of the biggest and most important systems projects in Brazil, such as SIVAM/SIPAM (Amazon surveillance and protection system). The firm also worked in other government and armed forces’ high-relevance projects and was awarded as a Brazilian Defense Strategic Company.

We have implemented – from concept to operation – more than 50 command and control centres, customised to different kinds of operation, such as ATM/ATC, military operations and energy utilities management. Since 2013, Atech has been a subsidiary of Embraer Defense & Security.

You have in-depth experience of ATM. When and how did the company begin working with those systems?

Based on a strategic vision of the Government of Brazil to address the issue of technological ‘black boxes’ commonly marketed in the past, Atech emerged in 1997 as a private non-profit foundation. The foundation soon evolved into a corporate group capable of generating know-how in critical technologies, continually applied in large-scale projects.

Critical technologies – those required to accomplish a certain target, programme or control – are frequently associated with the area of defence and airspace control. Since its start-up, the company has been working in a strong partnership with the Brazilian Air Force to provide the country’s ATMs systems that combine high reliability and world-class technological solutions. That approach has given Brazil a greater technological autonomy and domain.

As the main contractor for research, design, development, supply, evolution and integration of ATM systems in Brazil, Atech is responsible for the development and modernisation of Brazil’s entire air control and defence system, with the implementation of SAGITARIO (advanced operationally relevant air traffic data management and reporting system), a programme to modernise all automated control centres.

Atech also developed Skyflow, an air traffic flow-management system, which integrates data from airlines, airports and control agencies, among others, with weather information in a unified database. Skyflow is currently in operation at Brazil’s CGNA (Center for Air Navigation Management).

Recently, we were proud to be awarded by the Airports Authority of India (AAI) a contract to implement the SkyFlow ATFM system in India. The contract is valued at $18.5 million and has a 30-month duration, beginning in July 2014. To deliver this project, Atech will work with its long-time partner DFS, Germany’s air navigation service provider, and Three D Integrated Solutions, an Indian systems engineering firm.

Our Brazilian ATM systems handle more than three million flights a year and cover 22 million square kilometres, involving areas of high traffic density.

These systems, supporting the vision and operational concept of the control system of Brazilian airspace, put the national air navigation services at an outstanding overall performance level, according to the latest USOAP audit accomplished by ICAO.

How does Skyflow work and what are the benefits for the ATM’s service providers?

Skyflow’s goal is to manage air traffic information, the flight plans, and the best use of airways and airports resources, and provide a better air traffic distribution.

With a high level of integration, involving data from airlines, airports and control agencies, among others, with weather information, the system allows the air traffic control agents to balance the capacity and airlines’ demand, ensuring the operations’ safety and the regularity and punctuality of flights.

What are the other areas of expertise of Atech in the airport operations environment?

With our broad experience and expertise in critical systems, we provide customised solutions, with a high level of integration, regarding decision-making, and resource and assets management.

We have been observing some key trends in the airport operations’ environment, especially regarding the new digital technologies, and believe that a new paradigm of operational concepts is emerging.

This new paradigm is essentially information-based, net-centric, with a high level of innovation in the management practices and a strong focus on performance.

To keep up with this paradigm, Atech is investing in innovative systems such as A-CDM (airport collaborative decision making) and SWIM (system wide information management) to complement our portfolio and enhance our capacity to deliver game-changing solutions to our customers.

Products and Services
Air Traffic Management and Control Systems (ATM / ATC)
Airport Security
Contact Details
Atech
URL: www.atech.com.br

Fonte: Site Future Airport
http://www.futureairport.com/contractors/air-traffic-management-and-control-systems-(atm–atc)/atech1/

CategoriesImprensa

Atech, DFS Aviation Services to collaborate

Brazilian air traffic technology supplier Atech and DFS Aviation Services, a wholly owned subsidiary of the German air navigation service provider DFS, have signed an agreement to combine their expertise to market common solutions for en-route, approach and aerodrome control units worldwide.

One focus of this collaboration is the further development of an Arrival Management System and the integration of data from adjacent air traffic control units (cross centre arrival management).

