CategoriesEnergia,  Imprensa

Automação por meio de medidores inteligentes de energia elétrica permite adequação das distribuidoras à Tarifa Branca

Por Ricardo Hayashi, Responsável por Produtos para Conexões Inteligentes da Atech

 

A vigência da Tarifa Branca como “nova modalidade de cobrança” referente ao consumo de energia elétrica no Brasil, iniciada no dia 1 de janeiro de 2018, trouxe de volta uma discussão que estava “abandonada” pela falta de urgência em se ter uma solução: qual é a forma mais adequada e eficiente de promover a medição do consumo de energia?

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a medida tem o objetivo de equilibrar o consumo de energia em residências e pequenos comércios, principalmente no horário em que há “pico de consumo de energia” na rede elétrica promovida pela entrada simultânea de grandes cargas no período das 17:30 às 20:30hs, por exemplo. Para isso, a agência lançou um modelo de cobrança que tem preço variável, de acordo com o dia e o horário da energia consumida.

Voltando à discussão inicial, a resposta para a questão aberta é: a medida ideal para as distribuidoras se adequarem à implementação da Tarifa Branca é investir na automação da medição de energia elétrica e a instalação dos medidores inteligentes em seus clientes.

Em termos práticos, investir na automação significa substituir a tradicional leitura manual de consumo de energia por um sistema “inteligente, eletrônico e conectado” que promove o envio dos dados coletados pelos medidores em tempo real para os respectivos centros de medição das distribuidoras, por meio de uma comunicação interligando as duas “pontas”. Comunicação essa que é viabilizada pela tecnologia de Redes MESH, que é facilmente implantável, demanda pouco investimento, é confiável, e adaptável, pois considera várias opções para roteamento de mensagens, otimizando continuamente a sua topologia com uma readequação rápida às falhas e mudanças encontradas na rede de dados.

Ao adotar os medidores inteligentes, a distribuidora de energia terá como primeiro benefício – e mais importante de todos – a eliminação da “perda de receita”, que geralmente é causada pela impossibilidade de medir regularmente o consumo de energia em determinadas localidades, principalmente nas áreas rurais, nas quais há dificuldade de estar presente todos os meses para a leitura manual da medição.

As cobranças são feitas a partir de cálculo baseado no “consumo médio” dos últimos meses em que houve a medição. Além disso, quando a distribuidora não consegue realizar a medição por três meses consecutivos, a cobrança deve ser efetuada com o valor mínimo. Nestes dois cenários se configura a “perda de receita”. A partir da implantação de um sistema de automação da medição, não existe mais perda, pois o monitoramento do consumo de energia é remoto e online – algo impossível por meio da leitura de medição tradicional -, sem a necessidade da “presença física” para esta atividade. A automação da medição garante que a distribuidora faça a cobrança correta e tenha receita sem perdas.

O segundo benefício é o combate a fraudes a partir dos registros minuto a minuto de consumo e de demanda de energia disponíveis nos medidores inteligentes, possibilitando assim o levantamento do perfil de consumo, a análise e comparação que podem denotar atitudes suspeitas por parte do cliente. Consequentemente, é possível obter redução de despesas ao eliminar deslocamentos desnecessários de equipes para o trabalho de inspeção de fraudes.

A adoção das Redes MESH permite também a redução de despesas operacionais (OPEX) já que isenta as distribuidoras de mensalidades e assinaturas pagas às operadoras de telecomunicações, como acontece com as tecnologias de redes celulares 3G/4G comumente empregadas para medição remota. Inclusive, como reduzir custos é sempre ponto primordial na estratégia de negócios de qualquer empresa, este fato também é de grande importância para justificar o retorno sobre o alto valor de investimento exigido para adoção dos medidores inteligentes.

Concluindo, assim como nos demais setores da economia, no setor de energia também podemos dizer que automatizar a medição é sinônimo de aderir ao conceito de Transformação Digital, movimento este que vem se tornando obrigatório para todos os tipos de empresa que lidam com alto volume de dados de clientes e que amplia a eficiência, confiabilidade e desempenho dos dispositivos conectados.

Os desafios da logística em ambientes altamente regulados
CategoriesLogística,  Senior

Os desafios da logística em ambientes altamente regulados

Empresas de transporte e de logística que atendem a indústrias altamente reguladas enfrentam diversos desafios, e a oferta de soluções inovadoras que permitem melhorar a visibilidade em toda a cadeia pode minimizar os desafios destas empresas.  A meta é realizar a gestão e a governança do processo global de maneira confiável, segura e com alto desempenho, integrado aos sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores.

Ambientes altamente regulados, claro, significam mais normas e documentos que atestem a conformidade. Mas coletar, organizar e analisar todos esses registros não é uma tarefa simples e a falha nesta gestão pode acarretar em prejuízos.

A falta de visibilidade nestes ambientes potencializa estes prejuízos. E não só em relação a custos diretos, como o multas, armazenamento e transporte. Custos indiretos, como os associados com não conformidades e perdas de produtos, geram muitos riscos para a marca.

Principais desafios

A governança da logística em ambientes altamente regulados exige a presença de soluções inovadoras que integrem todos os atores da cadeia de logística, compartilhando as informações necessárias para a tomada de decisão, e assim permitindo que os produtos cheguem nos seus destinos em conformidade com as normas de cada setor.

Confira os problemas mais comuns na gestão da cadeia de logística e as suas causas:


A importância de investir no monitoramento das operações logísticas

A otimização do monitoramento das operações logísticas é fundamental para vencer boa parte desses desafios, já que um dos principais problemas causados pela complexidade no fluxo de informações é a falta de visibilidade, também causada pela presença de sistemas que não se integram e, portanto, não se conversam.

A falta de visibilidade impede que as empresas tenham os dados necessários para identificar oportunidades de redução de custos e otimizar processos envolvendo as mais diversas áreas, como suprimentos, armazenagem e transporte, não apenas logística.

A falta de visibilidade é, inclusive, uma das “culpadas” pelo fato de entre 13% e 35% das cargas não atenderem os requisitos de qualidade esperados, segundo informações do Banco Mundial divulgadas em 2016. No caso de ambientes de setores altamente regulados, a presença de mais normas e documentações de conformidade tornam o desafio da complexidade ainda maior.

Solução passa pela transformação digital

Análise da consultoria McKinsey indica que as empresas de logística devem investir em tecnologias digitais para diferenciar seus serviços, melhorar o atendimento ao cliente, aumentar a produtividade e reduzir custos.

E também é preciso implantar soluções que integrem toda a cadeia logística. Sistemas que não permitem a integração com parceiros dificultam a troca de informações, que só passam a gerar valor quando transformadas em insights para os tomadores de decisão.

Sem o uso de soluções inovadoras, é impossível lidar com a complexidade dos fluxos de informação, que demandam a integração e análise de uma quantidade cada vez maior de informações, coletadas em diversas fontes e em formatos diversos. Essas informações agora também começam a chegar dos armazéns, pátios e docas conectados, caminhões conectados e contêineres inteligentes, entre outros dispositivos de Internet das Coisas. Além disso, essas informações, integradas e contextualizadas, devem ser entregues praticamente em tempo real.

Avaliando a sua infraestrutura de TI

Não raro, as empresas trabalham com sistemas antigos e incapazes de suportar o volume de informações exigidos em cada etapa logística. Boa parte das empresas ainda conta com uma infraestrutura de TI ultrapassada, que não consegue se adaptar à implantação de soluções que integrem toda a cadeia logística em ambientes altamente regulados.

Por isso, para as empresas de logística em ambientes altamente regulados é fundamental contar com expertise e infraestrutura de TI capaz de manter a conformidade e gerar vantagem competitiva. As principais questões a serem avaliadas são:

  • Como a minha infraestrutura deve ser configurada para aproveitar com sucesso a transformação digital?
  • Como garantir a flexibilidade e escalabilidade da TI para permitir a implantação e desempenho dos projetos atuais e futuros e tornar os processos mais ágeis e transparentes?
  • A minha empresa conta com recursos de TI e expertise interna para iniciar e dar andamento ao processo de digitalização?

Essas e outras questões podem ser respondidas por um parceiro como a Atech, uma empresa do Grupo Embraer. Conheça o nosso conjunto de soluções único para Gestão de Ativos e Logística: o OKTO.

CategoriesImprensa

Atech firma parceria com ReliaSoft Brasil com foco no portfólio de Gestão de Ativos

Objetivo da parceria é reduzir riscos relacionados aos processos produtivos e dar subsídios para a tomada de decisão no mercado corporativo

 

São Paulo, fevereiro de 2018 – A Atech, empresa do Grupo Embraer, especializada no desenvolvimento de soluções para missão crítica e tecnologias para apoio à tomada de decisão, anuncia parceria com a ReliaSoft Brasil, especializada na difusão do conhecimento em engenharia da confiabilidade.

As empresas vão atuar conjuntamente focadas no portfólio de Gestão de Ativos da Atech, oferecendo ao mercado soluções que poderão reduzir em até 30% os custos com manutenção de ativos e até 70% os custos para compra de peças de reposição.

Unindo a experiência no desenvolvimento de soluções da Atech e as metodologias de análise da confiabilidade de ativos da Reliasoft Brasil, as empresas irão gerar cenários detalhados para redução de riscos relacionados aos processos produtivos e, principalmente, vão ter subsídios para a tomada de decisão e planejamento estratégico da cadeia produtiva.

Segundo Marcelo Eskenazi, Diretor de Negócios Corporativos na Atech, a parceria fortalece o portfólio de produtos e serviços na área de Gestão de Ativos. “Esta base sólida em engenharia de confiabilidade da ReliaSoft passa a estar disponível para diversas das verticais de atuação da Atech, tais como química, energia, mineração, petróleo e gás, entre outras. De acordo com a necessidade específica de cada negócio, poderemos reforçar nossa proposta de valor, seja em monitoramento de condição de ativos, planejamento e programação da manutenção ou controle da manutenção, garantindo assim o uso mais eficiente do capital investido”, afirma.

Com esta parceria, a Atech integra as soluções da Reliasoft Brasil – Orion e Api – ao conjunto de soluções da plataforma OKTO para Gestão de Ativos, além de combinar os serviços de consultoria em melhoria de processos e engenharia de confiabilidade.

Claudio Caiani Spanó, Diretor Executivo da ReliaSoft Brasil, ressalta que a falta de uma análise de risco baseada em dados concretos gera mais custos para as empresas. “Toda decisão tem um risco que pode ser calculado. Porém, grande parte das empresas ainda toma decisões rápidas baseadas em experiência e que podem gerar retornos efêmeros, pois não contam com os riscos futuros. É possível ter mais segurança nas ações por meio de uma visão e controle do todo”, explica Spanó.