Additionally, the companies plan to create a data exchange platform – a system wide information management – in accordance with the ICAO requirements.

“We are delighted to be working together in the markets of South America and Asia with such a powerful partner as Atech,” says Oliver Cristinetti, managing director, DFS Aviation Services.

According to Atech president Edson Carlos Mallaco, “this new agreement is a continuation of excellent joint programmes performed in the past by both companies, and it reinforces the commitment of both companies”.

Fonte: Site Air Traffic Management
http://www.airtrafficmanagement.net/2018/03/atech-2/

Veja como monitorar a gestão logística de ponta a ponta
CategoriesLogística,  Senior

Veja como monitorar a gestão logística de ponta a ponta

A capacidade de monitorar a gestão logística de ponta a ponta, com total visibilidade de toda a cadeia de produção, é fundamental para manter a competitividade das empresas, permitindo a tomada de decisões baseadas em informações confiáveis e atualizadas. Afinal, os gastos com logística são altos e representam 7,6% da receita líquida das empresas brasileiras, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem, segundo o Panorama ILOS Custos Logísticos no Brasil – 2017. O relatório também aponta que esses custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB nacional.

Em uma economia globalizada e os seus consequentes desafios para reduzir custos, aumentar a eficiência e atender a clientes mais exigentes, o uso de novas tecnologias que entreguem maior visibilidade da gestão logística é imprescindível para dar mais agilidade e inteligência às operações. A falta de transparência em toda a cadeia de suprimentos pode levar a decisões erradas, oportunidades perdidas, aumento de custos e perda de clientes.

A digitalização da cadeia de suprimentos

Segundo a consultoria Gartner, é preciso investir na digitalização da cadeia de suprimentos, envolvendo não apenas a empresa, mas também seus parceiros, identificando as áreas mais estratégicas para o negócio e para os clientes.

Para os analistas, a maior visibilidade e melhor gestão logística ponta a ponta pode aumentar drasticamente a eficiência de toda a cadeia de suprimentos. Mas, para isso, é preciso investir na integração entre sistemas, possibilitando a coleta e análise de dados, obtendo insights que permitam identificar oportunidades para reduzir custos e otimizar processos.

Com visibilidade, provedores de serviços logísticos podem implantar uma “cadeia de suprimentos orientada para a demanda” e, assim, ter mais controle, uma melhor comunicação com todos os parceiros, mais agilidade para atender a novas demandas, capacidade de resolver problemas de forma proativa e oferecer melhores serviços ao cliente.

E é essa visibilidade que vai evitar interrupções na cadeia de suprimentos, antecipando problemas. De acordo com o último relatório elaborado pelo Business Continuity Institute, essas interrupções, provocadas por falhas de fornecedores, greves de motoristas, desastres naturais, entre outros motivos, resultam em queda de produtividade (55%) e aumento dos custos (46%).

A logística 4.0

Essa inteligência na gestão logística proporcionada por novas tecnologias, integrando dados de sistemas industriais, administrativos e logísticos da empresa, parceiros e operadores, é a base da logística 4.0, fornecendo suporte para produtos existentes e, também, reduzindo o tempo de entrada no mercado para novos produtos e serviços.

Essas novas tecnologias incluem a Internet das Coisas e seus sensores, computação na nuvem, Big Data e automação com uso de robótica, veículos autônomos e realidade virtual.

A integração do rastreamento entre fábrica, armazéns, transporte e entrega, combinado à capacidade de alertas em tempo real, permite que produtores, fornecedores, parceiros e clientes gerenciem melhor o desempenho e riscos da cadeia logística. Juntar as peças desse quebra-cabeça logístico leva a um gerenciamento mais holístico e em tempo real de todo o ecossistema, mudando de uma gestão logística fragmentada para uma abordagem integrada de gerenciamento ponta a ponta da cadeia de suprimentos.

Como aumentar a visibilidade na cadeia de suprimentos

Tecnologia e pessoas. Esse é o binômio capaz de gerar verdadeiras melhorias operacionais. A tecnologia entrega as informações e as pessoas decidem quais ações são as mais adequadas.