“Em 18 anos de experiência com projetos de confiabilidade aplicadas nas áreas de manutenção e gestão de ativos físicos, constatamos que muitas empresas gastam mais do que deveriam com peças de reposição, as quais são estocadas e talvez nem precisam ser usadas ou, pior, se forem utilizadas já vão estar fora do prazo de validade”, ressalta.

 

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, segurança digital, conexões inteligentes e logística. Mais informações em www.atech.com.br

Veja como a Internet das Coisas está mudando a medição de energia
CategoriesConexões Inteligentes,  Energia,  Pro

Veja como a Internet das Coisas está mudando a medição de energia

Entregar energia de forma sustentável, eficiente e com menor custo é o desafio enfrentado por distribuidoras de todo o mundo. Uma medição de energia que avalie o perfil de consumo minuto a minuto é fundamental para gerenciar a distribuição de energia de maneira mais eficiente, e a solução está no uso de conexões inteligentes, aproveitando todas as inovações que chegam com a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT).

Distribuidoras têm investido em soluções de medição de energia inteligentes, tanto para atender seus clientes em áreas industriais e urbanas, como também em áreas de difícil acesso e baixa cobertura de telecomunicações, cenário comum em um país com as dimensões do Brasil.

Sistemas inteligentes de leitura remota de medição de energia são a grande aposta das distribuidoras dentre as tecnologias inovadoras de Internet das Coisas, com a instalação em seus clientes de medidores inteligentes que possibilitam o gerenciamento eficiente do consumo e, consequentemente, mais eficiência na entrega de energia.

Medidores inteligentes estão cada vez mais populares e, segundo um estudo da consultoria BI Intelligence, a base instalada de medidores inteligentes deve passar, globalmente, de 450 milhões em 2015 para 930 milhões em 2020. Em um cenário mais amplo, a consultoria Gartner estima que, até 2020, o setor de energia deve contar com 50 bilhões de dispositivos IoT nas suas operações.

Mais inteligência, mais eficiência

Soluções de IoT permitem que as distribuidoras tenham muito mais controle de suas operações e, como a construção de novas redes de distribuição requer altos investimentos e muito tempo, o uso de tecnologias inovadoras pode melhorar a eficiência da infraestrutura já existente, dando total visibilidade sobre as operações.

E essa visibilidade vai de encontro a um dos maiores problemas enfrentados  pelas distribuidoras: a prevenção e localização de falhas, que podem ser resolvidas remotamente ou, caso seja necessário o envio de uma equipe, informar a localização exata da falha. Dados mais precisos enviados pelos dispositivos de IoT também permitem analisar o ciclo de vida de ativos como transformadores, entre outros, e implantar programas de manutenção preditiva.

Segundo a consultoria Gartner, a implantação de tecnologias e soluções de Internet das Coisas traz diversos benefícios tanto para as distribuidoras quanto para seus clientes.

Nas operações das distribuidoras, as soluções de Internet das Coisas podem impactar positivamente o desempenho da concessionária, aumentando a receita e reduzindo os custos. De acordo com os analistas, a Internet das Coisas permite criar novas receitas e novos modelos de negócios, melhora as operações, otimiza ativos, economiza recursos, engaja e capacita os funcionários, melhora o gerenciamento de risco e fortalece a segurança.

Com um sistema de medição de energia automatizado, as distribuidoras podem acompanhar o consumo e a demanda minuto a minuto, avaliando a evolução do seu mercado consumidor, e também melhorar a qualidade da energia fornecida e reduzir perdas relacionadas a falhas e fraudes, bem como garantir o correto faturamento sem o fator humano na leitura de consumo.

Relações mais transparentes

No ponto final da rede, segundo o Gartner, a Internet das Coisas tem o poder de transformar a experiência do cliente auxiliando a reduzir desperdícios e controlando melhor o seu consumo de energia. Além disso, a automação da coleta, análise e gerenciamento das informações geradas pelos sistemas de leitura remota podem, por exemplo, ajudar a prevenir erros humanos no faturamento do serviço.

Embora a maior parte das iniciativas de medição de energia inteligente até agora esteja voltada para o aumento do faturamento pelas distribuidoras e o combate a fraudes e inadimplências, as conexões inteligentes já oferecem a possibilidade de capturar e analisar dados e, a partir dessa informação, oferecer mais transparência aos clientes, que passam a gerenciar melhor o consumo.

Com informações detalhadas sobre o seu consumo minuto a minuto, grandes indústrias podem, por exemplo, fazer diversas comparações e ajustar a sua linha de produção, planejando e redistribuindo o consumo de energia de cada equipamento ao longo do tempo da produção, evitando o maior uso em períodos de pico e aproveitando períodos quando a energia é mais barata, fortalecendo assim o conceito de Indústria 4.0.

Apesar da possível redução de consumo, com a medição de energia inteligente as distribuidoras passam a ganhar com o combate às perdas e redução de furtos e fraudes, com monitoramento e diagnósticos em tempo real de sua rede de distribuição por meio do uso de soluções de Redes Mesh que oferecem conectividade abrangente e flexível, indispensável para a implantação de dispositivos IoT. Com a implantação de Redes Mesh, é possível:

  • Obter diagnósticos precisos e rápidos
  • Contar com alarmes e eventos para identificar falhas
  • Fazer a autorrecuperação em caso de falhas na rede
  • Implantar programas de manutenção preditiva e gestão de ativos em equipamentos

A Atech oferece soluções completas de conexões inteligentes, com implantação de Redes Mesh; sistemas de automação da medição de energia, desenvolvimento de software embarcado e integração de sistemas. Saiba como aproveitar todas essas inovações e garantir a entrega de um serviço de melhor qualidade, com mais eficiência e menor custo.

Entenda os benefícios que a Internet das Coisas oferece à indústria mineradora
CategoriesGestão de Ativos,  Mineração,  Pro

Entenda os benefícios que a Internet das Coisas oferece à indústria mineradora

A combinação de queda nos preços das commodities, mudanças na demanda global, necessidade de estender o ciclo de vida de ativos e compromisso com a excelência operacional tem levado as mineradoras a rever as suas estratégias de negócios, e o uso da Internet das Coisas na mineração tem sido apontado como a melhor forma para melhorar a eficiência nas operações, reduzir custos e aumentar receitas e lucros.

A Internet das Coisas na mineração, conectando equipamentos e pessoas, tem o potencial de transformar diversas atividades, como a integração das operações, segurança nas minas, redução do impacto ambiental e monitoramento de frotas de veículos.

Analistas da consultoria Accenture indicam que o setor está focado na adoção de tecnologias digitais e no uso da Internet das Coisas na mineração, mas destacam que muitas organizações por até agora estão usando a tecnologia digital em projetos isolados, tentando ainda integrar todas as operações e fazer com que os dados coletados se transformem em insights que gerem vantagem competitiva.

Pesquisa realizada no primeiro semestre de 2017 indica que quatro entre cinco empresas ligadas à mineração pretendem aumentar os seus investimentos em tecnologias digitais nos próximos três anos. Entre os cerca de 200 líderes de negócios entrevistados, 28% indicaram que os investimentos devem ser significativos e 46% citaram as tecnologias digitais como as mais importantes para a inovação.

Como a Internet das Coisas na mineração gera valor

  • Padronizando processos – agiliza e normatiza processos em todas as operações, garantindo a conformidade
  • Aumentando a rastreabilidade e visibilidade – o monitoramento remoto permite compartilhar dados em todas as etapas da operação, garantindo mais eficiência, mais segurança, padronização das operações e mais facilidade para identificar problemas
  • Garantindo a segurança das pessoas – sensores acoplados aos coletes e capacetes dos mineradores ajudam a mapear vulnerabilidades no interior das minas, antecipando medidas de prevenção. O rastreamento remoto também permite que nos locais de mais difícil acesso ou que apresentem alto risco as pessoas sejam substituídas por robôs
  • Otimizando o transporte – sensores instalados nos caminhões permitem que o condutor interaja em tempo real com o supervisor, sinalizando o carregamento e descarregamento de minérios ou rejeitos, por exemplo, reduzindo o tempo ocioso da frota. Parte dessa frota, inclusive, pode ser formada por veículos autônomos
  • Transformando a manutenção preventiva em preditiva – com o uso de sensores M2M (Machine to Machine) é possível avaliar o status do equipamento (temperatura do óleo e do motor, pressão dos freios e dos pneus etc) e analisar o histórico de manutenção e, assim, prever falhas antes que aconteçam, reduzindo o tempo de parada já que os ajustes são realizados em menos tempo. Atuando de forma preditiva, também é possível reunir todas peças necessárias para a manutenção com antecedência, agilizando o processo
  • Obtendo dados e análises em tempo real – dados enviados pelos sensores instalados nos equipamentos dentro das minas podem ser transformados em imagens tridimensionais e analisados por geólogos, equipes de perfuração e supervisores

Mais dados, mais sustentabilidade

Além da segurança dentro das minas, a gestão da integridade das barragens de rejeitos é um dos grandes desafios enfrentados pelas mineradoras. Nesse cenário, mais uma vez o uso da Internet das Coisas na mineração envolve um sistema inteligente de gestão, com a integração de dados coletados até via satélite e via radar, e informações enviadas por instrumentos de medição, capaz de oferecer maior inteligência, visibilidade e confiabilidade para gerir o ciclo de vida dos ativos.

Uma solução de gestão de barragens integra diferentes sistemas e instrumentos, oferecendo uma visão global dos riscos da estrutura de toda a barragem, permitindo:

  • Garantir a integridade física por meio de medições, análises e relatórios de conformidade técnica
  • Atender exigências da legislação ambiental e manter operações sustentáveis
  • Gerenciar o comportamento de todos os instrumentos e enviar alertas para leituras fora do esperado
  • Obter atualizações constantes das condições de estabilidade do empreendimento
  • Avaliar impactos socioambientais a partir de alterações de ocupação em áreas impactadas
  • Gerar informações sobre pontos de atenção futuros e comunicações automáticas entre partes interessadas

Integração de sistemas é fundamental

Implantar o uso da Internet das Coisas na mineração requer uma integração de todos os departamentos, compartilhando as informações. Apesar dos desafios, a digitalização tem o potencial de gerar mais eficiência e transformar o negócio. Uma análise da Accenture mostra que empresas mineradoras poderiam melhorar o seu EBITDA – em linhas gerais, o indicador que representa o quanto uma empresa gera de recursos através de suas atividades operacionais, sem contar juros, impostos depreciação e amortização.

Para os analistas, as tecnologias digitais podem aumentar o EBIDTA em US$ 38 bilhões nos próximos três anos. E, segundo o Fórum Econômico Mundial, a transformação digital pode gerar US$ 190 bilhões para o setor nos próximos 10 anos.