Então, como aproveitar esse novo cenário para otimizar a gestão da logística?

Em primeiro lugar, é preciso facilitar a comunicação entre todas as partes envolvidas, definindo quais dados devem ser compartilhados, e com quem, em todos os estágios da cadeia de suprimentos.

Em segundo lugar, defina seus indicadores de performance, estabelecendo metas e prazos. Avalie sempre quanto falta para atingir uma meta e quais resultados já foram alcançados.

Em terceiro lugar, é hora de mensurar os resultados obtidos com a maior visibilidade no monitoramento das operações logísticas. Identifique se já houve redução de custos, melhora no planejamento e administração do transporte e melhor atendimento ao cliente. Compartilhe os resultados com os parceiros e avalie se eles também já registraram melhorias em seus processos. Aproveite para identificar falhas e fazer pequenas correções.

E, finalmente, procure o parceiro tecnológico capaz de entregar soluções inovadoras para realizar a gestão e a governança do processo logístico global com confiabilidade, segurança e alto desempenho, integrando sistemas industriais, administrativos e logísticos de todos os envolvidos. O conjunto de soluções de gestão de ativos e logística OKTO, desenvolvido pela Atech, é capaz de agregar mais inteligência á sua gestão logística.

Senhas seguras são primeiro passo para combater ameaças cibernéticas
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Senhas seguras são primeiro passo para combater ameaças cibernéticas

As notícias para os responsáveis pela segurança digital nas empresas não são muito animadoras, e sempre estão surgindo novas ameaças internas e externas. Um estudo publicado pela Brasscom em 2017 indica que apesar dos entrevistados acreditarem que as violações internas têm maior impacto, mais da metade prioriza controles de perímetro em vez de investir em senhas seguras e no combate a golpes de phishing e de engenharia social, por exemplo.

O estudo, que entrevistou executivos de segurança em 15 países, constatou que, entre 2016 e 2017, cerca de um em cada três ataques digitais resultou em uma violação de segurança.

E nem sempre nos damos conta de que a segurança de dados sensíveis está em prestar mais atenção nas senhas. Embora possam parecer um elemento simples no cenário da segurança digital, na verdade uma senha fraca pode ser a porta de entrada para um ataque. Uma senha fraca e fácil de ser hackeada pode comprometer o negócio e gerar muito prejuízo financeiro, problemas de conformidade e danos à imagem.

A pesquisa também revela que o tempo necessário para detectar falhas de segurança que podem ter sido causadas pelo não uso de senhas seguras muitas vezes agrava o problema, já que mais de metade dos executivos (51%) afirma que leva meses para detectar violações sofisticadas, e até um terço de todos os ataques bem-sucedidos nem são descobertos pelas equipes da área.

Especialistas ressaltam que uma senha segura é um dos principais controles disponíveis para garantir a integridade dos dados e prevenir acesso não autorizado a informações sensíveis como dados financeiros e receituários médicos, entre outros.

Lista de proibições

A necessidade de lembrar de uma série de números, letras e caracteres para acessar todos os serviços não é desculpa para não contar com senhas seguras e nem mesmo para as manter por longos períodos. Veja o que os especialistas do CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil) listam como proibido quando se pensa em segurança das senhas:

Usar senhas com dados pessoais – evite nomes, sobrenomes, contas de usuário, números de documentos, placas de carros, números de telefones e datas

Usar sequências do teclado – evite senhas associadas à proximidade entre os caracteres no teclado, como “1qaz2wsx” e “QwerTAsdfG”, pois são bastante conhecidas e podem ser facilmente observadas ao serem digitadas

Reutilizar as senhas – usar a mesma senha para acessar diversas contas é muito arriscado, já que o hacker precisa apenas quebrar uma senha para ter acesso a diversos serviços. Não use a mesma senha para assuntos pessoais e profissionais e jamais reutilize senhas em serviços que contenham dados sensíveis, como internet banking.

Usar opções como “lembre-se de mim” e “continuar conectado” – o uso dessas opções faz com que as informações da conta do usuário sejam salvas em cookies que podem ser coletados de forma maliciosa e permitem a autenticação de outras pessoas. Use essas opções apenas em sites de baixo risco e jamais as utilize em dispositivos de terceiros.

Salvar senhas no navegador web – essa é uma prática muito perigosa já que se as senhas não forem criptografadas com uma chave mestra poderão ser acessadas por códigos maliciosos, hackers ou mesmo pessoas que tenham acesso aos dispositivos.

Aprenda com os hackers a ter uma senha segura

Hackers éticos são uma ótima fonte de informações sobre a segurança de senhas. Uma das principais dicas desses especialistas para ter uma senha forte que não seja esquecida em 5 minutos é usar uma frase completa.

Funciona dessa maneira: a frase “Eu comprei a minha casa nova por apenas 1 real” se transforma na senha “Ecamcnpa1r”.  Esse tipo de senha parece ser uma das mais seguras contra os ataques de dicionário, baseados em listas facilmente encontradas na web com uma lista pré-estabelecida por um script ou programa com as combinações mais comuns de letras, símbolos e sequências numéricas, nomes próprios ou relevantes ou nomes de artistas.

O problema é que as equipes de TI responsáveis pela segurança digital da infraestrutura de TI de uma empresa não podem ter certeza de que todos os usuários estarão atentos às melhores práticas na hora de criar senhas seguras. Por isso é importante contar com serviços de quebra de senhas como o oferecido pela Atech, que analisa a força das senhas e elabora um plano de recomendações para corrigir falhas.

Saiba como reduzir os riscos dos hábitos dos usuários para a segurança de seus ativos
CategoriesGestão de Ativos

Saiba como reduzir os riscos dos hábitos dos usuários para a segurança de seus ativos

Muitas vezes, o perigo está dentro da sua empresa e você pode nem se dar conta de que a segurança de seus ativos está ameaçada pela atividade dos funcionários. Claro que nem todos estão mal-intencionados, mas qualquer um pode, involuntariamente, ao se conectar a sistemas ou dispositivos infectados ou mesmo usando senhas fracas que podem ser facilmente hackeadas, abrir as portas da infraestrutura de TI para a implantação de alguma ameaça e acabar causando enorme prejuízo à organização.

Em vez de esperar que eventos dessa natureza aconteçam, é possível se colocar à frente com políticas de segurança digital efetivas que minimizam a possibilidade de ataques bem-sucedidos. Quando se fala em segurança da informação, o mais importante é implantar uma abordagem proativa de gerenciamento de riscos.

Porém, mais do que uma questão de atitude, políticas de segurança assertivas baseiam-se em processos e estão sempre atentas aos hábitos dos usuários. Conheça quatro processos que ajudam a melhor gerenciar o risco de sofrer um ataque cibernético:

Avalie os riscos – identifique e priorize os riscos para a empresa e os negócios como, por exemplo, padrões fracos de senha, comportamentos não seguros e nível de vulnerabilidade da infraestrutura de TI

Busque suporte a decisões – identifique e avalie soluções de controle baseadas em metas de eficiência de gestão de segurança e de custo-benefício

Implemente controles – implante e opere soluções de controle para a segurança de seus ativos que ajudem a reduzir o risco, como testes de intrusão e ataque a senhas, em ambientes controlados, utilizando abordagens que trazem a perspectiva do hacker

Análise da eficácia do programa – analisar o processo de gerenciamento de risco e a capacidade de se antecipar a ataques que coloquem em risco a vantagem competitiva, conformidade, continuidade dos negócios, imagem da empresa e que levem a perdas financeiras

4 passos para reduzir os riscos internos

Veja agora as melhores práticas que devem ser implantadas para garantir a segurança dos seus ativos:

1 – Implante e revise políticas de acesso

Políticas de acesso que realmente garantam a segurança de seus ativos incluem identificação do usuário e senha, autenticação e direitos de acesso. Para garantir a segurança dos dados, é preciso responder às seguintes perguntas:

  • Quais são as políticas que precisamos?
  • Quais são os dados mais sensíveis?
  • Quem deve ter acesso a qual tipo de dado?
  • Quais são os direitos de acesso de cada usuário?
  • Que controles de acesso devem ser implantados?
  • De quanto em quanto tempo a política de acesso deve ser revisada?