Mas toda essa tecnologia depende de conexões inteligentes e de um parceiro capaz de integrar todos os sistemas, especificando e instalando recursos de rede, hardware e software necessários para a integração de todas as operações. Além disso, é preciso estabelecer a governança dos dados, selecionando os protocolos, as tecnologias de comunicação, os métodos de proteção e os padrões a serem adotados, para que as informações se movam de maneira eficaz, segura e confiável. A Atech conta com toda essa expertise desde a sua origem, com a participação no projeto SIVAM – Sistema de Vigilância da Amazônia.

Saiba por que os medidores inteligentes vão reduzir custos na distribuição de energia
CategoriesConexões Inteligentes,  Energia,  Pro

Saiba por que os medidores inteligentes vão reduzir custos na distribuição de energia

Distribuidoras de energia estão investindo em novas tecnologias voltadas tanto para reduzir custos na manutenção da rede e distribuição de energia assim como para a melhoria da experiência do cliente. E os medidores inteligentes atendem a essas duas demandas.

Medidores inteligentes vão transformar a forma como a energia é fornecida e consumida. A sua implantação permitirá que os investimentos em redes de distribuição sejam otimizados e melhor gerenciados, evitando perdas e desperdício.

A Inteligência no sistema de geração e distribuição de energia começa nas usinas, com operações nas hidrelétricas controladas remotamente. Após a geração, a energia segue para as redes de transmissão e de distribuição, e o controle do fluxo é fundamental para evitar perdas e garantir o fornecimento.

O entendimento do consumo minuto a minuto é essencial para que as empresas possam gerenciar seus recursos de maneira otimizada, evitando perdas nas redes e quedas na satisfação do cliente, e um sistema inteligente, que inclui os medidores inteligentes, entrega em tempo real informações sobre o perfil de consumo de energia.

Ferramentas de analytics permitem entender a demanda quase que em tempo real, identificar e responder com agilidade a problemas que possam afetar as redes de distribuição e o fornecimento de energia, como quedas de árvores, resolvendo em minutos um problema que antes levaria horas para ser solucionado.

A partir do momento em que o sistema identifica que a energia não está chegando a uma determinada área, por exemplo, a distribuidora pode redirecionar o fornecimento de energia, reestabelecendo parte do serviço, e enviar equipes para o exato local onde se encontra a falha.

Além de facilitar  a localização de falhas que possam interromper o fornecimento de energia, a implantação de medidores inteligentes também permite uma medição precisa do consumo de energia, e disponibilizando o histórico do cliente. A partir deste histórico de consumo é possível criar perfis de carga e otimizar recursos, e também identificar a ocorrência de perdas comerciais – furto e fraude de energia.

Com a instalação de medidores inteligentes e a implantação de um sistema de automação da medição, empresas de energia ganham mais agilidade para analisar e gerenciar informações de medição, acompanhando o consumo e demanda minuto a minuto a partir de relatórios e indicadores de desempenho e:

  • Melhoram a qualidade da energia fornecida
  • Reduzem perdas relacionadas a falhas, fraudes e furto
  • Acompanham a evolução do mercado consumidor
  • Automatizam a leitura de consumo, evitando perdas com erros de faturamento

Vale a pena ainda lembrar das vantagens dos medidores inteligentes no combate a fraudes, que geram perdas de até R$ 8,1 bilhões ao ano, correspondendo a 8% do consumo do mercado cativo elétrico brasileiro.

A importância das redes MESH

As redes MESH estão ajudando empresas do setor de energia a tirar maior proveito dos dados de seus medidores de energia elétrica mesmo nas áreas mais afastadas e deficientes em conectividade, um dos principais obstáculos na proliferação dos medidores inteligentes.

Por meio de uma rede MESH, cada medidor inteligente tem múltiplas opções de roteamento. Além disso, os dispositivos são dotados de uma tecnologia inteligente que permite a eles se adequar a uma série de aspectos da infraestrutura, como condições ruins de visada de sinal de rádio, falhas de algum dos equipamentos de rede e grandes distâncias a serem vencidas por exemplo.

Ao reduzir a quantidade de dispositivos necessários para conectar os medidores inteligentes nas áreas mais afastadas, as empresas acabam reduzindo os custos de infraestrutura.

Medidores inteligentes personalizam a experiência do cliente

Além das questões técnicas, medidores inteligentes também melhoram a experiência dos clientes, cada vez mais exigentes. Um estudo da consultoria Accenture, que entrevistou quase 10 mil consumidores em 17 países, incluindo o Brasil, apontou que esses clientes desejam novos produtos e serviços relacionados à energia – em especial, na forma de novas propostas de valor – e estão mais exigentes em relação a uma experiência integrada, digital e personalizada.

A pesquisa aponta que os clientes estão interessados na próxima geração de serviços de valor agregado, entre eles, a gestão automatizada do uso de energia residencial (76%) e residência conectada (69%).

Além disso, a experiência do consumidor aparece como fator fundamental para estimular a aceitação de novas ofertas e aumentar a satisfação com as distribuidoras de energia. Na verdade, 92% dos consumidores (98% no Brasil) ficariam mais satisfeitos se o seu fornecedor de energia pudesse personalizar sua experiência.

Entre os brasileiros, 39% estão interessados na gestão automatizada de energia doméstica e estão dispostos a pagar por esse serviço e, globalmente, a maioria manifestou interesse por serviços, como uma conta digital personalizável ou um site ou aplicativo, que ofereça a melhor oferta com base em seu consumo de energia em tempo real.