E, ao final, as políticas de acesso devem garantir:

Identificação e autenticação – permitir identificação do usuário e que o sistema verifique a veracidade dessa informação

Confidencialidade – as informações só devem ser acessadas por pessoas autorizadas

Integridade – as informações só podem ser alteradas por pessoas autorizadas

Disponibilidade – as informações devem estar sempre disponíveis para quem é autorizado

Não repúdio – evitar que um usuário possa negar a autoria de determinada ação

2 – Tenha uma equipe responsável pela segurança digital

Essa equipe será responsável pela prevenção, detecção e ações de mitigação, seguindo as políticas de segurança e documentando todos os processos.

3 – Garanta a segurança das senhas

Serviços como o de quebra de senhas ajudam a identificar padrões e comportamentos que colocam a continuidade do negócio em risco e a desenvolver políticas de segurança específicas.

4 – Monitore as atividades

As diretrizes da política de segurança devem incluir permissão para monitoramento das atividades em máquinas corporativas, desde câmeras de vídeo até o registro de batidas de teclas, identificando o usuário responsável por determinada ação. Filtros de conteúdo web são ferramentas úteis que podem ser configurados para bloquear sites pornográficos, da concorrência e repositórios de ferramentas de hackers.

A importância da política de segurança

O usuário é um dos maiores responsáveis pela segurança dos seus ativos e cria vulnerabilidades no sistema quando digita suas senhas em locais onde todos podem vê-la, usa senhas fracas, abre anexos de e-mails e deixam seus computadores ligados mesmo quando não estão no escritório.

É nesse ponto que entra em cena a política de segurança, que deve ser clara e objetiva, estabelecendo princípios, valores, compromissos, requisitos, orientações e responsabilidades quando se fala em segurança da informação.

Todos os funcionários, de todos os níveis hierárquicos, devem estar cientes das políticas de segurança e instruídos a como evitar, por exemplo, golpes de engenharia social.

Além dos funcionários, fornecedores, parceiros e terceirizados que tenham acesso à rede corporativa também devem estar cientes das melhores práticas para garantir a segurança dos seus ativos.

A política de segurança deve ser elaborada por um comitê formado por funcionários de diversos departamentos da empresa, como TI, jurídico, RH, entre outros, de modo a que contemple diversos cenários.

A equipe da Atech pode ser parceiro nessa jornada rumo à segurança dos seus ativos, evoluindo sua estratégia em segurança digital e antecipando ataques a partir de uma infraestrutura robusta e conscientização dos funcionários.

Confiabilidade: entenda por que esta é a nova tendência nas áreas de Manutenção e Produção
CategoriesGestão de Ativos,  Senior

Confiabilidade: entenda por que esta é a nova tendência nas áreas de Manutenção e Produção

A necessidade de confiabilidade nas instalações já é antiga, mas o aumento de questões relacionadas ao meio ambiente e à segurança estão gerando novas necessidades para a indústria. Diante deste cenário, cada vez mais empresas estão indo além das estatísticas para melhorar suas práticas e suas estratégias de manutenção, e o investimento em confiabilidade tem se destacado.

No Brasil, especialmente a comunidade industrial tem mostrado um forte interesse em melhorar suas estratégias de manutenção. Isso é visível pelo rápido crescimento da Abramam, organização líder em manutenção no Brasil, focada em auxiliar e educar seus membros. Hoje, esta se encontra entre as mais valiosas sociedades de manutenção, incluindo a SMRP, na América do Norte, e a MESA, na Austrália.