Mais da metade dos consumidores brasileiros (71%) deseja ter um aplicativo para monitorar e controlar remotamente o consumo de energia em sua residência, mas, até 2017, menos de 10% já contavam com medidores inteligentes que permitem o controle do consumo.

Para solucionar problemas técnicos e melhorar a experiência do cliente, conheça as soluções da área de Conexões Inteligentes da Atech e gerencie seus recursos de maneira mais eficiente, analisando os dados enviados pelos medidores inteligentes.

Fraude no sistema de Energia Elétrica: saiba como evitar
CategoriesConexões Inteligentes,  Energia,  Pro

Fraude no sistema de Energia Elétrica: saiba como evitar

A Aneel considera perdas não técnicas os erros de medição, as deficiências no processo de faturamento, a falta de medidor em unidades consumidoras, as fraudes e os furtos de energia, entre outros fatores. A fraude no sistema de energia é um ato cometido por consumidor que viola o sistema de medição para obter um registro de consumo menor que seu gasto real, enquanto o furto é praticado por quem não é consumidor e se liga clandestinamente à rede para consumir energia.

Ainda segundo o estudo da agência reguladora, a região que apresentava o maior índice de consumo irregular era a Norte, com 20% da energia distribuída, seguida do Sudeste, com 10%, do Nordeste, com 9%. No Centro-Oeste, o percentual era de 5%, e no Sul, de 3%.

O fim das ligações irregulares

Diversas distribuidoras têm usado tecnologias inovadoras para evitar a fraude no sistema de energia. Uma delas é a CPFL Energia, que, com a implantação de medidores inteligentes e o cruzamento de análise de dados, alcançou um índice de 90% de acerto na identificação de problemas. A nova metodologia de cruzamento inteligente dos dados começou a ser aplicada em clientes do Grupo A (grandes consumidores de energia), sendo depois estendida para consumidores do Grupo B (clientes residenciais). A iniciativa contribuiu para que as distribuidoras da CPFL Energia recuperassem 372 GWh de energia, suficiente para atender o consumo anual de 146 mil clientes residenciais.

Segundo a distribuidora, que atua nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, a presença dos medidores inteligentes é fundamental para esse programa de combate a fraudes, já que eles possibilitam o acesso a dados técnicos sobre o consumo que, quando analisados e cruzados com o perfil do cliente, e combinados a plataformas de inteligência artificial, apontam a existência ou não de problemas. Com esse resultado, uma equipe de inspeção é destacada para fazer uma investigação no local, constatando se o problema é técnico ou se a medição de energia está sendo fraudada.

A Celpe (Companhia Energética de Pernambuco) também está investindo em um sistema de monitoramento remoto para reduzir a incidência de fraudes no sistema de energia. Em alguns casos, para encontrar casos de furto, drones sobrevoam as áreas com maior incidência de instalações irregulares.

Nos casos considerados mais “sofisticados” de fraudes, como os detectados em indústrias e grandes varejistas, a investigação é feita por meio de monitoramento remoto, com medidores inteligentes instalados no topo do poste de energia. As informações sobre o consumo daquela unidade são enviadas para uma central onde os analistas cruzam os dados e analisam o histórico do local monitorado.

Além de instalar o medidor inteligente no poste, a Celpe também entrega um display para o cliente e, com isso, o consumidor pode monitorar o seu gasto.

No estado do Rio de Janeiro, a distribuidora Light, que atende a 31 municípios, vem desde 2010 investindo na instalação de medidores eletrônicos e, até o primeiro trimestre de 2017, já haviam sido instalados 900 mil dispositivos. Segundo a concessionária, além de não aumentar o valor da conta de energia, a tecnologia traz inúmeros benefícios ao consumidor, como um atendimento mais rápido e segurança para as comunidades.

No primeiro caso, o aparelho transmite informações em tempo real, como interrupções e normalizações no fornecimento, diretamente ao Centro de Controle de Medição (CCM) da Light, agilizando o atendimento. No segundo, o medidor eletrônico é uma importante ferramenta para evitar furto de energia (gato), uma vez que é de difícil violação e capaz de detectar automaticamente eventuais irregularidades.

Quando existem muitos furtos de energia num mesmo local, o uso excessivo de energia em um mesmo cabo, e até no transformador da rede, pode provocar incêndios com risco de se alastrar por todo o quarteirão.

Medidores inteligentes e conectados

Os medidores inteligentes podem ser formados por dois componentes: o dispositivo de medição, conectado entre o ramal da distribuidora e a entrada de energia do cliente, e um dispositivo no cliente, com um display que apresenta o seu consumo. Para as distribuidoras, os medidores inteligentes permitem identificar problemas, reduzir desperdícios e evitar fraudes. Já para o cliente residencial, as informações sobre seu consumo ajudam a escolher um melhor horário para utilizar determinado eletrodomésticos e também programar o seu uso de energia em horários fora do período de tarifa mais elevada..

O sistema de automação da medição oferecido pela Atech, em conjunto com os medidores inteligentes, permite monitorar o perfil de consumo de cada cliente. No terminal de irregularidades, o sistema permite a criação de regras para detectar uma possível fraude no sistema de energia, com mais agilidade na análise e no gerenciamento de informações, permitindo acompanhar o consumo e a demanda minuto a minuto por meio de relatórios e indicadores de desempenho.

ISO 55000: Como implementar a gestão de ativos na sua empresa
CategoriesGestão de Ativos,  Pro

ISO 55000: Como implementar a gestão de ativos na sua empresa

Lançada em 2014, a série ISO 55000 foi considerada um divisor de águas na história da gestão de ativos, definindo um padrão global que permite o gerenciamento de ativos de forma consistente e sustentável ao longo do tempo, reduzindo custos com manutenções, períodos de inatividade e aumentando a eficiência operacional.

Além da ISO 55000, que apresenta os conceitos gerais da gestão de ativos, duas outras normas – ISO 55001 e ISO 55002 – completam a série. A primeira especifica os requisitos para estabelecer, implementar e manter o sistema de gestão de ativos de uma organização, enquanto a segunda fornece diretrizes para a aplicação do sistema.

Esse conjunto de normas é que vai direcionar uma gestão de ativos eficiente, permitindo que a empresa implante um processo sistemático e coordenado para gerenciar de forma otimizada e sustentável seus ativos, sistemas de ativos, desempenho, riscos e ciclo de vida.

O sistema de gestão de ativos

A implementação de todos os elementos do padrão ISO 55000 segue uma metodologia e processos que compõem o sistema de gestão de ativos, fornecendo uma estrutura integrada que estabelece as ligações críticas entre todos os elementos.

Veja as etapas que fazem parte da implantação de um sistema de gestão de ativos:

1 – Política

Reúne a publicação da política de gestão de ativos, declaração que estabelece os princípios que serão observados pela organização para alinhar os objetivos do gerenciamento aos objetivos de negócios.

2 – Objetivos

Os objetivos da gestão devem ser específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e definidos no tempo – os chamados objetivos SMART (Specific, Measurable, Attainable, Realistic e Time-Bound), avaliando pontos como produtividade do ativo; sustentabilidade do ativo; conformidade, ciclo de vida e racionalização de custos.

3 – Estratégia

A estratégia aponta como os objetivos de negócios serão convertidos em objetivos de gestão de ativos, definindo metas e prazos que devem ser alcançadas a partir das atividades de gerenciamento.

4 – Documentação

Todas as atividades de gestão de ativos devem ser documentadas, incluindo planos operacionais e de manutenção, planos de investimento de capital (revisão, renovação, substituição e melhoria) e recursos. Esse documento deve ser revisado periodicamente para garantir que todos os objetivos estejam alinhados.

5 – Liderança

A diretoria deve apoiar e aprovar essa política de gerenciamento de ativos, definindo a sua aplicabilidade e alcance, prazo e responsabilidades. Esse grupo deve nomear um indivíduo para supervisionar o desenvolvimento, implementação, operação e melhoria contínua do sistema de gestão de ativos, mas a responsabilidade deve continuar com a diretoria.

6 – Planejamento

Nessa etapa são avaliados todos os riscos a curto e longo prazo e oportunidades, e como a gestão de ativos está integrada a outros processos de negócios.

7 – Suporte

Identifica recursos e pessoas necessários para a operação, além de favorecer o comprometimento de todos os colaboradores e ampliar a comunicação e colaboração entre diversos setores da empresa.

8 – Operação

Avalia a implementação, controla processos, monitora riscos e apoia a gestão da mudança.

9 – Avaliação

Identifica métricas para medição do desempenho financeiro da gestão de ativos, com realização de auditorias.

10 – Melhoria

Corrige não conformidades e estabelece práticas de melhoria contínua.

Benefícios da gestão de ativos

A implementação de um sistema de gestão de ativos baseado na ISO 55000 é uma decisão estratégica para a empresa, equilibrando custos e riscos e aumentando a qualidade do serviço e desempenho operacional. Veja alguns dos benefícios que podem ser alcançados com a implantação da gestão de ativos:

Melhoria do desempenho financeiro: a melhora no retorno dos investimentos e a redução de custos podem ser alcançadas, preservando, ao mesmo tempo, o valor dos ativos sem sacrificar a realização a curto ou a longo prazo dos objetivos organizacionais

Melhores decisões de investimento de ativos: permitir a organização para melhorar a sua tomada de decisão e equilibrar eficazmente os custos, riscos, oportunidades e desempenho

Risco de gestão: redução de perdas financeiras, melhorando a saúde e segurança, boa vontade e reputação, minimizando o impacto ambiental e social, e pode resultar em passivos reduzidos, como os prêmios de seguros, multas e penalidades

Melhoria dos serviços e saídas: assegurar o desempenho de ativos pode levar a serviços ou produtos que consistentemente atendem ou superam as expectativas dos clientes e das partes interessadas

Demonstração de responsabilidade social: melhorar a capacidade da organização para, por exemplo, reduzir as emissões, conservar os recursos e se adaptar às mudanças climáticas, que permitem demonstrar práticas empresariais socialmente responsáveis e administração ética

Demonstrar a conformidade: oferecer transparência na conformidade com requisitos legais, estatutárias e regulamentares, bem como aderindo à gestão de ativos padrões, políticas e processos

Maior reputação: por meio da melhoria da satisfação do cliente, das partes interessadas (stakeholders) e do aumento da confiança

Melhoria da sustentabilidade organizacional: a gestão eficaz dos efeitos de curto e longo prazo, despesas e desempenho pode melhorar a sustentabilidade das operações e da organização

Maior eficiência e eficácia: rever e melhorar processos, procedimentos e desempenho de ativos pode melhorar a eficiência e eficácia, e a realização dos objetivos organizacionais.