Porém, na direção dos avanços em confiabilidade, as organizações brasileiras acabam se deparando com uma série de equívocos em relação a este conceito e tudo que o cerca. Veja a seguir como esta tendência tem criado novas perspectivas em relação à gestão de ativos:

Confiabilidade não se resume à eliminação das paralisações

A melhor maneira de definirmos o conceito de confiabilidade é como a probabilidade de um ativo ou sistema falhar durante um determinado tempo sob certas condições de operações. No entanto, em muitas organizações isso é usado de maneira equivocada, especialmente quando abordamos o conceito de falha.

Muitos acreditam que falhas são apenas paralisações, ou seja, quando os equipamentos param de funcionar. Diante disso, as organizações trabalham em cima de uma série de fórmulas matemáticas para determinar a probabilidade de um ativo parar, deixando de considerar uma série de outras ineficiências que também são consideradas falhas, como lentidão e problemas de segurança, por exemplo.

Uma gestão de ativos com alto nível de confiabilidade considera como falhas qualquer problema que afete a eficiência dos equipamentos, gerando perda de recursos como tempo e dinheiro, e contribuindo para possíveis danos à reputação da empresa. Isso inclui, por exemplo, uma falha em um equipamento que o torne inseguro para o meio ambiente e os funcionários da organização.

Além disso, ao investir em confiabilidade, há uma mudança significativa no modo de abordar as causas das paradas, que podem ocorrer por inúmeras razões. Nem sempre uma falha é causada, por exemplo, por falta de manutenção periódica, como lubrificação, por exemplo. Falhas humanas, como erros na montagem, por exemplo, também são causas que os gestores devem considerar e solucionar.

Ou seja, ao adotar práticas de confiabilidade nas estratégias de manutenção, as organizações conseguem prever não apenas as falhas mais “previsíveis”, causadas pelo uso, mas também especificar itens que falham devido a instalações impróprias ou outros danos acidentais, por exemplo. Isso amplia muito mais a capacidade da indústria de atuar com mais segurança e eficiência.

Estatísticas matemáticas não são suficientes

Diante deste cenário, vemos que um cálculo que leve em consideração apenas o uso dos equipamentos não é suficiente para garantir estratégias de manutenção mais robustas, eficientes e seguras.

Um dos equívocos mais comuns relacionados à análise preditiva para a programação da manutenção é o de que basta ter a média de tempo entre as falhas e a ocorrências. É importante lembrar que esse número é uma média baseada apenas no conceito de falha associado às paralisações e não a outros problemas que também interferem na eficiência da produção. Além disso, existe uma grande diferença entre probabilidade e realidade – não é por que uma falha é provável que ela vai acontecer.

O estado dos ativos é mais importante que seu tempo de uso

Por isso, empresas bem-sucedidas têm se esforçado para incorporar estratégias de manutenção envolvendo sistemas inteligentes e modernos de monitoramento, capazes de integrar dados de diversas fontes para determinar falhas de maneira assertiva, sem depender apenas de estimativas baseadas no tempo de uso, e contando com dados reais do estado dos ativos.

Essas organizações têm ido além das estatísticas, revisando práticas internas e desenvolvendo planejamentos estratégicos para estabelecer uma visão corporativa relacionada à confiabilidade e à boa gestão de ativos.

Entre as ferramentas mais bem-sucedidas para isso está a adoção da confiabilidade como um conceito global em vez de uma prática para reduzir custos ou downtime e uma utilização extensiva de métricas de performance, como a utilização do RAV (Replacement Asset Value) para reduzir os custos de manutenção.

A Atech oferece, por meio da plataforma OKTO, uma série de soluções para Gestão de Ativos que integram tecnologia e décadas de conhecimento estratégico e operacional. Capaz de operar globalmente, o OKTO torna a gestão de ativos mais eficiente e confiável, reduzindo os ciclos dos processos e facilitando o monitoramento das condições dos ativos minuto a minuto.

Entre essas soluções está o Monitoramento de Condição do Ativo, da Atech, que permite a tomada de decisões durante a produção e a manutenção, e a eliminação de manutenções preventivas desnecessárias, reduzindo custos e agilizando a identificação de problemas que possam afetar a segurança e a eficiência. Conheça aqui as soluções OKTO para a área de Gestão de Ativos.