A Atech, aproveitando décadas de conhecimento estratégico e operacional, desenvolveu uma plataforma única de Gestão de Ativos e Logística – o conjunto de soluções OKTO, que atende empresas de diversos setores. A Solução para Gestão Estratégica de ativos Powered by Orion eAPI, desenvolvida em parceria com a Reliasoft  Brasil, faz parte do OKTO, e atua como uma poderosa ferramenta de consolidação e análise, transformando dados em informações para embasar decisões estratégicas relacionadas à gestão de ativos e alinhadas com as diretrizes da ISO 55000.

Cinco passos para implementar um programa de manutenção preventiva eficaz
CategoriesGestão de Ativos,  Senior

Cinco passos para implementar um programa de manutenção preventiva eficaz

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Quais são os principais objetivos ao implementar um programa de manutenção preventiva? De forma geral, é encontrar maneiras de maximizar a vida útil de equipamentos, garantindo sua disponibilidade e confiabilidade, evitando downtime, ao mesmo tempo em que se mantém os custos de manutenção sob controle. Mas, entre o conceito geral e a implementação do programa, existe uma grande distância. Saiba quais são os principais passos para contar com um programa de manutenção preventiva que mantenha o estado dos ativos o mais próximo possível do original.

1 – Avalie o estado de todos os seus ativos

Em primeiro lugar, é preciso conhecer o ativo e a sua criticidade, avaliando a sua real condição, o esforço a que está submetido e histórico, de modo a determinar o tempo provável em que ocorrerá a falha. Não é possível, claro, determinar uma data exata de quando um equipamento irá falhar, mas, analisando o seu desempenho pode-se reduzir essa probabilidade programando a manutenção com antecedência.

O levantamento da real condição do ativo deve identificar e documentar:

  • Número de falhas, número de pequenas paradas, taxa de acidentes de trabalho, custo do downtime
  • Desempenho do equipamento
  • Estabelecer o nível de falhas – redução progressiva de falhas
  • Estabelecer metas de manutenção

2-  Comece a elaborar o programa de manutenção preventiva

Esse plano vai garantir a qualidade contínua de todos os serviços, evitando falhas e melhorando o ciclo de produção, analisando as consequências de uma falha, como detectar essa falha e com que antecedência essa falha pode ser detectada.

Todas as operações do programa de manutenção preventiva devem atender a 3 requisitos – aplicabilidade, eficiência e rentabilidade. Uma operação é aplicável se puder ser implementada, é eficiente se reduz o índice de falhas e é rentável se melhora a produção.

A periodicidade da manutenção deve inicialmente seguir as instruções do fabricante, mas condições ambientais de uso adversas, ou esforços maiores do que o previsto, podem interferir no cronograma.

As ações de manutenção são divididas em dois tipos.

Uma é a baseada no tempo, que prevê substituir ou restaurar, em intervalos pré-estabelecidos, peças e componentes que apresentam mais chances de falha conforme o seu tempo de uso. Uma vez que seu limite de tempo foi atingido, essas ações são executadas independentemente do estado em que a peça se encontra no dia da troca. Mas as ações baseadas no tempo só serão eficazes quando existir uma relação entre a idade do componente ou peça e sua probabilidade de falha.

A outra forma de avaliar a necessidade de ações de manutenção é a baseada na condição, que leva em consideração os resultados de inspeções periódicas. A análise do histórico dessas inspeções permite detectar sinais de falhas e anomalias em peças e componentes de todas as máquinas e equipamentos. O objetivo é monitorar as possíveis falhas e agir antes que elas aconteçam.

3 – Documente todas as ações

Todas as ações do programa de manutenção preventiva devem ser documentadas de modo a que sejam facilmente compreendidas, usando mais desenhos e esquemas em vez de texto. Deixe bem claro como e por quê a inspeção deve ser realizada.

Além do passo a passo das ações de manutenção, o documento deve conter as seguintes informações:

  • Serviços que serão realizados
  • Data em que os serviços serão realizados
  • Responsáveis pela execução dos serviços (nome, cargo, função e contato)
  • Riscos envolvidos nas tarefas
  • Recursos necessários para a execução dos serviços (peças, ferramentas, materiais)
  • Quanto tempo será gasto em cada serviço
  • Custo de cada serviço, custo por unidade e o custo total
  • Máquinas, dispositivos e ferramentas necessárias

4 – Programe serviços de forma automática e otimizada

Integre todos os dados sobre os ativos (funcionamento, falhas, manutenções já realizadas) em uma solução para otimização de planejamento e programação de serviços de manutenção. O sistema deve analisar, simultaneamente, as necessidades de produção, as prioridades de manutenção, as diretrizes de planejamento e as restrições de uso. A partir dessas informações, o sistema fornece uma série de sugestões para otimizar a programação e a execução dos serviços, contribuindo para atingir a excelência em produtividade, eficiência operacional e segurança.

5 -Registre todas as ações

Relatórios devem ser elaborados após cada etapa do programa de manutenção preventiva e essas informações inseridas no sistema automatizado de planejamento. Esses relatórios servem para analisar erros e acertos, registrar peças trocadas, gastos com peças, lubrificantes etc, e o tempo médio de execução das tarefas.

A Atech oferece, por meio da plataforma OKTO, um conjunto de soluções voltadas para a área de gestão de ativos capaz de atender empresas de diversos setores com ferramentas dinâmicas, capazes de operar em nível global. Um desses recursos é a Solução para Planejamento e Programação da Manutenção, que fornece um sistema atualizado de recursos, bem como a gestão de execução das atividades mais críticas. Conheça mais sobre as soluções da Atech para Gestão de Ativos e saiba como podemos ajudá-lo a gerir ativos de maneira eficiente e confiável.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]